Ele, que estava bastante suado e ofegante, enquanto olhava para garota de pele leitosa sentada sobre seu quadril. Reparava em cada marca de mordida arroxeando-se, cada chupão, ou as marcas impressas de suas mãos nela, nem as coxas ou panturrilha escapavam. Levou a mão ao rosto dela, que estava vermelho e ligeiramente marcado pela pressão dos seus dedos, tinha a pele suada, porem o mais marcante eram as lágrimas que ainda vertiam dos olhos perolados tão cansados que o olhavam numa súplica de: Por favor, pare, não aguento mais. O Uzumaki se sentia pleno, satisfeito com tudo que fizera, e como fizera, naquela noite. Havia colocado toda sua raiva, seu estresse, seus impulsos e selvageria, nela.

Levou a mão ao rosto de Hinata, e usando o polegar secou as bochechas ao mesmo tempo que acariciava a face jovem e bonita que tinha um dos lábios cortado por uma mordida. Então os dedos desceram suaves até o pescoço esguio, desafivelando a coleira-cinto que ele usou ali, constatando a marca que havia se formado avermelhada no mesmo. Deslizou os dedos num gesto de sutil afago e caricia enquanto a pele dela arrepiava-se em temor, dor e uma brandura da satisfação. As mãos que desceram tocando sutilmente o corpo dela alçaram os punhos femininos que estavam amarrados as costas. Ele desatou o nó com a extrema agilidade de quem amarrava e lidava com cordas muito bem, e ela ofegou em alívio. Naturo tomou os finos pulsos em suas mãos, vendo-os roxos pelas amarras dela.

Hinata respirava ofegante, entre suspiros, suada, cansada, suja... e ela se deixou só deitar no peito dele, levada pela exaustão de um animal liberto. Ali, deitada sobre o corpo rígido e forte dele, ela ficou completamente em silêncio, completamente exausta, dolorida, sem som, sem choro, sem voz. Provara de coisas novas que nunca imaginou provar ou suportar e ainda assim ouvindo-o dizer que nem havia extrapolado o limite da dor, mas para ela, eram coisas realmente dolorosas. Sentia-se humilhada, em parte, em como fora transformada em uma boneca humana, fodida em algumas posições que nem achava possível. Aberta, rasgada, se era possível dizer...

Torcida, empurrada, engasgada, sufocada...

Arranhada... mordida... privada... xingada...

Fodida, completamente.

Palavrões obscenos da qual ela descobriu que Naruto tinha um repertório e tanto. Seu colo uterino ainda latejava do quão fundo ele entrara nela sem dó alguma. Sua bunda? Essa não se esqueceria jamais dessa noite.

Noite essa feita de atos onde ela implorou pra ser penetrada, mas também implorou por misericórdia, implorou pela porra dele em sua boca, ou na sua cara, ou na sua buceta...

Se ela fosse uma terra fértil, certamente ele fizera um puta plantio dispersando sua semente por ela toda.

Talvez a pior linha de pensamento ou expectativas tão ilusórias de Hinata, era esperar qualquer mínimo gesto de humanidade vinda dele. Fosse no bom humor, fosse distraído, até mesmo na raiva, quando extrapolasse, mas não. Talvez ela fosse tão otária ao ponto de achar que mesmo alguém como Naruto, era capaz de qualquer mornura carnal, ou proximidade, mas ele era frio e seco. Por dentro e por fora. Naruto, na história vivida em sua mente, era o homem de lata sem coração, e como tal, ele a empurrou para o lado, a tirando de si como uma coisa se levantando ainda nu sem sequer olhá-la.

— Pode sair coisinha, já fodi o que quis, não preciso mais — Então ele se foi sumindo em direção ao banheiro. E mesmo que ela sentisse cada parte do seu corpo doer miseravelmente, ela tentava dizer para si mesma, que mesmo com tamanha humilhação, era apenas um homem, como se sentia então uma mulher que lidava com tantos daquele mesmo jeito?

Seria isso ver o copo meio cheio quando tudo estava uma merda?

Seus lábios curvaram-se rindo, embora em si, houvesse apenas tristeza e nada mais que isso.

"Um dia a menos" sussurrou tão baixinho, como se esse fosse o mantra que lhe bastasse.

Ela juntou suas roupas, e saiu sem se importar ou olhar para trás, indo para o seu quarto enquanto o loiro apenas deixava a aguar quente cair sobre seu corpo limpando-se. Os olhos fechados e a cabeça baixa deixava o calor fluir por todo seu corpo enquanto a mente apenas reforçava o obvio: Hinata era uma puta, sua puta, e putas não eram pagas para ter um coração, ou dar amor e paixão, putas eram pagas por puro capricho e satisfação. Serviam para serem fodidas e alivio. Qualquer coisa fora dessa curva era um problema.

Quando ela entrou em seu quarto. Finalmente viu as duas caixas que estavam ao pé de sua cama. Sinceramente? Algo vindo de Naruto a assustava tanto. Poderia ter alguém desmembrado lá dentro, vai saber. A garota então passou direto, indo para o banheiro, mas ao dar apenas dois passos à frente, ela parou. Os olhos voltaram-se para elas e finalmente ela caminhou de volta, abaixando-se diante da primeira e removendo-lhe a tampa. Os olhos imediatamente encheram-se de lágrimas, o engasgo ficou na garganta, causando-se a sensação de sufocar enquanto o coração batia doloroso.

"Sua mãe está morta!" isso apenas se repetiu e repetiu enquanto os dedos esguios seguraram a primeira coisa que ocupava o topo daquela caixa: uma caixinha musical daquelas simples de suvenir que você abria e lá estava a pequena bailarina girando e girando enquanto a música tocava pela corda dada.

Ela abriu os lábios, quando o ofegar choroso escapou e as lágrimas já não puderam mais ser contidas. Aquelas caixas carregavam lembranças, boas e ruins, tudo que era seu e de sua mãe, e era tão deprimente pensar que, tudo que tinham na vida cabia ali, em duas caixas, mas havia tanto, mais tanto sentimento em cada pequeno objeto com um amor e saudade que jamais poderia ser comportado em qualquer lugar.

Foi com essa dor, misturada as outras que já sentia, que Hinata dera corda aquela caixinha de música e levou consigo para o banho, deixando-a sobre a pia tocando enquanto ela se sentou embaixo do chuveiro quente, apenas chorando e sofrendo sozinha a própria dor. Olhou para seus punhos arroxeados, para as marcas em seu corpo e sentiu pena de si, porque não tinha ninguém para sentir por ela. Cresceu em um lugar tão ruim, mas tinha amor, e agora... ela não tinha mais nada. E mesmo que uma vida tão diferente tivesse sido imposta a ela, Hinata ainda era uma menina, e a parte boa em si, achava que o dia que o amor morresse em si, então finalmente sua mãe terá partido.

— Mãezinha, eu precisava tanto de você — o choro tornou-se copioso — precisava tanto de um abraço seu, de dizer que tudo estava bem, ou... do seu carinho...

... ...

O dinheiro fora outra vez colocado sobre o balcão, diferente do dia anterior, ela não protestou, ou sequer se manifestou. Na verdade, nem sequer erguera o olhar do que comia. Havia arrastado a noite a tornando mais longa ao ficar revirando aquelas caixas, decidindo se Naruto era tão cruel ao ponto de deixar aquilo consigo para lhe dar ainda mais dor, ou se ele, ainda que como uma cebola cheia de camadas e quase todas de cima, fossem tão podres, haveria algum miolo que salvasse em um gesto de... empatia ou compaixão?

Não... o homem de lata não tinha coração!

Acontecia que, enquanto a garota apenas era indiferente a si — coisa que ele sinceramente estava cagando naquele momento — o Uzumaki olhava aquilo que era seu (vulgo, sua boneca particular) quebrada. Olhava todas aquelas marcas que, embora tivessem sido todas feitas no mais profundo e gostoso momento sexual, mais parecia que ela fora violentamente espancada e esganada, e sinceramente, quando ele olhava, não era a imagem de satisfação que lhe vinha, mas sim o incomodo de que a perfeição fora maculada. Talvez devesse mandar medicá-la para acelerar aquele processo, porque ela renovada significava que ele poderia marcá-la de novo.

Ok, era confuso, ele adorava a imagem imaculada dela, de algo puro, único, bonito e perfeito, algo que remetia ao angelical, mas sentia-se como o diabo a tendo no colo, e como diabo, ele era tão bom em suas maldades.

Não, não, não, linha de pensamento errada demais!

Focou então nos punhos arroxeados falando a primeira merda que veio na sua mente.

— Isso dói, coisinha?

se surpreendeu absurdamente com aquilo que perguntou, afinal, ele estava cagando para isso, ou deveria estar, até porque ela servia para isso, para satisfazer seu lado mais filha da puta e pervertido... era doentio, mas o excitava e era a única coisa que importava naquele instante. Como justificativa obvia a isso, ele argumentou a si que, ele era zeloso demais com brinquedos que gostava e isso bastava para sua mente parar de pensar sobre o assunto.

Hinata, no entanto, o olhou surpresa e, ao mesmo tempo, tensa, porque certas perguntas dele, por vezes, vinham dotadas de duplo sentido ou com algo oculto da qual ela tinha medo de responder errado. Corada, ela sentiu o coração acelerar, só não sabia que sentimento especificamente guiava aquilo.

— Um pouco, senhor — murmurou voltando a comer.

— Eu vou mandar alguém dar uma olhada em você mais tarde — ele resmungou ligeiramente aborrecido — talvez algo para dor... — ela esboçou um sorriso miúdo. Naruto era um maldito, grandessíssimo filho da puta, se ela estava com dor, a culpa era dele, mas ele ainda assim fazia parecer algo tão ruim como tolo e doce. Ela até poderia pensar "que gentil, ele está preocupado com as patinhas de seu bichinho" Então sua mente de mundo paralelo outra vez quiz apenas imaginar que Naruto era um ser humano minimamente descente a ponto de se importar com a dor que ele próprio a infligiu, e na sua mente, ele diria algo como: "me desculpe, Hina. Está assim por minha culpa, mas vou recompensá-la, afinal, você é tão... compreensiva e doce." é, ela era sim!

Sorriu mais abertamente com sua mente presa na sua realidade paralela, e fora o bastante para Naruto franzir o cenho incomodado com aquilo.

— Por que está feliz?

E foi como se um carro colidisse em sua cabeça quando suas expressões morreram ali e ela arregalou os olhos o encarando. Ela estava rindo?

— Eu não estou feliz.

— Estava rindo de raiva.

— Você é uma pessoa estranha, Hinata.

A face que ela o fez depois parecia sozinha responder aquilo, porque ficou tão cristalina na reação que Naruto não precisava de qualquer interpretação extra ou ser um gênio para saber o que ela pensava.

— Obrigada?

— Não foi um elogio. Acho que prefiro você calada. É irritante. — Ele gesticulou e ela quiz mandá-lo se foder, no entanto, mordeu o lábio fortemente — então, aquele lixo que eu trouxe ontem, você quer ficar com algo?

Então a raiva voltou, não, nem na história paralela em sua mente ele era minimamente descente.

— Lixo? São... recordações.

— Hm... e vai jogá-las fora?

Ela franziu o cenho.

— Não! s-são... memórias da minha mãe...

Algo na intensidade dela, o fez arrastar-se abruptamente, quase como que em uma mente fragmentada, a um dado lugar, um dado momento, uma dada pessoa... os fios ruivos naturais, o sorriso e o cheiro de capim-limão. "Minha pequena raposinha..."

Ele levantou-se sem olhá-la direito enquanto tomava o paletó em mãos.

— No horário do almoço, Neji estará aqui para leva-la. Vou salientar que, não descumpra meus horários outra vez nem faça meus homens de idiota, Hinata — aproximou-se segurando o queixo da garota e a mirou nos olhos — um atraso como de ontem, e não sentirei remorso pelos próximos roxos que vou causar, entendeu?

— Sim, senhor, irei... me comportar.

— Boa menina! — passou a mão sobre seus cabelos no mesmo gesto que ela se lembrou de Neji. O que ela era, afinal, um cachorro?

... ...

Foi uma manhã tranquila, ela guardou as coisas da caixa, leu, achou algumas receitas da qual queria testar, achou outros livros da qual ajudava a aprender didaticamente falando, alimentando assim a sua curiosidade a fazia mergulhar em coisas novas sempre, fome de saber, de descobrir, uma mente com uma incrível capacidade autodidata. Estava tão focada naquilo, que não notou a hora passar, somente quando, jogada no sofá da sala, ela viu Neji entrar ali se aproximando se si, notou as horas. Sua primeira reação diante do homem fora abrir um sorriso feliz e sincero, talvez porque até aquele momento, fosse ele, ou Toneri, suas únicas interações sociais longe de Naruto que não terminaram com ela cheia de roxos pelo corpo.

Neji lhe sorriu, ainda que minimamente, enquanto seus olhos passearam rapidamente por toda a pele exposta da garota. Todas aquelas marcas tão visíveis e predatórias lhe pareciam mais como um aviso: fique longe. Ainda assim, o homem de cabelos chocolate não conseguiu evitar olhar o shortinho de malha grudado ao corpo, notar as coxas, ou os seios sem sutiã que marcaram ligeiramente as aréolas rosadas que ela tinha. A marca no pescoço de Hinata, não o fez sentir pena, mas gerou a imagem inapropriada de sua própria mão circundando a garganta da garota e apertando enquanto socava-se fundo dentro dela. Então ele desviou o olhar e a linha de pensamento ao jogar para ela a sacola com alguns medicamentos.

— O chefe pediu para você tomar. Um comprimido de cada a cada seis horas.

Não era a primeira vez que Neji via uma garota naquele estado depois de passar por Naruto, aliás, sendo mais honesto ainda, Hinata estava ótima se comparada com a última. Então não havia muito espaço para pena, ou empatia, ou qualquer sentimento assim quando se perdia a sensibilidade com aquele trabalho. Ele aprendeu e entendeu que puta, era como boneca e só isso.

Empolgada, ela levantou-se indo até à cozinha rapidamente e tomando os primeiros comprimidos enquanto o olhar dele acompanhava.

— Neji, eu vou me trocar bem rapidinho, tá? — e correndo, ela sumiu para mais dentro no apartamento. Ele se sentou onde ela estava minuto antes e viu sobre a mesa junto aos livros uma revista que tinha ninguém menos que Naruto Uzumaki na capa. Era uma daquelas revistas de negócios sobre mundo corporativo, mas ele viu que as páginas com a entrevista do chefe estavam marcadas, indicando que estavam sendo lidas. Suspirou, deixando de lado e reclinando-se no sofá enquanto encarava o grande aquário que tinha ali.

E então, Hinata voltou, e lá estava ela com um vestido do tipo godê esvoaçante e ligeiramente curto e ele se sentiu como se arrastado para o primeiro dia no restaurante enquanto Hinata esteve sobre o julgo de Naruto, das bochechas vermelhas, dos lábios entreabertos gemendo enquanto gozava nos dedos dele. Cerrou os olhos olhando o que era uma verdadeira bonequinha diante de si. Sua virilha latejou enquanto ele sugava o ar lentamente. "Puta que pariu, eu não posso com isso!" gemeu mentalmente se praguejando.

— Eu estou pronta, Neji

Oh, pode apostar que ele sabia como ela estava pronta...

... ...

Precisou de alguns dias apenas, para que todas aquelas marcas desaparecessem por completo, não que para Hinata, seu dono colaborasse, pois todos os dias Naruto parecia decido a fazer novas marcas nela, fosse em seu pescoço, sua barriga, na sua bunda e seus seios... oh, esses ele particularmente adorava. Lidar com Naruto era fácil (relativamente falando) lidar com a personalidade eram outros quinhentos. Afinal, ninguém mordia e assoprava como ele, e isso eram coisas que apenas a desnorteava, como, por exemplo, quando ele lhe trouxera um livro da qual ela nem ao menos se lembrava se te-lo dito querer ler e não ter achado na biblioteca privada do Uzumaki, ou quando ele a deixava escolher o jantar ou então quando ficava particularmente calado apenas com ela em seus braços.

Enquanto tomava preparava o café, Hinata sentiu um arrepio gostoso e estranho percorrer seu corpo ao se lembrar do loiro na noite anterior, quando ele invadiu seu quarto no meio da madrugada parecendo levemente alcoolizado. Estava... diferente. Se lembrava tão sensivelmente do toque rude do loiro, ou a forma faminta e sôfrega que ele lhe sugou os seios, ou como a penetrou lento e fundo. Hinata tivera apenas a compreensão do quanto gemera agarrada aquele homem suplicando por mais e mais como uma vadia sem moral que esquecera de quem se tratava, para no fim, terminar a noite dormindo agarrada a ele em sua cama

Se sentia incrivelmente estupida, ela sabia. Naruto raramente demonstrava emoções que não soasse pervertidas, mas era tão gostoso dormi nos braços fortes dele, ou o cheiro dele que era uma incrível mistura de amadeirado e picante, sim, ele era cheiroso até mesmo quando suava, e ela sentia um estranho prazer quando ele a agarrava sonolento, ou quando apenas a olhava em silêncio e a acariciava como se ela fosse mesmo sua preciosa bonequinha. Sem qualquer intensão, se pegou roçando as coxas. Despertou quando começou a colocar sobre a ilha, os waffles que fizera enquanto seu dono estava entretido na academia. Ela acabou por derrubar sobre essas uma espeça calda de caramelo e colocou alguns mirtilos sobre. Seus olhos então alcançaram o homem alto e loiro que surgira no seu campo de visão se aproximando. Ele se serviu com uma fumegante caneca de café enquanto encarava o que a garota havia preparado. O sorriso em repuxo ladino surgiu quando ele puxou um garfo e o prato para si diante da garotinha que o observava ansiosa e cheia de expectativas enquanto mexia nos próprios dedos, como se a aprovação dele significasse algo.

— Tenho que dá o braço a torcer, coisinha... está realmente bom! — ele observou o sorriso miúdo surgir junto com as bochechas rosadas, algo que a deixava fofa, unicamente fofa.

— De verdade? — mordeu o lábio e ele segurou-se.

— Quase tão bom quanto sua bucetinha ontem à noite... quase. — E ele a viu se tornar um verdadeiro tomate e isso era... algo particular que ele gostava naquela garota. Praticamente um mês e ela ainda tinha os mesmos traços da ingenuidade e doçura. Muito, muito interessante.

— O-obrigada... senhor. — Murmurou baixinho enquanto começou a comer também.

— Bom, isso é seu. Como parte da minha palavra. — Ele passou sobre a pedra em direção a ela um tipo de papel que ela logo viu como recibo, um ticket de comprovação de transação em uma conta em seu nome — trezentos mil ryō, pelo seu mês. E — Ele deslizou o envelope em direção a ela e nesse havia um cartão bancário black — o cartão da sua conta. É o seu dinheiro, você o ganhou como acordo. Você escolhe como vai usá-lo. — ele a encarou e havia um certo brilho no olhar que gritava perigo. Naruto era ardiloso, muito, muito ardiloso, e talvez ela não entendesse o quanto ou tanto até ser tarde demais.

— M-minha d-dívida...

— Você tem que organizar sua vida financeira Hinata. O quanto vai pagar para mim, o quanto vai amortecer com esse valor nos juros e correções... ou... se quer sapatos novos... ou alguma coisa que encante seus olhos.

Os lábios comprimiram-se enquanto o coração batia acelerado no peito. Ela nem tivera coragem se sequer segurar aquele cartão entre os dedos. Sua mente gritava frenético: mande-o descontar tudo, é sua liberdade. Enquanto o coração ainda estava emocional ao estado de que Naruto só mantivera sua palavra, como lhe deu todo aquele dinheiro, era tanto dinheiro que ela pensou que poderia ser como tio patinhas e nadar em grana. Que mente pequena e mundana... ela tinha que aprender a gerir seu dinheiro. Logo ela que quando teve algum dinheiro sobrando correu para uma loja de doces?

Ela estava tão presa naquilo, que sequer notou-o levantar-se depois de comer. Só despertou quando Naruto segurou seu queixo o erguendo a fazendo encarar as gemas azuis e a beijou.

— Se comporte, coisinha.

O rosto incendiado e ela piscou ainda atordoada com a sensação de tudo aquilo de uma vez.

— T-tenha um... um bom dia... Naru. — disse baixinho e ligeiramente ofegante ao ponto que ele sorriu. Hinata era muito garotinha da qual às vezes ele até sentia uma leve dó em pensar o quanto a abusava, mas

— T-tenha... um bom dia paizinho — disse um tanto coradinha e ele riu. Era muito garotinha às vezes, dava até dó pensar no quanto ele abusava daquele corpinho juvenil e do quanto ela aguentava. E porra... o som da voz de Hinata, mesmo que ela não o fizesse proposital, soava tão pornográfico em seus ouvidos. Definitivamente viciou-se na garotinha e certamente ela já estava plenamente acostumada ao seu pau de todas as formas, o que o dava agora um belo sinal verde para ir mais além.

Ele precisava sair naquele momento, ou corria o sério risco de rasgar aquela roupa dela e usaria a calda de caramelo pra lamber direto nela a servindo de comida no balcão.

... ...

Caminhava ao lado de Neji, enquanto bebia um refrigerante em lata. Havia se habituado às conversas do guarda-costas, se bem que vês ou outra ela entendia um tanto do duplo sentido nelas, coisa que a fizera o chamar de pervertido júnior, e que só o perdoava porquê e Neji era legal. Talvez ainda a faltasse uma boa dose de malícia profunda na vida da garota, coisa que ela não tinha por mais que tivesse aquela vida em especial. Ou lhe faltasse tato.

— Então terminou de ler todos os livros? Eu não acredito! — ele a provocou. Desde que fora proibido de estender seu tempo com a garota, Neji cumpria sempre os horários à risca, no entanto, Hinata sempre achava uma forma de contornar as regras de Naruto, mesmo que indiretamente. Aprendeu a comer rápido demais, aproveitando assim o restante do tempo do almoço, sempre fazendo algo que soava divertido a pequena garota de cabelos negro-azulados.

— Pois acredite, mocinho! — ela apontou-lhe o dedo em numa pose de mulher com a mão na cintura, mas ainda assim, soava extremamente infantil, e ele riu dela que começou a bater nele sem força alguma.

— É muito fraquinha, Hinata... podia aproveitar seu "papazinho" e pedir que ele a ensine a lutar alto, treinar esses músculos fraquinho. Com esses bracinhos aí não vai longe

— Humpf, Ele não é meu "papaizinho" ela deixou um bico formar nos lábios enquanto o carmesim assumia o rosto completamente — e eu não sou fraquinha assim, você que é um brutamontes. — Voltou a andar e então parou de repente — acha que ele me treinaria se eu pedisse?

— Ué... tudo com Naruto é negociável, tudo, literalmente... ele é um homem de negócios

Ela parou e arqueou a sobrancelha curiosa com a frase.

— Bom... não é como se eu tivesse algo para negociar... quer dizer, ele tem tudo o que quer, né? — Concluiu com um riso miúdo e sem graça.

Já Neji deu de ombros, de fato ela tinha razão usando a lógica, ela por si só já era um objeto, não teria muito a acrescentar naquela conversa. O que ela não entendia era que, com malícia, tudo se podia e favores eram diferentes de negócios, mas talvez Hinata não estivesse pronta para aquela conversa.

Então pararam frente a uma livraria, e ele a fim de animá-la disse:

— Bom, já que está entediada com os livros, escolhe um que eu te dou.

— Sério, Neji? — a emoção dela era algo tão... satisfatório de se observar. Assim como a alegria tão espontânea a ponto de ela ignorar sua posição e situação e abraçá-lo beijando no rosto.

Sem perder nenhum segundo, Hinata correu para dentro da loja a fim de escolher algo que realmente valesse a pena e demorasse mais a acabar a leitura. Com Neji no seu encalço a lembrando do horário, tentou ser rápida, mas estava encantada e perdida no mar de livros, o que a fez demorar muito para finalmente escolher o título. Parados no caixa, ela vira uma sessão somente de revistas femininas e os olhos perolados logo recaem sobre uma que chamou sua atenção, nem era algo que realmente ela se atraia ao assunto, afinal era uma revista mais... voltada a mulheres maduras, mas aquela capa, aquele artigo... foi muito rápido quando ela simplesmente pegou a revista e passou no caixa pagando essa com seu troco e enfiando junto da sacola do livro.

— O que é isso? — perguntou ele curioso enquanto levava a mão para buscar pelo item. Movida pelo constrangimento, ela estapeou a mão dele tomando para si a embalagem, estava totalmente vermelha.

— Não é nada, só uma... revista, chamou minha atenção.

— Aposto que deve ser alguma de fofoca juvenil — riu Neji, ignorando aquele faniquito dela, enquanto abria a porta do carro.

— é sim — mentiu a garota.

... ...

Deitada sobre a sua cama, ela lia a tal revista curiosa, afinal, dez coisas que enlouquecem um homem na cama? Era no mínimo curioso. "Deixe que ele tenha o domínio..."

— Mais? Meu traseiro não aguentaria algo assim.

Mais tarde, naquele dia, ela usava um vestido curto para ficar em casa mesmo. Sentada de qualquer jeito em uma das poltronas da sala ela lia o novo livro completamente presa a história e, ao mesmo tempo, pensativa na tal matéria da revista bem como nas palavras de Neji sobre Naruto ser um homem de negócios, por alguma razão, aquilo agulhava sua cabeça sobre o que ela poderia realmente ofertar que talvez pudesse barganhar com ele, tinha em mente, por exemplo, algo que ela queria muito barganhar da qual desde que colocara os olhos não conseguia parar de pensar, mas não sabia exatamente como pedir, até porque, se ele mal deixava ela sair dali o que não diria quando ela pedisse? Não era uma questão financeira mais. Ela poderia se dar ao luxo de tirar um pequeno valor do que deveria a ele e pagar, mas a questão era a autorização para aquilo. Estava tão concentrada nos pensamentos e na leitura que nem percebeu o seu amado e odiado dono chegar. Ele, que havia tido um dia cheio de reuniões tanto de negócios lícitos quanto dos ilícitos, estava cansado, um tanto irritado como sempre, mas felizmente aliviaria suas tensões naquela noite, nela. Naruto olhou pra sua coisinha sentada desleixadamente sobre a poltrona de uma forma que deixava à mostra a calcinha azul-celeste que era particularmente apertadinha nela a ponto de deixar bem nítidos os contornos por ele tanto apreciáveis da pequena bucetinha... ah, era um inferno a tentação obscena que aquela garota o causava de qualquer modo, uma pequena droga de cabelos e olhos negros num macio molde branco leitoso, era realmente de lamber os lábios e se deliciar... quando se viciou tanto em tão pouco tempo? A última vez que ansiou tanto e tanto por uma mulher assim?

Pigarreando, ele tomou a atenção dela, que se levantou enticando o vestidinho curto e ajeitando os cabelos por trás da orelha, o olhando ao deixar o livro de lado.

— Boa noite, senhor — ele sentou-se na poltrona que ela estava até uns segundos atrás e a puxou ao seu colo.

— Boa noite, coisinha — respondeu ao começar afrouxar a gravata, mas a garota levou a mão antes intervindo.

— Deixa que eu... — mordeu o lábio e franzir o cenho concentrada no desatar do nó da peça enquanto as bochechas ardiam quentes.

E ele achou certa graça naquilo, embora a face não transparecesse realmente. Achou particularmente gostoso quando ela se virou se encaixando de frente a ele ainda frustrada e brigando com o nó da gravata ao retirá-la dele finalmente. Hinata sentiu então o apertar em sua bunda pelas duas mãos dele, e ao se livrar da gravata, ela olhava para o par de olhos azuis. Lentamente se aproximou dos lábios dele começando a beijá-lo, ela era suave no ato, em seu mover doce e constante no misto de timidez, ele, no entanto, ao segurar sua nuca aprofundou com real voracidade aquilo, a outra mão começou a apalpar o corpo miúdo sentindo o sutil remexer dela em seu colo. Parecia agora realmente acostumada ao seu papel na vida dele, o que era ótimo. Saindo dos lábios dela, começou a chupar e beijar o pescoço feminino a deixando ofegante, quando a língua do Uzumaki desandou sobre o bico do seu seio, ele chupou e puxou entre os dentes a fazendo gemer enquanto arqueava levemente o corpo.

— Como você consegui ser tão viciante, coisinha? — murmurou no ouvido de Hinata

— E-eu... eu não sei, senhor — respondeu entre sussurrinhos gemidos. — E-eu o... o vício, Naru?

— Como a porra de uma metanfetamina.

Ele tinha fome, e muita dela, por ela... por sua coisinha que agora roçava como uma putinha sobre seu pau duro... ah ela gostava daquilo, não era apenas ele que viciara em algo.

— Agora seu dono vai ser obrigado a te foder gostoso, já que me deixou duro assim — ele disse ao forçar a latente ereção contra a intimidade da garota. Libertando apressadamente seu membro, ele deslizou a pequena calcinha de lado já a fazendo sentar por inteiro no seu pau, ouvindo o gemidinho dela e gemendo por igual.

Hinata, com as mãos espalmadas no peito de Naruto por cima da roupa, cavalgava com seu jeitinho no colo dele, que, em contrapartida, segurava os quadris apenas deixando sua pequena ninfetinha se mover, se deliciando com a bucentinha meladinha e quente dela espremendo seu pau. Então envolvendo a cintura dela, ele começou a investir forte, a fazendo subir e descer, forte e fundo, obrigando-a a envolver o pescoço de Naruto, sentindo o ar faltar-lhe, gemendo e gritando enquanto sentia o prazer, e então murmurou no ouvido dele.

— Ahhh senhor... t-ta tão fundo em mim, Naru...

Aquela vozinha dela, aquele puta apelo erótico desencadeou tudo em seu corpo, ele sentia a vibração orgástica daquilo, o que o levou a mover forte a virando sobre a poltrona. Tinha as penas dela em seus ombros e empurrou ainda mais fundo dentro da sua coisinha gostosa.

— E agora coisinha? — perguntou contra os lábios dela, metendo fundo — tá sentindo meu pau lá no fundo, tá? — ele perguntou ofegante e ela maneou um sim gemendo em seguida o apertando mais. — Oh... está, to arrombando sua bucetinha, hm, Hina, e você ama pelo visto engolir um caralho!

— Oh... Naru...to... — ela gemeu tão vermelha e ofegante, era uma bela deixa para ele se permitir também gozar também, afinal, esse era o seu alívio no final do dia, não é?

Sem sair de dentro dela ainda ele a puxou se entanto novamente mantendo ela em seu colo, ela apenas deixou-se deitar contra o peito dele ainda ofegante e ouvindo as batidas rápidas e fortes do coração daquele maldito sádico.

Os dedos dele percorrendo suas costas lhe causaram cócegas e uma sensação gostosa, até que ele a deu um belo tapa no traseiro, a fazendo gemer e levantar-se.

— Toma um banho e vista-se muito bem, coisinha, vamos jantar fora hoje — disse ofegante enquanto relaxava-se por um instante naquela poltrona.

— Tá falando sério? — Chocada, ela mal acreditava naquilo. Desde que entrou naquele apartamento com Naruto, ela nunca havia saído com ele de forma alguma. Então foi impossível não se animar de alguma forma. Era uma boa matemática, Naruto feliz e satisfeito, era um cara levemente agradável e mesmo com tudo que sofria, o retorno em sua conta foi bem satisfatório.

— Anda logo, ou deixo você trancada e com fome. — Ralhou sério, e ela não perdeu mais tempo correndo para o seu quarto.

Ele respirou fundo e então avistou na mesinha que ela havia deixado o livro que estava lendo para trás vendo o marcador na página, algo que realmente chamou sua atenção. Ele então deixou o livro ali e foi ao seu quarto de modo a banhar-se também.

... ...

Ela estava realmente feliz! Ele estava finalmente a tirando de casa e até a levando para jantar fora? Era algo simplesmente divino — e um milagre vindo dele — Hinata vestiu um vestido regatinha branco que tinha flores em tons de rosa aquareláveis na saia, levemente rodada do vestido godê que ia até os joelhos. Ela escovou os cabelos longos negros e usou uma presilha de borboleta com pedrinhas coloridas, que foi dada por Toneri de presente, na franja, a fim de prendê-la de lado. Nos pés, ela colocou uma sandália muito delicadinha que tinha um salto pequeno e apropriado para o que ela deveria usar, embora Hinata agora estivesse realmente atraída por todos aqueles saltos altos e extravagantes que ela via em revistas e na tv. Decididamente quanto mais ela olhava essas mulheres lindas, altas e curvilíneas, mas ela se perguntava quando ficaria daquele jeito, sentia-se por vezes incomodada ao se olhar no espelho, parecia que faltava muita coisa em si e aquilo nunca a incomodara antes. Se perguntava quanto passou a incomodar?

Nos lábios, ela passou um batom suave, um perfume adocicado e sutil, e logo estava na sala onde Naruto a esperava. Ele a olhou de cima a baixo analítico, na cabeça dele ia ser fodidamente perigoso estar à solta com a coisinha, ainda mais em um lugar público que ele não poderia se portar como realmente ele era e nem poderia mover-se fora da curva.

— Demorou 'pra caralho, coisinha! — disse ele em tom de repreensão, embora fosse somente pra não deixar transparecer a vontade de tirar aquela porra toda dela e voltar pra cama.

— Desculpa, senhor — disse a garota — eu... queria ficar... bonita — disse e olhou para baixo corada e tão constrangida. Ele se aproximou dela e capturou o queixo miúdo entre dos dedos, o erguendo para olhá-lo

— Sabe quando você fica realmente irresistível, coisinha? Quando tá peladinha gemendo pra mim — disse e deu um sorriso sacana ladino a soltando o queixo começando a sair, e Hinata não pode evitar roçar suas coxas com aquilo.

... ...

Ela estava completamente perplexa ao chegar aquele lugar. Assim que o carro parou e a porta se abriu, ela se perguntou se saberia se comportar num lugar como aquele. Estava nervosa, estava trêmula e começou a caminhar ligeiramente atrás dele.

Ela reconhecera um francês impecável ser conversado logo na recepção do mesmo, coisa que ela compreendeu um pouco, dado as suas últimas leituras e recém descoberta de conexão virtual de toda a casa. E esse talvez era o benefício de tanto tempo livre, talvez...

Caminharam até uma mesa especial que ficava na adega interna do restaurante, e por todo o caminho percorrido deslumbrava Hinata que se preocupava ao mesmo tempo, sentindo-se deslocada completamente naquele lugar, pensando bem, um jantarzinho como sempre faziam não seria de todo mal. Ela então logo ficou aliviada ao ver um rosto conhecido, e talvez tenha se precipitado um pouco quando correu feliz para os braços do platinado.

— Tio Toneri!

— Hina, querida, está linda! Viu só? Tio Toneri tem um ótimo gosto para roupinhas — piscou para Naruto que virou o rosto bufando contrariado enquanto cumprimentava um outro homem que estava ali junto a mesa.

— Não sabia que tinha sobrinhos — a voz do homem finalmente despertou Hinata para o fato de não estarem só. Ela viu o homem sério que encarava Toneri enquanto ainda apertava a mão de Naruto.

— Oh não, essa linda garotinha roubou meu coração, meu, e do Naruto aqui, que... tão generosamente a adotou, uma... pequena órfã... — desconversou Toneri e recebeu um olhar direto e enviesado de Naruto — claro que não é algo que seja surpreendente, não é, todos sabemos o quão generoso e bondoso é Naruto Uzumaki, bom, permita-me apresentar-lhe. Senador Jōseki, essa é Hinata...

A garota estava extremamente surpresa e, ao mesmo tempo, corada. Estendeu a mão e o homem que tinha a pele extremamente pálida e cabelos e olhos negros e um tanto falhos, revelando a calvície que iniciava, segurou sua mão e levou aos lábios, a olhando nos olhos enquanto beijava. Seria horrível ela dizer o quanto aquilo lhe causou repulsa e um arrepio ruim?

— Realmente é... uma garota muito linda e de... belos olhos — disse ele com um olhar que não agradou em nada Naruto, e a Hinata causara um misto de pavor e muito nojo, ele a causava o mesmo alarme de perigo que Naruto e isso significava algo.

— Vamos nos sentar logo, aposto que está faminta, não é Hinata? — disse Toneri cortando aquele contato de Jōseki com a garota que era posse de Naruto, ao ver a face nada agradável do loiro ante a tocarem no que era seu sem sua devida autorização.

Toneri sempre fora precavido e adiantado quando o assunto era Naruto, ele estava ali não apenas como um relações públicas, que era de seus negócios legais, mas sim como o intermediador de Naruto quanto aos acordos ilícitos e aquele era um encontro desse, que fora pessoalmente solicitado por Jōseki No' Sabaku. O platinado sabia que era um jantar de negócios e importante, bem como ele sabia o que aquela noite também trazia, afinal, ele tinha toda a agenda do Uzumaki em mãos, então sua pergunta era: o que raios, Hinata fazia ali?

Alheia ao perigo que talvez corria, a garota evitara dar atenção a conversa ou se meter, afinal eram negócios, um misto de barganha ilícita de vantagens em cima de negócios realmente lícitos, e ela observava curiosa o papel de Toneri ali. Fascinou-se com aquilo, talvez devesse... aprender algo como o que ele fazia, parecia importante, quem sabe no dia que conseguisse realmente ser livre ela teria por onde começar de verdade...

Mas aquela noite estava apenas começando e o final dela talvez causasse pavor a garota, que certamente repensaria aquela ideia.