Escondida no coração

Por Amanda Catarina

BLEACH e personagens pertencem a Tite Kubo.

Capítulo 24

Embora a soma das pessoas das famílias nobres ali resultasse num número bem inferior ao dos cidadãos comuns, eram os primeiros que detinham a maior parcela daquela vistosa região. Olhando do alto, ele contemplou hectares e mais hectares de área verde que se estendiam como um tapete natural, rapado das árvores e salpicado por ostentosos casarões; dentre eles certamente estava o de Suzumi Shihouin. Mas não era este seu destino, no momento, todo seu interesse estava precisamente naqueles verdejantes arredores. Impulsionou-se adiante, mas então ouviu a pessoa que o seguia chamá-lo:

– Capitão Kuchiki? - ela esperou até que se voltasse para então dizer: – Não estamos cobrindo essa área muito superficialmente?

– A capitã não disse que o armazém onde o hollow estava aprisionado ficava além dos limites do povoado, e este depois daquela floresta? - retrucou apontando adiante.

– Exato, mas então é para lá que o capitão está indo?

– Certamente deve haver vestígios da presença do hollow nesse armazém.

– Mas se for só por isso não temos que ir até lá, capitão. Eu vi o hollow com meus próprios olhos; posso identificar sua presença facilmente.

– Pois bem, isso facilitará as coisas, capitã, mas não muda o fato de que Suzumi só pode ter escondido o hollow nas imediações desse armazém. Ela não teve tempo para agir de outra forma, afinal tudo aconteceu há dois dias apenas.

– O capitão acha realmente que ela deixaria a criatura numa posição tão óbvia? Não estamos lidando com uma amadora. Isso eu posso lhe garantir.

Ponderando, ele a encarou, então retrucou de súbito:

– O que sugere então?

Sobressaltando-se com a pergunta direta, ela hesitou um pouco antes de responder:

– Bem, são cerca de seis quilômetros do armazém até a área verde dos nobres, não é tanto mesmo se for para percorrer a pé e, talvez, ela soubesse usar shunpo. Façamos a mesma varredura que o capitão pensou, mas ao invés de começarmos pelo armazém, vamos tomar como ponto de partida a área dos nobres.

De cenho franzido, ele refletiu um pouco. Ainda que relutasse, a cada instante, via-se forçado a reconhecer que a capitã o estava ajudando um bocado. Ela analisava a situação com mais frieza, ao passo que ele ainda se achava abalado demais com o ocorrido. Contudo, claro que preferia cuidar da questão sozinho, mas buscou se convencer que este era um luxo que não tinha o direito de desfrutar; a situação era urgente demais para que se preocupasse com as próprias vontades.

– Muito bem, capitã, me parece razoável. Mas então outra coisa que se deve levar em consideração é que, se essa mulher realmente não for uma amadora, ela deve estar usando algo muito eficaz para ocultar a reiatsu desse hollow.

– Por certo. Mas só há pessoas comuns ou nobres ociosos por essas bandas; se Suzumi levou isso em conta, talvez não tenha usado nada muito sofisticado para ocultar a presença do hollow. Por outro lado, se ela usou, pelo contraste com esse lugar tão pacato, seremos capazes de detectar resquícios de kidou com relativa facilidade.

– Bem pensado.

Ela não fez mais do que assentir com um gesto. Ele achou isso ótimo, pois quisera ter deixado o comentário apenas no pensamento, porém, sua língua fora mais rápida. Findada então a conversa, ele se lançou abaixo, vindo aterrissar num ponto no descampado distante de uns sessenta metros do limite das árvores. Soifon veio em sua sombra.

Uma vez no chão, eles constataram o quanto mato ali era alto, por pouco não ultrapassava a cintura da capitã. Mesmo um tanto limitados pela vegetação, seguiram depressa e silenciosos em direção ao arvoredo adiante.

– Capitão Kuchiki? - Soifon o chamou novamente.

Virando-se, ele notou que ela havia ficado alguns passos atrás.

– O que foi?

– Tem algo estranho aqui.

– Aqui? - devolveu com clara descrença. – Onde?

– Bem aqui - ela sinalizou uma porção na altura dos próprios olhos, à direita da direção em que antes seguiam. – É impressão minha ou o topo desse mato está se movendo numa fase diferente do resto?

Aproximando-se, ele examinou com toda atenção.

– Sim, há uma certa deformação, mas é ínfima. Isso pode ser uma ilusão criada pela ausência de fundo aqui.

– Pode ser, mas vamos tirar a prova...

Ele observou Soifon trazer sua zanpakutou à forma shikai. Nesta forma, Suzumebachi não se transformava numa espada e sim numa luva dourada semelhante a um ferrão de abelha. Com ela, a capitã fez uma linha imaginária no ar. A princípio, nada pareceu acontecer, mas, em mais alguns instantes, ambos viram aquela linha ganhar uma luminosidade gradativa, até se tornar um risco de luz.

– Eu já vi isso... - ela comentou e fez outro risco, transversal ao primeiro. Pouco depois, havia uma cruz luminosa flutuando no ar.

– Entendo. Isso também me é familiar. Trata-se de uma técnica de camuflagem.

– Exato. E é típica dos Shihouin. Encontramos!

Subitamente, Byakuya deu um soco na rachadura em forma de cruz e ambos ouviram um som similar ao de vidro se quebrando; descobriram então uma tranca.

– Uma fechadura espiritual - elucidou ele.

– Isso! Vou destravá-la - emendou a capitã e usou novamente sua zanpakutou, porém não obteve êxito dessa vez.

– Ela deve ter usado outro item para selá-la - ele comentou na típica placidez.

– Lógico, ela não deve ter uma zanpakutou, mas ainda assim nunca ouvi falar de uma trava que uma zanpakutou não pudesse abrir.

– Agora já sabe que existe. Com isso constatamos que estava certa, capitã: não estamos lidando com uma amadora. Vejamos, talvez isso funcione - ele espalmou a mão direita e recitou um curto encantamento, finalizando-o com a ordem: – Destravar.

Pelos poucos instantes que a trava demorou para se abrir, Soifon comentou:

– Esse encantamento eu não conhecia.

– Pois então cobre daquela Yoruichi.

Antes que Soifon esbravejasse por causa do tom pejorativo com que ele se referiu à antiga líder de sua equipe, uma porta surgiu à frente deles e logo se abriu. Byakuya esperava encontrar o hollow confinado em seu interior, mas tudo que avistou foi outra porta. Trocou um rápido olhar com a capitã, que logo em seguida comentou:

– Definitivamente, ela não é uma amadora.

– Isso não é a prisão, mas pode ser a passagem para a mesma - arriscou ele.

– Sim, e por isso a deformação. E agora? Vamos entrar? Pode ser uma armadilha.

– Ainda que seja uma armadilha, não poderá nos conter. Ademais, não creio que ela teve tempo de elaborar algo ainda mais sofisticado.

– Tem razão...

Adentraram o estreito espaço da primeira porta e imediatamente uma densa escuridão os rodeou, tudo que se via lá dentro era o brilho pálido da segunda porta. Após uma breve inspecionada, Byakuya sacou Senbonzakura e com ela liberou o acesso. Tão logo a porta se abriu avistaram árvores do mesmo tipo da floresta que quase alcançavam lá fora. Firmando a vista no tronco de uma árvore de proporções milenares, o nobre divisou uma silhueta.

– Lá está ele! - exclamou a capitã.

Por serem shinigami do mais alto posto, ambos puderam enxergar através de uma última obstrução: um véu de camuflagem que pendia de um galho da imensa árvore. Com um encantamento tão simples e eficaz quanto aquele que Byakuya usara, Soifon incinerou o véu, assim puderam enfim ter uma visão direta do hollow.

Ele estava sentado no chão, recostado à árvore, com uma das pernas estendida e a outra de joelho flexionado, tinha o semblante cabisbaixo e levemente tombado de lado, um dos braços estirado e mais afastado do corpo e o outro junto ao corpo. Vestia uma túnica cinzenta e sua máscara branca exibia um desenho negro sob o buraco do olho esquerdo - um Vasto Lorde sem sombra de dúvidas, reparou Byakuya. Os cabelos de um ruivo pálido caíam pra além dos ombros. Botas negras nos pés, uma argola de ferro no pescoço, algemas nos pulsos, porém não havia nenhuma corrente.

Por um instante, Byakuya sentiu um ímpeto feroz de atravessar o crânio daquela criatura com sua espada, mas, felizmente, se conteve ao ouvir a capitã murmurar:

– É exatamente como me lembro. Mas por que ele não está preso? - estranhou ela.

– Estou - respondeu a criatura, surpreendendo os capitães com sua voz arrastada. – Estou preso à passagem; é a minha reiatsu que a mantém. Haruka me queria bem longe de sua casa, mas, ao mesmo tempo, ter um meio de chegar até mim muito rápido.

– Já sabemos que a pessoa que o domina é Suzumi Shihouin! - decretou austera a capitã.

– Vejo que nem tudo saiu conforme ela planejou... - retrucou o hollow.

– Aquela passagem é um túnel que liga dois pontos no espaço - deduziu Byakuya.

– Exatamente - confirmou o ser. – Já que está aqui, capitão shinigami, tenho uma proposta a lhe fazer.

– O que o faz pensar que eu iria sequer querer ouvir?

– Talvez o fato de que minha aniquilação não resolverá seus problemas.

– Ignore-o - interpôs Soifon. – Vou usar um bakudou para prendê-lo. Já avisei o capitão Kurotsuchi que o levaríamos a ele.

Como o nobre se manteve em silêncio, o hollow tornou a falar, em seu tom arrastado e provocativo:

– Não seria formidável se aquilo nunca tivesse acontecido, capitão shinigami? Com meu poder posso fazer com que todos esqueçam tudo. Será como se nunca tivesse acontecido.

– Como ousa me tentar, criatura desprezível? - ele soprou entre dentes.

– Ouso porque seria vantajoso a todos nós. Por mais que eu ame Suzumi e ainda que nada me deixe mais vazio do que a ideia de ter que deixá-la, essa será a única forma de salvá-la. Pondere, capitão... crê realmente que conseguirá viver com o remorso de seu ato repulsivo? Crê que sua irmã levará uma vida normal depois daquilo?

Byakuya se sobressaltou. Mesmo ciente de que a capitã devia estar sabendo do abuso - muito embora ela nada houvesse mencionado em seu relato -, ele ficou muitíssimo alarmado com o fato dela estar ouvindo aquilo. Aproveitando-se de seu silêncio, o hollow prosseguiu com a provocação:

– Por que submetê-la a isso? E por que se submeter a isso?

– Não dê ouvidos a ele, capitão Kuchiki! - vociferou Soifon.

Muito tenso, por alguns instantes, Byakuya não fez nada além de encarar a figura esguia, quase cadavérica, mas então endireitou a postura e posicionou a zanpakutou à frente do corpo. Soifon, bem a seu lado, também endireitou o corpo, fitando intensamente o hollow. Mas, num repente, o nobre se virou na direção da capitã e, muito rápido, disparou uma fortíssima rajada de reiatsu contra ela.

Pega de surpresa, Soifon não teve como se esquivar e esmoreceu totalmente atordoada. Byakuya a amparou antes que ela tombasse no chão. Guardando a espada, ele se agachou com a capitã inerte no braço - mas com os olhos azuis abertos e muito vidrados -, desenrolou a echarpe branca do pescoço, amontôo-a no chão e repousou a cabeça de Soifon sobre o tecido fino.

– Já ajudou bastante, capitã.

Erguendo-se ele apenas encarou o hollow.

– Vejo que optou pelo mais sensato, capitão shinigami. É tudo muito simples. Será como voltar no tempo. No dia daquele baile, Suzumi não virá até o senhor. Não trocarão uma só palavra e assim não haverá motivo para qualquer vingança.

Toda a resposta do nobre foi continuar encarando o ser, com um olhar indecifrável.

– Acredite, é a maneira mais simples de remediar tudo. Ninguém jamais desconfiará de nada e nem a sua própria consciência poderá acusá-lo.

– Monstro miserável... - disse e sacou Senbonzakura novamente.

– Deixe de lado esse orgulho tolo. Sei o quanto quer aceitar. Enxergo isso em sua alma.

– Cale-se... - revidou num tom contido.

– Quem aqui poderia compreender sua dor? Quem teria o direito de julgá-lo? Você bem sabe que não conseguirá continuar vivendo lembrando daquilo? Dos gritos agonizantes dela, de seu olhar amedrontado.

– Cale-se! - ele vociferou furioso.

Houve um breve silêncio, então Byakuya passou a ouvir uma risada baixa e desdenhosa vinda do hollow, então sua fúria irrompeu.

– Despetale-se, Senbonzakura.

Por fim não se importou com mais nada, só pensava em destruí-lo. Daria um jeito de chegar a Suzumi depois, mas não permitiria que aquele ser bestial continuasse vivo por mais um segundo. Invocou uma parede de lâminas de flor de cerejeira e direcionou-a adiante. As pétalas mortíferas estavam a um palmo de atingir o alvo, mas, ao avistar o hollow baixando a fronte, num claro sinal de resignação, Byakuya compreendeu que era exatamente aquilo que o mostro queria que ele fizesse.

Sim, mesmo sem ver o riso satisfeito que o ser melancólico tinha sob a máscara, ele recobrou a razão a tempo; por pouco a insensatez não o vencera. Abrindo os braços, fez a parede de pétalas dividir-se ao meio, evitando assim o espaço em que hollow se achava e vindo se chocar contra o largo tronco da árvore. Na mesma hora, Mudoh ergueu a cabeça e Byakuya captou sua apreensão. Num gesto rápido, ele embainhou a espada e bradou:

Bakudou número 63, Sajo Sabaku.

Eis que diversas argolas de uma luz prateada rodearam o hollow e ligaram poderosamente os braços finos atrás de seu corpo esguio.

– Solte-me! - desesperou-se o monstro.

– Eu, Byakuya Kuchiki, não sou covarde para fugir das consequências de meus atos. Apenas um fraco escolheria o esquecimento. Esse seu maldito poder não me interessa. Sua única serventia, antes de desaparecer, será fazer com que as provas contra Suzumi venham à tona para que ela seja julgada e condenada.

– Nunca! - vociferou o hollow com vigor impressionante dada sua notória debilidade. – Não importa que tipo de tortura me inflijam, jamais entregarei Suzumi!

Indiferente aos brados furiosos do hollow, Byakuya, tornou a se abaixar junto de Soifon, achou o aparelho comunicador entre as vestes dela e contatou alguém.

– Capitão Kurotsuchi? - tendo ouvido a confirmação do outro lado, continuou: – Anote as coordenadas que irei dizer e dirija-se ao referido local o mais rápido que puder. Acabo de capturar um espécime que certamente será de seu interesse.

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O sol estava a pino, escondidos atrás dos arbustos de uma cerca-viva muito bem cuidada, Ichigo e Rukia espreitavam Suzumi Shihouin, a espera da chegada de Yoruichi.

Graças a Urahara cada um trazia uma capa que ocultava totalmente seu poder espiritual, mas, mesmo que não estivessem usando esse conveniente aparato, dificilmente seriam percebidos pela nobre, que, muito tranquilamente, se achava entretida na leitura de um livro, desfrutando de um saboroso chá, acompanhado de doces e guloseimas.

– Eu me lembro muito bem dessa casa - murmurou Rukia –, desse jardim, de tudo, menos do rosto dela. Como pode uma coisa dessas?

– E como é o rosto de que se lembra? - Ichigo perguntou no mesmo tom.

– É praticamente o oposto deste. A mulher na minha memória tem cabelos loiros e bem curtos, a pele mais corada, olhos escuros, profundos e misteriosos.

– É, nada a ver com essa aí.

– Nada... - ela suspirou e desviou o olhar um pouco. – Num ponto isso é bom: já está sendo bem difícil me segurar estando tão perto assim, se ainda por cima fosse a face de que me lembro, não sei se aguentaria ficar só olhando... - disse e cerrou fortemente um dos punhos.

Ichigo a olhou por um tempo. Não se recordava de ter ouvido Rukia falar com tanto rancor antes. Pousando calorosamente a mão por cima do punho cerrado dela, ele falou:

– Calma. Vai ficar tudo bem...

Mal ele concluiu sua fala e avistaram um empregado se aproximando da mulher. Da meia distância que estavam puderam ver claramente a tal arregalando os olhos com o que quer que tenha sido anunciado.

– Chegaram - deduziu Rukia.

Suzumi se colocou de pé, com uma expressão indignada e aborrecida. O empregado se acuou com a reação dela, mas essa situação não se prolongou muito porque logo três homens munidos de katanas e vestindo shihakusho, seguindo na sombra de uma mulher, chegaram ali.

– É a Yoruichi! - Ichigo apontou.

Rukia assentiu com a cabeça e ficou muito atenta ao que acontecia.

– Senhorita Suzumi Shihouin, por ordem do capitão-comandante Genryusai Shigekuni Yamamoto, eu Yoruichi Shihouin, da Onmitsukidou, declaro que a partir desse momento, a senhorita está terminantemente proibida de deixar essa residência, devendo cumprir prisão domiciliar até a segunda ordem.

Visivelmente abalada, a nobre balbuciou:

– Prisão? - e tremendo, ajuntou: – Mas, minha senhora, permita-me humildemente perguntar a razão disso?

– Muitos nobres do clã Shihouin estão sob investigação devido um grave incidente desencadeado pela abertura indevida de um portal dimensional. Não sabemos quem está por trás disso, mas uma fonte segura nos assegurou que o causador foi alguém do clã Shihouin.

– Mas, minha senhora, por que suspeitar de alguém como eu? Apesar de pertencer ao clã Shihouin, essa sua serva jamais tomou parte nos assuntos dos shinigami.

Rukia fitava com toda a atenção o semblante da nobre, tentando obstinadamente resgatar em sua memória alguma lembrança, mas era inútil. Diante daquela mulher de aspecto tão frágil, acuada tal qual um gatinho indefeso, sentiu-se tomada por certa pena e por um instante duvidou que estivessem fazendo a coisa certa.

– Sabemos disso, senhorita - continuou Yoruichi. – Eu particularmente duvido que tenha algo a ver com o caso, mas ordens são ordens. Porém esteja tranquila, contando que coopere, não lhe faremos mal algum.

– Eu rogo que não, minha senhora.

Nesse momento, Ichigo desviou a atenção de Rukia, ao sussurrar próximo ao ouvido dela:

– Tá, e o que acontece agora?

– Não sei. Mas espero que a senhora Yoruichi saiba o que está fazendo e que tudo isso não seja uma perda de tempo.

Sem outra alternativa, os dois permaneceram bem quietos em suas posições, aguardando por um sinal que lhes indicasse o momento certo de agir.

Continua...

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Vocabulário:

Bakudou nº 63, Sajo Sabaku = Bloqueio das listras escravizadoras. Esta magia prende os braços de um alvo e é similar ao Bakudou nº 4, porém bem mais forte.

Atrasei um pouquinho mas aqui está! Gostaram? Por favor, não deixem de comentar. No próximo capítulo: Toda trama revelada e a responsável... bem, só lendo para descobrir.

Então é isso aí, um grande abraço a todos e até a semana que vem!