Nota da Autora: Esta cena extra inédita do capítulo 7 (Presentes) é um presente para MsKathy, que implorou para isso tão lindamente.
AVISO: Jasper e Alice não são tão inocentes como Edward e Bella. Este lemon picante reflete isso.
Cena Extra do Capítulo 7 – Jogos do Amor (Jasper & Alice)
Do Capítulo 7:
"Alice esteve me ensinando." Ele explica, fazendo uma pausa para ajustar o seu violino ao dela. "Fiquei obcecado com a estrutura harmônica de Bartok recentemente e encontrei este dueto de violino. Eles são quentes como o inferno. Ou talvez seja apenas o que sinto por fazer música saltando da página com a minha linda ciganinha".
É a vez de ela corar quando ela empilha os estojos dos violinos ordenadamente sob uma dobra afastada do palco. Ele beija o pescoço dela suavemente e lentamente até que seu rubor aprofunda e ela chuta sua canela.
"Você está com problemas, Senhor." Ela adverte ameaçadoramente, tentando se recompor.
"Oh, estou contando com isso, Anjo." Ele sorri de volta. "Depois de você".
Eles caminham até uma pequena plataforma e Jasper discursa para o ambiente. De alguma maneira ele parece mais alto, mais loiro, e, de alguma forma, brilhante, e todo mundo pára para olhar sem ele ter que fazer qualquer coisa drástica para chamar a atenção de todos. Sua voz parece mais alta do que o habitual, mas completamente natural e absolutamente à vontade.
"Eu gostaria de agradecer a todos por terem vindo à mistura de férias da Aliança de Estudantes de Belas Artes, especialmente àqueles de vocês que trabalharam tão duro para ajudar a colocá-lo em conjunto. Alice e eu gostaríamos de tocar uma pequena canção em apreço".
... Alice e Jasper são absolutamente cativantes. A música soa como do Leste Europeu e tem uma qualidade astuta, misteriosa nela. Logo ela decola em uma perseguição gloriosa e vejo que Jasper está certo. Eles não estão movendo seus pés e eles estão completamente vestidos, mas, de alguma forma, eles conseguem infundir um inegável erotismo em seu dueto. Alice toca a parte mais desafiadora graciosamente, seu corpo balançando sutilmente, fazendo-me pensar em uma ninfa na floresta. Um sorriso tímido brinca em seu rosto enquanto a linha sátira de Jasper segue atrás dela com determinação implacável. O corpo dele se curva ligeiramente para o dela, e eles parecem mais com um conjunto combinado do que pessoas individuais, apesar de suas diferenças em altura e cor.
Ambos são atores carismáticos separados, mas juntos eles iluminam o pequeno tablado, como se fosse o centro do palco no Met. A canção termina e o ambiente irrompe em aplausos estridentes. Jasper beija Alice leve e demoradamente na boca, e eu quase posso sentir uma onda de luxúria indireta passar por cima da multidão. Eu espreito um olhar para Edward, que está realmente olhando para mim com um olhar que queima seu caminho para meus dedos dos pés. Alguns assovios da platéia finalmente conseguem a atenção de Alice, assim como a minha, e ela rindo me dá o sinal.
"Oops." Eu grito, como se eu tivesse sido pega vendo pornografia, e pulo fora para a cabine do DJ. Eu mal faço isso antes que uma estudante de teatro de gênero ambíguo, mas decididamente parecendo gótica, possa chegar ao iPod do Poder. Eu consigo encontrar uma música decente para tocar enquanto tento recuperar lista de músicas de Alice.
"Hey." Ela respira, pegando o iPod de mim antes de eu encontrá-lo. "Obrigada por nos salvar de mais música techno ruim".
"Sem problemas." Eu sorrio. "Alice, isso foi incrível! Vocês estavam pegando fogo lá em cima".
"Aquele homem é mau." Ela solta uma gargalhada surpreendentemente profunda, sexy e cora. "Às vezes ele faz isso só para energizar uma performance. Não que eu esteja reclamando, veja só. Eu sou a única que consegue ver a incrível pós-festa, se você sabe o que quero dizer. Performance em frente a uma multidão definitivamente acentua a sua libido".
← Ж →
"Casa de novo, casa de novo, gingado excitante." Ele disse, olhando para a bunda elegante de Alice quando ela saltou através da porta aberta para o apartamento deles.
Jasper segurou a porta aberta para a sua esposa, apesar de ter sido um pouco complicado, pois seus braços estavam carregados com várias caixas pesadas de equipamentos de som. Ele sempre mantinha a porta aberta para uma dama. Foi a maneira que sua mãe o ensinou e, como seu pai sempre disse por trás das costas da sua mãe, era uma excelente desculpa para dar uma boa olhada indo e vindo. Homem esperto, seu pai.
Por mais que ele a tivesse provocado esta noite, ele quase esperava que ela começasse a se despir imediatamente, como ela gostava de fazer quando ele começava a perturbá-la em público. Ela entraria pela porta, tagarelando como de costume. Ele saberia que ele tinha pressionado os limites certos quando ela desprezaria seus sapatos imediatamente. Se ela tirasse sua blusa antes dos sapatos, ele sabia que estava dentro com ela montando e ela provavelmente quereria fazer toda a cavalgada. Se ela usava saltos e não os tirava, bem, ele sabia que ela era jogo para simplesmente qualquer coisa.
Esta noite, ela nem se despiu e nem descartou os sapatos, como ela normalmente faria, empilhando-os ordenadamente em uma daquelas prateleiras planas de sapatos IKEA ao lado da porta. Ela foi direto para o seu laptop, em vez disso, iniciando-o e cavando ao redor em torno daquela antiga escrivaninha feminina que ela tanto amava.
Curioso, confuso, mas destemido, ele mantinha seus olhos sobre ela quando depositou seus cartões e trancou a porta, com o cuidado de usar os dois trincos e a corrente também. Quando ela não estava em casa, ele simplesmente a deixava desbloqueada. A bunda dela oscilava, fazendo o tecido de seda da saia flutuar de forma conveniente ao redor das suas pernas, a bainha subindo e descendo enquanto ela se movia, apenas o suficiente para mantê-lo hipnotizado por um momento até que ela gritou em triunfo. Os olhos se estreitaram em seu traseiro deliciosamente drapeado, ele a perseguiu, disposto a interromper qualquer porra que ela tivesse em sua mente.
"Ah, eu achei!" Ela segurava um cabo parecendo não descrito e sentou-se, perdendo por pouco as mãos dele quando ele estendeu a mão dele para ela.
"As fotos podem esperar, Alice." Ele disse suavemente, lentamente afastando a cortina preta do cabelo dela para expor a coluna de ouro do seu pescoço.
Ela fingiu ignorá-lo quando ele acariciou o pescoço dela com o seu nariz, mas ele conhecia o corpo dela assim como o seu. Seu tremor a delatou e ele sabia que, se ele olhasse, os olhos dela estariam vidrados e brilhantes. Ele aspirou e sorriu sombriamente com a mistura do seu cheiro natural misturado com o perfume que ela usava quando ela queria, sobretudo, conseguir alguma coisa. Ela sabia que o perfume de Lolita Lempicka o deixava louco. Ele nunca a tomava quando ela o colocava primeiro, no entanto, porque só melhorava enquanto a noite avançava. Poucas horas de dança e a diferença faria com que ele se comportasse como um animal.
Não doeu saber que ela mantinha o frasco de perfume brilhante em forma de maçã aninhando com sua lingerie mais sexy, e que ela só usava um quando ela estava usando o outro. Usar este perfume era como acenar a capa vermelha na frente do touro, e ela sabia disso.
Inferno, era por que ela fazia isso.
A primeira vez que ela o usou, ele a tinha tomado, um pouco rudemente, de fato, em uma escadaria após um balé onde ela tocou na orquestra. Foi Prokofiev, com algumas particularmente sugestivas, quase eróticas, encenações. Ele ficou impressionado com a luxúria, uma vez que ele sempre estava em grandes multidões assistindo algo sensual, não que ele alguma vez tivesse contado a alguém. Ele a tinha guiado para longe da multidão e até uma escada lateral até que ele tivesse razoável certeza de que ninguém estava por perto. Então ele estendeu para levantar a saia dela com uma mão, levantar sua blusa com a outra e beijá-la tão profundamente que ela não teve muita chance de protestar. Tivesse ela tentado, ele teria parado, mas ele tinha trabalhado cada ponto doce que ele sabia que funcionaria nela simultaneamente: pescoço, mamilo e sua protuberância, na esperança de que ela esqueceria seu próprio nome, quanto mais que eles estavam em público. Parte dele tinha ficado horrorizada com suas ações até que ele se sentiu quão excitada ela estava, como ela gemia seu nome, como ela tinha sido aquela a abrir sua calça e como ela não tinha protestado, exceto quando ele tinha abrandado. Isso foi, se ele fosse totalmente honesto, na noite em que ele primeiramente pensou em pedir a ela para se casar com ele.
Desde então, eles transaram em lugares públicos por diversas vezes e tinham quase sido pegos mais de uma vez. Uma das garçonetes do Keys teve suas suspeitas, mas Jasper pensou que ele tinha jogado fora como um agarrar de bunda um pouco suave no fundo do beco razoavelmente bem. Jasper esperava que ela não ficasse zangada com ele por esperar até que chegassem em casa, mas ele não queria ficar quieto depois da festa e ele não queria que nenhuma roupa ficasse no caminho. Ele queria sexo selvagem, corpos nus, algemas macias e vendas, de balançar os lustres, ou, como ele gostava de chamá-lo, sexo de casados.
"Luz da minha vida, fogo da minha virilidade. Meu pecado, minha alma." Ele murmurou, raspando seus dentes levemente ao longo do pescoço dela. Ele sabia que ela adorava quando ele citava Nabokov*. Suas perversões eram sempre elegantes, e sua arte sempre um pouco pervertida, se você soubesse o que procurar.
*Vladimir Vladimirovich Nabokov (São Petesburgo, 22/04/1899 – Montreaux, Suíça, 02/07/1977): escritor russo, autor do famoso livro "Lolita", de 1955.
Um pequeno tremor quase a fez desistir, mas ela também estreitou os olhos e manteve o foco enquanto enviava as fotos da sua câmera digital para o seu computador. A pasta de arquivos apareceu na tela e as fotos começaram a enchê-la em rápida e intermitente sucessão.
"Espere, eu prometi enviar esta foto hoje a noite." Ela disse quando a imagem de Edward e Bella apareceu na tela. Ela clicou em editar e tirou o olho vermelho. Ela percebeu que Edward estava muito pior do que Bella, o que era estranho, uma vez que eles estavam na mesma iluminação. Era quase como se o seu olho inteiro não fosse nada além de pupila. "Ahhh, eles não são adoráveis? Olhe para o jeito que ele está olhando para ela e ela está simplesmente olhando ao redor, totalmente cega como ele está na dela".
"Sim, é incrível quão alheias algumas garotas podem ser quando você está tentando trabalhar o seu charme sobre elas".
Ela quase riu dele, mas manteve seu rosto parado, optando por equilibrar o brilho e o contraste da foto até que a cor do cabelo de Edward estivesse certa. Ela não fez barulho, nem um gemido, ou um guincho quando o hálito quente dele entrou em seu ouvido, junto com várias idéias sujas que ele tinha para mais tarde. Ela não tentou detê-lo quando ele estendeu sua mão sob a camisa dela e beliscou seus mamilos através do seu sutiã, mas quando ele foi para o fecho, de repente ela precisava trocar o papel na impressora.
"Maldição, mulher, eu estou tentando chamar sua atenção aqui." Ele gritou em frustração, pegando absolutamente nenhuma reação dela. "Agora, você disse que eu teria problemas e eu quero algum problema. Ou você vai dar para mim, ou eu vou dá-lo a você, mas eu quero algum problema sexual!"
Ela rapidamente digitou, acrescentando uma curta linha enquanto o anexo carregava e, com seus dentes afundando em sua bochecha para não rir na ampliação do sotaque sulista dele, ela finalmente clicou em enviar.
"Jazz?" Ela perguntou em tom de conversa quando ela se abaixou sob a mesa e saiu do outro lado.
Ele estava ocupado demais admirando sua bunda enquanto a saia subia para perceber que ela tinha colocado uma certa distância de perseguição entre eles.
"Jazz, baby, você diria que eu estou fazendo isso fácil, ou dando-lhe o problema?"
Ele fechou os olhos e cerrou os dentes, deixando a sua frustração tomar o foco.
"Oh, você está nele agora, garotinha." Ele disse, examinando o terreno.
Os olhos dela ficaram selvagens com a excitação e ela riu, correndo fora do alcance no momento anterior ao que ele se lançou para ela.
Ela realmente queria que ele trabalhasse por esta noite. Ela queria que ele trabalhasse para conseguir. Ele mudou de tática, tentando confundi-la. Ela sabia que ele faria.
"Você acha que é tão divertido deixar-me toda molhada para você e me colocar no palco, fazendo-me me preocupar em obter as notas certas, não é?" Ela provocou, delicadamente pulando para cima do balcão da cozinha quando ele tirou os sapatos e meias.
"É como a resina no arco, baby, você sabe que você toca melhor assim." Ele disse, desabotoando suas calças primeiro. Seu pênis esticado contra sua boxer, mas ele tomou seu tempo, olhando para ela enquanto dobrava suas roupas muito nitidamente e as colocava na mesa de café como se pertencessem ali.
Ela lambeu seus lábios quando ele ficou completamente nu. Ele parecia bom nu - ele jogava basquete com freqüência e tinha o físico para mostrar isso – músculos longos e magros com poder nos braços e ombros. Ele tinha uma bunda um pouco arredondada e musculosa, e ele sabia como movê-la. E na frente, bem, seu pênis se destacava, também longo, mas grosso e rosa escuro. Ele viu os olhos dela ficarem enormes quando ela olhou para ele, e andou calmamente na direção dela.
Ela afastou-se no último minuto e saiu em disparada para fora da cozinha. Não era um grande apartamento e ele a pegou depois de apenas dois passos largos para o corredor. Ele a agarrou pelo tornozelo, depois pela sua cintura, e a arrastou para ele, tendo o cuidado para não machucá-la. Ele prendeu as mãos dela atrás das suas costas, e as segurou lá com uma mão enquanto tirava os sapatos dela com a outra. Se não houvesse uma diferença de mais de 30 cm em suas alturas, isto teria sido impossível, mas era bastante fácil de manipulá-la.
Ele enfiou seus tornozelos debaixo do braço e deslizou sua mão ao redor, fazendo cócegas na bunda dela através da sua meia-calça de seda, até ela rir e se contorcer em protesto.
"Você vai ser boa?" Ele perguntou, mordendo os peitos dela através do tecido.
"Não, Jasper." Ela riu.
Ele deu uma palmada na bunda dela, forte, e ela gemeu.
Boa menina, ele pensou, e deu uma palmada nela novamente.
"Você tem uma boca em você, você sabe disso?" Ele sussurrou em seu ouvido.
"Sim? Bem, talvez você devesse colocar alguma coisa nela e ver o que acontece".
Ele ignorou sua provocação e começou a desabotoar a blusa dela com sua língua enquanto ela se contorcia debaixo da sua mão fazendo cócegas. Levou uma eternidade para ele terminar o primeiro botão. Ela precisava de mais.
"Jasper!" Ela gritou, agora tentando angular a parte inferior do seu corpo para obter mais atrito contra a sua mão.
"Sim, Alice?" Ele perguntou, rindo dela enquanto ela lutava. "Você quer alguma coisa, querida?"
Ele estava apenas brincando com ela, fazendo cócegas quando ela queria que ele se esfregasse contra ela, lentamente desabotoando quando ela precisava que ele rasgasse. O segundo botão foi desfeito.
Ela ficou em silêncio e completamente imóvel. Ele deu-lhe um profundo olhar azul e ergueu a sobrancelha.
"Você quer alguma coisa, querida?" Ele repetiu, mais baixo e rouco. Ele olhou para ela do seu plexo solar*, apenas indo trabalhar no terceiro botão.
*Plexo solar: é um agrupamento autônomo de células nervosas no corpo humano, localizado atrás do estômago e embaixo do diafragma, na região do umbigo. Na filosofia do yoga é conhecido como o terceiro chakra (Chakra do Plexo Solar), que está relacionado com as emoções.
"Pare de me provocar." Ela fez beicinho, seu lábio inferior para fora.
Ela o fazia sentir-se como um grande pervertido quando ela fazia isso. Ele sentou-se, passou a mão três vezes em torno da sua bunda como se ela fosse algum tipo de gênio, ou a garrafa do gênio saindo, e agarrou o cós da sua meia-calça e calcinha ao mesmo tempo. Ele rapidamente desfez os botões restantes da blusa com a outra mão e correu a mão dentro do seu sutiã, pegando um mamilo e apertando até que ela gemeu de novo.
"Você quer que eu pare de provocá-la?" Ele perguntou, pressionando seu pênis contra o seu lado.
Ela assentiu com a cabeça.
"Você quer que eu te fôda?" Ele perguntou, deslizando o tecido de seda para baixo sobre as suas pernas.
"Siiiiiiiiiim".
Ele ainda a segurou firmemente, mas quando conseguiu as meias e calcinha fora do caminho, ela se virou ao redor e conseguiu separar suas pernas e envolver a cintura dele. Ela era tão astuta. Ela lambeu o peito dele e mordeu o seu mamilo, ofegando e tentando angular-se de forma que seu pênis pudesse deslizar para dentro. Ela quase o pegou também.
Ele não estava ajudando-a.
"Diga-me." Ele provocou, desabotoando seu sutiã. Ele o tirou e o girou sobre a sua cabeça em um grande círculo e lançou-o através da sala. "Diga-me o que eu quero ouvir, ou eu vou fazer cócegas em você a noite toda!"
"Sadista*." Ela murmurou, e engasgou quando ele mergulhou seus dedos dentro dela. Ele enganchou um dedo no seu ponto G, mas não foi em frente.
*Sadista: sente prazer com o sofrimento alheio, malvado; sente prazer sexual ao provocar dor no parceiro/a.
"Por favor, por favor, me fode, seu homem forte como uma besta." Ela disse em uma versão exagerada do seu sotaque original do Mississippi.
"Besta, é?" Ele sussurrou, sorrindo agora porque ela tinha cedido.
"Mamãe sempre disse, homens são como animais selvagens, e você tem de capturar um deles para protegê-la dos outros homens." Ela disse em uma imitação perfeita da sua mãe.
"Mary Alice Brandon, isso é uma coisa séria de homens." Ele disse com um tom exageradamente condescendente. "Não é algo para se falar como um jogo. Você sabe que se alguém sequer pensar em ferir você, eu teria que arrancar a cabeça dele fora e ferrá-lo completamente. Faz parte do código de homem".
Ela levantou uma sobrancelha, como se o desafiasse, mas ele novamente mexeu seu dedo para lembrá-la que ele sabia exatamente onde estava, e exatamente o que fazer com ele. Ela gemeu, cedendo uma segunda vez, sussurrando, "Por favor, Jasper!"
Assim que ela fez, ele mergulhou rapidamente, fincou os pés dela em torno da sua cabeça e trabalhou seu clitóris com sua língua, duro e rápido. Ela empurrou seus quadris contra sua mão e gritou, alto e por um longo tempo, quando ele finalmente atingiu o seu ponto.
As costas dela arquearam e ele teve de segurar enquanto ela, inadvertidamente, entrava em alguma pose de yoga avançada, seus quadris subindo e subindo do chão. Ele agarrou os quadris dela com o braço livre e continuou, determinado a fodê-la absolutamente sem sentido esta noite. Ele tinha que conseguir o pequeno corpo dela completamente relaxado antes que ele pudesse, e esta era a maneira mais rápida que ele conhecia como fazer.
A cabeça dela pendeu sobre o tapete, debatendo enquanto toda a parte superior do seu corpo corava.
"Pênis, pênis!" Ela ofegou, e ele rapidamente tirou seus dedos e reposicionou-se, mantendo os tornozelos dela sobre seus ombros.
Ele empurrou a metade dentro dela e ela engasgou, gemendo enquanto ele lutava para manter sua compostura, mantendo as estocadas superficiais para o momento. Quando ela gozava em sua boca e em sua mão isso sempre o excitava um pouco demais, e ele já estava muito perto. Jasper Whitlock tinha um padrão mínimo de 20 minutos (em casa, pelo menos) para proteger, e ele não arriscaria isso por...
"Poooooooorraaaaaaa!" Ele berrou enquanto ela ria e empurrava a si mesma o resto do caminho para ele. Ela trancou seus tornozelos ao redor do pescoço dele e conseguiu bombear contra ele por baixo de alguma forma, usando seus braços para alavancar. Ela empurrou contra ele de novo, duro, e o corpo dele assumiu, batendo nela quando ele gozou. Ela gozou novamente, ofegando e gritando enquanto pulsava ao redor dele.
Ele abrandou, descansando sua testa contra a dela enquanto sua bunda bombeava para fora seus últimos jatos pulsantes.
"Isto é um para mim e dois para você." Ele disse, sorrindo animadamente com ela para deixá-la saber que ele estava longe de terminar. "O que me diz de continuarmos essa festa no chuveiro?"
Nota da Tradutora:
Uau, realmente Jasper e Alice não são nada "inocentes" como Bella e Edward... adorei o pós-festa deles, e vc's, o que acharam?
Deixem reviews e até segunda-feira!
Bjs,
Ju
