Bem, como eu prometi, aqui está o capítulo 18, que aliás, está bem mais emocionante e excitante que o anterior! Espero que gostem! Rsss!
Todos estavam a caminho do departamento de polícia. Dean e Cas iam no Impala seguindo a viatura, já Uriel estava entre os dois carros, mas era levado por um amigo, pois estava machucado demais para dirigir. Sam havia ficado na casa de um colega de escola, pois uma delegacia não é ambiente para uma criança. Preocupado, o jovem Novak tirou seu celular do bolso e fez uma ligação enquanto seu companheiro dirigia. No outro lado da linha, uma voz familiar atendeu:
-Oi, filho. Está tudo bem?
-Não, pai. Estamos com problemas. Se o senhor descobriu algo sobre Uriel, é melhor falar agora.
-O que houve? Ele te machucou? - indagou Adam preocupado.
-Não. Ele me assediou de novo, em público. Dean acabou vendo e deu uma surra nele. Agora estamos indo para o departamento de polícia porque o delegado quer ouvir a todos.
-Mas que desgraçado! Ele é pior do que eu imaginava! Te assediar em público! E diante do seu namorado? - esbravejou o advogado furioso.
-Pai, por favor, me diga algo que eu possa usar contra ele, senão ele vai registrar uma queixa contra o Dean. Todos viram a surra, mas ninguém viu o assédio. E eu não tenho provas disso. É a minha palavra contra a dele! E se Dean for preso...
-A verdadeira identidade dele será descoberta. Eu sei. - completou Novak. - Mas não se preocupe, filho. Eu tenho algo que você possa usar sim.
-Ótimo! E o que é?
Minutos depois, o moreno desligava o celular. Sem poder se conter após ter ouvido a conversa, o loiro perguntou irritado:
-Então você contou a seu pai o que o filho da puta do Uriel estava fazendo contigo e não falou para mim?
-Desculpe, Deanno. Quando telefonei para ele por causa do McFly, ele notou que isso não era a única coisa que estava me aborrecendo. Então insistiu para eu falar. Quando eu expliquei o que estava acontecendo, ele prometeu que investigaria o Uriel também.
-E porque você não me disse nada?
-Não é óbvio? Eu só quis evitar o que aconteceu agora a pouco. Conheço você muito bem, Deanno. Sabia que você daria uma surra nele se soubesse de tudo. Eu não queria te causar problemas. Nós já temos o suficiente com McFly e seu pai. - explicou Castiel com um ar triste e abaixando a cabeça.
-Ei, você nunca me causa problemas! Pelo contrário, você me faz esquecer deles. Só queria que tivesse me contado, Cas. Eu tinha o direito de saber.
-Eu prometo que nunca mais te esconderei nada, amor. - retrucou o moreno com lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios.
-Confio em você, anjinho. Mas o que seu pai te falou sobre Uriel?
Minutos depois, o grupo chegava no departamento de polícia. Rapidamente, Castiel se aproximou de Uriel, puxou seu braço esquerdo e sussurrou:
-Se você registrar queixa contra o Mike ou voltar a me assediar, eu vou ter uma longa conversa com o delegado sobre o tempo que você morou em Santa Bárbara.
O negro encarou o moreno assustado. Apesar de seus olhos estarem extremamente roxos e inchados, dava para notar a surpresa e o medo estampado neles. Com um sorriso vitorioso, Castiel se afastou dele e voltou para perto de Dean, que passava por eles naquele momento. Ele abraçou o companheiro, que olhou Uriel com a mesma expressão que o jovem Novak exibia em seu rosto, e o casal seguiu para dentro do departamento deixando para trás um Uriel estupefato e apavorado.
Derek, o amigo que lhe deu carona, se aproximou dele e, sem entender nada, questionou:
-O que o viadinho disse?
-Nada. Só bobagens. - respondeu o negro seguindo seu caminho.
Logo todos estavam dentro da sala do delegado. Três cadeiras estavam colocadas diante da mesa dele. Do lado esquerdo dele sentou Castiel, do direito estava Uriel e no meio se colocou Dean para evitar que seu anjo ficasse perto do agressor. Então, o delegado começou a falar:
-Bem, quem vai ser o primeiro a falar?
-Eu queria começar, delegado. - se voluntariou o negro.
-Está bem. Comece.
-Jimmy disse a verdade. Eu assediei ele. Mereci a surra que Mike me deu, por isso eu não vou registrar queixa contra ele.
-Que? É sério isso? - indagou o delegado muito surpreso.
-Sim, é sério. Mike só estava defendendo o namorado.
-Bem, e o senhor, Sr. Johnson, vai registrar queixa contra o Sr. Monroe?
-Dessa vez não. Já que ele confessou, eu serei benevolente. Mas se me importunar de novo, Uriel, eu voltarei aqui e registrarei a queixa. - respondeu Castiel calmamente.
-E você, Sr. Ross, alguma coisa a dizer?
-Só uma: se esse imbecil deixar o meu companheiro em paz, então não haverá problema nenhum. Vamos todos conviver em perfeita harmonia. - retrucou Dean levemente sorridente.
-Nossa! As coisas se resolveram bem mais rápido do que eu imaginava. Se é assim, estão todos dispensados.
Os três homens deixaram o lugar em silêncio, mas Dean e Cas, que andavam de mãos dadas, não conseguiam disfarçar a felicidade que sentiam por terem conseguido resolver mais esse problema. De noite, os dois estavam sentados e abraçados em sua cama conversando. Eles não conseguiam acreditar que tinham conseguido se livrar de mais um problema. Felizes, comentavam entre um carinho e outro:
-Amor, seu pai é incrível! Graças a ele resolvemos dois grandes problemas em nossas vidas!
-Pois é, eu devo muito a ele. Não poderia desejar um pai melhor! - exclamou o moreno cheio de orgulho.
-Eu queria que meu pai fosse assim. - falou o Winchester com um ar triste.
-Ei, não fica assim. Um dia seu pai vai nos aceitar. Você vai ver. - devolveu o jovem Novak enquanto acariciava o rosto namorado.
-Eu duvido muito, mas vamos esquecer o meu pai. Agora eu tenho que te agradecer como se deve por ter livrado a minha cara hoje. - respondeu o loiro agora com uma expressão e uma voz cheias de malícia.
-E como você vai me agradecer? - indagou o filho de Adam com um sorriso igualmente maroto no rosto.
-Você já vai saber!
Rapidamente, o loiro se levantou da cama e deixou o quarto, voltando minutos depois com uma garrafa de vinho e duas taças na mão. O moreno se surpreendeu e falou:
-Deanno, que onde saiu essa garrafa?
-Bem, eu andei economizando e a comprei para o Natal, mas você fez por merecer, então vamos usá-la agora. - respondeu o Winchester com um sorriso maroto nos lábios enquanto se aproximava do companheiro.
-E onde você a escondeu que eu não vi?
-Bem, até hoje ela estava na estante da sala atrás dos nossos livros, mas depois que voltamos da delegacia, eu a transferi para a geladeira, estrategicamente colocada atrás das frutas.
-Hummm... bem esperto! - exclamou Castiel já a centímetros de Dean. - mas tem certeza que não quer mesmo deixar essa garrafa para o Natal?
-Não, anjinho. Você merece. E ainda faltam 2 meses para o Natal. Ainda podemos economizar para comprarmos outra.
-Adoro quando você me chama assim! - retrucou o jovem Novak com os olhos marejados.
-E eu gosto de te chamar assim, porque você é o meu anjo da guarda, Cas. Mas vamos brindar? - devolveu o mecânico oferecendo uma das taças para o parceiro.
Castiel tomou a taça com um largo sorriso nos lábios enquanto Dean deixou a sua no criado-mudo e abriu a garrafa. Em seguida, ele despejou o líquido vermelho escuro nas duas taças, enchendo primeiro a de seu moreno e colocou a garrafa onde antes estava sua taça. Enfim, eles fizeram o brinde e sorveram suas bebidas com os braços cruzados como se fossem recém-casados. Apaixonado, Dean segurou Castiel pela mão e o conduziu até a cama enquanto dizia:
-Anjo, eu tive uma ideia para deixar essa comemoração mais emocionante.
-Qual? - perguntou o moreno sorrindo.
-Você já vai saber. Antes, vamos tirar esse pijama. - respondeu o loiro colocando as duas taça no criado-mudo e começando a despir o namorado.
Assim que Castiel ficou nu, Dean voltou a beijá-lo, dessa vez com mais intensidade, e lentamente o deitou na cama. Com muita dificuldade, ele se afastou novamente de seu amor e pegou sua taça. Encarando o moreno, o Winchester falou:
-Preparado?
-Com você, Deanno? Sempre!
Exibindo um sorriso enorme nos lábios, Dean virou o rosto do parceiro bem para a direita, deixando o pescoço dele bastante exposto e fez o que tanto queria: derramou um pouco de vinho tinto na pele daquele lugar. Castiel gemeu ao sentir o contato do líquido gélido com seu corpo. Era muito frio, seus pelos arrepiaram e a sensação aumentou quando sentiu a boca quente e a língua fervente do loiro o chupando como se não houvesse amanhã.
O choque térmico deixou o moreno extremamente excitado e seu membro endureceu em fração de segundos. Já, Dean enlouquecia com o gosto de seu anjo misturado ao do vinho em sua boca. Ele chegou a conclusão que não havia combinação melhor. Se normalmente aquele pescoço já o tirava do sério, naquele momento ele sentia que estava perdendo a sanidade.
A intensidade dos chupões foi aumentando e logo eles viraram mordidas cuidadosas, pois ele também não queria machucar seu anjo. Mas Dean estava usando todas as suas forças para não feri-lo. Castiel ficava cada vez mais duro e começava a achar que poderia gozar só com aquela carícia. Entre beijos, chupões e mordidas o loiro sussurrava:
-Cass... você é tão gostoso!
-Deaaannn! - era a única coisa que o jovem Novak conseguia dizer.
Finalmente, Dean deixou o pescoço de Castiel, mas atacou seus mamilos com a mesma voracidade enquanto jogava vinho neles. Ele sugou, chupou, mordiscou até eles ficarem bastante vermelhos e duros. Louco de tesão, o moreno se contorcia embaixo do amante.
E assim o Winchester continuou jogando vinho em cada pedaço de pele de seu anjo até que não restou nenhuma parte do corpo limpa. Então, Dean respirou fundo e se levantou da cama para se despir. Logo depois, ele agarrou seu homem pela cintura e o beijou lascivamente ao mesmo tempo em que o fazia ficar de pé e o levava até perto da cabeceira. Com muita força de vontade, ele se afastou daqueles lábios viciantes e encarou seu amor.
Ele nunca o tinha visto tão lindo. Castiel tinha os cabelos bagunçados, respirava com dificuldade, suas pupilas estavam extremamente dilatadas e seus olhos muito escuros, seus lábios estavam vermelhos e inchados como se fossem uma deliciosa maçã e sua pele exalava um cheiro inebriante que nada mais era que o odor de vinho misturado com o do próprio Novak. Dean sorriu e, após aproximar seu rosto dos ouvidos de seu amor, murmurou alguma coisa. Com um sorriso malicioso, Castiel se afastou dele e ficou de joelhos na cama, com as pernas bem abertas e as mãos apoiadas na cabeceira. O loiro se colocou bem atrás dele, pegou mais uma vez a garrafa de vinho e jogou o resto que ainda tinha da bebida em três de seus dedos.
Controlando a ansiedade, ele começou a preparar seu anjo inserindo primeiro um dígito dentro dele e o movimentando com lentidão. Depois, o Winchester repetiu o mesmo procedimento com os outros dois dedos, acabando com os três dedos dentro dele. Dean remexia os dígitos fazendo um movimento circular e de vai e volta com a intenção de alargar aquela entrada que tanto desejava. Castiel, por sua vez, estava ensandecido de tesão e rebolava loucamente nos dedos do namorado, que tentava manter o controle diante da cena.
No entanto, ele não conseguiu se manter são por muito tempo. Seu membro estava tão duro que doía e ver seu amor se remexer daquele jeito não ajudava nada. Desesperado para estar logo dentro daquele corpo quente e acolhedor, ele tirou seus dedos e o penetrou de uma só vez. Castiel gemeu com um misto de dor e prazer e para tentar fazê-lo relaxar, o loiro começou a masturbá-lo e voltou a chupar seu pescoço.
Lentamente, ele estocava seu namorado sentindo como ele era delicioso. Dean podia dizer com 100% de certeza que mulher alguma havia conseguido deixá-lo naquele grau de excitação em que ele estava naquele momento. Só seu anjo era capaz disso. E foi a voz dele que o tirou de seus devaneios. Com dificuldade, ele gemia e sussurrava:
-Mais, Deanno! Eu preciso de mais, por favor!
-Como quiser, meu anjinho! - ele respondeu com esforço.
Imediatamente, Dean aumentou a velocidade e a força das investidas, fazendo Castiel gemer mais alto. Ele mordeu novamente aquele pescoço tentador por desejo e para conter seus gemidos, pois ele estava tão excitado que acabaria acordando Sam. Mas as estocadas foram ficando tão violentas que Castiel começou a gritar seu nome com toda a força que seus pulmões permitiam naquele momento. Então, o loiro puxou seu rosto para o lado e o beijou avidamente.
A perfeição se fez quando os dois apaixonados chegaram ao clímax simultaneamente. Ambos gozaram como nunca. O sêmen de Dean inundou o interior de Castiel e o dele lambuzou a cabeceira e os lençóis. Então, eles caíram na cama, exaustos e extremamente felizes. O moreno se aninhou no peito do loiro e ambos dormiram profundamente.
A ideia do vinho saiu de uma conversa com a minha amiga Linn Krushnic, que mais uma vez me me inspirou. Sem ela, muitas das minhas fics estariam paradas até hoje. Obrigada, Linita! *-*
Não se esqueçam de deixar review! Não dói, não transmite nenhuma doença contagiosa, não engorda e alegra o dia dos ficwriters, então mãos à obra! Rsss!
