Capítulo 19. A verdade

Apavorei-me e guardei o celular no bolso, como se fosse fazer alguma diferença. Eu duvidava muito que um carro, àquela hora da madrugada, fosse dar ré apenas para me assaltar. Provavelmente eu seria estuprada umas noventa vezes por sessenta caras diferentes.

A minha idéia inicial era correr. Mas ele estava em um carro. Preferi ficar sentada, assim, caso ele me capturasse, eu poderia fugir quando tivesse chance. Se corresse agora, poderia torcer o pé e ser estuprada mais algumas vezes – de bônus.

O carro era preto, daqueles grandes que não chegam a ser uma limusine, mas que ainda assim parece do tipo que eu nunca poderia pagar. Nunca fui boa com nomes/marcas de carros. Só sei que era grande, preto e tinha os vidros escuros.

O típico carro para um estupro.

A janela do carona se abriu e um homem esticou-se do banco do motorista. Não pareciam ser gestos agressivos. Talvez ele só fosse pedir uma informação.

Talvez.

- O que uma moça dessas faz á essa hora da noite na rua? Tenho certeza que meu irmãozinho não ia gostar nada de saber disso.

Soltei a respiração, em um alívio imediato. Por mais que a penumbra não me deixasse ver seu rosto, eu sabia quem estava ali.

Uchiha Itachi.

- Vamos. Eu te deixo em casa.

Pisquei algumas vezes até compreender o que ele dizia. Confirmei afirmativamente com a cabeça e levantei-me, entrando no carona e batendo a porta com mais força que o necessário.

- Opa, desculpa. – Murmurei.

- Você está tremendo. – Ele ligou a luz do carro e pude ver suas feições tão semelhantes ás de Sasuke. O cabelo comprido estava preso em um rabo de cavalo e suas mãos tateavam no banco de trás á procura de algo. Perguntei-me se Sasuke ficaria como ele quando mais velho. E se eu ainda estaria com ele para vê-lo daquela maneira.

Como que para afastar os pensamentos deprimentes de minha cabeça, Itachi tirou o próprio casaco e pôs em meus ombros, me fazendo voltar á realidade.

- Pensei que fosse ter alguma coberta, mas não encontrei nenhuma. – Ele disse distraidamente, enquanto começava a dirigir.

Não me incomodei em tentar ver meu rosto no espelho, mas eu sabia que devia estar visível o tanto que eu tinha chorado.

- E então, quer compartilhar o porquê de estar aqui á essa hora? – Ele disse repentinamente, quebrando o silêncio desconfortável que já começara a se instalar.

Olhei para ele e fiz que não com a cabeça. Sasuke que contasse tudo á Itachi, eu não ia me incomodar com isso, não naquele momento.

- E você? – Indaguei. – O que está fazendo aqui á essa hora?

- Ia visitar Hinata. Hyuuga Hinata. Acho que o Sasuke já deve ter comentado sobre ela com você.

- É Sasuke, ela é realmente gente boa. – Itachi comentou. – Bem melhor que a última... Eu acho.

Eu tinha certeza que Itachi havia dito isso. Então, porque diabos ele tinha ido visitá-la?

Continuamos no silêncio.

Eu tinha simplesmente perdido a vontade de falar. Itachi tentava ser cuidadoso, dirigindo devagar, olhando para mim de vez em quando, para verificar se eu estava bem, mas eu apenas ficava calada, ora fitando a estrada á minha frente, ora fitando minhas mãos.

- Ás vezes o amor dói, não é? – Acabei pensando alto, meio perdida em pensamentos. Foi uma pergunta absurdamente ridícula, ainda mais para Itachi.

Mas ele não riu de mim, fez piada ou me chamou de babaca. Ele apenas apertou um pouco mais o volante e murmurou um "Sim".

Aquilo deveria ter me deixado ao menos um pouco surpresa, mas eu já havia me surpreendido demais naquele dia, então apenas deixei de lado.

Itachi dirigiu por mais alguns minutos, seguindo sempre em linha reta. Eu não sabia bem se aquele era o caminho de minha casa. Só esperava que ele não tivesse simplesmente ignorado o meu pedido de não querer encontrar Sasuke.

- Quer me fazer companhia esta noite? Acho que vou deixar para ver Hinata amanhã. – Ele disse.

Eu abri a boca para responder que não. De jeito nenhum eu ficaria na mesma casa de Sasuke naquela noite. Precisava de mais um tempo para pensar.

Sim, eu era fraca, ia fugir dele até onde eu pudesse.

- Eu não moro mais com meus pais. – Ele falou. – Então não precisa ficar nervosa. Mas se não quiser, tudo bem, eu lhe deixo na sua casa.

Peguei o celular e digitei lentamente "Vou demorar um pouco mais pra chegar em casa" e cliquei em enviar. Esperava que meu pai compreendesse.

- Eu lhe faço companhia. – Murmurei. Imediatamente a imagem de Temari falando algo como "E você finalmente pegou o irmão mais velho dele, não é, safadinha?" me veio á mente e tive vontade de sorrir.

Mas eu estava cansada demais até para isso.

Para que o aquele silêncio desconfortável não retornasse, Itachi colocou um CD para tocar, passando imediatamente para a música seis. Encostei minha cabeça na janela, fechei os olhos e adormeci ao som de End of time, do Lacuna Coil.

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Acordei enquanto Itachi me carregava pelas escadas de seu provável apartamento. Olhei em volta. Ah, era uma casa. Uma casa de dois andares, ao que parece. Os braços dele me envolviam de maneira protetora, era como ser carregada pelo meu pai. Aconcheguei-me um pouco e deixei-me voltar a dormir – eu merecia.

Senti algo macio embaixo de mim quando estava quase adormecendo por completo. Itachi havia me colocado na cama.

"Ele é um cara bom" pensei, antes de apagar de novo.

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Acordei no meio na noite. Não sei se os meus próprios gritos me acordaram, ou se eu acordei e comecei a gritar, mas o pesadelo que havia tido alguns segundos atrás ainda estava vívido em minha mente, então me encolhi e fiquei em posição fetal, desejando poder voltar ao útero de minha mãe.

Na verdade, de meu pai. Preferia ter nascido no útero dele. Por mais que minha mãe não fosse uma completa monstra como eu imaginava, isso não mudava o fato de que ela havia me abandonado.

Fechei meus olhos com força quando a luz do quarto foi acesa. Não quis ter que me acostumar com a claridade, então apenas joguei o edredom por cima de mim, escondendo-me.

- Ah, desculpe. – A luz foi apagada e joguei o edredom para o lado, apertando os olhos numa tentativa de enxergar alguma coisa. A janela aberta deixava a luz da lua iluminar um pouco o quarto, de forma que eu podia diferenciar a escuridão das formas de Itachi.

- Não, quem pede desculpas sou eu. Te acordei?

Ele sentou-se na beira da cama de casal.

- Sim, mas sem problemas, eu também não estava tendo um sonho muito bom.

Olhei para o chão. Tinha um colchonete ali, que era onde Itachi provavelmente estivera dormindo a noite inteira. Fiquei me sentindo mal por ele ter dormido no chão graças á mim.

- Sonhou com o quê? – Perguntou. Eu estava me sentindo como uma criança perto de Itachi. Ele era realmente como um pai. Eu sentia vontade de me aninhar em seu colo e contar tudo que estava me fazendo mal.

Por mais que só tivesse falado com ele uma única vez, me sentia segura ali. Sentia que com Itachi meus segredos estariam guardados, seguros.

De alguma forma, eu confiava nele.

- Sasuke. – Respondi sem muitos detalhes.

"...e Hinata se beijando, transando, tendo oitenta filhos, casando, morrendo juntos e vivendo como anjos no céu por toda a eternidade." Essa foi a parte que preferi guardar para mim mesma.

Itachi ficou em silêncio, como se estivesse pensando se ele deveria ou não me forçar a detalhar todo o sonho. Aproveitei a deixa para ser a minha vez de perguntar.

- E você, estava sonhando com o quê?

- Com Hinata.

Céus, aquilo estava parecendo o Clube do suicídio. Já não bastava eu estar no dia mais depressivo da minha vida, Itachi parecia estar no dele também.

- Você... Gosta dela? – Eu tinha meio que sacado isso, mas, bem, era sempre bom confirmar.

- Desde que ela tinha 14 anos. – Aquilo soava meio pedófilo. Fiz as contas. Eu imaginava que Itachi tinha por volta dos 21, 22 anos. O que queria dizer que na época ele tinha por volta dos 18. É, realmente, não era uma idade "ruim". No século XXI, isso já era mais do que comum, então dei de ombros.

Ele suspirou e colocou a mão no rosto.

- Então por que Sasuke estava com ela? Eles não namoraram por tanto tempo assim, certo? – Encostei minhas costas na cabeceira da cama, sentando-me.

- Ah. – Murmurou. - Imaginei que Sasuke não fosse te contar, de qualquer forma, acho que esse é um dos assuntos que ele mais detesta.

Tentei não me sentir traída. Foi meio que impossível. Saber que Sasuke não tinha compartilhado alguma coisa comigo doía. Mas, bola pra frente, tem certos assuntos que a gente não gosta mesmo de falar. Eu também não falava muito da minha mãe ou da minha criação, então, estava tudo bem, Sasuke não estava errado em esconder aquilo de mim. Forcei minha mente a se conformar.

- Realmente, é provavelmente o assunto que ele e eu mais detestamos.

Permaneci em silêncio. Talvez eu soubesse tudo que havia acontecido entre Hinata e Sasuke com aquilo, mas eu não sabia bem se queria ouvir. De qualquer forma, a opção era de Itachi. Se ele me contasse, eu ouviria, se ele não quisesse me contar, eu não insistiria.

Ele respirou fundo, e eu soube que ia começar a falar.

- A família Hyuuga e a família Uchiha são donas de grandes empresas, como você deve saber. – Confirmei com a cabeça, meio surpresa por ele ter começado o assunto facilmente. Itachi não estava olhando para mim, fitava a parede, como se estivesse perdido em pensamentos. – Isso acabou fazendo com que meu pai e minha mãe entrassem num acordo com a família Hyuuga para que os futuros líderes de ambas as empresas se casassem. No caso, os filhos mais velhos.

Pisquei, absorvendo a primeira parte da história. Sim, aquilo se encaixava. Com o que eu havia pensado, com o que Neji havia dito durante a briga com Sasuke.

- Eu e Hinata sempre fomos amigos, estudávamos no mesmo colégio e estávamos sempre juntos. – Ele abriu um sorriso, como se estivesse se lembrando de algum momento engraçado junto dela. – Nos divertíamos, passávamos o intervalo juntos e íamos ao shopping depois das aulas de sexta-feira. Mas quando eu saí do colégio, quem ficou lhe fazendo companhia foi Sasuke. Eu já tinha reparado os olhares que Hinata dava para ele de vez em quando, mas nunca parei realmente pra pensar nisso. Eu e ela já estávamos avisados que teríamos que nos casar, mas nós não ligávamos muito para isso, era como se fosse o destino, estávamos conformados com o casamento.

"Era óbvio que eu a amava, e parecia que ela me amava também. Nós nos falávamos todos os dias á noite. Eu nunca cheguei realmente a me declarar pra ela, também não conversávamos sobre o futuro... Mas eu achei que fosse porque tudo estava simplesmente garantido. Que simplesmente ficaríamos juntos. Que nada ia mudar isso, que falar desse tipo de coisa não fazia o menor sentido."

- Você se enganou? – Deixei escapar, interrompendo a história.

- E como me enganei. – Ele respondeu. O sol começava a nascer e já iluminava o quarto, de forma que eu vi perfeitamente o sorriso amargurado que brotou em sua face assim que ele disse aquelas palavras. – Mas mesmo que eu me declarasse para ela, a situação não ia mudar. Eu descobri tarde demais o quão apaixonados Hinata e Sasuke estavam. Eu já estava ocupado com o trabalho, não podia ficar tanto tempo com ela. Isso me fez perdê-la aos poucos. Quando ela foi discutir com seus pais sobre o casamento, não foi para apressá-lo ou algo desse gênero. Foi pra implorar para que ele fosse desfeito.

"Ela chorou, falou com meus pais, disse que tudo que ela queria era poder casar com Sasuke. Disse que não tinha interesse naquele casamento arranjado estúpido, que não queria que sua vida fosse controlada. E eu entendi o que ela queria dizer. Ela não tinha obrigação de fazer aquilo, então eu concordei com o fim do noivado. Sasuke falou comigo também, perguntou como eu me sentia. Eu disse que estava tudo bem, que também queria ser livre, que não tinha vontade de casar com ela, que eu e Hinata éramos apenas amigos. E ele acreditou na minha mentira, e os dois começaram a namorar. Isso foi no fim do ano passado."

Ele levantou-se e fechou a cortina, impedindo a luz do sol de adentrar no quarto. Permaneci imóvel na cabeceira da cama, processando as informações.

- Você fez de tudo pela felicidade dos outros. Sacrificou a si mesmo. – Franzi a testa. – Sacrificou sua própria felicidade.

- A felicidade de Hinata vale muito mais do que a minha.

Preferi ficar calada e continuar ouvindo a história depois disso. Se Itachi considerava Hinata tanto assim, ele provavelmente odiaria saber que era por minha culpa que ela não estava feliz.

Eu tenho certeza que o ápice da felicidade de Hinata seria montar uma família de Sasuke, o que definitivamente era contra a minha felicidade.

E eu não era tão bondosa quanto Itachi para colocar a felicidade dos outros na frente da minha.

- Mas ela acabou entrando em depressão um tempo depois, com o término do namoro. Eu briguei bastante com o Sasuke nessa época. – Ele prosseguiu, sentando-se ao meu lado. – Era pra eles serem felizes, totalmente felizes, depois que eu os havia deixado livres para ficarem juntos. Hinata voltou a me procurar depois disso. Comecei a ignorá-la. Fiquei bravo com Sasuke, mas isso foi rapidamente superável, apenas continuei odiando Hinata. Odiei-a como nunca havia odiado ninguém por ela ter me procurado assim que terminou com ele.

Pensei que ele fosse dizer "Odiei-a por ela ter traído Sasuke com Kiba", mas ele não disse. Será que Itachi pensava que eu não sabia de tudo aquilo e achava que Sasuke preferia que eu não soubesse?

Não, ele parecia estar realmente dizendo tudo que estava preso dentro de si, se abrindo de verdade. Então por que ele ficou bravo com Sasuke? Sasuke era a vítima da história toda. Ele que havia pego um par de chifres.

- Isso foi mais ou menos na época que eu te conheci. Eu estava odiando-a naquele momento. – O que finalmente explicava o porquê dele ter falado mal dela naquele dia. – Já estava tudo bem entre eu e Sasuke. Por mais estúpido que ele tenha sido por causa da pressão dos meus pais, eu acabei deixando de lado. Eu sabia e sei que a senhora Mikoto pode ser bem persuasiva quando quer.

- Como assim? – Perguntei confusa. – Por causa dos pais de vocês?

- Sim, Sasuke não lhe contou nem ao menos essa parte? Ele e Hinata só terminaram porque meus pais acabaram indo contra o relacionamento dos dois, eles achavam que ele não seria o suficiente, já que não seria o chefe da empresa, e continuavam querendo uma união com os Hyuuga que fosse duradoura. Sasuke não aguentou a pressão e terminou com ela.

E então eu entendi.

Itachi era como Neji.

Não fora Hinata que havia mentido para Neji sobre o porquê do término do relacionamento. Provavelmente havia sido Sasuke. Para que ela não fosse odiada.

E ele havia mentido para Itachi também, para que ela não fosse odiada por ele.

Era mais uma das mentiras de Sasuke.

- Voltei a falar com ela recentemente. – Itachi continuou a história, não sabendo da compreensão que se formava em minha mente. - Acabamos deixando tudo para lá e voltamos a ser amigos. Nunca parece ser o suficiente, mas eu já me sinto satisfeito. Estava indo visitá-la quando lhe encontrei no ponto de ônibus.

- Itachi... – Falei, sem conseguir me conter. Eu sabia que Sasuke me mataria por tomar uma decisão como aquela, estragando todo o plano que ele havia arquitetado. Mas de alguma forma, eu precisava dizer. Não era porque eu queria ver Hinata ferrada e acabada. Talvez no fundo pudesse até ser isso, mas eu sentia que precisava contar aquilo para Itachi. Ele estava se abrindo comigo, me contando toda a sua dor. Eu devia a verdade para ele. Eu devia-lhe aquilo. – Não foi por esse motivo que Sasuke e Hinata terminaram.

- Não foi? – A expressão triste foi substituída por uma carranca de dúvida.

Fiz que não com a cabeça. Agora Itachi era a criança. E eu estava prestes a contar que papai Noel não existia.

- Não. - Engoli a saliva e meus lábios tremeram levemente. – Sasuke terminou com Hinata porque ela o estava traindo.

Ele soltou o ar com força e começou a balançar lentamente a cabeça em negação. Eu não consegui parar por ali.

Era a minha vez de contar o porquê de eu estar naquele ponto de ônibus àquela hora.

- Eu fui até Hinata para discutir de quem era o filho que ela está esperando. Porque ela diz que ele é de Sasuke.

Foi a primeira vez que vi Itachi chorar.

Fiquei calada, revendo minhas ações, tentando me culpar.

Eu não consegui. Eu sentia que havia feito a coisa certa. Itachi merecia a verdade, e eu a dei para ele. O máximo que podia fazer era afagar-lhe a cabeça e tentar lhe dar algum apoio, mostrar que eu estava ali para ajudá-lo. Comecei a me aproximar, mas antes que eu pudesse dirigir qualquer gesto caloroso para ele, Itachi esfregou os olhos e respirou fundo, olhando na minha direção.

- Eu vou resolver isso pra você.

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MOTHER OF GOOOOOOOOOOD! Eu finalmente cheguei nessa parte *se estala toda*, tá, daqui pra frente não está realmente planejado, então vou ter que pensar muito pra fazer minha mente funcionar e conseguir fazer um final decente pra essa fanfic. E ACREDITEM, VAI SER A PRIMEIRA FANFIC QUE EU TERMINO NA VIDA. One-shots não contam, claro. Céeeus! Olha que emocionante. E que ficwriter vagabunda, mas tudo bem, daqui pra frente terminarei muitas e muitas e muitas até morrer. Daí um dia eu publico um livro e alcanço a auto-realização, KAPOSDKAFPOAPOFA, mas pra isso ainda falta muito, muuuuuuito! Enfim, minhas amadas (amados? Os meninos lêem alguns capítulos, comentam e sempre me abandonam depois, mas vai saber T-T, de repente tem um que admira secretamente a fanfic e não comenta nada nunca. Convido-lhe a me dar um oi, eu sou legal), espero que vocês tenham gostado do capítulo. Eu tinha terminado ele no finalzinho de março, mas o re-li e vi que não tinha ficado tão legal, então refiz algumas partes dele, mas a ideia geral continua aí (E eu to sem internet, então só deu pra postar hoje, já que no feriado eu tive que ficar em casa mongando). O Itachi não é um fofo? AWWWWWWWN, eu me apaixono toda vez. Sério, escrevendo a cena da Saky/Itachi no quarto deu uma vontade louca de fazer eles começarem um love hard ali, mas né, não pode ;x Depois eu faço uma fanfic M Itasaku e fico feliz.

E SE NÃO TIVESSE TIDO ESSE FERIADO EU TERIA POSTADO SÓ 2 DIAS DEPOIS DO PRAZO \O/

Enfim, reviews! *0*

Biahcerejeira: CRYYYYYY, desculpa ter demorado, fofa. Aqui está o capítulo, espero que ele satisfaça as suas expectativas. *-* Eu também adoro o pai da Sakura, ;-; Ele é foda. E quase acertou. É um cara da mesma família ~. E GOSTOSO IGUALMENTE, OMGGGGGGGGGGGGGGGG. Talvez mais gostoso pelo cabelo comprido. Ah, não tem essa, os dois são muito gostosos, seria errado escolher só um deles. Ç_Ç Enfim, aqui está o capítulo, um beeeijo e espero que goste.

Strikis: SIM, É O DESTINO, ESTÁ ESCRITO NAS (apaixonada louca compulsiva maníaca e tudo mais). Né, ela fodeu tudo o amor, pqp ç_ç Enfim, talvez ela tenha o lado dela, né? Não seeeei, acho que até as "vadias" tem suas razões. Enfim, espero que goste do capítulo! Beijo.

Saakura-chaan: É o Itachi-tesudo-pra-caralho-por-favor-venha-para-a-minha-cama. Acalme-se pra elas não ficarem no toquinho que nem as minhas, porque AQUI ESTÁ O CAPÍTULO! (coros de aleluia) Sofreu muito? ;-; AAAh, você assistiu? Eu amo o Kaname e nunca gostei muito do Zero. Amei totalmente o final deles irem embora juntos, era tudo que precisava pra ser um anime foda. E a Yuuki é LINDA, principalmente como vampira, omg! E eu amo, AMO as OPs e os EDs. Já assistiu Kaichou wa Maid-sama? Se um dia você quiser, eu posso fazer uma listinha de animes fodas pra ti, porque OMGGGGGG, conheço tantos perfeitos ;-; Nãao, não tinha dito AKDPOSAKFPOAS. Ri, eu sei como é, eu tinha que fazer isso com a interrogação na casa da minha tia, eu tentava botar um "/", mas ninguém entendia que era uma pergunta, daí eu acabei ficando puta e procurando a interrogação toda a vez. Enfim, espero que goste do capítulo *-* Um beijo s2

Karolyn Harumi: Eu te disse qual era a trilogia em uma das suas fanfics, mas aqui repito: Jogos Vorazes! Hunger Games! OMGGGGGGGG, adoro muito. Não era o Sasuke e nem alguém que queria atrapalhar tudo. E tem uns capítulos que o Susuke não aparece né? Tadinhooooooooooo, um dos personagens principais foi pro cu /CRY. T—T eu to de castigo agora por ter tirado duas notas vermelhas, colégio de freira babaca, manda a minha mãe assinar as provas, daí eu só me fodo, e me fodo mais e mais e mais e PUTA QUE PARIU! Enfim, espero que você goste do capítulo, *-* E wtf essa parada do mendigo? Eu ri horrores, quase não conseguia digitar. AKSDPOKPOASFKASPOFKASP, enfim, um beijo e até o próximo chapter. Beeeeeijos carinhosos dos ursinhos carinhosos coloridos do arco-íris (tentando parecer alegre).

Saky-Tenshi: Demorei muuuuuuito? Espero que não, e sorry pelo último capítulo ter ficado curto, espero que esse dê uma compensada marota. Beijos!

Mimz'aa: ASKPDOKPOFKA POXA, NÃO ME ODEIA MIM'S Ç_Ç AAAh, e que bom que tens skype, você viu que eu dei o meu pra ti no facebook? (A internet daqui não abre fb pra eu ver). Enfim, espero que tenha gostado do último capítulo e que goste desse também. Um beeeeijo com amor! ~

Wilma: Aaaaaqui está a continuação, espero que você goste dela! *-* LOL, sério que você gostou tanto assim? Omg, fico SUUUUUPER feliz. E virou a madrugada lendo? (emocionada) Obrigada pelo carinho, linda. Um super beijo, e espero mesmo que você goste desse chapter!

Agora vou fazer o meu trabalho de física gigante, depois o de Educação Física, depois o de Química... E daí posso ir pro ponto de ônibus, pegar um ônibus que vai demorar quase 2 horas até a minha casa. Daí eu chego, ligo pro Mor e durmo. É, cara, que merda, queria voltar pro nono ano. Táxi, nunca queria nada com nada, mas ta, tudo bem. T-T

Enfim, espero que toooodas vocês (e o meu possível admirador secreto) gostem desse capítulo e que tudo tenha ficado claro. Acho que no próximo capítulo vai ter barraco (pra quem gosta, sim, estou falando com você, Karolyn AKASDPOKAPOFKASPO), mas acho que ainda estou na segunda página dele, então não tenho muita certeza. Em breve acho que vou postar alguma one-shot também, to ficando meio deprimida que a fanfic ta chegando ao fim ç_ç Enfim, um super beijo para todas (+ meu admirador secreto) e que a Páscoa de vocês tenha sido ótima e que tenham ganhado muitos chocolates e comido todos eles sem engordar uma grama! \O/ (A menos que você queria engordar, aí que tenha engordado até não dar mais ?)

Maah. Sakura Chinchila

09/04/12.