Lembranças? Não, obrigada!

Capítulo XV

Olha só, não vou pedir desculpas de novo por que já tá virando sem-vergonhice da minha parte. Eu atraso, vocês arrancam os cabelos, eu peço desculpas, vocês desculpam, e eu atraso de novo. Uma safadeza só, mas não é por querer, juro! Só posso dizer ao meu favor que estou tentando por o melhor nos capítulos, e às vezes não fico satisfeita e tenho que reescrever uma, duas, dez vezes até ficar a altura do que eu acho que vocês estão esperando.

Espero que esteja valendo a pena, tenham certeza que eu tenho o maior respeito do mundo por quem acompanha minhas histórias, se não estou sendo pontual com vocês não é por falta de respeito ou dedicação.

E de novo aviso, tá cheio de safadeza aí pra baixo, ok?

Esse capítulo tá bem docinho em homenagem ao dia dos namorados.

-W-

Sam tinha certeza que havia uma entrada em algum lugar. Tateou as paredes, embaixo da mesa e nada. Sua atenção foi despertada pelo tapete puído, levantou-o e lá estava, uma pequena trava no chão, puxou-a e um alçapão se abriu.

_Senhores, a biblioteca de Samuel Campbell!

Bobby estava boquiaberto, Dean tinha os olhos ligeiramente arregalados.

_Nossa Sammy? Como você descobriu isso?

_Escutei uma conversa do velho Samuel sobre um texto antigo que ele precisava buscar na biblioteca, deduzi que só podia estar por aqui, oculta em algum lugar.

_Ok, rapazes, comecem a procurar.

_O que exatamente Bobby? Pelo que devemos procurar?

Dean perguntou olhando desanimado para a imensidão de livros, mapas, cadernos de anotações e mais uma infinidade de papel velho, dispostos a sua volta.

_Qualquer coisa que nos dê uma pista sobre Eve, como encontrá-la, como matá-la!

Começaram a trabalhar, Sam sentado à mesa, Bobby escaramuçando as prateleiras, Dean pegando um livro ou outro e se sentando também à mesa do lado oposto de Sam com os pés cruzados sobre o tampo.

_Dean, tira os pés da mesa, cara!

_Ih, princesa! Qual é? Tá cuidando da mesinha do vovô, é?

_Vai se ferrar, babaca! Só tô pedindo pra ter um pouco de educação, tá com os pés enfiados na minha cara, mano!

Sam respondeu sem alterar a voz, sequer levantando as vistas do livro que estava lendo, Dean resmungou alguma coisa chamando Sam de fresco, mas tirou os pés da mesa, Bobby levantou as sobrancelhas para cena de encrenquinha de irmãos, depois abanou a cabeça em desânimo. Nunca ia entender aqueles dois, uma hora estavam de cochichinhos pelos cantos, de namorico arrulhando igual dois pombinhos, tentando ser discretos e se esconder dele, mas falhando miseravelmente, depois ficavam de provocação, Dean particularmente não parava de atazanar Sam até ele ficar irritado de verdade, às vezes Bobby tinha até que dar uma bronca neles pra pararem de criancice.

Bobby chegou à conclusão que eles tinham encontrado um inusitado ponto de equilíbrio naquele relacionamento esquisito deles.

A maior parte do tempo Dean agia como o irmão mais velho que era, pelo menos quando Bobby estava presente, embora as vezes Sam virasse o jogo e tomasse alguma atitude que deixava claro tanto pra Dean quanto para o velho caçador, quem é que ditava mesmo as regras daquele relação.

Se Dean estava extrapolando em alguma coisa, fosse bebida, comida, jogos, ou pegando pesado nas brincadeiras, se estava muito agitado e encrencando com tudo, Bobby já tinha visto Sam cruzar os braços e lançar seu olhar de zanga pra cima dele, falando seu nome em tom de aviso. Era até engraçado como Dean murchava na hora, mudava de atitude, sorrindo amarelo e parava imediatamente com a provocação ou fosse lá o que fosse que estava desagradando Sam. Nesses momentos Bobby sorria e se o clima permitisse tirava sarro da cara dele dizendo que finalmente alguém tinha passado o laço no pescoço de Dean Winchester e o mantinha em rédea curta, bem quietinho, manso feito um carneirinho.

Sam chegava mesmo ao ponto de pegar tanto no pé de Dean por causa da bebida que tirava o copo da sua mão sem cerimônia se achasse que ele estava passando do limite. Limite esse aliás, que ao que tudo indicava, era estabelecido por Sam. Dean ciscava e rateada igual a um galo de briga, mas raramente desafiava essa nova autoridade de Sam sobre ele.

Bobby assistia essa interação com curiosidade e um ligeiro assombro por que até então, por tudo que já tinha visto, ninguém mandava em Dean Winchester, ninguém! Mas bastava um olhar torto de Sam e Dean abaixava a cabeça. Bobby não perdia uma oportunidade de infernizar Dean, sacaneava sem dó, chegava a tirar onda ameaçando chamar Sam pra dar uma bronca nele, quando queria que fizesse alguma coisa e Dean ficava enrolando.

A contrapartida dessa autoridade toda que Sam tinha sobre Dean era que Sam fazia de tudo por ele, toda atenção, todo carinho, todo cuidado e dedicação. Dean continuava completamente arredio, sempre fugindo de ser cuidado e confortado, continuava se esquivando, reclamando que não precisava de nada, que sabia se cuidar, que seus ferimentos não eram tão graves, que ele não era uma boneca pra Sam ficar pajeando, as vezes se irritava mesmo e mandava Sam ir brincar de dar comidinha para Barbie e largar do seu pé, mas Sam não se intimidava pelo seu comportamento agressivo, nem pela cara de poucos amigos ou o jeito vexado e constrangido, retrucava que ele era um ingrato metido a bonzão que achava que não precisava de ninguém, mas continuava com seus cuidados, perseguindo Dean pela casa de Bobby com gaze, álcool, algodão, ou o que fosse que ele precisasse para tratar-lhe as feridas que sempre eram muitas. Bobby já tinha visto Sam cuidar dos seus ferimentos, enquanto chamava sua atenção em cochichos se esforçando para Bobby não ouvir, pedindo pra ele ser mais cuidadoso, não se arriscar, dizendo que não podia perdê-lo, mandando-o calar a boca e ficar quieto enquanto ia passando bronca nele por causa de sua mania de tomar a frente de tudo, se arriscando demais.

Definitivamente tinham alcançado um ponto de equilíbrio curioso entre o relacionamento de irmãos e de amantes. A linha divisória era bem clara, principalmente quando envolvia Sam e algum risco. Dean se punha sempre a frente como o irmão protetor que era, Sam seguia sua liderança sem questionar e Bobby podia perceber que Sam só se sentia realmente seguro com Dean ao seu lado. Nos demais aspectos da vida deles entretanto, a última palavra era sempre de Sam, e até onde Bobby podia avaliar, contra tudo e contra todos, inclusive ele mesmo com suas piores previsões, aquilo estava dando certo pra eles e isso era muito bom.

-W-

A biblioteca de Samuel Campbell se mostrou uma fonte inestimável de informação afinal. Descobriram não só como derrotar Eve, mas como localizar a única arma que poderiam ter contra ela.

Bobby voltou para o ferro velho ficando encarregado de organizar os matérias que eles poderiam precisar, inclusive suprindo-os de grande quantidade de peças de ouro tiradas do espólio os dragões que haviam derrotado, Sam e Dean voltaram para o motel onde estavam hospedados a fim de juntarem suas coisas e rumarem para o ferro velho no dia seguinte pela manhã onde, se tudo desse certo encarariam a mais louca aventura de suas vidas.

-W-

Dean dormia profundamente, Sam não conseguia dormir. Estava preocupado.

Finalmente tinham descoberto como liquidar com Eve, a Mãe de todas as criaturas, mas não lhe parecia que seria um trabalho fácil, por que mesmo contando com a ajuda de Castiel, viajar para o passado era uma coisa perigosa. Tinham que viajar até 1861, achar a colt, localizar a fênix, matar a criatura e trazer suas cinzas de volta ao presente já que essa era a única arma conhecida contra Eve.

Sam olhava Dean dormir pensando sobre como ele podia estar tão seguro que aquilo ia dar certo. Era nesses momentos que Sam conseguia sentir mais intensamente, mais claramente a relação de irmãos entre eles, porque Dean simplesmente o tirava do sério com aquelas infantilidades dele e Sam se sentia de novo o caçula correndo atrás do irmão avoado e impulsivo, fazedor de besteiras e arranjador de encrencas que Dean era.

Dean estava simplesmente encantado com o fato de irem para o velho oeste, parecia até que ia fazer turismo e não sair em uma caçada que era de longe a empreitada mais perigosa que já tinham enfrentando, estava inclusive empolgadíssimo com as vestimentas e não parava de falar em lojas e trajes que poderiam usar, Sam já tinha brigado com ele umas dez vezes dizendo que não estavam indo a um baile a fantasia e sim caçar um monstro, Dean tinha ficado chateado à beça, dizendo que ele não sabia se divertir e era um estraga prazeres. Sam retrucou que não era um estraga prazer porque não havia prazer nenhum em ser lançado numa viagem pelo tempo-espaço que podia muito bem dar errado e eles irem pararem qualquer lugar e em qualquer época da história.

Ao final das contas acabaram discutindo e ficando cada um num canto do quarto, emburrados e lançando olhares sentidos na direção um do outro. Por fim Sam acabou dando o braço a torcer como sempre acontecia quando discutiam por alguma bobagem assim, apenas porque estavam nervosos e preocupados. O jeito de Dean enfrentar situações de tensão permanecia o mesmo, fazer de conta que estava tudo bem e que nada podia dar errado e se divertir com o que tivesse à mão. Sam conseguiu finalmente entrar no clima dele, não sabia o que estava por vir, mas não era como se pudesse evitar o inevitável. Tinham realmente que conseguir as cinzas da Fênix e pra isso tinham que viajar ao passado e vivenciar aquela louca aventura, e se Dean conseguia deixar a preocupação com o perigo eminente de lado pelo menos por um tempo, Sam ia fazer o possível para não estragar a brincadeira dele.

Um ou dois comentários de duplo sentido sobre uso de botas e chapéus, cintos de couro e coletes lançados em tom desinteressado por Sam do outro lado do quarto, foram o bastante para fazerem Dean esquecer a raiva e desmanchar a tromba, abrindo um sorriso todo safado, fazendo Sam sorrir também e revirar os olhos se rendendo.

Ficou cismando mais um pouco navegando pelos sites em busca do máximo de informação possível até sentir os olhos pesarem de sono, desligou o computador, se espreguiçando, estalando os ossos do pescoço e esticando os músculos das costas. Estava exausto.

Olhou novamente para Dean dormindo parecendo mais uma pintura de tão lindo, e como acontecia as vezes, foi pego pela estranheza daquele relacionamento. Era seu irmão dormindo ali, todo largado, relaxado e sereno, só com um short velho.

Seu irmão mais velho, que tinha feito caminhõezinhos de latas velhas para eles brincarem, que tinha ensinado Sam a nadar, que ia buscá-lo na escola, que comprava suas brigas quando ele ainda era muito pequeno pra se defender.

Seu irmão que tinha ido para o inferno por ele.

Seu irmão que tinha sido apaixonado por ele, em segredo, a vida inteira.

Seu irmão, pelo qual ele também era perdidamente apaixonado.

Seu irmão que o tinha deixado todo quebrado e dolorido.

Seu amante.

O único homem na face da terra que ele desejava. O único que ele permitiria tocá-lo daquele jeito, o único que ele ansiava tocar.

Sorriu pra si mesmo na penumbra do quarto, pensando no quanto o relacionamento deles era intenso, mesmo passado já tanto tempo. O corpo dele ainda mexia com Sam como na primeira vez em que o tocou com luxúria, ainda sentia-se desesperado e sem chão como no primeiro beijo, quente e faminto como na primeira vez que se entregou a ele.

Olhando-o dormir rememorou a noite, sorrindo e pensando que tinham tido uma sessão de sexo daquelas. Mais uma de muitas, aliás.

Sam nem se lembrava direito como tinham acabado no banheiro, dentro do box. Os músculos das suas coxas e braços ainda estavam trêmulos, exaustos de sustentar o corpo pesado dele, enlaçado na sua cintura com as pernas, e no seu pescoço com os braços enquanto Sam, em pé, com as costas na parede de azulejo frio do banheiro, o segurava firme deixando-o usá-lo como apoio para subir e descer no seu pau.

Tinha sido uma transa e tanto e depois do banho Dean ainda o surpreendeu prensando-o contra a pia enquanto ele se barbeava, esfregando o pau duro de novo na sua bunda, arrancando sua toalha da cintura, querendo meter nele todo afoito como se não tivessem acabado de transar.

Dean beijou e mordeu suas costas, coxas e bunda com uma fome absurda conseguindo excitá-lo muito rápido, exigiu de um jeito mandão que raramente ele assumia na hora do sexo que Sam colocasse a perna em cima da pia usando-a como apoio, xingando e praguejando, dizendo pra ele abaixar um pouco para poder meter, porque ele era muito alto.

_Abaixa, caralho. Você é muito alto, abaixa um pouco Sammy.

Sam sorriu ao se lembrar do jeito bravo dele quando depois, quando estavam os dois largados no chão do banheiro, saciados e suarentos, caiu na besteira de tirar sarro o chamando de nanico.

Deu o que fazer pra segurá-lo, Dean se levantou de um salto chamando-o de um monte de nomes feios e mandando ele se foder. Nem Sam dizendo com toda safadeza do mundo que topava se foder de novo com ele serviu para acalmá-lo. Dean virou a cara, empinou o rabo e se enfiou embaixo do chuveiro todo bicudo, Sam teve que entrar com ele e passar uns bons minutos adulando e se desculpando até ele aceitar e deixar-se tocar novamente por Sam, resultado; Sam de pernas abertas, joelhos meio dobrados, bunda empinada, sentindo o frio do azulejo de novo, só que desta vez na cara e no peito, as costas bem quentinhas com Dean grudado nelas castigando-o por trás, puxando seus cabelos e mordendo seus ombros, dizendo que ia mostrar direitinho pra ele o que o nanico sabia fazer.

Sem contar que iam precisar comprar mais condicionador de cabelo, porque aquela tinha sido mais uma inovação da noite, creme de cabelo como lubrificante.

Sam até apostou com ele que toda vez que Dean fosse lavar o cabelo ia ficar duro só por causa do cheiro do condicionador.

Ainda sorrindo deitou-se na cama, beijando Dean na têmpora, que rolou e se aninhou no seu peito, sem acordar. Sam o envolveu no seu abraço de urso Teddy. Em menos de cinco minutos ressonava suavemente.

-W-

Como Sam previra a aventura no oeste não foi nada fácil, muito embora tenha conseguido localizar a colt e Dean tenha se batido num duelo ao velho modo dos cowboys e tenha, sabe Deus como, vencido a Fênix, não conseguiram trazer as cinzas. Mas mais uma vez o destino mostrou-lhes que alguém lá encima estava a favor dos Winchester porque quando até mesmo Dean se achava desesperado sem ver como poderiam vencer Eve, receberam a melhor encomenda de todas e pelo correio.

As cinzas da Fênix embrulhadas para presente.

Enquanto Bobby e Sam se dedicavam às pesquisas tentando descobrir o paradeiro de Eve, Dean confeccionava balas recheadas com as cinzas e municiava as armas.

Dean estava agitado incomodando Sam e Bobby, atrapalhando suas pesquisas.

Depois de muito atormentá-los avisou que ia sair um pouco porque não aguentava mais ficar trancafiado ali dentro do ferro velho enquanto não descobriam uma pista de Eve. Sam não gostou nada desse comportamento dele, mas não era como se pudesse segurá-lo por ali, então apenas acompanhou com o olhar estreitado em forma de aviso Dean apanhar as chaves do impala e sair porta afora sem dizer pra onde estava indo.

Pouco mais de uma hora depois o celular de Sam tocou, reconhecendo o número no visor Sam se levantou para atender, se afastando do escritório e dos ouvidos apurados de Bobby.

Sem nem cumprimentar Dean, foi logo questionando.

_Onde você tá, hein?

_To num lugar muito bacana Sammy!

Dean respondeu todo risonho do outro lado da linha, ignorando a voz zangada de Sam.

_Dean, se você estiver no bar novo de stripper que abriu no centro eu vou te matar!

_Porra Sammy! Cê é foda hein, cara! Eu tava brincando cacete! Eu falei aquilo brincando, nunca que eu ia lá escondido de você,que merda!

Sam se arrependeu na hora, ele e aquele ciúmes dele, claro que Dean não tinha ido lá, que idiotice, tinha sido só mais uma provocação besta dele.

_Tá! Eu sei, desculpa, falei besteira! Desculpa.

Dean fez um som de zanga pelo telefone.

_Desculpa vai, Dean! Fala, onde você tá?

_Paradise...-Dean fez uma pausa dramática antes de continuar – Paradise Motel, suíte Mirrors! Você não vai acreditar nisso aqui!

_Dean!

_Sammy, dá uma enrolada no Bobby e corre pra cá, vai!

_É espertinho? E como eu faço pra enrolar ele, hein?

_Sei lá, se vira! Mas vem logo!

_Ai puta merda, você me arruma cada uma. Porque você não ficou aqui para enrolar ele e eu não fui pra aí te esperar bem sossegadinho, hein?

_Porque eu que tive a ideia, espertinho!

_Tá, vou ver o que eu faço aqui.

_Sammy...

_Hum?

_Não demora viu, porque eu tenho uma surpresa te esperando!

_Surpresa? Hum, sei não? Acho que eu já conheço essa sua surpresa!

Dean riu, um som límpido e claro que sempre fazia Sam rir junto com ele.

_Isso também, mas é outra coisa!

_O que Dean? O que você tá aprontando, hein?

_Vem logo que você descobre!

_Dean...

Sam ficou com o telefone na mão ouvindo o sinal de linha vazia, sorrindo feito um idiota para o nada.

Voltou para o escritório pensando em que desculpa inventar para conseguir se safar dali.

Depois de uns minutos andando pra lá e pra cá sem conseguir pensar em nada Bobby o surpreendeu.

_Se estiver muito difícil de achar um jeito pra me enrolar Sam, você pode simplesmente dizer que vai sair. Você sabe, não tem que pedir minha permissão pra ir encontrar com o safado do seu namorado!

Sam estacou no meio da sala ficando roxo de vergonha, Bobby riu da cara dele e completou.

_Sam, eu posso estar ficando velho, mas ainda não estou surdo!

_Bobby, eu não...

_Ah, cala boca e se manda da minha frente, moleque!

-W-

Sam estava gostando muito daquilo, sim senhor, muito mesmo. Tinha gostado do quarto cheio de espelhos e tinha gostado da surpresa, só não sabia se estava gostando mais da imagem que via, ou do que veria quando saísse do banheiro.

Virou de costas e torceu o corpo contemplando sua imagem refletida no espelho.

Nada mal, nada mal mesmo.

Voltou a se olhar de frente, ajeitou o cinto e puxou as luvas, enfiou o chapéu na cabeça, meio quebrado de lado! Tinha até perneiras, cara! Estava se sentindo um perfeito cowboy. Sorriu, estava mesmo bonitão.

Abriu a porta do banheiro e deu um passo pra dentro do quarto cheio de espelhos, contemplando o loiro apoiado na cabeceira da cama, vestido quase igual a ele, chapéu, camisa de mangas longas, colete, jeans e botas. Parou fazendo pose enfiando os polegares no cinto largo, esperando ser notado.

_Puta merda Sam, que homão que você ficou!

Sam riu de lado, escorregou uma mão pela frente da calça se acariciando, com a outra deu um toquinho no chapéu.

_Gostou Dean?

Dean soprou o ar devagar, com os olhos colados na mão se movendo de um jeito obsceno sobre o volume do pênis, não conseguiu responder.

Sam se aproximou com mais alguns passos, tocou Dean no queixo e levantou seu rosto desviando seu olhar do volume nas suas calças, capturando sua atenção.

_Sabe montar Dean?

Dean engoliu em seco sem entender direito o que ele estava falando.

_Hein?

_Eu perguntei se você sabe montar, porque eu sei!

Sam deu mais um passo se colando a ele, escorregou a mão pela sua cintura, pelas costas e desceu para a bunda, enfiou a mão entre as nádegas, puxando-o com força pra frente e pra cima, colando seus quadris.

_Eu vou te por de quatro e vou montar em você!

Sam segurou Dean pelo queixo com a mão enluvada e o beijou com força enfiando a língua de um jeito voraz na sua boca prensando-o na parede com seu corpo maior, Dean gemeu segurando-o de leve pela cintura, subiu as mãos pela sua barriga tocando e acariciando, depois seu peito, seus mamilos, gemendo mole dentro dos seus braços, Sam riu no meio do beijo já saboreando aquela entrega quando num movimento rápido Dean o agarrou pela gola da camisa pegando-o totalmente desprevenido, rodou seu corpo e empurrou com força contra a parede, segurou seu rosto como ele tinha feito antes e se esticou para alcançar-lhe a boca, esfregou os lábios na boca dele, a face na dele, sussurrou rouco contra seu ouvido.

_Que bom que você sabe montar Sammy, porque você vai montar sim, mas é no meu pau!

Puxou a mão de Sam e o fez esfregá-la no seu sexo, enquanto com a outra mão mantinha seu rosto preso.

_Mais primeiro você vai ajoelhar e vai me chupar, ouviu?

Sam gemeu em resposta.

Dean bateu sua cabeça de leve contra a parede e perguntou de novo.

_Você ouviu Sam? Ajoelha e chupa! - pôs mão no seu ombro e o empurrou para o chão - Agora! – ordenou.

Sam se ajoelhou sem despregar os olhos do seu rosto, levou as duas mãos ao cós da calça, abrindo o botão e o zíper lentamente, meio atrapalhado com as luvas, enfiou a mão por dentro da boxer, olhando-o sério e mordendo os lábios cheio de desejo, Dean empurrou seu chapéu mais pra trás na cabeça para não perder a visão deliciosa de Sam segurando seu pinto duro com a mão enluvado e levando até a boca aberta, mordeu os próprios lábios quando Sam esfregou a cabeça na língua e depois beijou.

_Isso cowboy, assim mesmo que eu gosto!

Sam o tirou da boca, puxou as luvas arrancando-as e o acariciou novamente, segurou o pênis pela base e contornou os lábios com a cabeça inchada, passando a glande por eles como se fosse um batom enorme, lambeu de novo só com a ponta da língua, sorriu pra Dean.

_Assim Dean?

Abria boca e fez o pênis deslizar lentamente pra dentro chupando com força, encovando as bochechas para dar pressão e prazer como sabia que Dean adorava.

Dean apoio a mão na parede gemendo, ergueu o rosto e olhou no espelho posto estrategicamente sobre a cabeceira da cama num ângulo inclinado, tocou Sam no rosto de leve e falou.

_Olha, Sam.

Sam desviou os olhos de Dean para sua imagem refletida, ajoelhado todo vestido, meio imprensado contra a parede, segurando o pinto duro do irmão e chupando.

Definitivamente indecente.

Sam gostou de se ver fazendo aquilo, e gostou de ver os olhos de Dean brilhando para ele pelo espelho, sorriu com a boca envolta do pau, voltou a chupar com vontade. Quando se posicionou melhor pra poder se ver, notou o outro espelho enorme na parede do outro lado da cama dando uma visão panorâmica do quarto, e dele ajoelhado, sem tirar os olhos do espelho começou a descer e subir a boca no sexo duro admirando as reações de prazer de Dean, a boca entreaberta, a língua vermelha lambendo os lábios carnudos. Sam segurou Dean pela cintura mantendo-o no lugar, impedindo-o de se mover contra sua boca. Em um movimento meio aflito Dean arrancou o chapéu da cabeça de Sam e o jogou longe, enterrando os dedos nos seus cabelos e puxando sua cabeça, comandando o movimento de vai e vem, falando com ele pelo espelho lateral.

_Isso Sam, assim! Chupa cara, isso! Puta que tesão!

Sam intensificou a sucção levando Dean à loucura.

_Abre a boca! Põe a língua para fora.

Sam abriu a boca e Dean, segurando o pênis bateu várias vezes com a glande na sua língua, voltou a se meter na sua boca e puxar-lhe os cabelos.

_Chupa, chupa mais! Chupa tudo! Que delícia!

Sam segurou Dean pelos quadris e o sentou na cama, Dean jogou os braços para trás apoiando o tronco e deixou a cabeça pender, olhando pelo espelho de cima Sam voltar a por a boca no seu pau olhando-o direto nos olhos, devolveu seu olhar com a mesma intensidade, mordendo os lábios e gemendo sem vergonha para imagem do irmão refletida no espelho enquanto ele o chupava com força.

_Ah Sammy, isso é tão bom, cara! Você chupa tão gostoso... bom demais...

Sam enfiou uma mão por baixo da camisa acariciando seu abdômen enquanto a outra segurava a base do pênis massageando, a boca trabalhava nele descendo e subindo, para depois envolver-lhe a glande sugando apenas com os lábios, ora beijando ora acariciando com a língua, lambendo inteiro da ponta até a base, seguindo para os testículos, envolvendo-os e puxando entre os lábios sugando do jeito que sabia que Dean gostava.

Sam se levantou lentamente e montou em Dean, se abaixou e colou a boca no seu pescoço, sujando com força, lambendo até chegar na sua boca, beijou-o de leve, pôs a língua pra fora pedindo pra ele chupar.

_Chupa minha língua Dee, chupa! Experimenta minha língua, tá com o gosto do seu pau, tão gostoso!

Dean levantou a cabeça e envolveu a língua de Sam entre os lábios chupando com força, sentindo a aspereza do jeans de Sam atritando contra seu sexo duro. Dean puxou Sam e o colocou no meio da cama recostado contra os travesseiros, Sam se esticou todo sorrindo, facilitando para Dean abrir o zíper, arrancou suas botas e suas calças escorregando pelas pernas, mas o deixou com as perneiras de couro e o colete, teve que tirar as luvas para conseguir desabotoar sua camisa, expôs seu tórax e atacou seus mamilos, sugando devagar, passando a ponta da língua deixando-o molhado e arrepiado.

Ainda lambendo seu mamilo Dean desceu a mão por entre suas pernas, massageando seus testículos, depois seu sexo, envolveu seu pênis com a palma da mão fechando os dedos em volta da forma dura e cilíndrica, estimulou-o acariciando-o todo por cima da boxer, Sam gemia e ondulava os quadris.

Sam segurou a mão que acariciava seu sexo apertando-a mais contra si, puxando e esfregando no pênis, levou a outra mão ao próprio peito e tocou-se no mamilo que Dean sugava, sentindo-o duro e molhando, e sentindo a língua dele lambendo-lhe o dedo enquanto lambia o bico intumescido, enfiou o dedo dentro da boca de Dean que o sugou. A sensação era deliciosa e Sam se excitava mais e mais com a boca de Dean. Retirou o dedo da cavidade quente e úmida e acariciou-se no outro mamilo pondo-o arrepiado também, segurou Dean pela nuca e empinou o peito oferecendo o biquinho pra ele chupar. Dean envolveu-o com os lábios e sugou de leve.

_Que tesão de tetinha, Sammy.

_Ah Dean, mama! ... é bom... mama mais!

Dean voltou a rodear o mamilo com a língua e depois colou os lábios simulando um movimento de mamada bem suave e lento, se deliciando com os gemidos de Sam e o jeito que ele empinava o peito para ele.

_Isso, mama! Chupa assim meu biquinho!

Dean ergueu os olhos pro espelho e viu Sam olhando-os e lá, deitou a cabeça no peito dele meio de lado e esticou a ponta da língua passando pelo bico para lá e pra cá sorrindo pra ele.

"Grande ideia essa de espelhos"

_Dean, tira essa roupa que eu to doido pra te ver me comendo!

Dean se levantou e começou a despir-se sem muitos gestos de sedução, estava afoito demais, arrancou as botas tropeçando e se apoiando na cama, puxou as calças meio desajeitado levando as perneiras e a cueca junto, arrancou o colete e a camisa e se jogou na cama de novo, entre as pernas de Sam.

_Põe o colete Dean! Você fica sexy de colete e bunda de fora.

_Caralho Sammy! Deixa essa porra pra lá.

_Não! Põe o colete.

Dean se levantou xingando e procurando o colete no meio do amontoado de roupas no chão, se enfiou nele rápido e voltou pra cama.

_Tá do avesso Dean!

_Não fode, velho! Vai olhando minha bunda aí e me deixa meter pelo amor de Deus.

Sam riu e o empurrou, sentou-se na cama e puxou o colete pelos braços dele, virou a peça do lado certo e o vestiu de novo, deitou-se puxando-o junto, colando o peito desnudo no dele.

_Agora, sim. Pode meter a noite inteira.

_Ai delícia! Tá um tesão com esse negocião duro!

Dean voltou a se esfregar contra a virilha dele, seu sexo contra o sexo dele, beijou-o de novo, enquanto tentava empurrar a boxer que Sam ainda vestia com uma mão, mas a peça enroscou no cinto que prendia a perneira. Dean se irritou.

_Porra! Que difícil, caralho! Como que os caras trepavam naquele filme, hein?

Se levantou e desafivelou o cinto de Sam soltando a peça e puxando a cueca.

_Acho que o cara só abaixava a calça e o outro metia.

Dean voltou a se deitar sobre Sam mantendo o tronco elevado para olhar pra ele todo atrapalhado tentando empurrar a cueca perna abaixo com os pés, enquanto tentava se desvencilhar das perneiras presas embaixo do corpo.

_É? Você assistiu?

Sam revirou os olhos já livre do resto das roupas, puxando-o pela bunda forçando-o a voltar a se esfregar nele de novo.

_Todo mundo assistiu, Dean! – Sam gemeu no seu ouvido, correndo a outra mão pelas suas costas por baixo do colete.

Dean sorriu de lado, segurando o pau dele e esfregando junto com o seu próprio.

_Eu não! – respondeu todo orgulhoso.

Sam fez uma cara de deboche pra ele.

_É, eu lembro, você disse que era muito macho para curtir filme de viado. Macho pra cacete você!

_Isso mesmo, e ainda sou! Vou te mostrar como eu sou macho!

_To vendo, muito machão. Fala pra caralho, mas meter que é bom nada!

Sam respondeu cheio de malícia, retorcendo e empinando o quadril de encontro a ele.

_Ah é? Você vai ver!

Dean riu e enfiou o rosto na curva do seu pescoço, rosnando e fingindo morder, fazendo Sam gargalhar e depois gemer quando voltou a atritar seus sexos, Sam levou as mãos na sua bunda e ajudou na fricção, erguendo o quadril com mais força contra ele, sua atenção foi capitada pela imagem no espelho, e Sam se interessou pela visão, as costas vestidas pelo colete de couro, a bunda branca de Dean refletida, as duas meias luas firmes e roliças, cobertas por uma penugem loira delicada.

_Dean, vira pra lá.

_Hein?

_Pra lá, cara! Ao contrário na cama.

_Mas que porra, Sammy! Assim eu acabo brochando.

_É? E eu te mato!

Sam o empurrou e se sentou levando o travesseiro para os pés da cama, se deitou ao contrário se ajeitando no travesseiro e abriu as pernas de novo o chamando para voltar a se encaixar ali.

_Vem, deita assim.

Dean se deitou e voltou a beijá-lo e a se esfregar nele, Sam puxou suas nádegas esticando a carne, se deliciou com a visão do ânus refletido no espelho. Esticou mais a mão e acariciou-o ali, Dean gemeu e riu.

_Olha que tesão Dean!

Dean torceu a cabeça para olhar o espelho fixando os dedos longos de Sam abrindo seu ânus. Sam esfregou a popa do dedo ali, enquanto Dean voltava a beijar e chupar seus lábios, ainda ondulando os quadris, Sam levantou a cabeça do travesseiro fugindo dos seus lábios, levou a dedo a boca e chupou encharcando-o de saliva, enquanto Dean atacava seu pescoço de novo, segurou uma nádega e puxou, voltou a esfregar o dedo no seu ânus, dando tapinhas com a popa do dedo bem no meio, Dean rebolou e gemeu olhando-se pelo espelho.

Depois de um tempo de beijos fortes e chupões, sentindo Sam estimulando-o atrás com os dedos longos Dean se levantou ficando de joelhos entre as pernas de Sam, segurou-o firme pelas canelas elevando suas pernas, se posicionou melhor entre elas.

_Num "guento" cara! Vou meter!

Segurou o pau e esfregou a cabeça várias vezes contra o ânus exposto.

Relutantemente saiu da posição, se esticando até o criado, abriu a gaveta buscando as embalagens individuais de lubrificante que sempre estavam por ali. Pegou um dos saquinhos brilhantes e voltou a se ajoelhar entre as pernas arreganhadas de Sam, leu a embalagem com um sorriso, rasgou com os dentes, cuspiu o pedaço de lado.

_Morango, Sammy! Hum delícia, Sam com morango.

Dean apertou a embalagem derramando um pouco do liquido no côncavo da mão, lubrificou o pau todo com os olhos colados em Sam que tinha os olhos colados no seu pau. Sam adorava vê-lo fazer aquilo, adorava a mão lambuzada se esfregando no pau duro, preparando- se até estar inteiro brilhando de óleo. Adorava o jeito que Dean lutava para se controlar, mordendo os lábios, respirando rápido, enquanto o lubrificava devagar, esparramando o liquido nele, acariciando seu ânus lentamente, estimulando-o devagar, penetrando nele com os dedos, lento e delicado, um pouquinho de cada vez, beijando suas coxas, massageando seus testículos e seu pênis, até toda expressão de desconforto ser substituída pelos gemidos de desejo, até Sam choramingar pedindo para ele por, dizendo que estava pronto.

Dean entrava e saia dele com os dedos alargando-o devagar, depois quando ele estava bem mais relaxado começou a tocá-lo por dentro, acariciando aquele ponto do jeito que ele gostava, só com o dedo médio, em movimentos circulares muito suaves, às vezes alternando com uma leve pressão.

Dean tinha descoberto esse tipo de massagem bisbilhotando escondido em sites pela internet, e quando Sam o flagrou lendo avidamente, tão concentrado que nem percebeu sua presença, ficou totalmente desconcertado e fechou rápido o computador, mas Sam o fez abrir de novo e mostrar o que estava vendo. Depois de ler toda a matéria alternando olhares risonhos entre o texto e um Dean Winchester meio roxo de vergonha, Sam se sentou no colo dele e disse que queria saber se ele tinha aprendido mesmo.

Sam foi totalmente surpreendido pela sensação incrivelmente prazerosa de ser massageado daquele jeito enquanto Dean o chupava. Gozou de um jeito tão intenso que seus pés formigaram. Essa e outras descobertas eles saboreavam juntos na cama sem nenhum tipo de restrição. Descobriram juntos também o prazer da estimulação anal apenas, experimentando sem preconceitos o quanto era bom ser tocado e estimulado no ânus pelos dedos, pela língua ou pelo pênis, com movimentos suaves e pouco profundos.

Foi Dean também que surpreendeu Sam pedindo para ele fazer força pra fora na hora da penetração por que descobriu que assim o ato ficava mais fácil e menos dolorido.

_Dean!

Sam o chamou e puxou-o pelos cabelos.

_Vem cara, que eu to quase gozando desse jeito.

_Quer assim Sammy? Quer que eu chupo?

_Hu-hum! Dentro!

Dean se lubrificou um pouco mais espremendo o restinho da embalagem, posicionou a glande contra o ânus, vendo as pregas rosadas se abrirem conforme Sam forçava o esfíncter para facilitar a penetração pela cabeça do pênis muito maior que o orifício apertado. Sam puxou o ar quando sentiu-o deslizar num único movimento pra dentro do seu corpo.

Por mais preparado que estivesse era sempre um pouco dolorido, mas ele sabia que não doía mais que isso. A penetração total da cabeça era sempre o auge da dor, que logo seria substituída pelo prazer.

_Ah Sammy...

Sam segurou os próprios pés no ar se olhando pelo espelho sentindo o pênis se afundar lentamente dentro dele.

Dean segurou-o pelas coxas forçando seu quadril mais pra cima, ondulando para frente e pra trás, se empurrando para dentro e depois se puxando, Sam levou a mão ao pênis e começou a se masturbar com movimentos lentos, se tocando devagar, olhando-o nos olhos.

_Dean...

Sam segurou-o pela junção da coxa com o quadril apertando os dedos na carne dura dele, puxando-o com mais força, querendo sentir mais fundo, parou de se tocar pra não gozar logo, agarrou a coxa musculosa com a outra mão gemendo.

_Isso Dean, assim...porra...eu gosto tanto...

Dean se deitou sobre ele enfiando a mão por baixo dos seus ombros apertando e puxando seu corpo, aumentando o ritmo ouvindo-o gemer e ofegar, colou a boca no seu ouvido sussurrando seu nome e mordiscando sua orelha.

_Sammy...Sam...

Sam enfiou a unhas nas suas costas, levantou rosto e mordeu seu ombro com força, depois lambeu. Amassou os músculos das suas costas com as mãos, beijando seus ombros pontilhados de sardas. Ele era tão lindo, Sam tinha ganas de devorá-lo.

_Tão lindo você, Dean! Tão lindo.

Sam enrolou as pernas em volta da sua cintura erguendo o corpo e envolvendo-o entre os braços prendendo-o num abraço forte e desesperado.

_Dean, meu...meu...

Dean retribui o abraço apertando-o também, esticou a mão livre e o puxou pela coxa se enfiando forte e fundo.

_Só seu Sammy! Só seu...

Sam esfregava o rosto contra o rosto dele, arranhando sua pele, Dean ficava todo vermelho onde ele passava a barba, era tão delicioso ver o jeito como ele se arrepiava e oferecia o pescoço e os ombros pedindo pra ele beijar e morder.

_Me morde Sammy, me marca...fala que eu sou seu, fala!

_Você é meu Dean! Só meu, só meu...

Sam o empurrou fazendo-o sair de dentro dele se deitando de barriga pra cima na cama, passou o joelho sobre seu quadril e montou rápido nele, segurando o pênis, descendo a bunda sobre ele até estar inteiro dentro de novo.

Gemeu jogando a cabeça pra trás, Dean se ergueu um pouco e puxou o colete e a camisa que Sam ainda vestia, arrancando-os e jogando-os longe, largou-se de novo contra o colchão puxando seus nádegas e erguendo o quadril com força, Sam se inclinou pra frente, as mãos apoiadas no colchão de cada lado da cabeça dele. Dean olhava para o espelho no alto de boca aberta e olhos arregalados, Sam seguiu seu olhar e o que viu lhe deu um frio na barriga. A deliciosa visão da sua bunda branca refletida e o pênis enorme sumindo pra dentro do ânus, depois escorregando pra fora. Sam gemeu e desceu a bunda de novo engolindo-o inteiro.

Nunca tinha se visto assim, a bunda arreganhada, o ânus esticado em volta do pênis, o pênis entrando todo dentro dele, entrando e saindo, entrando e saindo, rápido e duro, a veia saltada visível , ardendo, queimando, doendo, abrindo ele todo, esticando seu corpo, dominando seus sentidos em ondas de um prazer dolorido, se admirou entre confuso e excitado com a visão, curvou o corpo ainda mais sobre ele ainda olhando-os pelo espelho, pedindo pra Dean meter, começou a rebolar num movimento rápido e descompassado.

Dean puxava suas nádegas todo sôfrego com a visão, as mãos meladas de lubrificante escorregando e se firmando de novo abrindo-as.

_Porra que lindo Sam! Sua bunda é linda... olha que tesão meu pau entrando...

_Vai Dean mete, eu quero ver!

Dean fincou os pés na cama e dobrou os joelhos mantendo-os meio abertos para não atrapalhar a visão e elevou o quadril penetrando com força, apertando os lábios segurando-se pra não gozar.

Foi impossível segurar o gozo quando Sam enfiou a mão pelo meio dos corpos deles se tocando e gemendo no limiar do orgasmo e o surpreendeu dizendo coisas que nunca tinha dito na hora do sexo por mais falante e desbocado que ele fosse.

_Isso Dean...fode meu cu! Eu quero...isso...fode meu cu com força, cara!

Dean o puxou pelos cabelos fazendo-o olhar para ele, queria ouvir, queria ver ele falando aquilo, daquele jeito baixo e vulgar.

_Pede de novo Sammy! Pede...

Sam se ergueu assumindo o controle da penetração subindo e descendo rápido e desesperado, apoiando as mãos nas coxas dele, enfiando as unhas e arranhando.

_Fode meu cu Dean...delícia...isso...com força... assim...fode que eu gosto...eu gosto de dar pra você, eu gosto!

Sam levou a mão ao pênis novamente se masturbando, gemendo e falando besteira, desbocado e obsceno, vulgar e delicioso.

_Ai que tesão, cara! Ai Dean...que delícia...seu pau no meu cu...que delicia...eu vou gozar...não para...fode, fode...ai Dean...ai ...eu to gozando...ai...ai...Deannnnn- Sam mordeu os lábios esticando o pescoço, seu corpo todo convulsionando, o esfíncter contraindo dolorosamente, prendendo Dean por dentro levando-os a um dos orgasmos mais intensos que já tinham partilhando.

Dean se ergueu sentando-se rápido mantendo-o preso, puxou-o pelos ombros se enfiando mais dentro do seu corpo, sentindo o ânus dele contraindo na hora do gozo, puxando seu pênis e apertando, fazendo-o gozar também, bem dentro e bem fundo. Dean perdeu totalmente o controle, mordeu seu peito com força , marcando a pele logo acima do mamilo, escorregou as unhas pelas suas costas, arranhando fundo, tremendo e gemendo seu nome, gozando e gritando de prazer.

Ficaram agarrados com Sam ainda sentado sobre ele, abraçando-o com força pelo pescoço, Dean com os braços fortes envolvendo suas costas, mantendo-o preso sobre si, respirando rápido, suados e tremendo, se sentindo mais ligados do que nunca. Depois de algum tempo Dean sentiu-se ser expelido do corpo de Sam num movimento involuntário, Sam fez um muxoxo de desagrado com a sensação, riu e escondeu o rosto no pescoço de Dean, sussurrando meio rindo, meio envergonhado.

_Acho que eu caguei seu pau.

Dean caiu na gargalhada.

Empurrou Sam para a cabeceira da cama e se deitou sobre ele ainda rindo.

_Cara, que coisa idiota pra falar. Cadê o romance?

_Ó quem fala!

_É que você fica sempre dengoso depois que a gente transa, fica todo cheio de manha principalmente...

Sam o empurrou e montou sobre ele de novo, beliscou seu mamilo e ameaçou torcer, Dean se encolheu reclamando e rindo.

_Ai, dói!

_Não fala!

Sam voltou a ameaçar apertando seu mamilo entre os dedos, Dean continuou rindo e tentando se livrar do apertão.

_O que? Não ia falar nada!

Sam o soltou e devolveu o sorriso.

_Ia que eu sei!

_Não ia! Achou que eu te fosse zoar? Só porque você fica todo dengoso depois que dá?...ai...ai Sam..para...tá doendo!

Dean se retorcia e ria com Sam beliscando seu peito, o abraçou e o rodou ficando sobre ele novamente segurando suas mãos acima da cabeça.

_Cara, você me tirou o ar falando aquilo!

Sam fez uma careta e revirou os olhos dando, de ombros.

_Eu sempre falo quando a gente tá transando.

_Não desse jeito, você nunca falou assim, tomei até um susto.

Sam riu e se remexeu todo sexy embaixo dele, esticando os braços mais pra trás, apoiando as mãos contra a cabeceira da cama.

_É! E você ficou doido! Me mordeu, me arranhou, quase gozou só de ouvir.

Dean apoiou o queixo no peito dele sorrindo e deixando ele falar, adorava essa tagarelice de cama.

_Você adora quando eu falo besteira né? Você é um safado Dean, seu cínico, nem vem bancando o santinho! Você gosta mesmo é quando eu falo um monte de besteira pra você, você gosta de ouvir e de fazer. Seu safado!

_Adoro. – Dean se esticou e roubou um beijo dele, voltou a se apoiar no seu peito. – adoro essa sua boca suja!

_É, eu sei. –Sam deu um toquinho no braço dele e ordenou – destrepa!

_Não.

_Sai Dee, tá pesado!

_Não saio.

_Sai folgado. Banheiro!

Sam o empurrou com força e se levantou, Dean se esticou sem muito empenho tentando agarra-lo e trazê-lo para cama de novo, mas desistiu quando ele se esquivou rindo e entrou no banheiro. Ficou deitado ouvindo os sons de Sam se movimentando no outro cômodo, depois de alguns instantes, Sam saiu de lá com uma toalha úmida e morna nas mãos, se sentou na cama e se dedicou a limpar Dean que ficou fazendo gracinhas perguntando se Sam já estava limpinho e se já podiam começar a se sujar de novo.

Sam jogou a toalha no chão tendo sua atenção atraída pelas peças espalhadas por ali. Achou o colete e vestiu, depois resolver vestir as calças, seguidas das botas, deu a volta na cama e se olhou no grande espelho lateral. Sentiu falta do chapéu, andou pelo quarto e resgatou a peça, colocou na cabeça e voltou pra frente do espelho fazendo pose.

_Vai me dar trabalho para tirar tudo de novo.

_Não tá curtindo? Você que tem tara nesse negócio de cowboy.

_Eu tenho tara é em você!

_Depois a gente tenta fazer igual o filme.

Dean franziu as sobrancelhas querendo dizer que não entendeu, Sam se virou pra ele e respondeu risonho.

_Eu abaixo as calças e você mete.

_Ah, é! Tinha esquecido.

Sam voltou a ajeitar o chapéu na cabeça, Dean achou que ele estava mesmo lindo.

_ Ficou um gato Sammy!

_Você também ficou!

_Cara, se continuar assim se exibindo vou te comer de novo!

_Só se colocar sua roupa.

Sam sorriu pra ele por cima do ombro e piscou dando um peteleco no chapéu.

Dean se sentou na cama com as pernas cruzadas, observando Sam voltar a falar.

_Cê não sabe o que aconteceu!

_O que?

_Bobby... ouviu tudo.

Dean ergueu as sobrancelhas.

_Como assim?

Sam virou-se pra trás e respondeu.

_Sei lá, ouviu eu falando em enrolar ele...tem um ouvido...

_Jura? E aí? – Dean sorriu divertido, Sam amarrou a cara.

_Passei a maior vergonha! Ele disse que eu não precisava de permissão pra encontrar o safado do meu namorado e me mandou sumir da frente dele.

Dean sorriu ainda mais imaginando a cara de Sam na hora.

_Seu namorado é?

_É. Tá caducando ele.

Sam voltou a se olhar mudando a posição do chapéu na cabeça.

_Porque caducando? Eu não sou seu namorado?

_Não!

Dean se levantou e o abraçou por trás, beijando seu pescoço.

_Ah, não? Por que não?

Sam riu também se inclinando contra ele, deixando-o passear as mãos pelo seu ventre.

_Por que você não pediu! Dã!

Dean o virou e o empurrou até a cama, sentou-se no seu colo montado a cavaleiro com os pés apoiados no chão, Sam envolveu sua cintura com as mãos, desceu pelas nádegas nuas acariciando, Dean empurrou o chapéu encaixando-o mais pra trás na cabeça dele, achou que ficou bonitinho, parecendo mais menino. Beijou-o de leve e se afastou para admirar olhar o sorriso suave dele, beijou-o de novo, repetindo o gesto com mais um, dois, três, um milhão de beijinhos estalados, mordeu os lábios e depois sorriu.

_Quer namorar comigo Sammy?

Sam não acreditou como ele podia ser tão bobo.

_Dean...

_Quer?

_Que bobagem Dean!

_Namora comigo Sam!

Dean pediu de novo cheio de risinhos voltando a beijá-lo.

_Só se você colocar sua roupa de cowboy.

_Tá! Aí você aceita namorar comigo?

Sam rodou os olhos e riu assentindo.

_Namoro. Idiota!

_Que bom! Vamos comemorar então!

Dean se levantou rápido, correu para o outro lado da cama, colocou o chapéu na cabeça e calçou as botas, veio para o lado de Sam só de botas e chapéu, pôs a mão no seu peito e o empurrou fazendo-o deitar na cama.

_To pronto, vamos comemorar.

-W-

Sam e Dean só voltaram ao ferro velho bem tarde na manhã seguinte, Sam passou o dia inteiro todo envergonhado tentando evitar Bobby, já Dean agia dentro da mais absoluta normalidade, até meio metido para falar a verdade, andando para baixo e para cima todo feliz e risonho.

-W-

Estavam estacionados a beira da estrada deserta esperando por Bobby, o caçador deveria encontrá-los ali por volta da meia noite. Bobby tinha uma pista realmente boa de onde localizar Eve, se tudo desse certo teriam dado cabo de Eve antes do novo dia terminar, mas ainda tinham um bom tempo pra esperar.

Sam estava encostado no impala e Dean estava mais à frente apoiado na cerca de arame, olhando para o horizonte, para a plantação se estendendo até o infinito. O rádio tocava músicas antigas num volume baixinho, o silêncio só era quebrado pelo suave farfalhar do vento.

_Isso é soja, Sammy?

Dean perguntou de lá da cerca sem se virar pra trás. Sam deu de ombros.

_Não sei, não dá pra ver direito, tá escuro, mas deve ser sim. Essa região é de plantio de soja, maior produtor do estado se não me engano.

Dean torceu o pescoço pra trás para olhar para o irmão sorrindo meio debochado.

_Seu esquisito! Como você sabe essas cosias, hein?

Sam enfiou as mãos nos bolsos da jaqueta e deu de ombros pra ele sorrindo também.

_Sei lá, eu acho que é porque eu leio muito, aí acabo gravando as cosias. Num sei!

Dean voltou a contemplar o nada.

_Dean?

_Hum!

_Vem cá.

Dean se virou novamente de cenho franzido e perguntou.

_Pra que?

_Pra nada, só vem cá.

Sam respondeu dando de ombros novamente, Dean fez uma careta enrugando o nariz e disse que não, que tava bem ali.

_Porra cara, vem cá vai. Que que custa? Eu to te chamando.

Dean bufou e fez de conta que não era com ele.

_Dean, deixa de pirraça, vem cá que eu quero te dar um amasso!

Dean riu e se virou pra ele debochado.

_Você já não me amassou bastante essa noite? Minha bunda tá ardendo de tanto que você me amassou!

Sam desencostou do carro e se aproximou dele.

_To falando de ficar beijando babaca, não quero trepar.

Puxou o pela cintura e o envolveu com os dois braços, beijou-o de leve.

_To afim de namorar, de ficar te beijando, sentindo seu cheiro assim. Não gosta não?

Sam enfiou o nariz no seu pescoço dizendo que ele tinha um cheiro muito bom, Dean tentou empurrá-lo fazendo careta e se fingindo de desgostoso, mas já estava sorrindo.

_Hum...tá todo viadinho hoje! Cinderela!

_Eu não! Quer saber? Você que é a minha Cinderela, todo cheirosinho desse jeito!

Sam deu um impulso e antes que Dean pudesse se afastar ou reagir, passou um braço pelos seus joelhos pegando-o no colo e rodando com ele.

_Para Sammy, que porra! Me põe no chão, caralho!

Sam gargalhou, apertou-o mais contra o peito tolhendo seus movimentos e andou com ele até o impala com Dean se torcendo todo tentando descer, o depositou sobre o capô, se encaixando entre suas pernas enquanto ele tentava empurrá-lo xingando e reclamando. Sam puxou seus braços pra trás do corpo prendendo suas mãos com força, segurou seu rosto com a outra mão e o beijou fazendo-o calar-se, quando Dean se entregou ao beijo gemendo e relaxando, Sam soltou-lhe as mãos e voltou a envolver sua cintura em carícias suaves. Pôs a boca no seu ouvido e provocou.

_Eu sou mais forte que você e sou maior também, eu consigo te pegar no colo! Acho que legalmente isso faz de mim o príncipe!

_Você é um idiota, isso sim! Bichinha!

Dean respondeu tentando resgatar sua pose de machão.

_Dean, você que é todo deliciado, com esse narizinho e essa boca, e é lourinho também! Tem cara de princesa!

_Vai tomar no teu cu que a Branca de Neve é morena!

Sam riu e concordou, depois fez uma cara de pena e completou.

_É...mais é baixinha!

Dean o socou voltando a xingá-lo de todo nome feio que se lembrava e ele teve que prender seus braços para trás outra vez, cobrindo sua boca num beijo forte.

_Para! Fica quieto que eu sei que você gosta quando eu te pego de jeito!

_Não gosto!

Sam riu jogando a cabeça pra trás, mas sem soltar as mãos de Dean presas atrás do corpo.

_Você gosta sim, porque você é doido por mim, fica até molinho quando eu te prenso assim e te beijo aqui.

Só para demonstrar beijou Dean atrás da sua orelha, Dean gemeu e se arrepiou. Sam riu e continuou a pontuar beijos ali.

_Viu? Você nasceu pra mim, Dean. Eu te conheço, conheço cada gemido seu, eu sei do que você precisa!

Sam já tinha soltado suas mãos e Dean envolvia seu pescoço e acariciava sua nuca com os dedos enfiados por baixo dos seus cabelos, desistindo do teatro.

_É? E do que eu preciso, hein Sammy?

Sam se afastou um pouco dele e apoiou as mãos nas suas coxas, deu um beijo rápido nos seus lábios arrancando mais um sorriso.

_Você precisa de mim cuidando de você, você precisa confiar em mim e parar de se preocupar tanto. Você precisa me deixar mostrar o quanto eu te amo! E o quanto eu quero cuidar de você Dean, do jeito que você sempre cuidou de mim, mas você não deixa e isso me magoa.

Sam olhou intensamente pra Dean.

_As vezes, parece que você não confia em mim, quando decide tudo sozinho, não me conta as coisas, se arrisca sozinho, eu não gosto disso.

Dean abaixou a cabeça, olhando a mão enorme de Sam pousada sobre sua coxa, acariciou seus dedos, depois enlaçou sua mão na dele e apertou forte, sem conseguir olhá-lo nos olhos respondeu baixinho.

_Eu confio em você, Sam. Eu só... se parece às vezes que eu não confio, que eu não te deixo fazer nada sozinho é porque eu tenho muito medo que te aconteça alguma coisa, só isso... eu tenho medo de te perder, Sammy.

_Você não vai me perder neném, confia em mim como eu confio em você!

Sam puxou Dean e o abraçou, Dean correu as mãos pelas suas costas retribuindo o abraço, deitou a cabeça no seu ombro, ficaram assim abraçados por um momento até que Sam se afastou um pouco de Dean e sorriu pra ele.

_Que foi? – Dean perguntou

_Olha a música!

Dean franziu as sobrancelhas.

_Que?

Sam cantarolou baixinho pra ele, sorrindo e fazendo-o sorrir junto.

_So baby talk to me, like lovers do. Walk with me, like lovers do. Talk to me, like lovers do.

Sam cantarolou com voz baixa e suave acompanhando o rádio, Dean deitou a cabeça no seu ombro de novo deixando se embalar e levar pelo momento, se sentindo bobo, feliz e apaixonado, como os amantes fazem.

As canções se sucederam suaves embalando os dois até que muito tempo depois avistaram os faróis da velha picape de Bobby. Sam se afastou um pouco e Dean desceu do capo, ambos se recostaram contra o carro, os corpos próximos, Dean entrelaçou seus dedos aos dele, meio escondidos pelas jaquetas largas, ficaram assim até Bobby estacionar e descer do carro, se tocando de leve até ser inevitável separarem-se e quando o fizeram não foi sem um suave aperta de mãos, como um lembrete, uma promessa de que estavam ali um para o outro e sempre estariam.

A caçada ia começar finalmente.

-W-

Tah: Amore, esse capítulo é dedicado à você e as safadezas são todas suas! Como você não quis escolher, escolhi por você. Gostou da fantasia do Dean, gostou dos espelhos? Obrigada por ser a review nº 100. (ainda não acredito que bati as 100 reviews, uau!)

Luluzinha: Sem teclado de verdade e você me faz uma review dessas? Imagina se te dou um teclado então, aí você me mata de felicidade! O Bobby é um figuraço mesmo né, e o Cas, bom...o Cas é o Cas. Dispensa explicação! Gosta dos lemons né? Que bom porque eu adoro escrevê-los. Principalmente o sex fone, foi um desafio pra mim. Obrigada por comentar viu? Mas obrigada mesmo!

Meire: Nãofoi por querer Meire, nem tinha visto o último episódio quando escrevi esse capítulo, sério! Sobre o lance do Cas, sabe que eu também pensava isso quando lia alguma fic do tipo. Como que o Cas ainda não flagrou os dois? Não resisti, tive que mandar bala. Que bom que você tá curtindo. Obrigada por comentar, meu bem!

Crisro: É! Parece que o povo curtiu o Cas dando o flagra neles, parece que era meio que um desejo da maioria, né? Eu acho que o Sam é mais safado mesmo, mas dominador na hora do "vamo-vê", o Dean me parece mais submisso, mas doce, sei lá! É a química que eles me passam. Parece que tá dando certo nessa história. E você tá certa, vem turbulência por aí sim. Coisa pesada. Obrigada por comentar lindinha!

Luckaz: Se sentiu no quarto com eles? Wow! Esse é o melhor elogio que eu podia receber. Ser transportado para dentro da história que se está lendo é maravilhoso e eu fico muito grata por você me dizer isso. Fez meu dia, neném! (hihihihihi, adoro chamar os outros assim sabia?)

Beijos pra todos, até o próximo e feliz dia dos namorados atrasado!