Capítulo 12: Manchas de Tinta

Os olhos de Hermione estavam inchados quando ela saiu do dormitório de manhã. Ron estava sentado na sala comunal com duas xícaras de café, esperando por ela. "Aqui," ele disse, oferecendo uma para ela.

Ela não conseguia olhar nos olhos dele, mas aceitou a xícara e sentou numa das poltronas. "Obrigada."

Ele soltou um longo suspiro entrecortado. "Eu to tão confuso. Eu pensei que nós estivéssemos bem. Eu mal dormi ontem à noite," ele acrescentou, afundando no sofá.

"Eu também." Ela tomou um gole. Ele colocara açúcar e creme demais, e ela pensou por um instante que ele poderia ter lhe dado o dele por acidente, mas o café da xícara dele também parecia claro demais.

"Olha," ele disse, colocando a xícara no chão na frente dele. "Eu acho que você está fazendo a escolha errada. Então… então, eu vou fazer um pedido."

"Que seria?" ela perguntou. A voz dela estava rouca.

"Continua a usar a minha pulseira. Para se lembrar de mim." Ele levantou o olhar para ela, implorando pelos olhos. "Eu não disse vezes suficientes, eu sei disso, mas, Hermione—Eu te amo. Eu não quero te perder."

Ela assentiu com a cabeça. "Eu também te amo Ron. Só não tenho certeza se é do jeito que deveria ser."

"Eu sinto muito pelo que aconteceu, " ele acrescentou. "Só não desista de mim, certo?" Ele levantou e saiu da sala, Hermione olhou primeiro para a xícara abandonada e depois para o arminho prateado brilhando no seu pulso. Fuinha, ela se corrigiu. Arminho era um tipo de fuinha.

Ela ouviu passos vindo das escadas, e ela nem tentou esconder os olhos inchados. Uma cabeça loira apareceu, e Malfoy pausou para olhar para ela antes da sair da sala.

A pulseira também parecia com uma doninha.

O

Ginny estava franzindo a testa quando Hermione finalmente desceu para tomar café. Ron não estava lá. Ele devia ter ido mais cedo para pegar o café. "Então?" ela perguntou.

Hermione assentiu enquanto se servia. Ia ser um dia estranho. Dava pra ver.

Harry reprimiu um bocejo. "Por que tá todo mundo tenso?" ele perguntou, deixando a cabeça descansar contra sua mão.

Ginny lançou um olhar maldoso para Hermione. "Conta pra ele."

Hermione mordeu o lábio antes de se virar para Harry. Ele odiava quando ela e Ron brigava, e isso era, bem, mais do que uma briga. "R-ron," a voz dela falhou. "e eu terminamos," ela murmurou.

Harry sentou reto. "Vocês… o quê? Vocês terminaram? Por quê?"

Ela se mexeu na cadeira. "Bem…"

"Ron beijou a Moon," Ginny disse. "É o que o Malfoy disse, pelo menos."

"O Ron confirmou," Hermione murmurou. Ela afastou o prato. No final das contas, ela não estava com muita fome. "Além disso, eu já estava pensando em outras coisas que me fizeram chegar a essa decisão," ela acrescentou para explicar para Harry.

Harry parecia muito confuso. "Mas ele não suporta a August. Por que ele…?"

"Eu não sei, Harry. A questão é que aconteceu."A conversa estava deixando Hermione enjoada. "Nós podemos mudar de assunto? Er, Ginny, por que você não conta pro Harry o que você me falou sobre os anéis com os brasões de Hogwarts?"

"Ah, é." Ginny pegou sua bolsa e tirou um panfleto de dentro, empurrando-o para Harry. "Você sabe o número do meu dedo," ela acrescentou com uma piscadela.

Dava quase pra tocar o alívio de Harry. "Pensando no Natal?" ele perguntou. Ginny assentiu, satisfeita por ter esclarecido a confusão. "Ótimo." Ele sorriu para a ruiva, que o puxou e o beijou.

Hermione, enquanto isso, corou e virou para o outro lado. Havia algo de muito desconfortável em ver duas pessoas se beijando, especialmente quando as pessoas eram grandes amigas suas. Ela deu uma olhada para a mesa da Lufa-lufa, onde August estava espremida entre um primeiranista e um setimanista, ambos eram mais altos que ela. Ela parecia não notar a existência da mesa da Grifinória. Hannah estava sentada à frente dela, conversando sobre algo e gesticulando animadamente.

Na mesa da Corvinal, Padma falava com Flitwick, que parara ao seu lado. Hermione só conseguia ver o topo do chapéu dele.

Dean estava sentado do outro lado da mesa da da Grifinória, falando com o capitão do time da quadribol, um quintanista muito alto.

Aqueles eram sei dos oito oitavanistas. Ron, graças aos Céus, estava em algum outro lugar, e o número oito era Malfoy, que estava com as costas viradas para uma Astoria Greengrass muito irritada e lia um livro que parecia muito com o Luto pela Alma.

Harry e Ginny fizeram barulho ao se separarem para respirar, e Hermione se virou para eles novamente. "Então, Harry, já sabe se você vai ser o próximo apanhador do Chuddley Cannons?" ela perguntou, surpresa com a própria coragem em mencionar quadribol. Pelo menos era uma distração para o par de pombinhos.

Harry abriu e fechou a boca novamente. "Um. Bem, eu, sabe—você ter terminado com o Ron, er." Ele parou, parecendo horrorizado.

"Continue, Harry," ela murmurou.

"Faz com que eu me sinta meio preso no meio da briga," ele terminou.

"O que não nada incomum," Hermione disse, parecendo culpada.

"Er, é." Harry estava brincando com o garfo. "Bem, olha, se eu conseguir entrar pro time, Ron vai ficar feliz, mas você e Gin—"

"Seremos abandonadas aqui, " Hermione terminou.

"E também significa que eu não conseguiria me formar este ano. Mas por outro lado, seria incrível trabalhar como apanhador profissionalmente, mas são os," ele tossiu, "Cannons. Mas isso não significa que não seria ótimo se eu e Ron conseguíssemos colocar o time em forma," ele acrescentou com um sorriso constrangido.

"E ainda tem a proposta da McGonagall," Hermione lembrou, sentindo uma pequena pontada de culpa.

"É," Harry concordou. "tem isso também." Ele soltou um gemido de desespero, e Ginny deu tapinhas em suas costas.

"Quando eles vão decidir quem vai ser o apanhador?" Isso veio de um setimanista chamado Eldric Moore, quem nenhum deles percebera que estivera escutando.

"Primeiro de novembro," Harry respondeu, dando de ombros.

Hermione parou. "Harry, você sabe que hoje é Halloween?"

"Sei, e daí?"

Ela quase teve vontade de rir. "Daí que hoje é trinta e um de outubro; logo, amanhã é primeiro de novembro."

Harry parecia ter sido mordido por algo. "Você já ficou perdida quando está num mês, mas na verdade é outro? Ah, droga. Eu tenho que fazer uma escolha." Ele se levantou, lançando um olhar de desculpas para Hermione. "É melhor eu ir conversar com o Ron." E com isso, jogou a mochila por cima do ombro e saiu.

A cabeça de Hermione afundou no seus braços. Conversar com o Ron, ele dissera. O que ele queria dizer era, consolar Ron, e de quem era a culpa? Bem, ele também tinha uma escolha a fazer, e ela se sentiu culpada por querer que Harry rejeitasse a posição.

O

A única coisa pela qual Draco se interessara na Ceia de Halloween—além de uns docinhos de abóbora maravilhosos—fora o drama da mesa da Grifinória. Weasley estava obviamente chateado, e, já que Draco não havia sido espancado até a morte, parecia que ninguém mencionara o envolvimento dele em espalhar certas informações de grande importância.

E como ele parecia chateado. O idiota era conhecido pelo seu enorme apetite, que era parecido com o de um trasgo das montanhas, e ainda assim, naquele momento, ao invés de comer ele estava espetando o seu purê com o garfo. Era um espetáculo de primeira categoria para um bom espectador.

Infelizmente, com tão poucos oitavanistas, não havia tantos ávidos fofoqueiros sobre Harry Potter & Companhia quanto necessário. Só tinha uma garota—qual era o nome dela?—Romilda alguma coisa? Ela estava assistindo a tudo com toda a atenção, obviamente, completamente imersa no que estava acontecendo.

No final das contas, era muito gratificante assistir Ron Weasley com o coração partido e abalado, algo que era muito mais que vingança por ter roubado gel pra cabelo ou colocar um feitiço para silenciá-lo no dormitório ou qualquer uma das outras coisas feitas contra Draco desde o começo do ano. Não, essa vingança tinha as raízes no primeiro ano deles em Hogwarts e as incontáveis razões para odiar Weasley só cresceram desde então. Harry Potter podia ter sido o primeiro inimigo, mas agora não havia dúvida que Weasel tomara o posto com uma graciosidade infantil e sem refinamento.

E também tinha outra fofoca correndo por aí—e por aí, ele queria dizer entre Padma Patil e Dean Thomas—que havia uma boa possibilidade de Potter não aceitar a posição de apanhador no "Cuddly Cannons".

Talvez aquilo fosse a gota d'água para Weasel e ele largaria a escola, como os irmãos dele fizeram antes.

E, por acaso, um dos gémeos não tinha morrido? Draco não tinha certeza, mas lembrava de ter ouvido algo parecido. Ele estivera preocupado com os próprios assuntos na época.

Lembrar disso quase o fez sentir pena da família Weasley, mas não chegou a tanto. Não é como se eles tivessem se compadecido pelo que aconteceu ao pai dele.

"Malfoy?" Era Greengrass novamente.

"Sim, vossa alteza greengrassiana?" ele perguntou, virando e descansando a cabeça numa das mãos, o cotovelo apoiado na mesa.

"Eu só estava me perguntando," ela disse, jogando o cabelo por trás do ombro, "o que você está vendo de tão interessante na mesa dos grifignóbeis."

"Grifignóbeis?" ele repetiu, não conseguindo disfarçar o sorriso de escárnio. "Se você quer mesmo saber, a fuinha e a traça-de-livros terminaram ontem à noite"

"Weasley e Granger?"

"Não são mais pombinhos."

Ela abriu a boca. "Ah, não, por favor, diz que não é isso."

"Isso o quê?" ele perguntou, virando para dar uma olhada na destruição de purê na outra mesa.

"O motivo pelo qual você me rejeitou," ela explicou num tom de voz lento e acusador. "Você gosta da porcaria da grifinória de cabelo crespo!" Essa última parte foi dita alto o suficiente para que várias pessoas se virassem.

"Quê?" ele perguntou. "Você fumou?" ele gaguejou.

Ela fungou. "Furmar? Malfoy, ninguém com menos de setenta anos fuma a menos que queria cometer uma gafe terrível. Você sabe disso."

Ele revirou os olhos. "Do que você tá falando, hein? Eu e a Granger? Você não pode estar falando sério."

"Bem," ela disse, "vejamos." Ela apontou para um dedo. "Você me rejeitou com uma desculpa ridícula sobre a ilegalidade da sua ida para Hogsmeade." Ela apontou para outro dedo. "Você está todo alegre porque eles terminaram." Apontou para o terceiro dedo. "E você tem passado muito tempo com ela. Ouvi dizer que ela é a sua parceira na aula idiota da Amorell.

"Então, Malfoy, me diz. O que você sente pela gafenória?"

As sobrancelhas dele baixaram. "Muito menos do que você está sugerindo, garotinha."

"Ah, é?" ela perguntou. "Bem, estou de olho em você. Saiba disso," ela avisou.

Draco franziu o cenho, e do outro lado do salão, um brilho de algo o fez virar a cabeça. O brilho, estranhamente, vinha de uma bola de cristal agarrada pelas mãos da professora Sybil Trelawney, a maior charlatã já conhecida. A mulher de óculos se apressou até a mesa dos professores e se sentou ao lado da professora Amorell como se as duas velhotas fossem melhores amigas.

Draco fizera uma longa lista de professores de quem não gostava, começando com o professor Lockhart, indo para Lupin e Moody—este especialmente—chegando ao professor Slughorn que, para um sonserino, tinha um surpreendente falta de interesse por ele, e acabando com McGonagall e Hagrid, pela falta de outros para preencher o vazio. Amorell e Trelawney estavam muito acima de todos os seus predecessores da lista—tirando Moody, aquele olho-tonto enfeitiçador de doninhas.

Embora ele nunca tivesse tido nenhuma aula com a Trelawney, ela entrara na lista. Há apenas dois meses, no primeiro dia de aula, quando ele tivera de ser arrastado pelos corredores, cego, tropeçando sobre as coisas com a mesma falta de refinamento típica do Weasley, aquela professora com olhos de inseto se atrevera a fazer aquela profecia.

Nem a Granger gostava dela, e isso era dizer algo mais negativo sobre o que esperar da mulher do que a sua falta de bom gosto para roupas conseguiria confirmar.

Aquela profecia. Antes que este ano termine, você e o sr. Malfoy descobrirão o que o coração procura mais a mente evita. E o que diabos isso queria dizer? Exatamente o que aquela Greengrasszinha irritante acabara de acusá-lo. O coração dele certamente não procurava por Hermione Sangue-ruim Granger, embora fosse verdade que a sua mente evitasse pensar sobre isso.

Ah, Merlin, ele não tinha dito aquilo.

Trelawney estava profundamente imersa numa conversa sussurrada com Amorell, mostrando a ela o que estava escondido nas profundezas da bola de cristal. De longe, parecia só uma mancha de névoa, mas evidentemente eles achavam o que estava ali muito interessante. Uma lanterna de abóbora passou por cima da cabeça delas, derrubando o chapéu de Trelawney, e na curta busca debaixo da mesa pelo chapéu, ele teve uma vista melhor da bola de cristal e viu duas manchas de tinta envoltas em escuridão. Poderia ter sido algo que fizesse sentido se ele não estivesse a dez metros de distância.

Por que ele tinha a terrível sensação de que uma das manchas era ele?

O

Na Sala Comunal, Hermione estava sentada com Harry e, para o seu enorme desconforto, Ron. Eles não se olhavam nos olhos. Ron, aparentemente, estava achando a estampa do tapete muito intrigante, e Hermione estava ocupada tentando ler seu livro de Feitiço. Não conseguia se concentrar.

"Certo," Harry disse, limpando a garganta, "então, eu cheguei a uma decisão."

Hermione, com uma gratidão que ela sentira pouquíssimas vezes quando interrompida durante sua leitura, marcou a página que ela estava lendo e levantou os olhos. Pela sua visão periférica, ela viu Ron levantar a cabeça também. Harry trocou de posição, desconfortável. "Diga," Hermione murmurou.

Era como se, sem saber, eles tivessem pedido para Harry escolher um deles dois, e Hermione sabia, sem nem olhar, que Ron estava para ficar com aquele humor de quando os três brigavam. Irritável e culpando os outros.

"Bem," Harry continuou, "se eles me escolherem para o time—"

"Você é Harry Potter. É um 'quando', e não um 'se'," Ron interrompeu com firmeza.

"Er, certo. Quando eles me escolherem." Ele fez uma careta nessa parte, mas ninguém riu. Harry era tinha uma sorte estranha mesmo. A ideia de ele não ser escolhido chegava a ser ridícula. Mesmo que ele não fosse um bom apanhador, ele levaria hordas de pessoas para os jogos e daria publicidade ao time. Ele se virou para Hermione. "Eu sei o que você quer, mas," ele suspirou, "eu sou bom nisso. Não tem muita coisa que vem naturalmente pra mim. Coisas que sou simplesmente eu fazendo algo em que eu sou bom, e não algo que eu fui destinado a fazer. Hermione, você é boa com livros. Se alguém lhe oferecesse a chance de ser uma profissional… com algo que envolvesse livros, você aceitaria." Hermione sentiu o coração afundar, sabendo o que estava por vir.

"Tenho quase certeza que eu vou aceitar a posição, mesmo que seja só por um ou dois jogos."

"Mas, Harry," ela disse, vendo a voz falhar novamente, "e quanto a posição como professor de Defesa Contra a Arte das Trevas? Você é bom nisso também."

Ele deu de ombros sem muito ânimo. "É um cargo amaldiçoado. Pode ser que abra novamente mais tarde." Com a sorte que ele tinha, provavelmente abriria.

Ron estava radiante. Isso, provavelmente, era a única coisa boa que Hermione conseguia ver na situação. Ele teria ficado devastado se Harry tivesse escolhido ficar, principalmente agora que eles não estavam mais juntos. "É bom ter você no time," ele disse, apertando a mão de Harry.

E agora eram os dois. Seus dois melhores amigos iam abandoná-la pelo quadribol profissional no pior time do último século. Pelo menos, era o que ela lera num livro sobre quadribol para descobrir o motivo de toda aquela obsessão. Os dois matariam várias aulas até o final do ano, isso se eles não largassem a escola de vez.

E o pior de tudo, pra ela, pelo menos, é que tinham oferecido o trabalho dos sonhos dela para Harry, e ele recusara. Ele poderia ter sido professor de Hogwarts. A coisa que envolvia livros com que ela sonhara.

Ron que deveria estar sempre com inveja de Harry, não ela.

O

O café-da-manhã, no dia seguinte, chegou com as corujas, e Ron estava sentado com um dos braços por cima dos ombros de Harry, um sorriso enorme em seu rosto. Hermione estava sentada do outro lado de Ginny, franzindo o cenho para seu café preto. Ginny parecia metade animada e metade enojada. "Será que ele não sabe que é assim que se perde uma namorada?" ela sussurrou para Hermione. "Tudo bem que você não gosta tanto de quadribol quanto eu, então é diferente."

Uma coruja cor de creme com manchas cinza e bege pousou entre a tigela de cereal de Harry e o prato de frutas.

A mão de Harry pairou sobre o envelope por um instante, e Ron rapidamente deu um pedaço de bacon para a coruja. "Vá em frente," ele encorajou. "Abra."

Harry deu um suspiro de tensão e abriu o pergaminho. "Caro Sr. Potter," ele leu com a sua voz de carta-da-Ordem. "Nós sentimos em informar…" a voz dele parou, e ele ficou tão surpreso que sorriu. "Não consegui."

"Você…" Ron arrancou a carta das mãos dele. "Caramba."

Hermione sentiu a tensão de seus ombros evaporar, e um pequeno sorriso apareceu em seu rosto. De alguma forma, Harry conseguira não decepcionar nenhum dos dois simplesmente sendo rejeitado. Ginny parecia igualmente aliviada. "Bem," Hermione disse, tentando não parecer alegre demais. "Acho que foi melhor assim. Afinal, você é o Monitor Chefe Suplente. Você tem um dever para com a escola."

"Que dever," Harry murmurou, ainda chocado. "Acho que eu tirei pontos de dois sonserinos no total até agora."

Ron mordeu o lábio. "Eles rejeitaram Harry Potter de verdade. Eu não consigo acreditar." Era imaginação dela ou Ron parecia ligeiramente orgulhoso de ter sido escolhido e Harry não? Era o negócio de ser monitor toda de novo.

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n/t: Aaeae! Atualização relativamente rápida, reviews em dobro. Falei. =D Obrigada pelas reviews e encorajamento. A fórmula do capítulo passado ainda vale.