Nota da Autora:
Este é para todos os amantes e inimigos de Demetri, e qualquer um que perguntou qual é o negócio dele. Esta cena extra começa exatamente depois de Aro dar a Bella o colar "V" no capítulo 25, e termina com uma sobreposição de uma cena no capítulo 32. Divirtam-se!
Cena Extra do Capítulos 32 – Pela culatra (Demetri)
Tradutora: Shampoo-chan
~oЖo~
"Eu nunca disse que você não poderia tê-la, Demetri." Aro esclareceu, organizando as peças brancas do xadrez. "Só que você não deve machucá-la. Não há necessidade de fazer beicinho. Venha, vamos jogar".
Demetri esteve, de fato, fazendo beicinho, mas animou-se consideravelmente diante desse novo pedaço de informação.
"Tenho permissão de tê-la?" O vampiro mais jovem perguntou, movendo-se para sentar do lado oposto ao seu criador, mas não tocou as peças pretas. "Mestre, eu não entendo. Eu posso possuí-la? Você quer dizer, quando ele sair para caçar? Ele não vai ficar furioso e dizer que estou violando o acordo de vocês?"
Aro encarou Demetri fixamente até ele relutantemente ajustar suas peças, após ter imediatamente avançado um cavalo. Ele sorriu amigavelmente para o belo rastreador, que era, de muitas formas, o favorito dele depois de Jane. Demetri era egoísta e mimado, mas muito competente, e um esporte muito bom.
Não o melhor no xadrez (ele preferia ação a exercícios mentais), Demetri meramente copiava os movimentos de Aro. Ele sempre gostava de entrar na cabeça do oponente antes de atacar. Mais ainda, ele estava interessado demais na conversa.
"Se você fizer direito, Edward não precisaria ficar sabendo sobre isso." Aro sorriu diabolicamente, sabendo que o jovem Cullen estava na reserva, caçando e, portanto, fora do alcance de ler mentes. "Acho que deveríamos oferecer a eles o mundo e ver o que os tenta, não acha? Jovens artistas tendem a ser criaturas sensuais, propensas a indiscrições juvenis, assim como a ideais. Grandes paixões e curiosidade geralmente vencem quaisquer éticas que eles pensam que têm. Eu duvido que aquela querida e calma Isabella saiba o que aconteceu com ela quando você usar o seu charme".
Eles jogavam rápido, as peças de madeira estalando e passando rápido num whoosh enquanto conversavam.
"Você quer segurar isso sobre a cabeça dela." Demetri observou, olhos estreitos em concentração. Ele preferiria que Edward soubesse sobre o caso. Pegar a mulher de outro homem era mais que um desafio, e ele adoraria o inevitável confronto físico. Isso geralmente resultava em um marido, ou namorado, batendo cada centímetro dele, mas com uma reconciliação cheia de lágrimas com a mulher que Demetri estivesse planejando terminar, no final das contas. Todos ganham, como os americanos gostam de dizer. Demetri amava lutar quase tanto quanto amava foder. "Suponho que você queira dizer que eu vá agora, enquanto ele não está?"
Ele se levantou, parecendo e sentindo-se ligeiramente ansioso. Ele não sabia por que. Ela era apenas uma garota, e Demetri conhecia as garotas melhor que ninguém.
"Sente-se, meu garoto." Aro suspirou. "Não esta noite, e não contra a vontade dela. Eu não quis dizer para você agir sem pensar, eu só quis ser claro sobre o que quero dizer".
"Estou sempre bem preparado, Mestre." Demetri ergueu uma fina sobrancelha negra.
"Não seja infantil." Aro disparou. "O que eu quero dizer é que ela deve querer completamente. Em outras palavras, você tem permissão para seduzi-la, se você conseguir." Ele sabia que a provocação teria efeito, e teve.
"O quê, você não acha que eu consigo?" Demetri perguntou, afrontado. "Ela é humana; isso dificilmente seria um desafio. Ela vai me implorar por isso em um instante".
"A dúvida está se você conseguirá fazer isso até o Ano Novo." Aro sorriu. "Você e Chelsea ainda jogam, não?"
"Como sempre. Eu a terei até o dia de finados." Demetri declarou, excitado pela chance de avançar seu jogo. Chelsea estava atualmente vinte pontos à frente. "Parece adequado, não? Quantos pontos por isso?"
"Cinquenta." Aro declarou. "Mas, lembre-se, ela precisa querer completamente. Preciso de influência. Se você não conseguir persuadir Isabella, eu terei que me contentar em irritar o temperamento de Edward. Você pode me ajudar das duas formas".
"Tenha um pouco de fé em mim, Aro. Isso é o que eu faço melhor. A caça mais fácil de todas." Demetri sorriu, movendo a rainha pelo tabuleiro. "Xeque".
"Vamos esperar que suas habilidades de sedução sejam melhores que o seu xadrez." Aro observou sombriamente, movendo uma última peça. "Xeque-mate".
xXx
Ele não conseguiu os pontos dobrados, mas, por volta de janeiro, Demetri estava longe de se preocupar com seu estúpido jogo com Chelsea. Ela não estava conseguindo nada com Edward também, e já havia desistido da humilhação, mudando para outro alvo. Para Demetri, seduzir Isabella significava mais do que ganhar um jogo, era sobre provar o seu valor como rastreador, provar-se como homem. Já fazia mais de cem anos desde que o objeto do seu desejo o iludira da mesma maneira, e ele não tinha ideia do que estava fazendo de errado.
Dizer que não era fácil seduzir a companheira de Edward era uma enorme atenuação. Demetri estava começando a pensar que era impossível, mas aquilo apenas tinha servido de combustível para sua crescente obsessão pela garota humana. Depois de um tempo, ele parou de pensar nela como qualquer garota e companheira de Edward, e começou a pensar nela como Isabella. Em um momento, depois do dia de Finados, talvez, ele começou a pensar nela como Bella.
Ele a observava constantemente.
Aquilo havia se tornado o seu passatempo favorito, tentar decifrá-la. O que ela faria, aonde ela iria. Ela era a única criatura em Volterra que ele não poderia rastrear mentalmente, então ele reverteu aos truques de caça que ele mal se lembrava da sua vida humana, antes de Aro encontrá-lo. Ele rapidamente memorizou a forma de andar dela, seus maneirismos, os caminhos que ela fazia e seus hábitos. Ele conseguia encontrá-la em uma multidão rapidamente, e de qualquer ângulo: a forma como seus quadris balançavam delicadamente enquanto andava no ritmo da música nos seus fones de ouvido. Ele amava segui-la de perto, para ouvir a música e observar a forma como o passo dela se ajustava a qualquer canção, a qualquer mudança de ritmo. Ele se perguntava se ela estava ciente disso, ou se era simplesmente automático.
Ele tinha um vislumbre dela e a reconhecia imediatamente, mesmo se ele só visse a mão dela quando ela a estendia para pegar um pêssego na sua barraca de frutas preferida. Ele conhecia as formas dos seus dedos finos e pálidos, e a forma como ela hesitava um pouco antes de pegar o que ela queria. Ele a imaginava o tocando da mesma forma, e isso fez a sua virilha apertar de desejo.
Ele não entendia. Ela já deveria ter cedido a uma hora dessas.
Geralmente, tudo o que ele tinha que fazer para conseguir uma mulher era simplesmente usar o glamour de vampiro. Ele olharia bem nos olhos dela, mostraria um pouco de interesse e discernimento, apresentaria o seu sorriso lindo, jogaria alguns elogios e talvez um insulto, e ela abriria as pernas para ele, implorando pelo seu pau.
Não Bella. Nada convencional funcionava com ela.
A princípio, ele pensou que a falta de jeito dela o ajudaria, mas apenas parecia constrangê-la e irritá-la quando ele a ajudava. Elogios eram perda de tempo, assim como foi sua sincera tentativa de uma serenata de madrugada. Ele tinha considerado tentar seduzi-la com poesia, mas uma palavrinha entre os Volturi tinha mostrado que ela conhecia, na verdade, algo sobre o assunto, então ele não achou que conseguiria passar o trabalho de outro como se fosse dele. Certo como o inferno que ele não escreveria nada ele mesmo.
A única vez que ele pareceu ter algum progresso com ela foi quando ele parou de tentar seduzi-la e realmente falou com ela como se ela fosse igual a ele, como se ela fosse uma vampira. O que ela disse a ele tinha sido muito revelador: a garota poderia guardar rancor. Era um traço que ele podia admirar.
Mais importante, era algo com o qual ele podia trabalhar. Tudo o que ele precisava fazer era deixá-la vê-lo fazer boas ações. Poupar alguns humanos, como ele fez com a irritante mulher que ela tinha defendido. Talvez até mesmo caçar alguns animais com Sulpicia e conseguir uma reputação de humanitário. Ele podia sempre pegar um humano por perto algumas vezes. Valeria a pena se Bella o visse sob uma luz diferente, e ele sabia que nada excitava mais uma mulher do que pensar que ela regenerou um rebelde.
Ele começaria devagar, dando a ela olhares ardentes enquanto perguntava a ela sobre o estilo de vida dos humanitários. Ele diria a ela sobre como ele achava que era um homem mau, mas como ela o inspirou a querer ser bom, um homem melhor. Um nobre vampiro com uma alma. As mulheres amavam aquilo. Ele quase conseguia sentir as pernas dela enroladas ao redor da cintura dele enquanto pensava sobre o que ele diria, e como ela responderia.
Assim que entrou no prédio de música, ele passeou pelas sombras, enchendo Edward com seus pensamentos. Ele sabia exatamente onde ele estava, três andares acima, perto de uma janela. Ele queria poder encontrar Bella tão precisamente, mas ele conhecia o horário dela e imaginou que ela provavelmente sairia por aquela porta.
Eu sei que você está me vendo, jovem Cullen, ele pensou, inquieto. Posso senti-lo em minha mente, você sabe.
Ele não podia, mas já que ele sempre sabia onde Edward estava, e conhecia a distância que as suas habilidades de leitura de mente alcançavam, ele geralmente simplesmente presumia que Edward podia estar espionando-o, e tentou tomar cuidado com os pensamentos de acordo.
Eu desafio você a me deixar falar com ela, ele provocou. Sozinho, sem interferir. Você não se pergunta se ela seria fiel a você se fosse realmente tentada? Você não se pergunta se ela quer o que eu posso dar a ela? Se ela está satisfeita com suas patas inexperientes?
Ele deixou sua mente inundar com imagens, lembranças de algumas das mulheres que ele havia levado ao êxtase. Lindas vampiras, mulheres humanas de corpo quente, implorando a ele por mais. Sempre Mais, mais, Demetri! assim que elas tinham uma chance de provar. Renata, Chelsea, Heidi. Mmmm, sim, Heidi como humana, seu cabelo cor de mogno assim como o de Bella, espalhado pela grama quando ele tirou sua virgindade. Possuindo-a de novo e de novo antes de finalmente tirar sua vida humana e dar-lhe a imortalidade como recompensa pela afeição que sentia por ela; a monogamia que ele não conseguia oferecer e simplesmente não era capaz. Ele deixou sua imaginação correr solta, a visão na sua mente substituindo o rosto de Heidi pelo de Bella, e sentiu uma pontada de culpa enquanto sua ereção enrijecia contra os botões da calça jeans.
À distância, através de uma janela aberta do prédio de música, ele ouviu o estrondo alto das teclas de piano e um rosnado baixo, e aquilo o fez rir. Aro ficaria feliz com a explosão emocional de Edward.
Eu não vou tocá-la, ele pensou. Eu só quero conversar com ela. Você não quer saber se ela é realmente sua?
Ele entendeu o silêncio que se seguiu como um aceite ao desafio, e procurou por ela na inundação de humanos saindo do prédio. Ele não percebeu que estava ansioso até ver o rosto dela, seus olhos escuros já o observando com cautela. Ela estava nervosa.
Ele se excitou com aquilo: a caçada estava aberta.
"Vá embora, Demetri." Ela disse, e ele ouviu o fraco eco de uma gargalhada vindo da mesma janela aberta.
"Eu quero falar com você." Ele disse, parecendo frustrado. "Você poderia ser gentil comigo".
"Não há nada a dizer."
"Vamos lá, seja razoável, Bella. Eu fiz um favor a você, lembra?" Ele perguntou, tentando usar a força total do seu charme de vampiro. "Pensei que tivéssemos passado da hostilidade."
Inacreditavelmente, ela o ignorou, passando por ele como se ele nem estivesse ali.
Ele ficou furioso. Ela era apenas uma humana, afinal. Ela deveria ter mais respeito. Se não fosse por aquele maldito V no pescoço dela, ela teria medo dele, e ambos sabiam disso. Ele sentiu que era hora de lembrá-la desse pequeno fato.
"Eu posso fazer você me escutar." Ele disse com raiva, dando um passo para obstruir o caminho dela. Ele notou a força total do olhar dela. Demais para intimidação.
"Posso fazer você escutar." Ele esclareceu, ignorando o brilho da luz do sol no pingente dela. "Mas eu não quero fazer isso. Seria mais fácil para mim e provavelmente preferível para você se nós conversássemos aqui, em vez de eu esperar Edward sair para caçar à noite de novo".
Ele involuntariamente a retratou como ela estava à janela na noite em que fez a serenata, seu fino roupão apegado às suas curvas, seu cabelo escuro derramado sobre seus seios. A expressão dela completamente irritada, o que era quase a mesma que ele via nela naquele exato momento.
Ele sentiu Edward descendo velozmente as escadas, ligeiramente mais rápido do que um humano deveria.
Bem, bem, Edward. Eu também não a toquei daquela vez. Eu nem tentei entrar na sua morada sagrada. Ele recapitulou o resto da visita em modo avançado para provar isso também.
Edward parou, perto o suficiente para interromper, mas ficou fora de vista. Demetri sorriu, percebendo que o outro vampiro estava tanto com ciúmes quanto curioso.
Incerto sobre o que ela fará? Veja isso, leitor de mentes.
"Eu sei de coisas." Ele sussurrou, pensando em algumas das suas posições sexuais favoritas, aquelas que sempre faziam as mulheres gritarem de prazer. "Coisas que garanto que você quer saber. Você não está nem um pouco curiosa?"
Ela não parecia curiosa. Ela parecia irritada. Ela ficava realmente linda quando estava com raiva, seus olhos negros e as pálidas bochechas queimando ao mesmo tempo.
"Você quer conversar? Muito bem. Conte-me o que aconteceu com aquela mulher".
É claro que ele sabia o que ela queria dizer. Demetri tinha entrado em uma pequena encrenca por causa dela. Depois que Aro leu a mente dela, ele vociferou a Demetri por mais tempo que o necessário, tendo que gritar sobre os gritos estridentes da mulher enquanto Caius a drenava.
"Que mulher?" Ele rebateu.
"Certo." Ela disse, decidida. "Cansei de escutar".
Ela passou por ele de novo, e ele a seguiu até conseguir bloquear o caminho dela mais uma vez sem recorrer ao contato físico.
"Eu não fiz nada com ela." Ele disse, esperando que ela tentasse empurrá-lo. Qualquer tipo de toque dela seria um progresso nesse ponto, mas ela não fez isso. "Eu não tive absolutamente nada a ver com o que aconteceu com ela".
Era arriscado, mas ele sabia que podia chamar a atenção dela se ele indicasse que sabia alguma coisa. Ele só queria mantê-la falando.
"O que aconteceu com ela?" Ela perguntou, mordendo a isca. Depois, como sempre, ela pareceu sentir a tática dele, e o repeliu. "Não… esqueça o que perguntei. Eu realmente não quero saber".
Demetri ficou impressionado, perguntando-se se a deflexão dela era parte da sua natureza inata como escudo. Ele imaginou o que isso poderia significar quando ela virasse vampira.
Não admira que Aro a queira. Ela é muito impressionante. Mas ela precisa superar essa coisa pelo Cullen.
"Por que você se importa com o que acontece com eles, afinal?" Ele perguntou, perguntando-se por que ela se incomodava com as coisas que não podia controlar. Ela era geralmente mais racional que aquilo. "Não há necessidade de você se preocupar em como os Volturi cumprem a lei. Além disso... você, Bella, é mais importante do que aquela encrenqueira".
Ele olhou profundamente nos olhos dela, usando novamente o seu charme. Nesse ponto, o olhar de qualquer outra mulher humana ficaria ligeiramente desfocado e sua boca automaticamente relaxaria pelo beijo dele. Os lábios de Bella se apertaram em uma linha dura e, em vez de relaxar, o olhar dela simplesmente afiou, perfurando através de tudo o que ele pensava que era, apunhalando seu coração frio e morto. Ela parecia olhar diretamente dentro da alma dele, ou para a ausência dela.
Desprovido. Foi como ele se sentiu quando ela olhou para ele daquele jeito. Aquilo o fazia sentir-se nu, e constrangido. Muito pior, ele pensou que podia quase ver a alma dela, uma coisa gloriosa e assustadora que estava longe demais do alcance dele.
Ele deu um passo para a frente, tentando chegar mais perto dela, e ela se moveu diretamente na direção da luz do sol, sua pele pálida brilhando, seu cabelo escuro tingido com tons avermelhados.
"Não." Ela disse proibitivamente. "Simplesmente me deixe em paz".
Ele ficou parado nas sombras, incapaz de se mexer, como se o próprio Aro tivesse dado a ordem, em vez de uma simples garota humana. Levou um momento para ele perceber que o plano dele havia saído pela culatra. Agora ele estava pior que antes.
"Não era isso o que eu queria conversar com você." Ele disse, deixando o vento carregar sua voz.
Ela nem sequer olhou para trás, um sinal muito ruim.
Ele não sabia o que levaria para ganhar a confiança dela, mas ele estava certo de que teria que ser algo muito maior do que se unir aos humanitários.
Nota da Ju:
O que acharam da mente do Demetri? Meio doido também... ao mesmo tempo que ele persegue a Bella para "ganhar o jogo", parece que ele desenvolveu sentimentos por ela... será que ele vai conseguir se aproximar dela, de alguma maneira?
Gente, eu fico tão triste quando vejo que essa fic está nos favoritos de 58 pessoas e no alerta de 17 e recebe apenas SEIS reviews em um capítulo! Poxa, eu e a Shampoo-chan nos esforçamos pra traduzir direitinho, pesquisamos o significado das coisas, isso leva tempo! E o mínimo que a gente espera são as reviews em troca! É desanimador perder horas traduzindo e quase não ter a troca de vc´s... Sei que isso é chato e eu realmente já estou de saco cheio de ficar dando "broncas" em vocês que não deixam reviews, mas daqui pra frente eu não falarei mais nada, mas realmente só vou postar o cap. seguinte quando o que for postado tiver NO MÍNIMO 12 reviews!
E obrigada, de coração, às pessoas que dedicam um pouquinho do seu tempo para comentar! É por vc´s que a gente traduz!
Bjs,
Ju
Para quem ainda não viu e gosta de fics com Edward papai, a Lary Reeden começou a postar uma que é linda! E eu e a LeiliPattz estamos ajudando com a tradução, portanto, dêem uma passadinha na fic e deixem reviews, vale a pena! A fic será postada toda segunda-feira. O link dela é:
http:/ www. fanfiction. net/ s/ 7591748/ 1/ Waiting_For_Dr_Right_by_vickitori303
(retirar os espaços)
