Dominant's Creed
Disclaimer: Essa história pertence à ExiledEddie que me autorizou a tradução. Os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.
Sinopse: Edward é um Dom bem conhecido no círculo D/s. O que acontece quando ele conhece uma mulher sem experiência BDSM, que quer ser sua nova sub? Por que é que ele de repente está envolvendo sentimento emocional e quebrando todas as suas regras?
Tema forte com lemons, se você não gosta disso então passe longe dessa fic.
Capítulo 4
Sim, será como sempre e com isso eu fiz o meu caminho pelo corredor. Jasper vai me matar e eu vou me odiar quando eu tiver que olhar para o seu rosto, mas porra eu queria isso, ela queria isso. Jasper teria apenas que dar um passo para trás e passar por cima.
Respirei fundo e abri a porta do meu quarto. Lá estava ela, nua, na minha cama de madeira escura com dossel. Ela parecia que pertencia a aquele lugar.
"Vire-se para trás, Bella." Eu disse a ela. Eu teria que forçar as coisas e não queria que ela prestasse atenção, não pela primeira vez. Iria assustá-la sem nenhuma razão.
Ela começou a girar, mas hesitou. "Ou você pode usar a palavra de segurança e sair."
Vamos lá Bella, não deixe algo assim causar a sua queda.
Depois que ela virou, fiz o meu caminho para o meu armário onde qualquer pessoa que não me conhecesse olharia e diria que era para colocar roupa. Bem, não no meu caso.
Eu retirei a ferramenta que eu queria, juntamente com as cordas acolchoadas também.
Por que tenho uma cama de dossel?
Não é porque é bonita, e você está prestes a descobrir por que.
Eu subi na cama atrás dela, sentando de costas para o lado; eu tirei a minha camisa do meu corpo e puxei-a de volta ao meu peito. Estávamos agora parados no centro da cama.
Eu mantive minhas mãos sobre ela esfregando seus quadris em círculos de forma áspera, subindo da minha maneira. Ela estava respirando com dificuldade e corada. Eu continuei movendo minha mão para cima e quando cheguei à parte de baixo dos seus braços, comecei a esfregar em torno de seus seios. Suas mãos subiram para o meu cabelo, me dando um melhor acesso a ela, exatamente.
Coloquei minhas mãos em seus braços rapidamente, mantendo suas mãos seguradas por uma minha, com a outra peguei as cordas acolchoadas, eu coloquei um punho em cada uma de suas mãos e amarrei a corda na parte superior do dossel, onde eu tinha outro gancho pendurado.
Agora, você é uma verdadeira submissa, Bella?
Inclinei-me para perto do seu ouvido e peguei o lóbulo da sua orelha entre meus dentes. "Agora é hora de dizer a palavra de segurança, se você não quiser." Ela não disse nada e eu fiz uma pequena oração a Deus, agradecendo-lhe, dentro da minha cabeça.
"Tudo bem Bella. Essas cordas não vão machucar seus pulsos então fique à vontade se quiser puxá-las, só não espere ir longe, porque você não vai. Eu não posso dizer o mesmo sobre as correntes na sala de jogos, mas vamos chegar a isso depois." Eu disse em um tom de aviso. Eu queria que ela soubesse exatamente onde ela estava se metendo. Fui para longe dela, agarrando o meu chicote que eu tinha pegado. "Bella eu não vou vendar você, mas eu prefiro que olhe para longe de mim por algum motivo, você não vai olhar para mim em nenhum momento durante isto. A menos que eu diga o contrário, entendeu? Acene ou sacuda sua cabeça."
Ela acenou.
Bom.
Fiquei atrás dela de novo, de joelhos. Corri o chicote por trás dela nua e depois nos seus quadris.
"É um chicote de equitação*". Sussurrei, inclinando-me até ela e puxando seus cabelos para um lado, beijando seu pescoço. Ela puxou uma grande quantidade de ar e eu sabia que ela estava com medo.
*Chicote de equitação: eles são normalmente usados em BDSM.
"Eu não vou te machucar, Bella. Espere um momento para eu explicar alguma coisa para você sobre isso." Sussurrei, correndo o chicote sobre as suas pernas nuas. "Isso pode ser usado para o castigo, mas eu posso usá-lo para levá-la às alturas, onde você nunca esteve antes".
"Eu não quero usar isso para castigo, mas lembre-se, ou você obedece as minhas regras ou terá o castigo. É sempre a escolha das subs." Continuei correndo o chicote sobre as pernas, mas com o jeito que ela estava respirando eu sabia que era hora de avançar antes que ela tivesse um ataque cardíaco.
"Você confia em mim, Isabella?" Perguntei usando seu nome completo. Gostaria de começar a utilizar a partir de agora, porque eu não era seu amigo, eu não era o namorado dela, eu era o seu Dom.
"Eu-eu… sim." ela falou.
"Por que é que você confia em mim?" Eu já sabia a resposta.
"Você é amigo de Jasper e irmão de Alice". Ela disse.
Sim, exatamente o que eu pensei que seria a resposta.
"Bem, veja você, Isabella. Estes motivos não são suficientes. Você precisa confiar em mim como um Dom."
"Eu confio!" ela acrescentou e, em seguida, respirou fundo. "Eu confio em você como um Dom também."
"Bom". Eu disse. "Abra suas pernas".
Sem qualquer hesitação. Ela fez o que foi dito.
Muito bom.
Eu sentei-me e passei o chicote para baixo e corri a mão sobre sua bunda arredondada, movendo entre as suas pernas e escavando seu sexo molhado. "Se eu colocar o colar, você será a minha, e de mais ninguém." Movi minhas mãos de volta para seus quadris e subindo para a base de seus seios. "E, estes", disse tomando um mamilo entre o polegar e o indicador, torcendo e puxando "serão meus também."
"Entendeu?"
Ela acenou.
Peguei e levantei o chicote, batendo sobre o mamilo endurecido sem aviso prévio. Ela saltou e engasgou.
"Veja, Isabella, sem dor ali". Eu disse, estalando o meu pulso e batendo novamente no seu peito, causando um pequeno gemido nela.
Não, esta não é uma cena normal. Eu estava falando com ela através disso. Mostrando-lhe que não havia razão para temer, as coisas ficariam maiores a cada cena, enquanto a confiança dela em mim crescesse.
Joguei o chicote na cômoda ao lado da cama e desfiz os nós da corda, jogando-os no chão.
Ela sentou-se, imóvel esperando minha próxima ordem.
Perfeita.
Eu não disse nada e puxei-a de volta contra o meu peito, beijando seu pescoço.
"Você foi muito bem, Isabella." Eu disse sorrindo contra o seu pescoço "mas era brincadeira de criança, você tem certeza que quer isso?"
Ela deu um aceno de cabeça.
Bem, se você diz que sim, Isabella.
A virei de frente para mim, esfregando seus mamilos em meu peito. Eu abri minha calça e puxei meu pau duro para fora. Parecia que seus olhos estavam a ponto de pular para fora de sua cabeça.
"Vá em frente, Isabella."
Ela hesitou novamente.
Suspirei. "Você quer isso? Se não se lembrar; as palavras de segurança."
Ela se deitou de bruços e beijou a ponta. Eu pulei. Maldição eu pensei que ela iria bater com o jogo de mão. Eu sorri. Ela era muito submissa. Ela colocou sua língua para fora, circulando ao redor da minha cabeça.
Minha mão fez o seu caminho para o cabelo dela. Eu estava ficando cansado desta porcaria de lamber. "Coloque tudo em sua boca." Eu disse através de meus dentes.
E ela colocou.
Sua boca quente e molhada enrolou em volta de mim enquanto ela colocava tudo para dentro, o seu nariz esfregando o osso da minha pelve, ela nem mesmo engasgou, essa era a primeira vez.
Eu sabia que agora eu poderia tomar o controle da situação, agora que ela estava confortável. Eu puxei o seu cabelo para ela parar de se mover e comecei a comandar meu pau entrando e saindo de sua boca.
Eu estava chegando perto, mas eu queria segurar, enquanto eu pudesse, a sensação era boa demais para deixar ir.
Se a sua boca parecia tão boa…
E com esse pensamento que cai sobre a borda, gozando em sua boca. Ela não se moveu para trás e engoliu sem eu dizer que era para fazer. Eu gemi enquanto ela engolia tudo de mim.
Quando ela terminou tirei sua boca e arrumei minhas calças. Saltei da cama e comecei a arrumar as coisas.
"Vá ao clube na sexta. Eu colocarei o colar em você." Eu olhei para ela. "Se é isso que você quer."
"Sim Senhor." Ela disse em voz baixa.
"Bom". Eu disse olhando para os meus armários. "Você me agradou, Isabella. Agora, há um telefone na sala, chame um táxi. Minha carteira está lá também, sobre a mesa, tire algum dinheiro para o táxi."
"Está tudo bem eu te-" Eu cortei-lhe a palavra.
"Você já está indo contra a minha vontade? Eu não perguntei se você queria o dinheiro. Eu lhe disse para pegar."
Eu olhei para ver se ela queria protestar mais. Ela não disse nada.
Melhor.
"Você está dispensada." Apontei para a porta.
Ela pulou da cama agarrando suas roupas e saindo do quarto.
Sentei-me na beirada da cama. Suspirei e apoiei a minha cabeça em minhas mãos.
Jasper vai chutar a minha bunda.
