Oláa!
Vocês sabiam que eu não tinha a mínima noção que já se passaram dois anos desde a ultima vez que eu postei essa fic? Serio! Tava relendo as reviews, quando vi alguém dizendo que eu não postava desde 2008 o.o Eu fiquei completamente chocada, e envergonhada de mim mesma. Me desculpe, ano passado foi meu terceiro ano. Um muito complicado, e esse ano não foi melhor.
Mas se serve de consolo eu tento escrever esse capitulo a meses, acho que desde 2008 ˆˆ'
Sem mais delongas,
Capítulo 6:
Just Human
Dormir. Dormi. Ainda estou dormindo. Adoro dormir. É a melhor coisa que existe. Você não deve nada a ninguém. Foge de toda essa desgraça daqui de fora. Tem as coisas que sempre quis. Relembra as pessoas que sempre amou, mas que já não estão mais aqui, nessa desgraça. E para as pessoas que não dormem bem durante a semana, os finais de semana são uma benção. Durmo até parecer que entrei em coma. E se tem uma coisa que eu odeio mesmo, é quando eu posso dormir até quando eu quiser, e alguém me acorda. Exceto semana passada. Daquela vez, acordar foi melhor do que dormir. Ficar acordado, melhor do que sonhar. E no começo eu até pensei que ainda estava sonhando.
Hum, acho que vocês não estão entendendo muito bem. Eu sei que posso ser confuso às vezes. É o que sou, confuso. Nem eu me entendo. Não pense que você é burro por não me entender. Você é apenas uma pessoa normal. Por isso para que todos consigam entender o que estava descrevendo antes, contarei como tudo aconteceu.
Hoje é sábado, o primeiro dia da minha hibernação. Conseguia ouvir as vozes altas de meus irmãos falando com várias pessoas, vozes que eu sabia que conhecia, mas não conseguia me lembrar de onde. Tenho uma memória seletiva, só lembro-me de coisas inúteis, como na primeira vez que comi sorvete. Lembro do sabor, da forma como eu lambia a minha boca em procura de algum vestígio dele ali, lembro até do relógio que eu estava usando, mas não lembro nem com quem ou aonde aquilo aconteceu.
Voltando as vozes estranhas-conhecidas. Continuavam soando lá embaixo, e de vez em quando escutava gritos, seus significados desconhecido para mim ainda. Bem, quem se importa. O melhor que tenho a fazer é voltar a dormir. Boa noite a todos.
-Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz...
-Ei... Acorda. – Alguém sussurrou no meu ouvido. Suave e calma sua voz era. Feminina. Uma garota. Era uma voz tão reconfortante. Devo estar sonhando.
-Não quero acordar. - Abracei a dona da voz e a puxei para mim.
– Woof. – Ah como era macio e quente. Que sonho maravilhoso. Hum. – Ei...Não acha que já ta na hora de me soltar? – Já não mais sussurrava. E eu começava a reconhecer aquela voz. Mas ainda não conseguia dar um nome.
-Não quero. – e apertei-a mais contra mim e afundei meu nariz no que eu imagino ser seu pescoço. Hum, ela cheira bem. Ela tem o cheiro da...-...Sakura. – sussurrei sorrindo. Quem dera ela fosse a Sakura.
-Oh, então se acha com o direito de ter sonhos pervertidos comigo já, é? – O que? Vagando ainda entre a realidade e o sonho, tentei abrir meus olhos. Mas minhas pálpebras pareciam estar coladas. Senti algo quente e macio tocar minha boca. Gostoso. Quando minha boca voltou a ficar sozinha, inclinei o rosto para frente em busca ainda do sabor daquela boca, e quando não encontrei, abri os olhos, irritado. E acabei dando de cara com divertidos olhos verde escuros. Meu rosto estava a centímetros do dela. Sakura. – Resolveu acordar então? – O QUE?
-Ahhhh! – assustado, a soltei e me afastei o mais rápido possível, o que acabou ocasionando em eu caindo da cama. Definitivamente acordado agora.
-Nunca vi ninguém acordar tão engraçado feito você. – comentou rindo com o rosto apoiado numa das mãos, olhando para mim de cima da cama.
-O que voce esta fazendo aí?A-aqui...? – No meu quarto, queria complementar, mas preferi não o fazer.
-Ora, te acordando.
-Mas p-por que?
-Bem, Temari nos chamou para praia. E quando perguntei por você, ela disse que estava dormindo, e que é impossível te acordar durante os finais de semana. – e um sorriso estranho se formou em seu rosto. – E como eu adoro desafios...Resolvi vir aqui tentar. – era um sorriso felino se querem saber. – E não é que eu consegui o impossível? – como se tivesse se lembrado de algo, ela levantou da cama, e ficando de joelhos na minha frente, o que a fez parecer mais alta do que eu, já que estava sentado. Ela puxou meu rosto lentamente, e me beijou mais lentamente ainda. E então sussurrou: - Boa dia, Sabaku-kun. – Bom dia com certeza!
Os pontos altos de minha ida a praia:
Vi Sakura de biquíni.
Vi Sakura de biquíni.
Quase vi a Sakura sem biquíni.
Explicações a seguir:
Já contei que não sou um grande fã de praias? Toda aquela areia grudando em você, entrando em lugares que você nem sabia que existiam. A raiva de ver tanta gente em um lugar só, e ver eles nem ai ao jogarem lixo no chão. Um bando de idiotas, se querem saber. Por que afinal, me digam qual é a dificuldade de jogar o que você já não mais precisa numa lata de lixo ou em um saco por enquanto, ao invés de jogar tudo no chão ou no mar? Repugnante. E isso me deixa com raiva, mas pra mim a pior parte de ir para praia é o sol. Aquela bola de fogo irritante que emana calor e que lhe cega com sua luz incessante. Sempre gostei mais de chuva, mas acho que já comentei isso aqui. Esta bem, agora vocês se perguntam: Se eu odeio tudo que uma praia tem para oferecer, porque eu vim então? A resposta é clara, simples até. Sakura me pediu para vim, e após algumas objeções muito fracas de minha parte (afinal, eu queria estar com ela), eu aceitei com uma falsa cara de desagrado. (Eu ia passar o dia inteiro ao lado da garota que eu gosto, como isso pode ser uma coisa ruim ?) E é claro, eu vou poder ver a Sakura de biquíni. (não reparem na baba.)
Continuando com a história. Devo dizer que até não é tão ruim assim, sentar em cima de uma toalha debaixo da sombra e ficar conversando ou simplesmente ouvindo as pessoas a minha volta, meus amigos eles eram talvez, ainda cedo pra dizer. Comentários voavam sobre biquínis que passavam a nossa frente, sorrisos de surfistas(esses totalmente vindo das meninas), e é claro, reclamações do quão quente estava.
-Acho que vou derreter.- sussurrei pra mim mesmo.
-Quer um pedaço do meu picolé? – Ela perguntou.
-Não, obrigado.
-Ta então. - E voltou a lamber o seu picolé distraidamente. uma cena um tanto quanto erótica se você tem muitos hormônios rolando soltos pelo seus organismo. Um exemplo bem próximo até, EU. Feche os olhos. Feche os olhos. "Não consigo. Não consigo. Não consigo. Não consigo." Pensava. Gritava em pensamento na verdade. Ta bom então, se você não consegue fechar os olhos, se afasta. "Se afasta. Se afasta. Se afasta. SE AFASSSTA!"
-Acho que vou dar uma mergulho. - Disse me levantando já, sem esperar por resposta ou reações, as quais realmente não me importavam no momento.
Estava a poucos passos da mar. da minha salvação. da minha escapat--
-Te peguei! -
--SPLASH!
O que aconteceu:
Gaara(isso é, o idiota) dava o primeiro passo na água, sem prestar atenção ao barulho a sua volta.
Sakura(isso é, a culpada) se jogou em cima dele, Gaara.
Conclusão, ele quase morreu afogado. Mas ei, pelo menos ele ia morrer feliz, não é?
Ele...Argh, cansei de falar em terceira pessoa. De qualquer forma, a realidade foi que eu realmente não quase-me-afoguei, porque a água não chegava nem aos meus joelhos. Claro, eu os machuquei quando cai, por culpa dela, mas ei, amor machuca, não é? E irrita também, quando a culpada por você não conseguir se levantar, e por ter caído também, não para de rir, da sua cara, e pior!, estando sentada em cima de você. Ei espera, talvez essa seja a parte boa da sua situação, mas sei lá, né?
E então após varias tentativas dela conseguir parar de rir e recuperar o fôlego, ela saiu de cima de mim, e eu finalmente consegui levantar. Com grande esforço é verdade, afinal meus joelhos estavam me matando no momento.
-Você ainda me mata um dia. - disse enquanto tossia a água salgada que havia entrado na minha boca quando tentei xinga-la enquanto ainda estava com a boca enterrada na rasa água.
-Oh, desculpa. Mas você levantou do nada, nem perguntou se eu queria ir com você. E o seu grito quando eu me joguei em cima de você foi hilário. D-desculpa. - disse tentando controlar o riso que se acumulava em sua garganta com a volta da memória de momentos atras.
-Dá pra parar de rir por um momento? - e quando ela não parou, me irritei mais ainda, afundei. Precisava esfriar a cabeça, porque por mais que eu goste do som do riso dela, eu continuo odiando o fato de eu ser a razão de tão risada.
Estava de olhos fechados debaixo d'água, apenas pensando de braços cruzados. Eu conseguia segurar a minha respiração por bastante tempo, nada além do normal, mas o bastante para me acalmar. Então veio como uma surpresa quando senti braços envolverem meu pescoço e lábios cobrirem o meu. Abri os olhos surpreso, e não pude deixar de sorrir contra a boca dela, enquanto meus braços a envolviam e a traziam para mais perto de mim. Querendo aprofundar mais o beijo, nos levei para a superfície, onde separando nossas bocas por um segundo para recuperar o fôlego, olhei em seus olhos, seus hipnotizantes olhos, meio fechados, meio abertos que estavam grudados nos meus, então tendo juntado oxigênio o bastante, voltei a beija-la.
Agora com uma das mãos em seu rosto, colocando seu cabelo, que estava no caminho, atras de sua orelha, sentindo a maciez deles, do suave toque que eram em meus dedos, por isso, deixei minha mão lá. Segurando-a num só lugar, aproveitando cada momento. Sentindo seu gosto, no momento meio salgado, mas delicioso ainda. Minha língua acariciava a dela, lenta, lentamente, como se tivesse preguiça, mas querendo sentir tudo ao mesmo tempo. Seu corpo molhado, grudado ao meu, como se fossemos um. Como se fosse, mas ainda não era.
Separei nossas bocas então, mas não queria afasta-la de mim, ainda não. Por isso descansei minha testa contra a dela, sentindo o ar salgado preencher minhas narinas, e não só o cheiro do mar veio, quando no fim, como uma lembrança, uma pitada de Sakura também veio. Querendo por vê-la, abri os olhos, encontrando os dela, sorrindo. Sussurrando contra minha boca então disse:
-Perdoada? - Por um momento fiquei confuso sobre o que ela estava falando, mas então relembrando da raiva e irritação de antes, abaixei mais a cabeça fazendo a ponta nossos narizes se tocarem, eu respondi.
-Deveria?
-Claro que sim. Afinal, eu só lhe derrubei por queria ficar com você. Só isso. - disse ainda sorrindo, mas suas bochechas estavam vermelhas agora, e seus olhos não encontravam mais os meus agora. "Ela queria...Queria ficar comigo. Comigo!" Não pude de sorrir. Pousando meus lábio no dela, nada profundo, apenas carinho. Apenas amor. Minha boca quando não a tocava, como asas de borboletas. E disse então não querendo mais ficar sem seus olhos nos meus.
-Eu quero ficar com você também. "...Para sempre."
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É claro que nossa pequena cena no mar não passou despercebida pelos amigos dela e meus irmãos. Fazendo-me alvo de olhares dos mais confusos, aos mais violentos. Sabia que minha vida estava em perigo então, mas não me importava muito no momento afinal, ela ainda segurava minha mão mesmo após termos no sentado. Eu ia ter morte feliz, dolorosa, mais feliz.
Não sei por qual razão, mas ninguém disse nada. Nenhum comentário, nem para nos embaraçar, nada! Aquilo era estranho, mas resolvi aproveitar enquanto ainda podia. Vários tópicos depois, silêncios estranhos, e suspiros de resignação de outros, resolvemos participar em uma partida de vôlei. Tobi pulava de excitado gritando com os braços pra cima 'VÔLEI! VÔLEI! VÔLEI!', Sasori disse que não estava afim, e continuou deitado debaixo da sombra, eu teria feito o mesmo não estive sido arrastando para a ja armada rede a alguns metros de nosso guarda-sol pela Sakura. Nos dividimos em times: Eu, Sakura, Itachi e Tobi(o outro time começou escolhendo primeiro.) e o outro com Temari, Kankurou, Deidara e Kisame. Após o decimo ponto o jogo começou a esquentar. O ar de competitividade estava no ar, com xingamentos e gritos aumentando a cada minutos nos dois lados da rede. Estavámos no quinto set, por assim dizer, empatados então, Sakura ia sacar no qual poderia ser o ultimo saque do jogo. Com nós como vencedores, se tivermos sorte. Todos encontravam-se tensos, esperando, esperando. Bola no ar, todos suados e vermelhos, davam tudo de si.
-Deixa! - e como em camera lenta eu vi o nó no pescoço do biquíni dela se soltar. Meus olhos nunca esbugalharam-se tanto. E nunca tive tanta vontade de ser capaz de não precisar piscar. Todos nós, os dois times, saímos correndo em direção a ela para impedir que ele caísse e nós acabássemos tendo um show de topless na praia. Um pisou no pé do outro, cotoveladas, e até puxões de cabelos sem querer ocorreram para que pudéssemos salva-la. A cena final de toda essa confusão foi sete pessoas segurando um fiosinho de tecido enquanto Sakura olhava para nós como se fossemos os seres mais estranhos desse planeta. Em pouco tempo o quase topless virou assunto para piadas e provocações, o que levou a risadas e alguns ferimentos da parte dos meninos. A vitória esquecida.
E assim foi nosso dia, mas logo o banho de sol tornou-se banho de lua. A lua servia como uma bela substituta para o sol, o problema era que ela não era o suficiente na área da iluminação. Por isso se foi feito uma fogueira. E foi-se formado uma roda em sua volta, com Sakura e Itachi tocando violão e cantando. E o melhor era que eles erravam as letras das musicas ou até desafinavam, e de vez em quando mudavam completamente o ritmo, transformando rock pesado em country, pop em opera. Eles também paravam de tocar do nada, e começavam outra musica completamente diferente, ou nem chegavam a parar, simplesmente emendavam uma na outra.
Entretanto, o que eu mais gostei foi o fato de nenhum naquele estranho grupo parecer não fazer parte dele. Por mais que alguns se encontrassem em pé, outros sentados na areia ou num tronco o qual haviam arrastado para lá. Alguns conversavam, outros observavam as estrelas, e uns poucos prestavam atenção na dupla que tocava. Eu, é claro, como sempre, o que chega até cansar a quem ouve, só tinha olhos para ela. A maneira que sua voz soava, errando notas ou rindo quando deveria estar cantado. Dando uma parada, os dois colocaram os violões de lado, Itachi foi sentar do lado da minha irmã, e ela veio em minha direção.
-Vamos dar uma volta? - disse esticando a mão para mim. Quem era eu para recusar certo?
Pegando em sua mão então, fomos andando para mais perto do mar. Longe do baralho, dos olhares, ficando mais próximos das ondas, iluminados apenas pela lua sozinha no céu. Sem nuvens e estrelas, sozinha, me fez lembrar de um mais novo eu. Sozinho balançando em um balanço a noite. Onde a solidão era a única coisa que eu conhecia. A única coisa que eu sentia.
Fui tirado de meu melancólico transe quando ela apertou minha mão, chamando minha atenção de volta para ela, como se ela sentisse o que eu estava sentido então. Como se ela soubesse o que eu passei, mas ela não sabia. Isso fazia seus olhos muito mais atraentes quando ela me olhava daquela maneira. Doce, mas sem pena, apenas aceitação.
Queria dizer então que eu a amava. As palavras a ponta da minha língua, a boca até aberta, mas o som, o som não saia.
-Gaara...- era a primeira vez que ela chamava meu nome sem honoríficos ou qualquer coisa do tipo. E não pude deixar de sentir bolhas de felicidade preencherem-me.
-Sakura...- Tentei chamar seu nome. Não sempai, nem haruno-sempai, nada, apenas seu nome.
-O que lhe dá o direito de me chamar pelo meu primeiro nome, hã? - fiquei envergonhado então, e tentei soltar sua mão, mas ela não deixou. Segurando-a com as suas duas mãos, ela me puxou um pouco para baixo, para que eu a olha-se nos olhos meio prateados por conta da luz da lua em cima de nós. -Vamos. Me dê uma razão para deixar você me chamar assim. Vamos. - Entendendo então o que ela queria dizer. Virei-me em sua direção, ficando frente a frente a ela. E peguei suas duas mãos nas minhas. Abaixei o rosto, deixando míseros centímetros impedindo que nos tocássemos. E falando baixo para que apenas ela pudesse me ouvir, eu disse, ao menos tentei.
-Você gostaria...- droga, cadê a coragem quando se precisa dela? "VOCÊ É UM HOMEM OU É UM TANUKI, GAARA?"
-Sim..? - Eu não fazia a menor idéia o que eu era, mas independente do que, quem ou o que quer que fosse minha existência, eu a queria. Ao meu lado. Pra mim. Sempre. Sempre. Minha.
-Você gostaria...Gostaria de ser minha...?- percebendo que eu realmente queria acabar a frase ali, e não querendo assusta-la com esses desejos egoístas, completei. - ...Namorada?
-Você é meio lento, muito serio, e completamente perdido, mas eu não posso deixar de querer você pra mim também. - ela sorriu então, e eu sabia que ela sabia o que eu havia pensando. Suspirando aliviado encostei minha testa na dela. Nós dois fechamos nossos olhos então. A noite nos envolvendo, e se você olhasse para o chão, veria que não havia duas, mas apenas uma sombra feita pela lua.
Foi isso. Apenas isso. Tá não foi apenas. Foi tudo, e muito mais, muito muito mais. Sinto que vou me afogar nessa felicidade que só o amor consegue nos fazer sentir. E sei que não me preocupo nem um pouco se isso realmente acontecer. Nem um pouco mesmo.
Não consigo para de pensar. E as vezes parece que essa é a única coisa que eu não sou capaz de fazer. É claro que apenas sou incapaz de tal quando os pensamentos não são sobre ela.
Haruno Sakura
estranha aposentada
recente amor da minha vida
atual namorada
do ilustríssimo, maravilhoso e excelentíssimo Sabaku no Gaara!
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Muitas emoções nesse capitulo né? Espero que tenha conseguido me redimir com vocês, mas se não, é só me avisar, que eu deleto tudo, e tento escrever tudo de novo até vocês estarem satisfeitos, ok?
E só pra constar, esse não foi o ultimo capitulo, tá? Ainda haverá mais Just Human pela frente.
Saibam que morri de saudade de todos, e de escrever essa fic também, ela é uma das minhas favoritas. Tanto é, que vivo relendo ela, sou simplesmente apaixonada pelo Gaara, mesmo um tão diferente feito esse que eu criei aqui.
Espero mesmo que eu consiga escrever o próximo capitulo mais rapidamente, mas não farei promessas, pois não quero decepciona-los caso aconteça alguma coisa, e eu não consiga atualizar logo.
Mas prometo que não vou desistir dessa fic, e que você ainda terão uma final feliz para poder rir, chorar e se apaixonar mais e mais pelo nosso querido e adorado Gaara.
Deixem reviews para eu saber o que voces acharam, ok? to meio nervosa ˆˆ
Beijo a todos
Uma muito envergonhada,
Mk-chan160
