Disclaimer: Saint Seiya e companhia não me pertence. Quanto aos originais, basta deixar os créditos e me avisar.

Doce Vampira

Capítulo 15:

O Retorno

Roma, Aeroporto

Elisabeta estava abraçando o filho, chorando feito uma criança.

Elisabeta: Não demora pra visitar sua velha mãe de novo, viu? – disse com voz embargada, não querendo soltar o filho de jeito nenhum.

Máscara: Tá, mão, eu já entendi. – disse sentindo o ar faltar, até que a senhora finalmente o soltou.

Elisabeta: E você, senhorita – virou para Vandria –, cuida bem do meu menino. – abraçou a vampira-bruxa, que, sorrindo, abraçou a senhora.

Vandria: Pode deixar. – assim que Elisabeta a soltou, enlaçou o braço do cavaleiro.

Os dois despediram-se dos demais Caputo, indo fazer o check-in para irem ao salão de embarque.

Santuário de Athena, Grécia

Estavam todos reunidos no Décimo Terceiro Templo, inclusive as hóspedes de Áries, Escorpião e Aquário. Não demorara muito para as trás serem descobertas, e agora conversavam alegremente com Saori e as Amazonas.

O que certamente surpreendeu a todos. Milo tinha tomado chá de juízo, Kamus sociável – e ciumento –. E Um deixando de ser tão quieto. Ainda havia acontecimentos de dois meses atrás para relevar, mas todos já haviam considerado que aquele Santuário virara de cabeça pra baixo.

Kiki estava amuado em seu lugar. Sentia, e muito, a falta de Tenshi. Ao longo de dois meses, em almoços e jantares, os dois haviam aprontados muitas, provando que, apesar de ter 14 anos, a mestiça não se intimidava e se comportava feito uma criança em vários momentos. Lembrava que no último jantar que houvera do Décimo Terceiro Templo, tinham conseguido invadir a cozinha e jogar numa enorme panela de arroz, remédio pra dormir que tinham encontrado em Peixes. Todos, menos eles, claro, dormiram por dois dias inteirinhos. Pra piorar, pintaram os rostos de todos, nas amazonas, bigodes e barbas, nos cavaleiros, verdadeiras maquiagens de deixarem as Drags Queens de Priscila a Rainha do Deserto morrendo de inveja. Máscara, Milo, Kanon, Shura, Shion, Shina e Marin quase mataram os dois, quase, pois Kiki foi rápido o bastante para enviar ambos para a mansão da jovem no Japão. Os demais riam dos outros e de si mesmos.

Nissa, que vinha com mais freqüência ao Santuário desde que Tenshi chegara e Sorento e Érica casaram, sentou ao seu lado, passando levemente os dedos pelas pontas da franja do garoto.

Nissa: Por que está assim? – Perguntou com voz doce e amigável, vendo os olhos do garoto brilharem pelas lágrimas que haviam se formado.

Kiki: Não sinto mais o cosmo da Tenshi, nem consigo mais estabelecer uma conexão mental com ela... – disse com voz embargada, sentindo a amazona abraçar-lhe.

Nissa: Tenshi está bem, tem a minha palavra. – e abriu os portões de sua mente para que o garoto a vasculhasse. Olhou surpreso para a Doppelgänger. – Não conte à ninguém, é o nosso segredinho. – disse marota, piscando para o aprendiz de Áries, que piscou de volta e sorriu feito o Gato da Alice.

Quase todos ergueram uma sobrancelha ao reparar na cena, mais surpresos ainda quando os dois começaram a rir e a conversas.

Nissa: Depois da primeira traquinagem, o Fuyuki nunca mais fez jantares de negócios em casa. – disse rindo.

Kiki: E qual foi?! – perguntou interessado.

Nissa: Tenshi colocou laxante no arroz. Acabou com umas três caixas. – riu-se mais ainda, fazendo todos ficarem curiosos, mas tiveram que adiar as perguntas sobre o que tanto falavam, pois Máscara e Vandria haviam chegado nesse instante.

Amy, Leoa e Lurye correram para abraçar a híbrida, puxando-a para sentar perto delas. Máscara sentou perto de Milo, Kanon, Shura e Kamus, procurando Tenshi com o olhar, estranhando não encontrá-la. Já era para ela ter chegado da missão.

Máscara: Cadê a pirralha? – perguntou, com um frio na espinha.

Milo: O cosmo da Tenshi sumiu. Shion, Um e Kiki já tentaram estabelecer uma conexão mental, mas não adiantou. A Tenshi sumiu. – disse em tom baixo e melancólico. – No dia que você foi pra Itália.

Um nó se formou na garganta do canceriano. Não admitia, mas apesar de só discutirem quando se encontravam, sentia falta. Acostumara-se.

Aliás, todos sentiam falta da geminiana. Haviam se acostumado com Tenshi sempre aprontando uma.

Depois do almoço, cada um foi para sua respectiva casa.

Áries

Kiki sequer entrou na casa. Saiu com Nissa para tomar um sorvete em Rodória. Amy e Mu sentaram na sala. Com o lemuriano deitando no sofá e apoiando a cabeça nas pernas da londrina.

Mu: O que pretende fazer agora? Athena deu o resto do dia de folga... – disse casualmente, colocando uma mecha do cabelo negro da jovem atrás da orelha.

Amy: Não sei... – um brilho cheio de segundas intenções no olhar associado à um sorriso longe de ser inocente surgiram ao falar. O cavaleiro ergueu uma sobrancelha. – Mas deixando isso pra depois, quem é aquela com quem o Kiki saiu? – perguntou, penteando os cabelos lilases do rapaz com os dedos.

Mu: Uma feiticeira Doppelgänger da Terra-Média. Tem mais de cinco mil anos. E é a amazona de Cassiopéia. Como uma senhora, foi babá da Tenshi por 14 anos. Tem parentesco com Sorento. – fechou os olhos, sentindo a paz que a bruxa transmitia.

Amy afirmou, aconchegando-se melhor no sofá e dando um suave beijo nos lábios do cavaleiro.

Câncer

Máscara imediatamente começou a mostrar a casa para Vandria, mostrando cada cômodo minuciosamente.

Máscara: E aqui, é o quarto. – disse abraçando-a pela cintura por trás, apoiando o queixo no ombro da híbrida, que sorriu enquanto apoiava as mãos sobre os braços do canceriano.

Vandria: Gostei. – sorriu um típico sorriso vampírico, observando o quarto. A cama dossel com colunas dourado-fosco com cortinas de seda negra e cobertores e lençóis em azul-marinho e vermelho-sangue. Exatamente o quarto que imaginara para o cavaleiro. – Principalmente da cama. – um tom malicioso e maroto foi captado na sua voz.

Máscara sorriu ante o tom empregado pela inglesa.

Escorpião

Milo: Que tal conhecer o Caverna das Ninfas? – perguntou para Lurye, abraçando-a e beijando levemente um dos olhos fechados da bruxa.

Lurye: Adoraria. – disse sorrindo, beijando apaixonadamente o grego.

Milo soltou-a, oferecendo o braço para Lurye segurar. A jovem sorriu e enlaçou o braço do cavaleiro.

Aquário

Havia um pequeno jardim de inverno próximo a sala da armadura, onde Kamus e Leoa sentaram-se e ficaram observando os arbustos, árvores e flores. Kamus elevou um pouco o cosmo e fez com que nevasse, tornando o local ainda mais encantador.

O cavaleiro sentou-se, apoiando as costas numa árvore. Leoa sentou-se a sua frente, apoiando-se no peito do aquariano e aconchegando-se entre os braços que a abraçaram. Ficaram conversando sobre trivialidades, apenas aproveitando a tranqüilidade do lugar.

FIM

E chega ao fim uma fic minha... Ufa! Acho que agora eu posso relaxar um pouco!

Yago: Nem pensar! Você ainda tem mais fanfics pra escrever, além do projeto pra nova série em Semi U.A. Eu vi o projeto pra série "Épica"... ¬¬

Tenshi: Quieto! É surpresa! Ò.ó (soca Yago)

Mas deixando isso de lado, em breve trarei fanfics novas, isso é um fato! Entre ela, a continuação de "Per Te", chamada "Laços do Tempo". E não perca a continuação de Doce Vampira, bom, paralela à fic. Paralela, porque é a missão da personagem Tenshi. É o que a fanfic vai contar. O nome é "Entre Dois Mundos". Ainda estou escrevendo, não apenas essa, mas várias outras fanfics! Ah, ainda tem outra fic, antes de Doce Vampira, cinco fanfics antes de Doce Vampira, bem, pelo menos de acordo meus planos, chamada "Mulheres" e vai contar direitinho a história do Milo e da Lurye, ou melhor, da missão à Bulgária!

Yago: Mas vocês só irão contemplar essas fanfics quando a Tenshi terminar, pelo menos, mais duas fanfics! (começa a abrir os arquivos das outras fanfics)

Tenshi: Tá... (desanimada, começando a digitar)

Bem, então, meus queridos leitores que comentam ou não, até a próxima fanfic! Tenshi volta, não se preocupem!

Beijos!

Tenshi Aburame