Bem, e a história continua! Esse capítulo é centrado em John e sua busca pelos meninos. Espero que gostem!


Dirigindo furiosamente, John ia rumo à casa de Lilith disposto a arrancar dela o paradeiro de seus filhos, pois ele sabia que, com certeza, eles provavelmente disseram a ela para onde estavam indo. Afinal, a governanta sempre foi para os dois a mãe que Mary não pôde ser.E, curiosamente, era tão linda quanto sua falecida esposa.

Finalmente ele chegou, mas a casa estava fechada e as luzes apagadas. Então, o Almirante foi falar com a vizinha. Ele bateu na porta e uma mulher alta e de longos cabelos loiros atendeu aducadamente:

-Sim, em que posso ajudá-lo?

-Boa noite. Eu sou o patrão de Lilith, sua vizinha. Ela não foi trabalhar hoje e não me avisou nada, então eu vim procurá-la, mas a casa dela está fechada. Você sabe para onde ela foi?

-Boa noite. Eu sou Ruby. Lily e eu somos amigas. Ela me disse que ia viajar para a casa da mãe, Eve. Parece que ela está doente.

-E você sabe onde mora a mãe dela?

-Sim. Ela mora em San Antonio.

-Lilith te falou quando volta?

-Não. Ela disse que não tinha previsão de quando voltará.

-Bem, obrigado pela informação.

-Disponha.

O Winchester voltou para o Mustang alugado e, antes de ligar o carro, pegou seu celular no porta-luvas. Ele tinha certeza que Lilith não foi para a casa da mãe, afinal ela está fugindo dele e naquele lugar tão óbvio por certo seria encontrada. Isso provavelmente foi uma mentira que a governanta inventou para enganar a vizinha.

Por outro lado, ela não iria muito longe. Desde pequena Lilith tinha medo de avião, então sempre viajava para perto e de ônibus. Diante disso, ele sabia o que fazer. Discou um número conhecido no telefone e esperou que atendessem:

-John, algum problema?

-Oi, Rufus, eu estou com problemas sim. Preciso que você mande 2 homens para a rodoviária agora.

-O que houve? Algo com os garotos?

-Não dá para explicar. Só mande os homens, está bem?

-Ok.

Após desligar, o militar colocou a chave na ignição e tomou a direção da rodoviária, onde chegou rapidamente. Com uma foto de Lilith que estava em seu celular e ele tirou sem o conhecimento dela, o Almirante saiu de guiché em guiché perguntando se os atendentes a haviam visto e explicando que ela era uma fugitiva da polícia e, como militar, ele estava ajudando na captura dela. Até que finalmente alguém a reconheceu:

-Ah, eu a vi sim. - disse uma mulher extremamente magra e branca que lembrava muito a cantora Amy Winehouse enquanto enrolava os cabelos negros com os dedos. - Ela pegou um ônibus para Austin a 3 horas.

-Obrigado. - respondeu ele se afastando da cabine e indo até os soldados que haviam acabado de chegar.

Diante deles, o Almirante voltou a falar com o tom de voz sério e enérgico que ele sempre usava com seus subordinados no quartel:

-Bem, obrigado por virem. Eu preciso encontrar essa mulher. Ela pegou um ônibus para Austin a 3 horas, então estará lá em 1 hora. Eu não quero que ela chegue. Peguem um helicóptero, o interceptem e a levem para o quartel. Eu estou indo para lá. - ele orientou, mostrando a foto de Lilith que guardava em seu celular.

-Sim, senhor! - responderam os homens obedientemente batendo continência ao mesmo tempo.

Os 2 soldados executaram a ordem com perfeição. Em uma hora, eles entravam na sala do Winchester com uma assustada Lilith à tiracolo. Satisfeito, o viúvo encarou o trio com um sorriso sarcástico nos lábios e falou:

-A coloquem na cadeira e nos deixem a sós.

-Sim, Senhor! - exclamaram os dois simultaneamente, fazendo logo depois o que o oficial superior deles haviam mandado.

Assim que se viu sozinho com a governanta, ele a encarou com o mesmo sorriso, mas os olhos transbordando ódio, e disse:

-Seja bem-vinda de volta. Agora somos só eu e você, Lilith!


Não se esqueçam de deixar review! Não dói, não transmite nenhuma doença contagiosa, não engorda e alegra o dia dos ficwriters, então mãos à obra! Rsss!