Diclaimer: Saint Seiya e seus personagens pertencem a Masami Kurumada

Diclaimer: Saint Seiya e seus personagens pertencem a Masami Kurumada.

Doce Vampira

Capítulo 6:

Ás Vezes há dias tranqüilos...

Mu: Então, vocês são bruxas, e nós nos conhecemos seis anos atrás, numa missão que foi apagada dos arquivos do Santuário... – falou pensativo. – E Máscara e Vandria se encontraram por acaso, e agora, Vandria viu nele uma chance de fugir da mãe.

Milo: Pois é, e justo três meses depois de voltarmos da missão que eu me tornei o cara mais desejado do Santuário... – falou com sarcasmo, fitando Lurye.

Amy: Isso mesmo, Mu. E quando eles voltam da Itália? – de repente mudou da expressão maléfica para uma expressão doce. Precisava desviar o assunto, ou nem todas aquelas pessoas juntas impediriam Lurye de usar uma Maldição Imperdoável em Milo.

Mu: Só no final do mês...

Amy: A gente tem pegá-la de surpresa... Voltar pra Inglaterra não dá, muito trabalho e muito demorado... Poderíamos ficar num hotel em Atenas, e quando eles chegarem, um de vocês ia no avisar... – falou olhando para Mu. – Ir para a Toscana seria incômodo, a família dele não pode saber nada disso.

Mu: Acho que seria melhor se vocês ficassem aqui...

Kamus: Se Athena ou Shion descobrirem, você vai se ferrar sozinho, Mu...

Mu: Eu assumo a responsabilidade dos meus atos, ao contrário de um certo ALGUÉM nessa sala... – falou olhando de canto de olho para Milo. Todos o acompanharam.

Milo: Ei! Quem disse que eu não assumo responsabilidade dos meus atos?! – falou estranhando.

Lurye: Eu! Nós ainda namorávamos quando você voltou para Milos, completar seu treinamento, e se aproveitou da distância para me trair! Sequer respondia as minha cartas! – falou irritada, segurando-se para não avançar no grego.

Milo: Quem disse que eu traí você?! A sua imaginação?! – falou irritado pelo fato de nunca acreditarem nele.

Antes que Lurye revidasse, Amy interrompeu a discussão.

Amy: Parem antes que mais alguém desse santuário descubra que estamos aqui! – falou irritada, vendo a face dos dois ficarem vermelhas de raiva.

Leoa (pensando): Milo continua o mesmo... E o Kamus também... Bom, em personalidade. Mas em questão de corpo... Está mais alto e deve ter treinado muito... – sentiu um enorme calor ao observar melhor Kamus, reparando nos músculos bem definidos por debaixo da camiseta de treino. – Não confunda as coisas, Leoa... Sua relação com ele já não existe. Ele só faz parte do meu passado, e por ironia do destino, do meu presente, mas não vai fazer parte do meu futuro... – pensou, se aliviando por não ter que conviver com ele.

Amy: Já que insiste... Contanto que não traga problemas para vocês...

Mu: Problema nenhum... – falou amável.

Alhambra: Então só vocês vão ficar aqui... Eu vou ficar num hotel...

Leoa: ISSO! ME DEIXA LIVRE DE VOCÊ! – comemorou enquanto a jovem se levantava e saia do local, ignorando a mulher.

Lurye: A Leoa não muda... – disse, dando um suspiro em seguida.

Amy: Como vamos decidir quem dorme onde?

Milo: A Lurye dorme em Aquário! – falou, apontando para Kamus, que ficou com uma veia pulsando na testa..

Mu: Chances iguais para todos! Vamos fazer um sorteio!

Milo cruzou os dedos, torcendo para Lurye não cair em Escorpião.

Amy: Como?

Mu: A gente escreve em três pedacinhos de papel Escorpião, Áries e Aquário, aí cada uma de vocês tira um papel e o que der é a casa em que vocês vão passar o mês...

Milo: Não gostei... – falou cruzando os braços. Lurye podia muito bem tirar Escorpião e aí, ninguém salvava ele.

Mu: Você não tem opção... – falou enquanto Amy pegava um papel da mão de Mu.

Milo: Ei! Quando você escreveu os nomes?! – exclamou olhando para Amy que abria o papel.

Amy: Áries... Ótimo! Não vou precisar suportar nem o congelador e nem o pervertido! – falou dando um enorme sorriso, enquanto Kamus fingia não ouvir e Milo olhava-a com raiva.

Lurye pegou um papel.

Lurye: Escorpião! – exclamou chateada. Não queria conviver com MIlo.

Amy: É Leoa, vai ter que agüentar o congelador por um mês! – falou marota em tom baixo à amiga.

Leoa: O problema não é conviver com ele, é resistir a esse pedaço de mau caminho... – sussurrou em resposta, tampando a boca em seguida, se tocando do que falara.

Amy: Tá apaixonada! – falou num sussurro quase inaudível, somente para a amiga ouvir. Leoa olhou-a com uma cara que se ela falasse mais, ia pro outro mundo sem escala em Azkaban.

Kamus suspirou. Podia não lembrar-se de Leoa, mas não queria tê-la de volta em sua vida. Sentia como se isso fosse ruim.

À noite...

Áries

Amy fazia o jantar, enquanto Mu consertava as armaduras e Kiki enchia a paciência da jovem fazendo mil perguntas sobre o mundo bruxo.

Kiki: E quais são as magias dos elfos?! – perguntou animado.

Amy: Os elfos têm poderes que todos desconhecem, pelo fato da maioria serem elfos domésticos e trabalharem pra famílias bruxas ou em escolas... – falou, sorrindo.

E continuou assim, nesse papo banal sobre o mundo bruxo.

Escorpião

Milo estava dormindo feito um bebê por conta de um feitiço de Lurye, ou ela não conseguiria fazer o jantar com os dois brigando à todo momento.

Lurye: Ele não muda... – deu um longo suspiro - Mas não vou ceder fácil dessa vez... – disse dando um sorriso malicioso, pensando numa forma de se vingar pelo escorpiano tê-la traído durante o treino.

Aquário

Kamus fazia o jantar. Leoa se oferecera para fazê-lo, mas o cavaleiro não deixara. Enquanto isso, a bruxa ficava no quarto que Kamus lhe emprestara, olhando o céu da janela. Apesar da casa ser fria devido ao cosmo do cavaleiro de Aquário, ficava só com um camisetão e um mini short.

Ouviu o cavaleiro chamá-la e foi até a cozinha. Kamus ficou surpreso ao vê-la vestida do modo que estava.

Kamus: Não está com frio? – falou, mas na verdade, estava tentando imaginá-la sem a pouca roupa que usava, repreendendo-se mentalmente em seguida, ela não era ninguém para ele.

Leoa: To acostumada com o frio... Hogwarts não é um dos lugares mais quentes do mundo... – falou olhando melhor o aquariano, reparando que ele usava uma roupa um pouco mais agarrada, marcando mais os músculos tão bem trabalhados. Parecia cansado, havia voltado do treino não fazia muito tempo.

Sentaram-se à mesa e comeram em silêncio, vez por outra olhavam um ao outro despercebidamente.

Residência Caputo, Toscana, Itália

Máscara acordou com sua mãe batendo na porta e chamando os dois para o café.

Máscara: Já vamos, mãe! – gritou de dentro do quarto, acordando Vandria.

Levantaram-se e vestiram-se lentamente. Ainda estavam meio sonolentos, gozando mentalmente ao lembrarem-se da noite anterior.

Desceram para tomarem o café com um enorme sorriso nos rostos. Quando estavam ao pé da escada, tocaram a campainha. Apressadamente, Elisabeta veio da cozinha e atendeu. Diante dela estava um homem alto, com cabelos negros cuidadosamente arrumados de forma sedutora, olhos azul-marinho, usando um terno da Ermenegildo Zegna preto risca de giz branca, com uma camisa branca da mesma marca, gravata azul escuro com listras diagonais para a esquerda pretas Salvatore Ferragamo e sapatos da Gianni Versace pretos e um cinto preto também da Gianni Versace. Do lado de fora da fazenda, atrás da cerca de madeira, via-se estacionada uma Ferrari Modena vermelha.

Homem: Bom dia. Com licença, minha senhora, meu nome é Aiken... Estou procurando minha irmã mais nova que fugiu de casa... Gostaria de saber se a viu...

Elisabeta: Bom, Sr. Aiken, certo? Se puder me falar como ela é, talvez eu possa dizer, mas acho difícil, nessa região não costumam vir pessoas que não sejam da minha família, pessoas perdidas atrás de alguma fazenda em especial ou visitantes da vinha de minha família, mas ajudarei como puder.

Aiken: Ela tem cabelos longos e ondulados verde brusco, olhos da mesma cor, a franja caindo no rosto, alta, pele branca... A senhora, por acaso, a viu?