Cap.12-pingente rubro como as chamas

Perserfone encarava assustada o ser a sua frente.

persérfone-não importa se tenha despertado o poder adormecido do anjo!você nunca poderá me deter!mas adimito que,deixar o poder do anjo consumir o seu corpo em um momento de desespero?você realmente está decidida a retornar...

stella-chega de conversar,vou te destruir agora!-disse o ser elemental com visível raiva.

Ambas ergueram os cosmos e se puseram a lutar a tal velocidade que não era visível a olhos de energia cruzavam o ar,algumas gotas do sangue divino escapavam do corpo da deusa.

Logo elas se puseram apenas a encarar uma a outra.

Pérserfone estava com o seu vestido rasgado,e com vários cortes e hematomas espalhados pelo visível um pequeno pingente vermelho ,vermelho como as chamas.

persérfone-mesmo que eu seja derrotada,você irá destruir todo o mundo na forma que está...vamos,desista!o anjo negro não descansará até...

stella-chega!não quero saber do que você está falando!só quero é acabar com você!

Os olhos de stella decaíram sobre o pingente,e estranhamente,conseguia ver lá dentro uma pequena perserfone presa,batendo no vidro,em uma vã tentativa de sair.

O desespero daquela 'perserfone' era palpável,lágrimas rolavam o seu rosto sem possível entender que ela gritava entre as lágrimas algo como'socorro'.

Stella desviou os olhos do pingente.

stella-venha Persérfone...não terei piedade de você,afinal,você não teve piedade com ninguém!

persérfone-pois então,pode ém aqui está pedindo clemência!

E assim,voltaram a lutar.

-_-_-

??-cavaleiro?vamos!levanta-se!-disse uma voz imponente que fez milo acordar.o mesmo olhou para os lados,não reconhecendo onde muito escuro,mas era visível que no chão havia água.

??-cavaleiro!lavante-se!

milo-quem é você pra me dar ordens?onde estou?-disse se erguendo

??-cale-se cavaleiro!você está em seu subconsciente...Irá ficar por pouco tempo,então não me interrompa...

milo-quem é você?por que eu estou aqui?

??-você tem sérios problemas não é?não ouviu que não é pra me interromper?eu sou morfeu,o deus dos sonhos,e você está aqui por que é o único que pode deter a fúria do anjo negro.

milo-morfeu é?então por que você não aparece?tá com medo de falar comigo cara a cara é?

morfeu-eu não estou com medo-disse uma voz atrás dele-mas se você continuar bancando o machão stella não consiguirá controlar o poder do anjo e irá destruir tudo,até ela mesma.

Milo o olhou,era um homem com a altura equivalente a de saga ou camus,cabelos castanho-escuro e olhos de um tom uma toga grega azul clara com pequenos filetes trançados até abaixo do joelho também prata.

milo-stella está em perigo?por que eu ainda to aqui?eu tenho que salva-la!

morfeu-e você vai,mas tem que saber como pelo menos não é?-disse com um sorriso irônico

Milo-então desembucha de uma vez!-disse o cavaleiro já estressado

morfeu-stella tem que aprender a escolher namorados viu?o primeiro já é doido!imagine os próximos!

milo-vem cá,quem é você pra ter essa intimidade toda com a stella hein?-disse com visível incomodo pela intimidade com qual o deus falava.

morfeu-agora isso não interessa,apenas escute com a boca fexada.-disse se irritando.

milo-mas eu...-de repente a boca do milo some-humpfhumpf!

morfeu-assim está melhor-disse o deus eu um suspiro-a energia do anjo só poderá ser passada pra alguém com ame alguém com a mesma intensidade que o anjo amou.-ele deu uma pausa vendo que milo já tinha se acalmado e devoveu-lhe a voz-me responda,você ama a stella?

milo-amo.-disse convicto.

morfeu-humpf....ela escolheu um louco...mas ainda assim,fez um boa para o seu mundo milo,mas saiba que se fizer ela sofrer você terá que se ver comigo.

Milo não teve tempo de dar uma resposta mal educada,pois foi sugado para outra realidade,para o meio de uma sangrenta batalha.

-_-_-_-

Stella lançou um feixe de energia negra que acertou o busto de perserfone,que atravessou algumas pilastras.o pingente rubro que carregava no busto se partiu.

Os olhos dela mudaram de cor,agora estava em um tom claro de prata,estavam mais vivos,mesmo que próximos da morte.

persérfone-obrigada por...me libertar...-balbaciou com um sorriso fraco no rosto.

Stella apenas olhava a deusa moribunda,com ressentimento no olhar.

persérfone-não se culpe por...minha morte,...talvez essa fosse...realmente a única forma...de obter a minha liberdade...espero que o seu retorno...traga a esperança de felicidade...que o olimpo precisa...

stella-como?-perguntou confusa,mas na teve resposta,a deusa já estava morta.

A energia que contornava stella começou a pulsar com mais força,feixes de energia começaram a cruzar céu noturno,fazendo crateras no chão.

stella-o-o que está a-acontecendo?...e-eu não consigo me controlar!-balbuciou com visível espanto ao ver seu cosmo crescer mais e mais sem ela querer.

-_-FIM DO CAP-_-