Dominant's Creed

Disclaimer: Essa história pertence à ExiledEddie que me autorizou a tradução. Os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.

Sinopse: Edward é um Dom bem conhecido no círculo D/s. O que acontece quando ele conhece uma mulher sem experiência BDSM quer ser sua nova sub? Por que é que ele de repente está envolvendo sentimento emocional e quebrando todas as suas regras?

Tema forte com lemons, se você não gosta disso então passe longe dessa fic.


Capítulo 9

A sala de jogos.

Não pude deixar de sorrir enquanto carregava uma Bella contestadora subindo as escadas. Gostaria de ter certeza de que as coisas fossem lentamente hoje. Não havia nenhuma razão para assustá-la puxando as correntes ainda. Tudo viria no seu tempo e eu já a assustei bastante com a minha estupidez.

Mas a partir de agora, é hora de mostrar-lhe como agir como uma sub e mostrar-lhe que a diversão pode vir com o nosso acordo. Não era tudo dor. A única coisa que me entristece com as pessoas que não vivem esse estilo de vida e que não têm a mente aberta para isso, pensar que isso tem tudo a ver com a dor.

É verdade que, de certa forma, a dor pode desempenhar um papel nas cenas, mas é uma dor prazerosa. Fico duro quando estou usando o meu chicote de couro ou de pele de coelho em uma sub, mas ela também sente prazer com isso. Não é tão doloroso para ela que ela não tenha o prazer que eu pretendo compartilhar com ela. Eu não ficaria duro com o pensamento de ferir minhas subs.

Eu não gostava da punição.

Enquanto eu subia para o topo da escada e virava no corredor para a sala de jogos, eu não podia deixar de sorrir com o que eu tinha planejado. Abri a porta da sala de jogos e coloquei Bella em seus pés.

"Dispa-se." Eu disse enquanto saía de perto dela, fui conferir tudo o que eu precisava para essa cena.

Baralho, confere.

Mordaça de Bola, confere.

Vibrador, confere.

Chicote, (apenas por precaução), confere.

Cordas, confere.

Prendedores de mamilos, confere.

Eu me virei para ver Bella despida e com um amável rubor.

"De joelhos." Eu mandei enquanto eu olhava para as minhas ferramentas. "Lace as mãos atrás da sua cabeça." Virei para ter certeza que ela tinha seguido as minhas ordens.

Sorri para a visão. Muito bom.

"Isso, Isabella," eu disse apontando meu dedo indicador para ela, "é uma postura submissa. Toda vez que entrar nessa sala você deve imediatamente ficar de joelhos nesta posição. Entendeu? Balance ou assente a cabeça em resposta".

Ela assentiu com a cabeça, olhando para mim.

Eu fui alguns passos para a frente e dobrei os joelhos para que eu estivesse quase ao nível dos olhos dela, tomando seu queixo em minha mão.

"Há apenas um problema com essa postura," eu sussurrei. "Seus olhos devem estar olhando para o chão. Eu nenhuma vez lhe dei a permissão para olhar para mim".

Lancei-lhe o queixo com um empurrão. "Eu não vou dizer de novo." Eu ameacei.

Voltei para onde estavam minhas coisas e observei-a por um momento. Eu dei a ela algum tempo para pensar sobre o que podia estar acontecendo hoje. Quando eu senti que ela estava cheia de expectativa, eu decidi que era hora de começar.

"Estamos indo para um jogo. Este jogo deve ser muito divertido para nós dois. Ele ajuda a facilitar uma nova sub ao meu mundo." Apoiei longe dela alguns passos enquanto olhei para ela. "Eu perguntei-lhe muitas vezes se é isso que você quer. Toda vez que eu perguntei sua resposta foi a mesma, mas vou perguntar mais uma vez. É isso que você quer?"

Diga não, mate-me pelo caminho mais fácil. Diga que você após a outra noite não poderia estar perto de um Dom como eu.

Corra, Isabella. Eu me importo com você muito longe, para o meu ou o seu bem.

Nenhuma resposta.

"Vou levar isso como um sim." Eu a olhei por um segundo tempo.

Vamos começar a trabalhar então.

"Interrogatório…" eu disse, fiz uma pausa para pegar a cadeira dobrada que eu tinha colocado anteriormente em pé e desdobrei-a no centro da sala. Coloquei-a com um grande gancho no teto e na frente do poste de madeira que ela já tinha experiência. "...É uma cena bem conhecida de dramatização." Sorri quando a vi corar. Eu sabia que a idéia deste jogo é fazer com que ela trabalhasse de modo que ela me desse informações.

Não haveria nenhuma dor nesta cena. Jogar com a dor não é sobre o que se trata o mundo D/s. Sim, é como sempre somos conhecidos, mas os nossos caminhos depravados vão além de surras e jogar com brinquedos.

Desempenhar um papel é simples e divertido para todos os envolvidos, na maioria do tempo. É uma mistura de tudo o que fazemos, surra, brinquedos de jogos, dominação e submissão. Tudo em um pequeno jogo.

Eu andei em torno dela explicando as "regras" da cena.

"Eu vou ser o interrogador. Você será a que dá a informação que eu não sei. Meu objetivo é obter essa informação de você. Seu objetivo é manter essa informação longe de mim." Eu ri com a idéia dela ganhar essa. Já joguei tantas vezes que ela não ia saber o que bateria nela.

"Não se preocupe em ganhar, Isabella. De qualquer maneira, termina comigo fodendo você." Eu sorri maliciosamente para ela. "Levante-se e sente naquela cadeira. Mantenha os olhos para baixo e eu vou começar tudo. Então vou passar por cima das regras com você." Ela fez como eu disse e eu peguei as cordas e o baralho e fui para a frente dela.

"Olhe para cima." Quando seus olhos encontram os meus, eu disse "Todas as palavras de segurança podem ser usadas durante esta cena, então fique à vontade para usá-las a qualquer momento, embora, eu não acho que você vai querer usá-las." Eu pisquei, mas por baixo de tudo, eu estava chateado. Chateado que eu não tinha a deixado usar a palavra de segurança na noite passada. Eu nunca deixaria que isso acontecesse novamente.

Eu mostrei o baralho para Bella. "Pegue uma carta e não me deixa ver".

Ela pegou a carta e olhou para ela. "Lembre-se qual é a carta, Isabella. É a informação que você está tentando manter longe de mim." Eu sorri para ela enquanto ela corou. Ela não ia durar muito tempo. "Coloque-a no topo do baralho." Ela fez isso, então eu coloquei-o de volta na mesa sem olhar para a sua carta.

As cartas são utilizadas apenas para dar algum tipo de informação para a sub manter longe de mim. Não seria muito divertido se não houvesse nenhuma informação real a ganhar.

"Esta é a dramatização. Mas veja, eu gosto de ser eu mesmo e eu gosto de quem você é." Eu disse puxando as suas mãos sobre a sua cabeça e amarrando as cordas que prendiam as mãos através do gancho no teto. Sua bunda estava apenas na borda da cadeira agora.

Bom. Isso não precisa ser confortável.

"Eu não vou representar um policial ou qualquer coisa desse tipo. Este sou apenas eu, Edward, recebendo a informação de você, Isabella. Ainda é dramatização, mas apenas não estamos indo tão longe." Eu disse jogando seus cabelos para fora de seu rosto enquanto ela detinha a maioria do seu peso na ponta dos pés. "Dobre suas pernas em volta das pernas da cadeira, então eles estarão espalhadas e será mais confortável para você." Ela fez como eu disse e eu olhei para baixo em suas dobras. Ela já estava ficando molhada. Isso ia ser muito fácil.

"Você pode falar livremente durante esta cena, mas só quando eu lhe fizer uma pergunta. Você está pronta, Isabella?"

Ela assentiu com a cabeça.

Deixe-me começar então.

Eu me inclinei para a frente puxando o seu lábio inferior entre os meus, sugando e puxando. Afastei-me depois de alguns segundos e ela já estava começando a ofegar. Eu sorri e inclinei-me novamente deixando pequenos beijinhos em seus lábios. "O que está na carta, Isabella?" Eu perguntei com uma voz suave.

Nenhuma resposta. Eu aterrei um tapa suave em seu rosto e ela gemeu. Eu sabia que não doía, era para excitá-la, nada mais. "Agora?"

Nada. Tudo bem. Fui para minha mesa e peguei os grampos de mamilo. Coloquei-os na frente do seu rosto para ela ver. "Talvez você me diga o que está na carta agora?"

"Acho que não, hein." Eu sorri: "Você quer isso em você, Isabella? Você quer que eu os puxe? Você sabe, que apenas uma vagabunda suja como você gosta de coisas como estas. O que você acha sobre isso?"

"Foda-se." Ela disse e eu fui surpreendido, mas meu pau estremeceu. Isso é exatamente o que ela deveria ter dito. Isso era jogar e ela estava jogando como uma pessoa de saco cheio sendo empurrada ao redor.

Eu sorri. "Oh, eu vou, mas não até descobrir o que está na carta. Então, se você quer que eu foda você como a puta que você é, vai ter que me dizer".

Nenhuma palavra.

Abaixei-me e coloquei os grampos em seu mamilo depois que rodei e puxei o mamilo entre o polegar e o indicador, dando-lhe um puxão rápido, observando seus mamilos tensos e virando um rosa brilhante. Mais uma vez, ela gemeu.

Graças a Deus, nem todo mundo gosta disso e eu estava um pouco preocupado.

Hmm, ela gosta de dor. Perfeito para o meu gosto.

Sim, ela gosta de dor, Edward. Mas apenas quando ela pode usar a palavra de segurança.

Eu estou realmente tentando bloquear e esfregar essa merda para fora. Eu cometi um erro. Eu não sou o primeiro dom a fazê-lo e eu não serei o último.

Olhei para a sua boceta mais uma vez. Desta vez você pode realmente dizer que ela estava molhada. Inclinei-me para sussurrar em seu ouvido. "Isabella, você já estão tão molhada e eu mal toquei em você. Logo você estará escorrendo na cadeira e implorando para eu te foder. Você realmente não quer chegar a esse ponto não é? Apenas me diga o que está na carta."

Ela inclinou-se e descansou seu rosto no meu. Por um segundo, pensei que ela ia me dizer. "Não." Ela sussurrou em meu ouvido, deixando a ponta da sua língua para fora e tocando meu rosto.

Oh inferno. Onde está a menina que cora que eu trouxe para esta sala? Eu posso muito bem perder este jogo. Eu a empurrei de volta para o encosto da cadeira, mas ela foi detida na cadeira pelo grampo, seus mamilos sendo puxados mais uma vez.

"Oh, Deus!" Ela gemeu.

Não se preocupe. Eu ainda posso ganhar.

Afastei-me dela e caminhei até a mesa mais uma vez. A única coisa que você pode ouvir na sala era a sua respiração ofegante. Você poderia dizer que ela estava tentando se acalmar.

Eu agarrei meu chicote, não querendo acelerar as coisas ainda com o vibrador. Isabella estava provando ser uma grande companheira de divertimento.

Eu andei mais para a frente dela. Mais uma vez seus olhos estavam fechados e eu levei aquele momento para realmente olhar para ela. Ela estava vermelha, rosa e creme. Eu podia apenas comê-la. Seu peito arfava para cima e para baixo com suas puxadas afiadas e respirações longas. Abaixei-me e corri o chicote sobre suas coxas, para cima e para baixo, repetidas vezes. Seus olhos se abriram com a sensação.

"Eu acredito que você já se encontrou com o chicote, Isabella." Ela corou e mordeu o lábio. Onde é que a megera foi? "Mas parece que ele não se cansou de você da última vez, por isso vamos tentar de novo. Bem, a menos que você queira me contar o que está na carta".

Ela balançou a cabeça e eu sorri. "Muito bem".

Voltei aos meus pés e comecei a circular em torno dela. Eu bati seu mamilo duro apertado com o chicote, ganhando um gemido agudo. Eu sabia que ela já estava ficando com uma sensação de beliscar com os grampos e tenho certeza que o chicote acrescentou mais a essa sensação.

Depois de circular mais algumas vezes e batendo nos mamilos com cada volta, parei atrás dela e puxei a cadeira tirando-a de debaixo dela, deixando-a em pé sobre a ponta dos seus dedos e lutando contra as cordas. Bati a minha mão e deixei cair o chicote contra a sua bunda.

"Oh, por favor." Ela gemeu, puxando as pernas juntas o melhor que podia e esfregando-as juntas para fazer atrito. Eu podia sentir o cheiro de quanto ela me queria neste momento.

"Oh, amor, eu posso sentir o cheiro do quanto você me quer. Eu mal posso esperar para sentir você apertando meu pau. Diga-me o que está na carta e podemos chegar ao que você realmente quer".

Ele deu um gemido, mas nada mais.

Excelente.

"Abra as pernas abertas, Isabella." Eu disse rapidamente. Sorri quando ela fez o que lhe foi dito. Ainda por trás dela, eu apertei o chicote em suaves batidas contra a sua bunda. "Você poderia apenas dizer-me a carta, e então você pode parar de agir como uma cadela no cio".

Nada… mas eu sabia que era apenas uma questão de tempo.

Tirei minha camisa e joguei-a de lado, deixando-me sem nada além do meu jeans. Tenho certeza que isso ajudaria as coisas. "Abra suas pernas um pouco mais para mim." Ela abriu tão rápido que eu pensei que minha cabeça girava. "Você é uma vadiazinha, não é?"

Ela choramingou com as minhas palavras.

Sem aviso eu bati no seu clitóris com o chicote.

Ela soltou um suspiro e um gemido baixo e começou a dizer: "Oh, Deus".

Eu bati nela com o chicote novamente e puxei-a de volta para mim por seu cabelo. "Sem Deus aqui, amor, apenas eu." Eu disse me afastando dela e levando meu chicote de volta para a mesa. Era hora para o vibrador.

Virei e ela ouviu o som antes de ver. Ela soltou um gemido desesperado sabendo o que estava por vir.

Fui até ela e fiquei de joelhos levantando suas duas pernas e deixando-as apoiadas sobre meus ombros. Coloquei um beijo de boca aberta em sua abertura e usei o vibrador para separar suas dobras.

Eu trabalhei por toda parte sobre ela, mas fiquei longe de seu clitóris e deixei apenas círculos em sua abertura enquanto beijei seus lábios e as coxas, não dando a ela o que precisava para sua libertação.

Eu estava começando a pensar que ela não estava indo para dar as informações e eu acabaria deixando-a ganhar. Seria a primeira vez que eu alguma vez teria perdido nesse papel do jogo.

Porém pensei rápido porque no segundo que bati no seu clitóris com a minha língua enquanto beijava seus lábios, ela começou a gritar "Ás de espadas!" e eu quero dizer, gritando.

Desliguei o vibrador e levantei. Andei até a mesa e coloquei o vibrador lá, eu peguei a pequena mordaça de bola de couro.

"Eu venci, Isabella." Sorri enquanto comecei a andar em sua direção. Quando eu estava na frente dela, coloquei um pequeno beijo sobre os seus lábios enquanto desfazia os laços de suas mãos. "Eu sempre consigo o que eu quero".

"Vá até a mesa e se curve." Apontei-a para uma mesa acolchoada contra a parede, ao lado da porta. "Se você vai agir como uma cadela no cio, eu vou te foder como uma".

Eu segui atrás dela desfazendo-me da minha calça no caminho. Eu posso agüentar mais do que ela, mas eu estava tão desesperado como ela estava.

Quando eu cheguei por trás dela, eu puxei as correntes da parede e coloquei as algemas em seu pulso. Coloquei uma campainha na frente de suas mãos, onde ela poderia chegar.

"Eu vou te amordaçar, assim você não será capaz de dizer a sua palavra de segurança. Se você quiser a qualquer momento finalizar a cena, bata na campainha." Eu disse quando empurrei a bolinha na sua boca amarrando-a na sua cabeça.

Eu estava atrás dela olhando para a visão diante de mim, puxando levemente meu pau na minha mão.

Não demorou muito para perceber que Isabella percebeu meu devaneio. Ela choramingou por trás da bola e empurrou sua bunda para mim.

Mordi de volta um gemido e dei um passo para frente, agarrando seus quadris e erguendo-a do chão. Eu coloquei meu pau na sua abertura sem empurrar, ganhando um outro gemido de desespero. Eu ri roucamente e empurrei para a frente. Eu não esperei por ela se ajustar enquanto fui direto para ela. Eu podia sentir seu aperto em mim, já perto da sua libertação.

Eu balancei os nossos corpos juntos e cheguei até agarrar seu cabelo.

"É isso que você queria?" Eu perguntei sem parar meus movimentos. "Você queria ser fodida assim?"

Ela balançou a cabeça como se a sua vida dependesse disso, choramingando.

"Se você tivesse vencido, eu teria deixado você montar em mim. Você quer me montar, Isabella?"

Ela gemeu e balançou a cabeça novamente.

"Da próxima vez, não seja uma puta e você consegue".

Minhas bolas batiam em seu clitóris com cada empurrão e eu sabia que ela estava perto, e eu também. Tinha sido há um longo tempo desde que eu tinha trabalhado muito nas preliminares.

Bati nela por trás novamente e novamente. Ergui os seus quadris mais uma vez me permitindo ir mais fundo. Suas pernas separaram ainda mais, quase envolvendo em torno de minhas pernas quando segurei-a para me permitir uma penetração mais profunda.

Cheguei para a frente e puxei os grampos nos mamilos que ainda estavam sobre ela, e ela soltou um gemido profundo. Ela arqueou o peito e, em seguida, seus quadris foram para mim, incentivando-me. Seus músculos apertaram em torno de mim e nos libertamos juntos.

Nirvana.*

E assim eu estava me sentindo como eu mesmo novamente, eu poderia fazer isso! Eu poderia ser o dom bom que eu sempre fui. Eu não poderia consertar meus erros, mas eu poderia lidar com eles e fazer as coisas melhores para Isabella.

Mas eu sabia que a batalha em minha cabeça estava longe de acabar.


*Nirvana: No budismo, última etapa da contemplação, caracterizada pela ausência da dor e pela posse da verdade, como decorrência da integração no espírito do Universo ou no seio da divindade suprema.


[N/T]: Wow, isso foi quente. Tenho certeza que precisaram de uns baldinhos... gelo...

Bem domingo tem mais, espero que tenham gostado desse capitulo.

Beijos