Disclaimer: Inuyasha não me pertence. Mas isso não me impediu de fazer um hentai de dez páginas com ele.
Nota: Exato. O capítulo não está grande porque está cheio de coisas extremamente curiosas. Povo pervertido, esse capítulo é pra vocês! Mas não pulem as outras partes, gracinhas.
oOo
" Exatamente como eu imaginei que ficaria." O homem de longos cabelos negros sorriu imensamente. Os olhos estavam brilhando em felicidade. Era questão de tempo agora para a mulher chegar.
A casa estava definitivamente destruída. Não havia restado nada a não serem destroços. Era assim que Naraku queria, de forma a aparentar feita de modo rústico.
" Está bom assim, chefe?" O gordo Hiten apareceu completamente soado. A feição cansada não deixou nem um momento o outro culpado. Eles haviam destruído tudo com o que puderam, sem ajuda do comandante. O sol havia queimado a pele de todos de forma cruel. E mesmo assim, nada importava a não ser a vitória.
" Perfeito." Ele suspirou. " Agora preciso de um vigia. Quando ela estiver aqui, quero que o mesmo esteja armado. Destruiremos ela, custe o que custar." Hakudoushi concordou levemente. A face avermelhada foi recheada levemente por um sorriso.
" Nós alegraremos a senhorita Kikyou." Ele disse. " É o melhor que fazemos, caso o contrário ficaremos desempregados." Suspirou com calma.
O sol escaldante o fez tombar o corpo. A tontura era evidente. Porém, o sorriso que levava consigo nos lábios era o maior prêmio que conseguiria receber.
" Então o que nos falta é apenas deixar que a notícia caia nos jornais. Será rápido, amanhã pela manhã se possível." Naraku acendeu um cigarro e gesticulou um pouco com as mãos. " Imagine a novidade." Ele sorriu tragando levemente.
" Mas e se não for tão importante a ela?" Um de seus homens perguntou, temeroso com a reação que daria sua pergunta.
" Não deve ser tão importante." Ele assegurou. " Mas nada muda o fato de essa ser a toca dela. Se tem armários, cama e geladeira aqui significa que por algum motivo ela tem que se esconder." Ele suspirou. " Ela virá." Assegurou por fim.
Seus homens extremamente cansados urraram em vitória. Nada estava perdido para eles.
Pelo menos, não por enquanto.
oOo
" Totousai..." Miroku o chamou com calma. A dor de cabeça estava o perturbando cruelmente, mas nada que lhe fizesse perder a razão.
Ao notar o jornal bater a porta do velho o apanhou com calma. Não esperava nenhuma novidade. Normalmente a única notícia que lhe importava era sobre a volta de Kikyou.
Suspirou e sentou-se no sofá com calma e lera a notícia. O ar lhe faltou ao ler o endereço.
Totousai apareceu a porta com o humor já prejudicado.
" O que houve, monge?" Ele lhe entregou o jornal. O velho o apanhou sem muita calma e o abriu. Os olhos se desfocaram por certo momento.
" Me diga que não é por essas bandas que ela morava." O houshi pediu. Totousai esmurrou a estante e sentou-se no sofá com a mão na cabeça.
" Puta merda." Gemeu. " Ela vai arrancar meu saco quando ficar sabendo disso." Miroku o encarou.
"Devemos ligar para ela?" Ele arregalou um pouco os olhos.
" Não!" Assegurou. " Me deixe pensar nisso, tudo bem? Nós teremos que agir amanhã; caso ela ficar mal já sabe que o plano não saíra tão bem quanto esperamos. Kagome tem um sentimento muito forte por sua casa e..." Ele suspirou. " Isso é, ela tinha." Kaede entrou no aposento notando a tensão do momento.
Observou Totousai extremamente preocupado. Encarou o houshi como se procurasse respostas, mas a única coisa que pode ler em sua feição foi uma suposta e grande ressaca que certamente o estava perseguindo.
" O que houve?" A voz rouca ressoou no local. Totousai murmurou algo tentando formular alguma coisa a dizer para morena. O jornal estava sendo amassado com força por ele.
" A casa de Kagome foi destruída." Kaede entreabriu os lábios. O houshi continuou lentamente enquanto molhava os lábios. " Segundo o jornal um grupo de marginais a destruiu sem motivo nenhum aparente. A polícia estava fazendo uma checagem de rotina por aqueles cantos e notaram uma movimentação estranha." Kaede mordeu os lábios.
Sango apareceu pela porta também, pasma por ter ouvido a notícia.
" Não conheço Kagome ainda. Mas realmente, ela sempre surta quando Totousai a manda abandonar sua casa." Com muita cautela se aproximou do velho. " Nós poderíamos ter ficado por lá, Totousai. Eu e Miroku poderíamos ter ficado vigiando a casa enquanto planejávamos o que fazer." Ele socou novamente, mas dessa vez a almofada.
" E de que adiantaria? Estaríamos em risco! Se vocês estão aqui agora, é porque precisávamos realmente estar juntos para fazer algo que valesse a pena. Eu suspeitei que Kagome poderia estar em perigo e a deixei ir com Inuyasha, mas verdadeiramente não esperava por isso." Ele se levantou tentando manter a calma. " Ela e o pai moravam lá. A mãe morreu muito cedo. Não sei dizer exatamente o que se passou por lá, mas quando conheci Kagome ela se negava fortemente a se afastar do lar." Engoliu seco. " Se estivéssemos lá coisa pior poderia ter acontecido. Acho muito estranho um bando de marginais decidir acabar com uma casa tão velha. Quem sabe estivéssemos em perigo também e pudéssemos ser descobertos." Kaede se aproximou dele colocando uma mão em seu ombro.
" Fique calmo." Ela pediu. " Talvez se você explicar isso para Kagome ela irá compreender. Talvez ela consiga superar antes que você imagina." Ele balançou a cabeça em negação.
" Você não entende Kaede. Você realmente não consegue entender que todos os sonhos dela talvez tenham sido moldados ali." Miroku sentiu a cabeça dar uma longa pontada com a voz acentuada de Totousai.
" Ela não preferiria estar lá para morrer." Ele proferiu.
" Vocês todos não entendem, está bem?"
" E se você não entender?" Kaede arriscou. Ela sabia muito bem que Kagome amava a casa. Ela sabia em seu interior o quanto aquilo a abalaria. Mas não poderiam esconder isso dela até o fim da missão, e tampouco queria que o velho ficasse com ainda mais remorso que estava.
" Eu preciso avisar ela, apenas não sei como." Ele sentiu algumas lágrimas incomodarem os seus olhos e se recompôs. " Desculpem a rispidez, mas é um assunto muito delicado."
" Se acharem melhor que eu fale com ela tudo bem." Todos encararam Sango, que estava aparentemente muito calma. " Sou mulher, talvez ela se sinta bem apenas com essa fato. Nem tudo está perdido... ela sabe disso e posso fazê-la enxergar também." Totousai suspirou.
" Agradeço extremamente a ajuda." Disse calmamente. " Mas isso é algo que eu tenho que resolver. Ela me disse antes de partir com Inuyasha que me mataria, e eu praticamente prometi que nada aconteceria a sua casa." Ele apertou a mão de Kaede lentamente. " Eu sei que mesmo furiosa, ela é capaz de me entender."
" Eu também sei disso." O houshi proferiu. " A conheço muito pouco, mas ela me parece ser muito forte. Apenas receito que conte a ela antes que ela leia nos jornais. O choque será menor, eu garanto." Totousai concordou calmamente.
Ele esperaria apenas um tempo e depois falaria com ela.
Era apenas pensar uma boa forma de conseguir comunicá-la daquilo sem machucá-la demais.
oOo
Ele a beijou fortemente. Ela gemeu, porém tentou o empurrar com todas as forças. O hanyou apanhou os dois pulsos dela os juntando em apenas uma mão e os colocou acima da própria cabeça dela.
Kagome virou o rosto desvencilhando os lábios dos do hanyou. Ele beijou seu rosto com carinho e se colocou com postura dentre as pernas dela, ajeitando-se ali. A saia havia subido e ele deu uma pequena olhada na pequena parte da calcinha vermelha que aparecia.
Sentiu uma louca vontade de chupá-la ali.
" Inuyasha, dá pra parar com graça?" Ela perguntou com o rosto o mais virado possível. Inuyasha se curvou um pouco chupando a base de seu pescoço. Ela se mexeu um pouco, porém isso apenas fez com que ambos ficassem com os corpos ainda mais colados. " Se eu conseguir soltar esses pulsos eu juro que te mato, hanyou. – Ela cerrou os orbes, visivelmente nervosa.
Ele sorriu a ela e diretamente a ela. Estranhamente ela sentiu suas bochechas queimarem apenas com aquele ato.
" Não se preocupe, eu não vou te soltar." Deu um longo selinho nos lábios dela e logo após os lambeu.
Inuyasha se sentia provocado com ela. O cheiro dela, a pele dela e a aparência dela o faziam querer atacá-la sempre. Quando a beijou sentiu o imenso prazer de tê-la calada, mas soube assim que prendeu seus pulsos que não conseguia parar. Ela o viciou com o seu gosto delicioso e estava realmente difícil distanciar-se dela agora.
" Você faz idéia do que você está fazendo?" Ela perguntou com a voz firme. Ele beijou seu queixo e apertou um pouco mais os pulsos dela. Sua cintura veio para frente fazendo propositalmente ela sentir o quão rígido ele se encontrava e o gemido que ela soltou o satisfez. Também pudera, acertara em seu ponto íntimo, que estava apenas protegido pela fina calcinha vermelha.
" Você é sensual demais Kagome." Ele confessou. " Se te chamo de magrela é pra esquecer do que realmente vejo." Ele se empurrou novamente contra ela. Kagome sentiu o corpo relaxar contra a sua vontade e tentou se manter firme.
" Isso não responde a minha pergunta." Ele passou a outra mão para a coxa dela e fez com que seus olhos ficassem a uma curta distância dos dela.
" Responde muita coisa e você sabe disso." Ela desviou o olhar e assim que o fez ele apertou novamente seus lábios nos dela. A língua percorreu toda a boca da morena que não soube que reação tomar quando ele lhe chupou a boca. Não queria sentir aquilo, queria se livrar daquela sensação que lhe tomava o corpo. Aprendera cedo com o mundo que nada ganharia tendo sentimentos por ninguém.
A não ser por Totousai.
Inuyasha era sedutor e tinha um mania irritante de agir com ela, mas ela não poderia negar o quanto aquilo mexia com seu interior. Havia ficado tanto tempo sem ter outra companhia a não ser o velho que apegara-se mesmo sem querer ao Inuyasha.
E agora ele a estava beijando como se não conseguisse nem quisesse parar e aquilo a fazia perder todos os sentidos.
" Para com isso Inuyasha, é loucura." Os orbes dourados procuraram os seus e os encontraram. As pupilas dilatadas denunciavam a excitação que ele carregava consigo.
" De fato você me enlouquece." A respiração dele bateu levemente contra as maçãs de seu rosto.
" Você sabe que eu não estou falando disso, droga!" Ele sentiu o desespero começar a tomar conta dela e então ele se baixou novamente e a beijou. A beijou com calma enquanto forçava ainda mais seu corpo contra o dela. Seus pulsos se agitavam em sua mão, mas ele verdadeiramente não sentia força neles.
A mão forçou a coxa a se rodear ao redor de seu corpo. E então levemente ele soltou seus pulsos e a outra mão passou para a cintura fina.
As mãos dela involuntariamente foram para os cabelos prateados e os massagearam. Os fios caiam delicadamente por sobre o rosto dela, porém ele não se importou. Kagome gemeu quando uma de suas mãos tocou o bumbum dela e o puxou contra o corpo do meio-youkai.
Tentou empurrá-lo novamente, agora sem forças. Os braços do hanyou ficaram um que cada lado do seu corpo. Ela abriu os olhos e viu sua expressão extasiada. Queria fugir dali o mais rápido possível.
Virou o rosto e fechou os olhos. Ele lambeu seu pescoço com calma e subiu até seus ouvidos.
" Relaxa, Kagome." Ela mordeu os lábios. " Relaxa que eu não vou te machucar e nem morder... a não ser que você me peça isso." Ela o encarou irritada com a ousadia. Mas a feição torcida não durou muito. As duas mãos lhe apalparam o bumbum e o empurraram em direção a sua excitação. Inuyasha gemeu ao sentir as mãos dela enlaçarem sua cintura.
" Me deixa ir." Ela sussurrou. Ele beijou seu rosto e o escondeu no ombro dela.
" Não posso nem consigo." Ela soltou os braços e os passos para o peitoral do meio-youkai.
" Por que não? Por que é diferente de ontem?" A voz dela estava um pouco mais alta. Ele suspirou tentando encará-la o máximo que podia.
Ela era uma visão perturbadora, ele não conseguiria se segurar a não ser que sentisse que ela realmente não o queria.
" Sinto o cheiro de sua excitação." As bochechas dela ficaram imediatamente rosadas. " Não desvie o olhar... por que não aceita o que está acontecendo?" Ele estava falando muito próximo a ela.
" Talvez porque eu não quero que nada disso aconteça?" Seus lábios se encontraram levemente, entretanto por pouco tempo. " Pare com isso Inuyasha, pare de uma vez." Ele passou uma mão entre o corpo de ambos e tocou o sexo ensopado dela. O corpo dela se ergueu e ela gemeu tentando se controlar. O coração acelerou com o toque e o nervosismo a atingiu ainda mais.
" Apenas relaxe." Ele sorriu. " Me perdoe por não parar, mas eu já te expliquei a minha situação, além de ela estar suficientemente evidente." Quando ela foi responder a mão toda adentrou a calcinha molhada dela e tocou seu clitóris. Ela gemeu alto, e esse gemido foi abafado pelo beijo que se seguiu.
As pernas dela se abriram embaixo do corpo musculoso e ela sentiu uma tontura lhe percorrer a mente. Ele massageou um pouco mais o feixe de nervos antes de penetrar um dedo dentro dela, o que a fez gemer ainda mais contra os lábios dele.
Ele sabia que ela estava nervosa, até demais. Porém a ausência do cheiro de medo o fazia continuar. Ele saberia a livrar da tensão, e soube ele isso por outras mulheres que sempre o asseguraram de seu ótimo desempenho na cama.
E nenhuma delas havia o enlouquecido tanto quanto aquela embaixo de si.
" Inuyasha eu..." Por um momento ela conseguiu falar, e esse momento foi quebrado por outro dedo que a invadiu por completo.
" O que foi?" Ele perguntou com um sorriso que percorria toda a sua face. Ela quis batê-lo forte agora e empurrá-lo para longe de si. Mas não conseguiu. Sabia ela que nunca fora tocada daquela forma tão ousada.
Sua vida não havia sido das melhores, muito menos feita para romances.
Ela puxou o ar fundo nos pulmões quando o corpo dele se levantou do dela. Kagome o assistiu tirando a própria camiseta e teve a oportunidade perfeita para fugir. Mas não fugiu.
A visão que ela tinha daquele corpo ela perfeita e ela tentou pela primeira vez não negar o que sentia com aquilo. As mãos passaram para o peitoral dele, mas naquele momento no intuito de massageá-lo. Inuyasha sorriu sincero e ela arranhou toda a extensão de seu abdômen.
Ele se levantou então. Ela o encarou assustada e assombrada com sua própria visão. Quando abriu a boca ele a puxou para cima e a pegou no colo. A beijou novamente e quando ela pode se lembrar de que estava sendo carregada seu corpo estava sendo despejado na cama do meio-youkai e ela se surpreendeu por ele tê-la levado no seu quarto ao invés dos outros.
Ela o observou se aproximar e pensou por alguns momentos em como poderia pará-lo. Mas não pôde mais negar o quanto o hanyou mexia com ela. Pela primeira vez ela sentiu necessidade de ser completa.
Com uma careta maliciosa ele colocou as mãos nas pernas dela e logo alcançou sua calcinha. Com delicadeza a puxou para baixo e sorriu largamente ao vê-la ajudá-lo levantando o corpo para que ele tivesse mais facilidade em tirá-la. Ele gemeu a visão das pernas levemente abertas dela e de seu sexo pingando em sua cama.
Seu rosto desceu para ali e suas mãos abriram as pernas grossas. Kagome se levantou abruptamente o encarando com os orbes arregalados.
" Inuyasha, você não precisa fazer isso." Ele a encarou e observou a feição assustada. Com um sorriso perturbador ele colocou a mão na barriga lisa da morena e a empurrou na cama.
" Eu realmente não preciso." Seus dedos a abriram para ele e ele depositou um pequeno beijo na parte inchada dela. " Mas isso não significa que eu não queira, Kagome." Ela deu um pequeno grito agonizado quando ele a chupou diretamente ali.
Sem tortura ou qualquer outra forma de deixá-la ainda mais sem ar. Fez uma dura pressão em seu clitóris e ela empurrou todo o corpo contra a boca dele. Ela arfou alto demais e seu coração acelerou. As mãos passaram para as orelhas dele, depois para a cabeça e ela a empurrou contra o próprio sexo.
A lambeu inteira passando a língua por todos os pontos dela. Soltou as mãos de suas pernas já que ela as abria involuntariamente. A morena gemia muito, mesmo tentando se controlar.
" Você tem um gosto maravilhoso." Ela apoiou os cotovelos na cama e o observou. Os olhos dourados ergueram-se e ele sorriu ainda a chupando. Kagome mordeu os lábios e naquele mesmo momento ele penetrou dois dedos nela.
" Meu deus." Ela se jogou contra a cama.
"Fique deitada." Ele disse por um momento. Os dedos substituíram a língua por algum tempo. " Relaxe o corpo, minha linda... você está mais molhada que nunca." Voltando a substituir os dedos ele a ouviu gemer alto com a ousadia.
Lembrou-se por um longo momento de tudo o que aconteceu entre os dois e então sorriu entre as pernas dela.
Uma mulher como nenhuma outra, ele soube.
"Tire a calça." Ele ouviu a voz estrangulada e rouca dela.
" Não preciso fazer isso agora." Ela empurrou a cintura contra ele e o hanyou sorriu vitorioso.
" Mas eu quero que faça." Ele subiu o corpo sobre o dela e a beijou. Kagome sentiu o próprio gosto nos lábios do meio-youkai e anotou aquilo como realmente erótico, mais do que ela própria poderia imaginar que seria.
Os dedos dela passaram para o botão da calça dele o abriu. Ele ficou de joelhos e ela se sentou a fim de livrar ele da calça jeans que estava realmente apertada.
Arregalou um pouco os orbes com o tamanho de sua ereção. Sabia ela que youkais tinham o membro maior que o dos humanos e soube que Inuyasha havia puxado para aquele lado animal.
Terminou de tirar a calça dele e observou novamente a extensão, mesmo que metade estivesse dentro de sua cueca.
" E sua blusa?" Ele perguntou a ela. Kagome estava sem reação e sem graça como nunca. Ele já a havia visto de calcinha e sutiã, porém nunca nua.
Sorrindo ele a deitou com calma e suas mãos passaram para a barriga dela. Subindo a blusa dela a tirou com calma e observou o sutiã de renda vermelho.
" Você é um pecado, mulher." Ela riu. A sarcástica Kagome havia perdido qualquer ação. A respiração ficou ainda mais descompassada quando ele abriu o fecho de seu sutiã e o colocou ao lado da cama. Ele gemeu notando os seios rijos e logo se colocou a chupá-los.
Kagome jogou a cabeça para trás a enterrando ainda mais contra o travesseiro macio. O membro do hanyou bateu contra seu sexo molhado e ela não pôde deixar de notar o movimento.
" Inuyasha eu..." Novamente fora cortada com uma pequena mordida que ele havia deferido em seu bico. Ela curvou o corpo e sentiu a língua molhada dele bater agora no lóbulo de sua orelha.
" Você me interrompeu." Ela arqueou uma sobrancelha. " Não deveria ter feito isso." Quando ela foi perguntar o porque daquilo ela o sentiu lamber todo o seu corpo e novamente ele estava enfrente ao sexo dela. Apenas ao lembrar-se da sensação suas pernas já abriram e ela tentou se esquecer de como fora parar naquela cama.
A língua dele bateu diretamente em seu clitóris e ela puxou o ar fundo em seus pulmões. Suas mãos agora mais exigentes foram para a cintura dela e a imobilizaram. Ela gemeu abafado e ele riu internamente com o sacrifício dela. Colocando a língua para fora ele fazia com que a mesma batesse vez ou outra no feixe de nervos e observava o corpo dela ficar ainda mais descontrolado... e molhado.
" Me chupe forte, Inuyasha." Ele jurou não ter ouvido nada no mundo que fizesse mais sentido. Seus lábios firmaram-se forte naquela região e ele a sugou com força. Soltou-lhe a cintura deixando que ela se movesse livremente contra ele.
E então ela gozou. As pernas ficaram fracas e ela deu um longo gemido engasgado. Com a boca entreaberta ela sentiu todas as suas energias evacuarem por culpa do hanyou. Tentou insultá-lo mesmo que aquilo não fizesse sentido, mas não conseguiu.
Sentiu a língua dele batendo em seu umbigo, subir sobre seu seio e logo seu rosto ficar próximo ao dele novamente. Ele a beijou com calma. Kagome chupou o lábio dele mesmo que não sentisse mais forças para nada. As mãos delicadas foram para as costas largas dele e ela tentou o arranhar.
" Você está bem?" Ele perguntou. Ela sorriu sarcasticamente quando notou a expressão debochada dele e riu.
" Eu quero poder retribuir o favor." Disse baixo. Ele beijou a face dela e se virou, deixando que ela viesse para cima dele. Ela ficou desconcertada com a maneira livre com que ele fazia tudo aquilo.
Com cuidado ela passou a língua para o mamilo dele e o chupou. Inuyasha gemeu e o fez ainda mais alto quando ela verdadeiramente lambeu todo o tórax dele. As mãos já abaixavam a cueca dele e ela o pegava com certo cuidado. Ele sorriu com a estranha delicadeza.
Ela estabeleceu um ritmo para os movimentos e ele ficou sério. Nada o fazia sorrir naquele momento nem mesmo sua satisfação. Ele estava excitado e sentia uma vontade imensa de gozar vez ou outra, mesmo que com tão pouco que ela lhe oferecia.
Ouviu o telefone tocar e ela também. Ambos olharam para a porta aberta e ela levantou o corpo ameaçando caminhar. A mão dele passou para o braço feminino e a puxou de volta.
" Agora não." Ele ordenou. Ela tremeu um pouco e sorriu. " Se for Totousai, nós conseguiremos uma ótima desculpa, além de já sabermos o que ele quer." Ela concordou com leveza. " Se não for, no máximo é minha mãe." Ela voltou a mão para o membro de Inuyasha e ele mordeu os lábios.
Ambos ignoraram completamente o telefone e o mesmo parou de tocar.
Os lábios inchados dela chegaram perto do sexo dele e ele tampou a respiração, completamente louco para senti-la o sugando. Os olhos entreabertos denunciavam o como estava ansioso e as mãos apertando os lençóis deixavam claro que ele queria forçar a cabeça dela contra ele.
E então ele a sentiu. Um sentimento de extremo prazer passou por seu corpo quando ela tentou o tomar por completo na boca. Ele suspirou e pensou o como todos os movimentos que ela fizera até ali pareciam decerto um pouco inexperientes.
Mas naquele momento ele não pôde reclamar de absolutamente nada.
Uma mão dela pegou seu escroto e o massageou. A unha comprida bateu bem no meio e ele gritou de prazer. Sua boca molhada subiu e desceu por toda a sua extensão. Ele colocou enfim as mãos nos cabelos negros e os massagearam em um leve e gostoso carinho.
Ela sentiu ele pulsar dentro de sua boca e suspirou. Abandonou-o por certo momento e lambeu da base a cabeça. Ele tremeu sentindo ela o masturbar e então abocanhá-lo novamente.
Sua cintura agia fazendo com que ele se movesse contra ela. Era ainda melhor e mais intenso que ele havia sonhado. Rolou os orbes quando os dentes dela rasparam em sua cabeça e ele sentiu uma vontade incontrolável de gozar contra a sua boca.
Ele gemeu e pegando a cabeça dela a tirou dali. Ela lambeu os lábios e ele teve que apertar a base para não se libertar apenas com aquele movimento.
" Ruim?" Ele balançou a cabeça com ênfase.
" Excelente." Ele molhou os lábios secos. "Melhor do que até mesmo eu posso agüentar." Ela o encarou sacana. Ele a puxou no meio de suas pernas e a beijou fundo. O gosto se misturou e ambos gemeram quando os seios dela bateram contra o peitoral do meio-youkai.
Ele se virou sobre ela e se colocou na entrada de seu sexo. Ela colocou então as mãos no peitoral dele e o encarou fixamente.
" Inuyasha eu..." Ele a encarou e fixou todo o corpo. Ela havia tentado falar algo para ele o tempo todo e ele não havia deixado.
Abaixou-se um pouco sobre ela e deu-lhe um selinho.
" O que foi?" Perguntou levemente. Ela suspirou.
" É realmente difícil." Ela sentiu a cabeça dele muito próximo de sua entrada e o empurrou com leveza. Se sentou na cama de costas pra ele e se abraçou. Ele sentiu um pequeno pânico crescer dentro de si e a abraçou para trás.
"Ei. Eu não vou te forçar a fazer algo que não quer." Ela sentiu relutância em suas palavras, mas agradeceu por ter a chance de ouvir isso.
" Eu sou virgem." Ele paralisou completamente e ela sentiu a rigidez de seu corpo, esta que não tinha relação com a excitação. " Você sabe muito pouco sobre mim, entende? Sou virgem, completei dezoito há dois meses... eu nunca tive tempo para essas coisas, sabe?" Ele a virou um pouco mas ela se recusou a encará-lo.
Ele abriu a boca algumas vezes, porém não soube exatamente o que dizer a ela. Kagome se levantou com calma da cama e andou até a porta no intuito de deixá-lo. Ele a abraçou por trás e colocou o queixo no ombro dela.
" Não precisa fugir disso." Ela sorriu. "Eu não vou te machucar, tudo bem?" Ela riu baixo.
" É realmente embaraçoso." As mãos dele rodearam o corpo dela e ele a abraçou com força. Ela sentiu a excitação dele batendo em seu bumbum e riu internamente ao notar que nada o que ela havia dito o fez desanimar.
Sentiu a respiração quente dele contra a sua orelha e ele chupou-lhe o lóbulo.
" É difícil de acreditar diante a tamanha sensualidade." Ela se virou um pouco, mas ele a prendeu segurando ambos os seios dela ainda a abraçando pelas costas.
" Sensualidade não precisa estar diretamente ligada a sexualidade." Ele sorriu.
" Eu sei." Uma mão desceu e acariciou sua barriga. Ele pegou em sua mão e a guiou até a cama. Ela o seguiu e sentou-se nela. Com uma calma invejável ele a deitou e deitou-se por cima dela, chupando seu pescoço.
" O que vai acontecer amanhã?" Ela perguntou. Ele sorriu largamente.
" Nós estaremos bem para a missão, e eu acordarei ao seu lado." Ela o encarou longamente.
" Eu ainda te odeio." Ele riu e um de seus dedos massagearam novamente seu clitóris. Ela gemeu, já que ele estava bem mais sensível que antes.
" Eu também." E então ele a beijou. Posicionou-se na entrada dela e a abraçou. " Apenas relaxe, tudo bem?" Ela concordou fechando os olhos. " Eu disse pra relaxar." Sua voz estava um pouco mais grossa.
" Eu estou relaxada seu idiota." Ele notou ela cerrar o semblante e sorriu. A penetrou com calma e observou a careta dela. " Você poderia ser um pouco menor." Ele lambeu um de seus seios e o chupou, ainda a penetrando.
" E que graça teria? Eu te proporcionaria menos prazer, doçura." Ele a viu morder o lábio com uma força desnecessária. Passou a língua pela boca dela a forçando a relaxar um pouco. As mãos dela passaram para seu cabelo prateado e ele se movimentou saindo um pouco de dentro dela. Não a havia penetrado por inteiro ainda.
Voltou a entrar dentro do corpo pequeno e a ouviu gemer baixo entre seus lábios. Arriscou um pouco mais de força e ouviu o gemido de intensificar.
Com movimentos calmos ele a fez se acostumar a estar cheia. Estranhamente aquilo o fazia muito feliz. Havia dormido com muitas mulheres e pela primeira vez não se orgulhou daquilo. De toda a forma, sempre fugira de virgens. E então se viu tirando a virgindade da morena e aquilo o encheu de alegria.
A ensinar a fazer tudo aquilo o fez sentir-se também poderoso, claro. A sensação de poder era evidente, mas saber que a fizera gozar já no começo e que a faria gozar de novo era ainda melhor.
Ela abriu os olhos e virou o semblante. Ele beijou seu rosto e ela arranhou suas costas, agora com força.
" Está uma delícia." Ele sorriu. " Se puder ir um pouco mais rápido eu..." Sentiu o meio-youkai empurrar-se contra seu corpo. Ela gemeu alto com aquela sensação incrível. Ele a fez enrolar as pernas ao redor de sua cintura agora já calmo ao saber que ela estava gozando da sensação com ele.
A viu rolar os orbes de prazer com a penetração ainda mais profunda. Ela estava muito ensopada e todo o seu sexo escorria. Ele estocou algumas vezes dentro dela antes de se levantar um pouco. Passou as canelas para os ombros dele e penetrou daquela forma. Ela arfou e seu corpo se curvou.
Ela gemeu muito alto agora. Os dedos dele passaram para o seu clitóris e ela balançou a cabeça com força.
" Não!" Ele a encarou. "Não... Não faça isso." Disse com dificuldade. Ele arqueou a sobrancelha e com um sorriso ainda mais sacana ele continuou.
" Está com medo de gozar, princesa?" Ela gemeu e as unhas se apertaram em torno dos braços musculosos dele. Ele sorriu já que suas duvidas se confirmaram naquele momento. " Relaxa e goza, meu doce."
" Inuyasha, pare de me chamar assim." Ele se curvou um pouco e ela o sentiu ainda mais dentro do corpo dela.
" Te deixou envergonhada?" Ele intensificou o modo com que a massageava. Ela gritou se sentindo imóvel pela posição.
" Droga, pare de estar sempre certo." Ele riu. " Isso está me deixando verdadeiramente irritada." Ele saiu completamente de dentro dela e as pernas dela caíram na cama. Ele pressionou os lábios no clitóris dela e um choque percorreu completamente o corpo dela diante ao movimento que ela não previu.
" Goza pra mim." Ele pediu e aquela voz rouca foi suficiente para que ela gozasse com força na boca do meio-youkai. Ele a chupou e ela tentou regular sua respiração. Ele a penetrou novamente e dando algumas estocadas ainda mais fortes (já que a sentiu muito mais lisa depois de entrar em clímax) ele sentiu todo o corpo convulsionar.
Tirou o pênis completamente para fora dela e gozou sobre a barriga lisa dela. Ela sorriu sentindo o rosto muito quente.
Ele engoliu seco tentando se recuperar.
Levantou-se com as pernas extremamente tremular e adentrou na suíte. Abriu a água e tampou o ralo da banheira, a deixando encher.
Apanhou uma toalha e a molhou com calma na pia.
Sentou-se ao lado do corpo desossado e passou com leveza a toalha sobre a barriga dela soltando um pequeno "desculpa." Ela apenas concordou, sorrindo e extremamente extasiada.
Quando ela sentiu os olhos pesarem diante a tamanha e extremo cansaço ele a levantou nos braços e ela acordou. Colocou-a calmamente na banheira e ela gemeu o contato.
Com cuidado a ensaboou e antes que ela imaginasse já estava dormindo novamente.
oOo
" Droga." Totousai estava realmente impaciente. " Eu já tentei discar duas vezes para aqueles dois imbecis, o que estarão fazendo agora?" Miroku sorriu maliciosamente e Sango impediu que ele falasse algo.
" Eles devem ter saído para algo. Ambos ficaram juntos contra a vontade talvez durante um bom tempo. Quem sabe queriam simplesmente tranqüilizar as idéias." Ele pareceu se acalmar.
" Ou devem ter se resolvido na cama." O velho cerrou os orbes e encarou o houshi. Sango o estapeou na cabeça com força e ele gemeu devido a dor de cabeça que já vinha sentindo.
" Cale a boca, monge hentai." O outro engoliu seco. " Olhe a nossa situação e você fica fazendo esses comentários completamente inúteis?" Ele concordou levemente.
" Perdoe-me Totousai." Ele fez uma leve reverência. " Fique calmo, logo ela entrará em contato. Inuyasha com certeza tem bina, quando notarem que você ligou eles retornarão rapidamente, eu garanto." Totousai apontou o dedo em sua direção.
" É bom que esteja certo." Ele sorriu amarelo. "Não estou com vontade de ter que encará-la para dar a notícia. Sou definitivamente péssimo nisso." Virou-se e caminhou até a cozinha.
Miroku suspirou calmamente e quando notou estava choramingando novamente com o outro tapa que levará sem motivos aparentes de Sango.
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Inuyasha abriu os olhos calmamente. Notou as costas da morena e se viu abraçado a ela. Ele sorriu a cheirando longamente e beijando seus cabelos.
Olhou para a janela e notou que já era tarde. Não deviam passar muito das seis, mas antes disso com toda a certeza não era.
Levantou-se com calma para não acordar a outra.
" Vou tomar um copo de água e já volto." Sussurrou em seu ouvido. Ela concordou levemente e ele beijou seu rosto.
Desceu as escadas sem se preocupar com a própria nudez. Caminhou até a cozinha e bebeu água diretamente da garrafa.
Virou-se e antes de subir encarou o telefone.
" Nem me lembrava." Viu a luz vermelha piscar e se aproximou coçando as costas. " Totousai?" Suspirou imaginando que seriam sempre as mesmas ordens de sempre. " Bom, eu a matei de prazer como já havia dito que faria." Abriu um largo sorriso malicioso ao se lembrar de tudo.
Apanhou o telefone e discou para o outro.
O telefone foi rapidamente atendido.
" O que foi velho?" Perguntou ríspido. " Se é pra falar sempre a mesma ladainha saiba que está tudo bem por aqui." O outro deu um chiado e Inuyasha estranhou a demora.
" Cale a boca imbecil." Ele sorriu, não perdendo a calma. " Algo mais sério aconteceu. Onde você estava até agora e onde está Kagome." Ele colocou os lábios pensando em uma boa desculpa.
" Nós saímos um pouco. Um para cada lado, na verdade. Ela já voltou, porém decidiu já deitar para não faltar forças a ela amanhã." Sabia que Totousai não havia acreditado inteiramente, mas se manteve na mesma história. " Diga o que houve que está me deixando curioso."
" Uau, eu realmente me preocupo muito com a sua extrema curiosidade." Inuyasha rolou os orbes. " A acorde, é realmente sério." Ele relutou apenas de imaginá-la dormindo como estava.
" Tudo bem. Mas será que pode ao menos me adiar o assunto?" Totousai coçou a garganta.
" A casa dela..." Inuyasha instantaneamente arregalou os orbes. " A casa dela foi destruída. Dizem os jornais que por um bando de marginais, mas suspeito que seja outra coisa."
" Meu deus..." O hanyou disse.
"Meus deus mesmo..." Inuyasha respirou fundo imaginando a reação de Kagome. Ele sabia bem que sempre que podia falava mal sobre a moradia da outra, mas não queria que nada acontecesse com ela. Inclusive por saber que realmente abalaria os sentimentos da morena, mesmo ele desconhecendo os motivos.
Lembrou-se então quando ela lhe disse sobre sua idade e suspirou. Há dois meses atrás ela era menor de idade. Como se sentiria? Ela não parecia muito bem com seus próprios sentimentos e ele sentiu-se mal por não podê-la livrar disso.
" Quer que eu conte?"
" De modo algum, eu prometi a ela que nada aconteceria, então sou eu quem devo dar a notícia." Inuyasha concordou com a cabeça como se o outro pudesse vê-lo.
" O que aconteceu? Contar o que a quem?" O hanyou se virou abruptamente a encontrando apenas se sutiã e calcinha. Mirou algumas pequenas chupadas espalhadas pelo corpo dela e por um breve momento sorriu.
Ela parecia realmente bem e doeu em seu coração imaginar a cena que aconteceria em breve.
" Ela está aí com você?" Totousai perguntou impaciente. " Passe logo essa droga de telefone a ela." Inuyasha respirou fundo.
" Não, não vou passar." Kagome arqueou a sobrancelha. " Eu conto a ela, tudo bem?" Totousai rosnou.
"Não ouse fazer isso." Kagome se aproximou e puxou o telefone.
" Me dá essa porcaria!" Totousai ouvia tudo apreensivo. " Me dê logo que eu estou ficando nervosa." Ao notar os orbes azuis extremamente preocupados ele apenas engoliu seco e passou para ela.
Ela suspirou.
" O que houve?" Ela ouviu a voz do velho se anunciar.
" É a sua casa..." Inuyasha a observou ficar extremamente tensa. " A destruíram."
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Não tenho muito o que dizer. Estou tentando postar o quão antes os capítulos. Minha aula começa dia 08 e faculdade realmente acaba comigo. Temo também que irei mudar de serviço, então realmente não terei tempo de escrever.
Eu não coloquei o hentai em negrito, acho que atrapalha um pouco a leitura. Porém deixei o aviso em cima que teriam as cenas então não acredito que alguém venha a ler sem ter consentimento do que está sendo lido.
Espero que tenham gostado. Dez páginas? Nem acredito. Queria deixá-lo ainda maior, porém meu expediente está acabando, então decidi deixá-lo dessa mesma forma.
Além de tudo, estou muito feliz. Repostei dez capítulos de Nem tudo É o Que Parece Ser e agora sim está com cara de fanfic. Eu praticamente a escrevi de novo, de tantos erros e escrita mal-feita que eu encontrei. Enfim, sei que ainda falta muito para se arrumar, mas aos poucos sei que consigo terminar tudo! Agora voltando a Ladrões;
Gostaram do capítulo, não gostaram?
Apertem o botãozinho roxinho GO ali embaixo e façam uma pseudo-escritora feliz.
Ou não.
Beijo a todas e até o próximo capítulo!
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DAYSERAFINI – Ahhh, é normal lerem fanfics e não comentarem, fica sossegada. Eu mesma sou assim. Li umas quinhentas fics e depois de muito tempo que tive vergonha na cara de comentar nelas AHUHEUAHUEA, mas fico realmente feliz que tenha vindo comentar. Gosto de fanfics fogosas, acho que isso atraí também leitores. É meio difícil achar quem NÃO goste, não? O passado da Kagome é triste mesmo, mas isso não deixa que ela tenha uma personalidade marcante. Eu parei nas partes "calientes" mas acho que recompensei vocês, mesmo que até "cedo demais". Se bem que, bom, nos capítulos seguintes não se seguiriam oportunidades para uma cena hentai, então realmente aproveitei o capítulo. Te adicionei no Orkut na maior cara-de-pau, obrigada por ter me add :D! Que bom que está amando! Agradeço novamente a review e espero que tenha gostado desse capítulo! Beijos e até o próximo!
COSSETE – O Inuyasha É tudo de bom, e não apenas na minha fanfic... graças a deus AHUHEUHAUEHA! O pai dela não a estuprava, fique sossegada quanto a isso. Ele era alcoólatra, fato que eu deixei citado no capítulo anterior, mas ele amava a filha apesar de todo o mal que causou (que vai ser falado nos próximos capítulos). E quem não gosta desse tipo de personagem? Ainda mais recebendo colo do Inuyasha? AH-VÀ! Até eu queria assim. Mal pode esperar pelo hentai? Então não precisa esperar mais... isso é, vai ter que esperar pelo próximo, claro HAUEHUAHUEA. Eu não pretendo demorar, realmente. Não quero deixar a fanfic abandonada como fiz com muitas, mesmo sendo muito boas. Minhas aulas logo começam, espero que eu consiga terminar até antes disso! (Mesmo que acha muito pouco provável) T_T! Obrigada pelo elogio, sério! Adoro quando dizem que escrevo bem *O*! Espero que tenha gostado desse capítulo, viu? Até o próximo guria, e obrigada pela review!
AGOME CHAN – HAUEHUAHUEHUAHEA achei uma ótima idéia! Eu também correria para o quarto. Chutaria ele lá pra dentro e ameaçaria ele com uma arma caso ele resolvesse não tirar a roupa! Realmente, ela teve um ataque. Eu fiquei pensando nesse "ataque" por um bom tempo. Kagome tem um passado misterioso, mas nunca se mostrou realmente se importar com ele. Quis deixar claro que ela se importava. Ela nunca teve muita aproximação com ninguém e queria demonstrar isso também de alguma forma. Com Inuyasha, ela sentiu muito receio, e isso fez com que ela o ameaçasse e quisesse fumar pra se acalmar (coisa que ela fazia sempre antes da aposta). A cena de Kikyou já começará no próximo capítulo. Isso é, é o que eu pretendo AUHEHUAHEA! Infelizmente nesse capítulo eles não se "irritaram" da forma habitual, mas você terá muitos ainda para vê-los brigando e Kagome quase o matando pela falta de cigarros (não adianta, vício é vício). A aposta é algo que nem mesmo eu sei como vai acabar. But, tamo ae :D! Um beijão, e muito obrigada pela review! Até o próximo!
