Gente muito obrigada pelas reviews, nesse capítulo as coisas vão esquentar mais ainda!

Em uma floresta, três jovens acampavam. Jovens que carregavam no olhar a dor de um passado distante e o desejo de vingança. Seus nomes? Kagome, Sango e Rin. Essas jovens, quando não passavam de pequenas garotinhas,viram seus pais serem brutamente assassinados por um homem maléfico e ambicioso. E desde então, elas juraram que não iam descansar até encontrarem aquele assassino e poderem finalmente, depois de anos, vingarem a morte de seus pais. Desde aquele trágico dia (a morte dos pais) elas se empenharam em aprender todo o tipo de luta: luta de corpo a corpo, espadas, lanças, punhais, arco e flechas e, nesses anos, descobriram que possuíam grande poder espiritual. Poder que, logicamente, elas não ignoraram. Aprenderam com monges e sacerdotisas como controla-los e usa-los, e conseguiram, pois com o tempo esses poderes aumentaram e muito. Com o passar dos anos elas se tornaram fortes, poderosas e, por serem belas, a ambição de muitos homens, tanto ricos como pobres, mas nenhum deles conseguiu domá-las, pois o desejo de vingança e seus espíritos livres e independentes não permitiram.

Kagome, Sango e Rin eram irmãs e tanto na aparência como na personalidade tinham suas semelhanças e diferenças. Kagome possuía cabelos negros que batem na cintura e tinha franginha, olhos azuis cor do céu, lábios carnudos, corpo de causar inveja a qualquer mulher (excluindo Sango e Rin que eram tão bonitas quantos a irmã), possuía seios e coxas fartas. Kagome era rebelde e atrevida. Sango tinha cabelos castanhos escuro também com franja e que também batiam na cintura, olhos castanhos, lábios finos, nariz um pouco arrebitado e um corpo belo como o da irmã. Sango era madura e responsável. Rin possuía cabelos negros e sem franja que iam até a metade das costas, lábios pequenos e carnudos, assim como as irmãs tinha um corpo muito belo. Rin era doce e ingênua.

As três nesse momento se encontravam em volta de uma fogueira discutindo o próximo passo que iriam dar. Sango e Rin achavam que deveriam seguir para as terras do leste na busca de mais informações sobre Narak, quanto mais informações, mais estariam preparadas para combater um inimigo que só viram uma única vez na infância. Kagome estava convencida que já tinham informações o suficiente e que já estava na hora de seguir para as terras do sul e fazer aquilo que almejavam há anos: Matar Narak. Não havia necessidade de adiar ainda mais o momento que tanto esperavam.

Sango: O melhor que temos a fazer é seguir para o leste e conseguir o máximo de informações que pudermos. Assim estaremos mais preparadas para uma batalha onde não há certeza se venceremos ou perderemos!

Kagome: Você fala como se não confiasse na sua força ou na nossa. Sango treinamos durante anos, enfrentamos vários yokais e bandidos. Nós estamos mais do que preparadas para enfrentar e matar aquele cretino. Pra que perder tempo indo para o leste coletar informações se as que temos são o suficiente?

Sango: Deve haver coisas sobre Narak que não sabemos. Informações que nos podem ser muito úteis! Não estaríamos perdendo tempo!

Rin: Sango tem razão Kagome, não a motivo para tanta pressa! E no leste, talvez tenhamos tempo para treinar mais um pouco e pra ir a algum ferreiro concertar nossas armas. Na ultima luta o osso voador da Sango rachou, minha espada quebrou e você perdeu muitas de suas flechas!

Sango: Está vendo Kagome, de qualquer forma teríamos que ir para o leste! O que vai ser bom, porque dizem que os ferreiros de lá são os melhores e as hospedarias são ótimas!

Kagome: Vocês não desistem não é mesmo? Vocês são muito teimosas, mais tudo bem vocês venceram, o que eu não faço pelas minhas amadas irmãzinhas!

Rin: Nós somos teimosas? Você sabe perfeitamente quem é a teimosa aqui, não sabe?

Kagome: Não eu não sei, quem é? Disse com um sorriso cínico no rosto.

Sango: É claro que é você, sua boba! Você é a pessoa mais teimosa que eu conheço!

Rin: Exatamente, a mais teimosa e a mais orgulhosa!

Kagome: Ta bom, eu posso ser a mais teimosa, orgulhosa ou qualquer outra coisa do gênero, mas, eu sei que vocês me amam e que não vivem sem mim! Sorriu convencida.

Sango: E pelo que eu estou vendo você é convencida também, não é irmãzinha?

Kagome: Eu não sou convencida, apenas realista!

Rin: Meninas, a conversa está ótima, mas acho que já está na hora de dormimos. Amanhã vamos ter de acordar cedo se quisermos chegar antes da hora do almoço nas terras do leste. Boa noite irmãzinhas! Falou deitando-se em seu catre perto da fogueira.

Kagome: Boa noite para as duas! Falou também se deitando.

Sango: Boa noite Rin, boa noite Kagome! Respondeu já deitada. As três adormeceram, sem imaginar que a partir do dia seguinte suas vidas sofreriam uma grande reviravolta.

Kagome: Quanto tempo ainda falta para chegarmos? Perguntou Kagome montada numa égua grande e toda branca.

Sango: Depois daquela curva ali na frente deve estar o portão de entrada das terras do leste, então daqui a mais ou menos 10 minutos já estaremos nos hospedando em alguma hospedaria. Falou montada numa égua marrom com uma pequena mancha branca na cabeça.

Rin: Acabamos de passar pela curva e eu já estou vendo os portões e os guardas! Disse, ela estava montada numa égua de pelagem castanha dourado bem clara.

Guarda1: Bem vindas à terra do leste senhoritas, desejam alguma coisa? Perguntou um dos guardas abrindo os portões.

Kagome: Não, obrigado!

Guarda2: Esperamos então que a estadia das senhoritas seja satisfatória. Iram ficar em algum vilarejo em especial ou vão para a cidade?

Rin: Para a cidade!(ou sei lá como era chamado o lugar onde funcionava o comércio naquela época, perdão!).

Guarda1: Lá têm ótimas hospedarias, lojas e fica bem perto do castelo do nosso lorde! Se precisarem de alguma coisa fale com um dos guardas que eles as ajudaram. Tenham um bom dia!

Kagome, Sango e Rin: Obrigada!!! Falaram juntas e em seguida cavalgando em direção a cidade.

Sango: Kagome, você viu como aquele guarda estava te olhando (o guarda1)? Ele parecia pronto pra te agarrar a qualquer hora.

Kagome: É eu vi, mas da mesma forma que ele olhou para mim, ele e aquele outro guarda olharam para vocês duas!

Rin: Pior que é verdade, mas olhem esse lugar, não é lindo? Os habitantes daqui parecem muito satisfeitos e protegidos. Eu ia gostar de morar em um lugar como esse! Mas vejam, tem uma hospedaria ali, vamos amarrar nossas éguas e nos hospedar.

Ao entrarem na hospedaria, uma mulher que usava um vestido vulgar esbarrou em Kagome e caiu com tudo no chão!

Kikyou: Sua imbecil, você não olha por onde anda não?

Kagome: É claro que eu olho, mas acontece que eu não tenho culpa se você veio para cima de mim como uma carroça desgovernada. Não sou bem eu que devo olhar por onde ando, e imbecil é a senhora sua avó.

Kikyou: Como se atreve a falar assim comigo sua mulherzinha de quinta categoria? Você sabe quem eu sou? Falou já de pé e olhando Kagome com raiva e inveja por ela ser mais bela do que ela.

Kagome: Não eu não sei quem você é e nem me interessa saber! Mas me deixe adivinhar, você é uma estúpida que não tem amor à sua integridade física, não é verdade? Bom, só para deixar claro, se você fizer mais uma grosseria comigo vou te deixar mais deformada e feia do que você já é e te digo que se isso acontecer você nunca mais poderá se olhar no espelho, pois ele se quebrará antes que você consiga ver o estrago que eu fiz em você! Não queremos que isso aconteça, não é? Eu realmente não quero me rebaixar ao seu nível, mas se você me der um motivo terei de fazê-lo e eu te garanto que quando eu começo a fazer alguma coisa, eu não paro ate que eu me canse ou que o "serviço" esteja feito. Agora, licença que eu tenho mais o que fazer do que perder meu tempo com pessoas insignificantes como você! Falou passando reto por Kikyou, que ficou num misto de raiva e medo, e sendo seguida por suas irmãs que estavam tentando segurar o riso.

Sango: Nossa Kagome lembre-me de nunca te irritar! Confesso que é em momentos como esse que você da medo. Mas a cara que aquela mulher fez foi muito engraçada, ela estava até tremendo!

Rin: É Kagome você fez aquela mulher ficar como uma coelhinha indefesa e assustada!

Kagome: E é assim que eu queria deixá-la. Disse e depois se virou para a garota que estava no balcão da recepção. Por favor, há três quartos vagos?

Garota: Sim senhoritas, irão ficar por quanto tempo? Ah, me desculpe pela falta de modos meu nome é Ayame, muito prazer!

Kagome: O prazer é nosso Ayame, eu sou Kagome, e essas são minhas irmãs Sango! Disse apontando para Sango. E Rin! Apontou para Rin.

Sango: Iremos ficar por mais ou menos duas semanas. Ah, será que poderia mandar alguém levar nossas éguas para o estábulo e alimenta-las, elas estão amarradas lá fora. São três éguas: Uma branca, uma marrom com uma pequena mancha branca na cabeça e uma de cor castanha!

Ayame: Sim senhorita eu providenciarei para que suas éguas sejam levadas para o estábulo e que sejam muito bem cuidadas. Agora me acompanhem, por favor, irei levá-las a seus quartos! Ayame guiou as três para o andar de cima e mostrou a cada uma seus respectivos quartos. Uma hora depois, Kagome,Sango e Rin se reuniram no andar de baixo para almoçar.

Rin: Depois de almoçar irei dar uma volta por ai e quem sabe eu não consiga informações.

Kagome: Eu estava pensando em ir à taberna beber alguma coisa e derrotar algum idiota nos dados (jogo de dados, de acordo com minhas fontes nessa época era isso que se jogava). Assim consigo algum dinheiro e também ficarei atenta a qualquer informação sobre Narak! Ah, não se preocupem se eu demorar, pois talvez eu vá dar um passeio!

Sango: Vê se você não se mete em confusão Kagome, pois essa é a sua especialidade. Tente uma vez na vida controlar essa sua língua ferina e esse humor explosivo. Irei levar nossas armas no ferreiro e talvez depois, eu também de uma volta.

Kagome: Não se preocupe Sango, eu sei cuidar de mim, ta? Um tempo depois as três saíram da hospedaria, se despediram e cada uma foi para uma direção diferente. Kagome encontrou uma taberna e assim que entrou atraiu todos os olhares masculinos para si (e olha que lá só tinha homens), coisa que ignorou completamente. Foi até o balcão onde pediu uma bebida e mais uma vez teve que ignorar olhares de cobiça e desejo por seu corpo.

Desconhecido: Esse não é um lugar apropriado para uma dama, ainda mais para uma bela mulher desacompanhada. Diga-me, o que milady faz em um lugar como esse?

Kagome: Isso não é da sua conta, e se esse é um lugar apropriado ou não para uma mulher não me interessa nem um pouco. A vida é minha e eu faço o que bem entender! Kagome respondeu sem se virar para ver quem falava com ela. E ao dizer isso pode escutar que todos na taberna se calaram e que o dono do local arregalou os olhos no mesmo instante. Ela não entendeu porque todos ficaram assim, vai ver estavam acostumados a lidar com mulheres quietas e submissas, talvez não fosse costume ver uma mulher responder a um homem desse jeito. Mas ela não era qualquer mulher, não era submissa e nem um pouco silenciosa, era dona da própria vida e se aqueles homens achavam que aquele não era lugar para ela, não se importava nem um pouco.

Desconhecido: Eu deveria dar-lhe uma surra por seu atrevimento, mas não é do meu feitio bater em mulheres e também acho que você não sabe quem eu sou, pois se soubesse teria me dado uma resposta bem educada!

Kagome: Hahahahahahahahahahahahahahaha, perdão, mais o que foi que você disse? Disse que deveria me dar uma surra? Com que direito você me surraria? Se conseguisse me bater, né? Pois você não me conhece, mas tenha certeza que não sou como as outras mulheres, e sei me defender muito bem, já matei vários yokais, enfrentei muitos bandidos e nunca senti medo de nenhum deles. Enfrentar um lagarto que se acha um dragão que nem você seria fácil e não levaria muito do meu tempo. E quem você é ou deixa de ser não me interessa nem um pouco! Kagome ainda não virara para ver quem estava falando com ela, ela não se importava nem um pouco em ver a pessoa com quem "conversava", estava mais interessada em apreciar sua bebida. Até que sentiu aquele estranho a puxar pelo braço e quando finalmente se virou para aquele com quem discutia no intuito de mandá-lo para o inferno, se deparou com o homem mais lindo que vira em toda sua vida. Ele era muito mais alto que ela, sua cabeça batia no peito largo e musculoso dele, e que músculos! Tinha cabelos prateados que iam até o meio de sua cintura, olhos dourados, caninos e o que ela mais gostou foram as orelhinhas fofas de cachorro no topo da cabeça. Pena que era um grande idiota, pois se não fosse por isso ficaria feliz em dar o seu primeiro beijo nele (tarada).

Kagome: Seu imbecil, me solta! Disse tentando se soltar, mas para sua surpresa, ele era muito mais forte que ela. Ele era um meio yokai, mas ela estranhou não conseguir se soltar. Se fosse outro, mesmo que um yokai completo, ela já teria conseguido se soltar e lhe dado uma surra há muito tempo.

Desconhecido: Não, primeiro deixe-me me apresentar. Sou Inuyasha Taisho, lorde dessas terras e você quem é? Disse Friamente.

Kagome: Isso não te interessa seu idiota e saiba que se você é ou não o lorde dessas terras não me importa nem um pouco! "Isso sua idiota, tinha que arrumar briga logo com o lorde dessas terras, mas que se dane agora que comecei na vou parar, vou mostrar que eu não me intimido com ninguém. Mas ele tinha que ser tão forte, ter tanto poder e ser tão belo?"

Inuyasha: Pois acho melhor começar a se importar. Anda, me responda agora mesmo, qual é o seu nome?

Kagome: E se eu não quiser contar? Vai fazer o que? Bater-me ou irá matar-me?Saiba que eu não tenho medo de você, cachorrinho!

Inuyasha: O que eu irei fazer? Irei fazer isso! Disse pegando-a no colo e jogando-a nos ombros como se ela fosse um saco de batatas, coisa que gerou muitos gritos, xingamentos e socos em suas costas por parte dela. Agora milady pode começar a ter medo de mim! Disse pagando ao dono do local a bebida dela e a levando para fora do lugar. Coisa que atraiu olhares de todos que por eles passavam.

Kagome: SEU IDIOTA, O QUE VOCE PENSA QUE VAI FAZER COMIGO? ME SOLTA! ESCUTE BEM O QUE VOU TE DIZER, SE ENCOSTAR UM DEDO EM MIM EU JURO QUE TE MATO. SOLTE-ME GORA MESMO SEU ESTÚPIDO, IMBECIL, IDIOTA OU EU VOU COMEÇAR A PEDIR SOCORRO! Disse dando soco e tapas nas costas de Inuyasha, que a levou em direção a um garanhão todo preto, colocando-a na sela e em seguida montando atrás dela, passando o braço em sua cintura e guiando seu cavalo na direção de seu castelo.

Inuyasha: Pode gritar e espernear à vontade, pois ninguém fará nada para te ajudar. Eu já disse que sou o lorde dessas terras e minha palavra é lei aqui. Ninguém irá se virar contra mim para te ajudar ou irá questionar o que eu estou fazendo.

Kagome: É o que veremos! SOCORRO, ESSE MALUCO ESTA ME SEQUESTRANDO, ELE QUER ABUSAR DE MIM! QUER ME ESTUPRAR, SOCORRO. EU SEI QUE ELE É O LORDE DE VOCES, MAS IRAO PERMITIR QUE ELE ABUSE DE UMA MENINA INOCENTE COMO EU? SOCO... hummmm hummm ! Inuyasha tapa a boca dela e se vira para as pessoas espantadas com o escândalo e diz: Esta tudo bem, essa menina é a minha protegida que acabou de chegar aqui contra a vontade, ela é só um pouquinho rebelde e desobediente, mas eu irei colocá-la na linha. Não se preocupem isso não irá mais acontecer! Kagome então morde a mão de Inuyasha e grita:

Kagome: É MENTIRA, ELE NÃO É O MEU PROTETOR COISA NENHUMA! ELE ESTÁ ME SEQUESTRANDO! ELE NEM SABE MEU NOME, COMO PODE SER MEU PROTETOR? TERIA QUE PELO MENOS SABER O MEU NOME! AHHHHHHHH SOCORRO!

Inuyasha: Sakura fique quieta, no castelo teremos uma longa conversa sobre esse seu comportamento mocinha! Disse Inuyasha a chamando pelo primeiro nome que veio em sua mente. Um nome que ele achou que combinava com ela, pois ela tinha um cheiro de sakuras, mas não um cheiro vindo de um perfume e sim dela mesma, era a fragrância natural dela e ele adorou.

Kagome: MEU NOME É KAGOME, ESTÃO VENDO? ELE ESTÁ MENTINDO. SAKURA É UM NOME QUE ELE ACABOU DE INVENTAR.

Inuyasha: Kagome pare de mentir, você sabe que eu sei o seu nome e só te chamo de Sakura porque você tem cheiro de sakuras e essa é a sua flor preferida. Mas se você não quer se chamada assim tudo bem, eu te chamo de Kagome! Agora vamos para o castelo que você deve estar faminta e deve trocar de roupa, pois isso não são roupas apropriadas para uma dama! Disse, e por incrível que pareça, e pela primeira vez na vida, Kagome estava corada, pois ele além de falar que ela tinha cheiro de sakuras, ele acertara qual era a flor preferida dela. E o mais surpreendente é que ela ficou calada e quieta o resto do caminho até chegarem ao pátio do castelo, onde ele desceu do cavalo e mais uma vez a pegou no colo.

Kagome: O que você vai fazer comigo? Por que me trouxe pra cá? Inuyasha não respondeu nada, simplesmente a levou para dentro de seu enorme castelo e calmamente subiu uma escada de pedras, andou por um largo corredor e só a soltou quando entraram em um grande e luxuoso quarto.

Inuyasha: Milady esse será seu quarto por um longo e indeterminado tempo. Fique feliz por eu não a por em uma masmorra.

Kagome: E qual foi o crime que cometi para merecer ficar em uma masmorra ou em uma gaiola de ouro como essa?

Inuyasha: Crime não é a palavra adequada! Você me faltou com respeito na frente de meu povo, me desafiou! Isso são coisas que eu não admito, sou o senhor dessas terras e ninguém faz nada sem minha autorização e principalmente ninguém fala daquele jeito comigo! Você vai ficar aqui até quando eu quiser e aprenderá o significado das palavras respeito e obediência, não tente fugir porque a menos que você saiba voar não poderá escapar pelas janelas e terá guardas de vigia nesta porta que tenha certeza estará trancada! Disse se virando para sair do quarto, mas foi impedido de sair por Kagome que segurou seu braço.

Kagome: Espere, eu sei que o que fiz foi errado e peço desculpas, mas, por favor, me deixe ir embora! Eu tenho duas irmãs que estão juntamente comigo, hospedadas na hospedaria e se eu não voltar até o anoitecer ficarão muito preocupadas! Eu não pretendia ficar muito tempo em suas terras só duas semanas ou menos, eu nem queria vir para cá, só vim porque elas insistiram! Eu te juro que se me deixar ir embora, amanhã de manhã ou até mesmo hoje minhas irmãs e eu iremos embora daqui e milorde nunca mais irá me ver! Eu juro! Disse com os olhos marejados. Kagome estava assustada, pela primeira vez na vida ficou com medo e ao mesmo tempo estava se sentindo segura perto daquele homem e isso a deixava confusa e irritada.

Inuyasha: Sinto muito, mas já é tarde demais!

Kagome: Não, não é tarde! É só você me deixar ir e eu e você esquecermos que nos conhecemos, esquecermos o dia de hoje que tudo ficará bem. Nós nunca mais iremos nos encontrar e cada um irá seguir sua vida. Você não precisa de mim e nem eu de você, pra que me manter aqui? Você pode evitar aborrecimentos tanto para mim quanto para você me soltando! Kagome já estava quase chorando, estava segurando as lágrimas.

Inuyasha: Minha decisão já está tomada! Você permanecerá em meu castelo até que eu decida quando poderá sair, e até lá aconselho milady a se comportar muito bem! Disse friamente e depois saiu do quarto trancando a porta pelo lado de fora (não, pelo lado de dentro! rsrsrsrs), Kagome no mesmo instante correu para porta tentando abri-la, e irritada por não conseguir começou a soca-la e gritar:

Kagome: SEU GRANDE IDIOTA ME TIRE DAQUI AGORA! VOCE NÃO PODE ME PRENDER. EU JURO QUE QUANDO EU SAIR DAQUI VOCE IRÁ PAGAR MUITO CARO! EU ARRANCAREI SEUS TESTÍCULOS E DAREI PARA OS PEIXES COMEREM, DEPOIS ENQUANTO VC ESTIVER AGONIZANDO DE DOR ATRAIREI ALGUM YOKAI QUE IRÁ DEVORAR CADA PEDACINHO DE SEU CORPO DA FORMA MAIS LENTA E DOLOROSA O POSSÍVEL. TIRE-ME DAQUI AGORA SEU IMBECIL, ESTÚPIDO, IDIOTA, PREPOTENTE E ARROGANTE! Inuyasha,que do corredor ouvia as ameaças e xingamentos, juntamente com alguns criados que passavam assustados, nem se deu ao trabalho de responder ou fazer alguma coisa, pois, no fundo até que achou engraçado o jeito explosivo daquela garota. A verdade é que apesar dos acontecimentos recentes ele gostara da garota, pois, ela o desafiara como nenhuma outra pessoa o fizera e ao contrário das outras mulheres, que sempre se jogavam para cima dele com agrados e tentativas de sedução, ela não fizera nada que demonstrasse interesse e isso o surpreendeu. Ela parecia não se importar que ele fosse um lorde e possuísse muito poder, prestígio, dinheiro e terras e ele gostou de saber isso. Mas o que mais o intrigava era a maneira como Kagome se comportava, falava e se vestia. Ela se vestia de uma forma muito sensual e não apropriada para damas (descrição da roupa de Kagome: Ela usava um corpete preto de couro que realçava seus seios e suas curvas, uma saia preta de couro, tipo daquelas de colegial, que iam até a metade das coxas e botas também pretas de cano alto que iam um pouco mais de um palmo acima do joelho. Seus cabelos ficavam encaracolados, mas sua franja permanecia lisa e na frente. Gente, ela todos os dias usava uma tática para encaracolar os cabelos, mas na verdade os cabelos delas são bem lisos e quando lavados voltavam ao normal e ela só o deixava liso quando ela e as meninas paravam em algum vilarejo para descansar e ela não usava sua roupa de luta e sim um vestido simples), ela também não se comportava como uma dama, fala o que vem na cabeça e pelo o que ele percebeu não respeita ninguém e ainda por cima vai beber em uma taberna como se isso fosse a coisa mais normal do mundo. Parecia que ela não entendia que seu comportamento não era comum entre as damas e esperava que as pessoas a aceitassem assim e também se não a aceitassem ela não se importaria. E também tinha seu linguajar, ela falava como uma dama e não como uma plebéia, parecia que ela fora educada como uma dama bem nascida, mas não agia como uma. Que mistério rondava aquela jovem? De onde ela veio e para onde estava indo? Cadê os pais ou o protetor dela? Eram tantas perguntas e nenhuma resposta, mas uma coisa ele tinha certeza iria descobrir tudo sobre Kagome e a melhor maneira de saber alguma coisa era mandando algum mensageiro ir à hospedaria buscar as irmãs dela, elas teriam que responder suas perguntas. Mas por hora, enquanto não soubesse o que queria, iria mostrar a Kagome que era um homem maduro e sério e que não admitiria mais essa falta de respeito dela para com ele. Ela teria que entender que já estava na hora dela deixar de agir como uma criança mimada e rebelde e ela também terá que aceitar que querendo ou não ela é ou será uma dama e deverá agir como tal.Ela que se preparasse, pois se ninguém a deu limites e a proibiu de fazer sempre o que quer, ele faria isso. Ela teria de ser obediente, submissa e principalmente teria que aprender a respeita-lo.

Oi gente, mil desculpas pela demora! Acontece que eu viajei, as aulas voltarão e eu fiquei com falta de criatividade momentânea. Eu sei que prometi que todos os casais se conheceriam nesse capítulo, mas só deu para Kagome conhecer Kikyou e Inuyasha. No próximo garanto todos vão se conhecer e as coisas vão esquentar.

Respostas das Reviews:

n.n: Que bom que você gostou e espero que também goste desse capítulo. Desculpe-me a demora e quanto a esse capítulo ele está um pouco maior que o outro, bjuksss!!!

Lala: Brigada, eu também adoro romances medievais e espero que você goste desse capítulo, bjuksss!!!

Tamara: Que bom que você gostou eu espero que continue gostando da história, bjuksss!!!

Bárbarachan: To tão animada com a fic quanto você, é bem feito para aquela duas imbecis mesmo hahahaha, espero que tenha gostado desse capítulo,bjkssss!!!!!

Obs: No próximo capítulo eu vou descrever as roupas e penteados de Sango e Rin, fijam que naquela época existiam esse tipos de roupas. Eu também vou por agora as idades dos personagens:

Kagome: 18 anos

Sango: 19 anos

Rin: 17 anos

Inuyasha: 34 anos

Mirok: 33 anos

Seshoumaru: 35 anos

Kikyou: 25 anos

Kagura: 27 anos

Ayame: 18 anos

Izaoy: 50(ela não é velha, lembre-se o pai do inu e do seshy era yokai e no momento que marcou a Iza ela envelhece bem devagar)

Narak: 34 anos

Kouga: 30 anos

Bankotsu: 30 anos

Suikotsu: 30 anos

Kaede: 65 anos

Myouga: 66 anos

Jaken: 70 anos