Capítulo 15

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O dia estava ensolarado, mas o vento estava gélido, parecia cortar a pele. No fim de uma colina via-se um homem vestindo um casaco azul marinho. Ele olhou para os lados. Escondeu-se atrás de uma árvore. Esperou impacientemente por algo diferente. Olhou no relógio, eram duas e meia da tarde. Já era hora. De repente do ar viu um homem aparecer. Este estava com um sobretudo preto. Os dois homens se cumprimentaram.

"Você está atrasado." Disse o homem de azul.

"Você se esquece, sou um homem muito ocupado. O que você tem para me contar?"

"Ela não se lembra de nada. Ninguém sabe como aconteceu, você performou um feitiço de memória?"

"Claro que não. Era para ela estar morta, pra que eu faria aquilo?"

"Eu não entendi porque você deixou a tesoura no peito dela."

"A camareira do Hotel entrou no quarto. Eu tive que desaparatar na mesma hora. Deixei-a no beco e voltei ao quarto para dispensar a camareira."

"Má sorte."

"Você acha que ela nunca se lembrará?"

"Não entendo desse tipo de perda de memória. Parece que ela está se consultando com um médico trouxa."

"Assim que souber de qualquer outra informação eu quero ficar sabendo."

Os dois se cumprimentaram e sumiram.