Pure-Petit Cat: A chorona... Criei e até esqueço de fazer a coitada aparecer... ¬¬'''' Eu sou uma anta mesmo... Pois é! E você ainda nem viu a devida lutando! Pobre Haguen, ganhou sobrenome de sorvete! xD Sim, é Miha! Tá vendo como sou anta? Coloquei Miyu... Preciso tomar remédio pra cabeça... u.u'''' (e ainda sou novinha!) Yes, baby, ela é sensual! KKKKKK!! Cabelo rosa-chiclete... Boa! Até já sei que vou usar, não sei onde, mas vou usar! Se cuide MESMO, Lissa é terrível! Bem, só faço elemeio tarado porque li uma fic da Margarida em que ele era meio tarado! xD Mas realmente, ele temcara... Não precisa ter medo de Damas-da-Noite, só foi a escolhida porque... Bem... O perfume irrita meu sensível nariz (maldita rinite!), e cá está a continuação! Tranqüilo, também tenho minhas crises de leitura! xD
Anzula: Que bom que está gostando! n.n
Disclaimer: Saint Seiya e os personagens não me pertencem, quanto aos originais, basta dar os devidos créditos e me avisar e tá tudo acertado.
Personalidade Tripla
Capítulo 4:
... São Como Camaleões...
Your eden, your eden.
(Seu éden, seu éden.)
Did I ever think of you,
(Alguma vez eu pensei em você,)
As
my enemy.
(Como meu inimigo.)
Did
you ever think of me,
(Você alguma vez pensou em mim,)
I'm
complaining.
(Estou reclamando.)
Siegfried descia as escadas correndo. Queria e precisava chegar o quanto antes aonde quer que Hefesto ficava. Precisava falar com o deus.
Ao chegar ao final da escadaria, olhou para todos os lados. Várias portas estavam à sua frente, porém, não sabia por qual entrar... Ao olhar, viu uma mulher de cabelos longos e negros e olhos claros, saindo de uma sala, mais no canto, escondida por uma enorme rocha vulcânica. Passou por si, sem reparar na sua presença, dirigindo-se para a escada. Subiu-a correndo, o Guerreiro Deus seguiu-a com o olhar, até que ela entrou no mesmo local em que Tokashi entrara, seguida de uma jovem de cabelos longos e loiros e olhos dourados. A julgar pelas expressões nos rostos, diria que estavam... Enfeitiçadas, como Hilda ao receber o anel de Nibelungo (N/A: Eu preciso, preciso e preciso conseguir os DVD's das três partes OU o livro da ópera! EU PRECISO CONSEGUIR A ÓPERA "O ANEL DE NIBELUNGO"! Y.Y).
Estava demasiado distraído, e não percebeu que um homem parara atrás de si. Tinha olhos negros, cabelos castanho-fogo presos numa trança, usava um manto negro com algumas jóias decorando-o e aparentava ter um corpo forte, segurava uma espada da mão. Reparou-o somente quando este tocou em seu ombro.
Siegfried: AH! – exclamou com o susto, virando-se. – Quem é você? – perguntou ainda assustado, um pouco desconfiado, talvez.
Hefesto: Sou Hefesto. O que faz aqui? Pensei que estava na casa de Tokashi... – falou escondendo a espada atrás de si, antes que o rapaz a percebesse.
Siegfried: É sobre ela que vim falar. Ela enlouqueceu de vez! EU estava na sala, e ela no quarto, e de repen te ela apareceu, elevando o cosmo, fazendo sua armadura aparecer e vestindo-a. – falou sério, fitando o jovem que era a reencarnação de Hefesto.
Hefesto olhou-o pasmo. Miyu também agira de forma estranha, e Miha vinha agindo estranhamente. Saia que o selo sobre Lissa estava perdendo a eficácia, e que Miyu era a reencarnação de Elektra. Três mulheres agindo estranhamente... Lissa preisava de três mulheres para se libertar, pois possui três faces: a face que faz o mal, a face que faz o bem e a face da traição... Talvez tivesse sido uma boa idéia forjar aquela espada, agora, o problema era encontrar alguém que pudesse manejá-la, um mortal com motivos fortes o bastante para tal.
Sentia-se culpada. Pelo quê? Por quê usara um golpe poderoso contra Siegfried, ainda que com força controlada, mas algo a impulsionara a fazer aquilo, e a mesma coisa a impulsionara a ir onde estava.
Aproximou-se do altar, fitando a caixa. Haviam três mulheres pintadas na tampa. A que mais lhe chamou a atenção tinha os cabelos no meio das costas, dourados com fios prateados, olhos cinza-amarelado, com uma expressão de loucura, lábios finos pintados de negro, usando uma longa túnica dourada com um cinto prateado.
Estendeu a mão, escorregando com suavidade as longas unhas pela tampa da caixa de ébano, sentindo como se algo a chamasse. O cheiro de Dama-da-Noite vinha de dentro da caixa. O que faria agora?
XxX
Case son' cambiate.
(As casas mudaram.)
Voci
son' diverse.
(As vozes são diferentes.)
Era
la mia città.
(Era a minha cidade.)
Non
la conosco più.
(Eu não a reconheço mais.)
La
ora io sono solo un' estranea
(Eu sou apenas uma estranha)
Senza
patria.
(Sem uma pátria)
Começou a estranhar a demora de Miyu. Já fazia quase duas horas que ela saíra, e ela não costumava demorar tanto quando saía... Levantou-se, impaciente, começando a andar de um lado pro outro, de forma nervosa. O rapaz de cabelos loiros estava nervoso e o tic-tac do relógio apenas reforçava a sensação de demora.
Tic-tac, tic-tac, tic-tac...
Aquele barulho infernal não parava e também não o tranqüilizava.
Cansado
de esperara, saiu da casa, batendo a porta. Olhou para baixo, para
cima, e nem sinal de Miyu, subindo ou descendo a escadaria, até que
a viu subindo a escadaria correndo, entrando num corredor escuro,
seguida de uma jovem loira. Olhou um pouco mais, e viu Siegfried
descendo a escadaria rapidamente, e decidiu seguí-lo.
Chegou ao final da escadaria um bom tempo depois do amigo, e encontrou-o conversando com um homem que ele não reconheceu, que parecia pensativo.
Haguen: Sieg? – perguntou aproximando-se cautelosamente. O asgardiano virou-se ao ouvir seu apelido, e olhou Haguen surpreso.
Siegfried: EU mesmo. – murmurou. - Haquen, este é o deus Hefesto. – disse fazendo sinal para o Guerreiro Deus se aproximar.
Haguen: É um prazer. – disse fazendo uma reverência.
Hefesto: Não temos tempo para apresentações... – murmurou, fazendo sinal para seguirem-no.
Tinha que chegar logo. Precisava chegar. Aquela força que a impulsionava... Era tão misteriosa... Poderosa... Tentadora... E aquele perfume... A guiava para onde tinha saído...
Entrou no salão, encontrado Tokashi de armadura, lá, parada, observando a mesma caixa de ébano em cima do altar, com fascinação.
Aproximou-se da amiga e, tocando-lhe o ombro, viu-a virar-se com um olhar assustado, que tranqüilizou-se ao ver quem era.
Miy: Tudo bem, Tokashi? – perguntou, com a voz preocupada.
Tokashi: Sim, Miyu. Estou bem. – murmurou, suspirando aliviada. Por um momento, achou que Siegfried tivesse seguido-a.
XxX
Don't give up
(Não desista)
'cos you have friends
(Porque você tem amigos)
Don't
give up
(Não desista)
You're not beaten yet
(Você ainda não foi derrotado)
Don't
give up
(Não desista)
I know you can make it
good!
(Eu sei que você pode se dar bem!)
Ainda estava deitado na cama, sem importar-se com nada. Por quê? Nem ele sabia... Talves fosse o fato de que parecia que jamais conquistaria a confiança de Miha. Talvez, para tal, precisasse, antes, mudar. Seria difícil, mas talvez conseguisse com um pouco de esforço.
Estava assim, perdido em pensamentos, quando Hefesto, Siegfried e Haguen entraram em seu quarto com brusquidão.
Alberich: Ei! Que invasão de privacidade é essa?! – falou irritado, levantando-se e olhando os três com uma veia pulsando na testa.
Hefesto andou em sua direção, segurando-o pela gola da camisa com uma mão, parecendo... Furioso!
Hefesto: Onde a Miha está?! – perguntou com os olhos em chamas.
Alberich: Eu não sei! Eu tava aqui no meu quarto quando ouvi ela abrir a porta e bater com força pra fechar! – falou rápido, vendo o deus soltar sua camisa, bufando.
Hefesto: Tarde demais... – murmurou, irritado. A espada que forjara estava bem segura na outra mão, a lâmina reluzindo com a luz que incidia sobre ela. – Esse perfume... – murmurou ao sentir o perfume de Dama-da-Noite impregnado no local. – Dama-da-Noite... Lissa... Então acordou e agora quer se libertar... – estava próximo à parede, e deu um murro na mesma, de raiva. A parede afundou um pouco e tremeu por inteiro.
Desejava poder. Queria ser uma deusa. Esse desejo oculto nascera e nunca se manifestara, até aquela voz começar a lhe falar. Aquela voz que tudo sabia, aquela voz capaz de profetizar, capaz de influenciar. Não tinha forças para contrariá-la, seu corpo não queria contrariar. Sua mente queria chamar o nome de Alberich bem alto, mas quando as palavras chegavam aos lábios, saía apenas um sussurro entrecortado do nome. Como o amava, mas sempre lhe recusara. Por que? Talvez achando que permanecendo pura de corpo pudesse se tornar uma deusa. Mas de nada adiantava, pois sua mente já estava sem sanidade. Corria até o antigo salão de sacrifícios do vulcão, encontrou Tokashi e Miyu lá, a observar o altar com atenção.
Andou até as duas, e ao alcançá-las, a força abandonou suas pernas e escorou nas Vulcanas para não ir ao chão.
Tokashi: Miha...?! – perguntou preocupada, segurando a filha adotiva de Héstia. Ouviu apenas um sussurro entrecortado.
Miha: Albe... Rich... – sussurrou com a voz fraca. Ainda estava de pé, escorada em Tokashi, enquanto Miyu usava os conhecimentos médicos que possuía para ter pelo menos uma idéia do que se passava com ela, medindo o pulso e analisando os olhos. As pupilas estavam dilatadas, e Miha ergueu a mão em direção a caixa de ébano em cima do altar.
Miyu fitou a caixa, e Mnemosine (N/A: Titânide filha de Gaia e Urano, deusa da Memória. Mãe, junto com Zeus, das Nove Musas) lhe trouxe a estranha figura que lhe impedira de abrir a caixa de ébano mais cedo. O que seria o mais prudente a se fazer agora? Poderia Métis (N/A: Deusa da prudência, mãe de Athena. Como primeira esposa de Zeus, foi engolida pelo deus para que Athena não nascesse de um parto normal, e assim não lhe tomasse o trono) lhe ajudar nesse momento? Não sabia, pois o que as Moiras tecem é desconhecido para todos, com pouquíssimas exceções, e mudar o que elas tecem é algo quase impossível...
