Disclaimer: Eu já disse que ele não me pertence. Que droga de tortura é essa?
Aviso: Esse capítulo contém hentai. Hentai ao mesmo tempo bonito, selvagem e baixo. Portanto, se você não for a favor dele tente pulá-lo. Não está em negrito, portanto vocês terão que usar seu senso de alerta para perceber até quando devem ler. E bom, se você gosta: Um bom proveito.
Não diga que não avisei.
Esse é o último capítulo! Agradeço desde já a todas que acompanharam essa dura e longa jornada (por culpa minha! Hahaha) e espero que todos gostem desse último capítulo!
Estou aberta a sugestões e críticas SEMPRE. Mas enfim, quem diria que eu terminaria essa fanfic? Nem eu acredita mais em mim hahahaha.
Esse capítulo é dedicado especialmente para Sasnatsa'seAgome Chan. E claro, para todas vocês, minhas queridas!
Até alguma próxima fanfic/oneshot!
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"E por mais que não soubesse onde estava, ela sabia exatamente o como se sentia."
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" Olha, Inuyasha... realmente não acho que isso vá dar certo." Ela lhe respondeu perturbada. "Eu gosto de você, tudo bem. Admito que aprendi a gostar um pouquinho de você, mas isso não muda absolutamente nada em relação a minha opinião, você pode sei lá... concordar comigo pelo menos uma vez?" Ele puxou o ar fundo em seus pulmões como se estivesse pensando.
" Não." Respondeu simplesmente. Ela contorceu a face e ele arriscou novamente se aproximar dela. " E sinceramente, se não quer me dizer onde está morando, eu não vou te forçar, afinal..."
" Ótimo." Ela o cortou. "Isso é ótimo hanyou." Ele sorriu cínico na direção da morena.
" Afinal, eu ainda posso fazer melhor que isso!" Ela arregalou um pouco os orbes e o sorriso do meio-youkai pareceu triplicar. "Eu posso te mostrar onde ficar a minha." Ela engoliu seco e sentiu apenas o solavanco de ser posta novamente nas costas do hanyou.
" De novo não..." Ela suspirou e ele sorriu. " Você é um cretino."
" Eu nunca neguei isso." Ele pulou alto e ela deu um grito assustado. Com uma raiva incontrolável ela o socou nas costas.
" O dinheiro está lá, seu grande imbecil!" Rilhou e ouviu o som irritante que era a risada de Inuyasha.
" Deixe pra quem precisa." Disse simplesmente. " Aquilo não vai fazer a mínima diferença."
E então, ela preferiu não dizer mais nada para não se irritar mais do que deveria.
oOo
" U-o-u." Ela disse com calma. Sentiu seu coração ridiculamente acelerar e sua sobrancelha arquear. "Você não pode estar falando sério."
" Sim, eu estou." Ele disse com um sorriso galante. Kagome evitou encarar a expressão dele, mas não havia maneiras de simplesmente ignorá-la.
" Isso não parece obra de alguém que odeia o México." Ela disse sarcástica. "Olha o tamanho dessa casa, Inuyasha! É pelo menos o dobro do tamanho da casa do seu irmão!" Ele continuou sorrindo em sua direção.
" E ela é praticamente igual, não vê?" Ela concordou muda. "Adoraria que ele pudesse ver isso." Ela pigarreou.
" Acredito que não faria muito diferença na vida dele, Inuyasha." Ele a ignorou enquanto a puxava pelo pulso para que pudesse entrar na morada. Ela tentou se negar, mas acabou desistindo devido a força com que era puxada.
" Você é uma estraga-prazeres, sabia?" Ela não disse nada. "Estava quase me esquecendo o porquê te odeio tanto."
" Acredito que sim." Ela retrucou assim que pisou na sala. "Afinal, veio chorando como um cachorrinho para que eu ficasse com você "até você se habituar" e blábláblá." Ele rolou os orbes e tentou ignorar o choque que percorria o corpo dela a cada passo que ela dava.
A casa definitivamente era extraordinária. Era toda clara, com uma estrutura maravilhosa. Haviam vários móveis novos e ela tentou não invejar tudo aquilo que o hanyou havia conseguido. Certamente não o levaria para ele ver onde ela estava morando, afinal continuava sendo uma cópia de sua antiga casa. E bom, certamente ela não estava com paciência para piadinhas.
" E adivinha como consegui tudo isso?" Ela fechou a boca abruptamente ao perceber que estava entreaberta. Retomando a postura ela sorriu em sua direção.
" Com seu dinheiro, suponho." Ela fez uma careta de desdém. "O que torna você ainda mais ridículo do que você é."
" E é aí que você se engana, queridíssima Kagome." Ele piscou o olho em sua direção e apontou para um retrato. Kagome abriu novamente os lábios ao ver a foto antiga do velho Totousai ali.
" Você está me zoando!" Ela disse com raiva. "Então quer dizer que você ficou essa semana toda aqui, com todos esses móveis, e, e..." Ela rangeu os dentes. "Por que?" Ele riu.
" Você que sumiu, sua peste." Ele deu ombros. "Totousai já havia planejado que ficaríamos por aqui, mas como você quis provar novamente sua grande capacidade de ser uma imbecil resolveu sumir antes do velho mandar a localização exata de sua moradia." Ele se aproximou dela. "E o melhor de tudo isso é que estava limpa quando cheguei. Aquele velho mandou bem em ligar para uma velha amiga e pedir para que deixasse tudo arrumado para novos hóspedes. Isso não é demais?" Ela rolou os orbes em extrema contradição.
"É, é demais isso tudo." Bufou enquanto se desvencilhava dele e então o sentiu novamente a puxando contra si.
" E novamente você com essa história de ficar fugindo de mim." Ele aproximou os lábios molhados de seu ouvido. "Até quando vai insistir em negar o que sente?" Ela tremeu.
" Até quando vai insistir nessa conversa maluca de que sinto algo?" Ele sorriu a olhando diretamente nos olhos.
" Ambos sabemos do que estou falando." Ela desvencilhou o olhar e ele mordeu seu queixo. "E honestamente eu não estou nem aí para sua fuga." Ela tentou afastá-lo e com agilidade ele a lançou contra o sofá. As costas da morena bateram contra as almofadas e ela gemeu baixo;
" Seu grande filha da puta!" Ela blasfemou e então sentiu o corpo quente se colocando sobre o seu.
" Você está se referindo ao irmão errado." Ele disse lentamente. "Mas eu realmente não me importo com isso..." E então ele baixou os lábios contra os dela. Em uma tentativa de se afastar ela se debateu contra o corpo duro, mas o hanyou agilmente colocou os pulsos da morena sobre sua própria cabeça e os prendeu com uma única mão. Como se não bastasse a atitude do meio-youkai, a morena sentiu-se sem saída quando ele passou a beijar seu pescoço.
" Para com essa merda, Inuyasha." Ela disse ao mesmo tempo em que contraditoriamente seus quadris se moveram para cima.
" Não me diga para parar..." Ele sussurrou enquanto mordia com força seu ombro. Ela gemeu de dor e prazer ao mesmo tempo. "Não me force a me passar por violentador. Não de novo." Ela mordeu os lábios e sentiu as mãos dele rasgando sua blusa. Observou então que seus pulsos estavam livres, mas não teve forças para contê-lo, uma vez que os dentes dele já estavam presos em seu seio.
" Era a única blusa que eu tinha..." Ela murmurou enquanto sentia ele tirando totalmente seu seio do soutien preto e sugando seu bico. Ela arqueou novamente o corpo e gemeu.
" Foda-se." Disse antes de pular para o outro seio. Kagome mordeu os lábios com tamanha força que não os sentiu sangrar. Sua cabeça estava afundada contra o travesseiro e ela tentou não notar o prazer que estava sentindo.
O hanyou então mordeu o bico fragilizado de seu seio e sorriu ao ouvi-la arfar e tentar afastá-lo. Assim ele apenas apertou ainda mais os dentes contra a carne sensível e percebeu que ela havia se submetido completamente a ele naquele momento.
"Inuyasha..." Ela conseguiu murmurar. "Isso dói." Arfou ainda e então ele voltou a apenas sugá-lo. A humana se sentiu completamente desamparada, pois estava em uma situação que ela prometeu ser aversiva. Mas que não era. E nem um pouco.
As mãos do hanyou já estavam abaixo de seu próprio corpo, abrindo o botão da calça de Kagome. Abaixou o zíper e soltou o seio da morena apenas para puxar a calça, - da forma mais rude possível, - e jogá-la para longe do corpo dos dois. Sorrateiramente voltou a morder o bico do seio da humana quando notou que ela havia voltado a se mexer. Em um gemido baixo ela novamente parou de se mover e ele sorriu malicioso ao passar uma de suas mãos sobre a calcinha ensopada da mulher.
O gosto de sangue finalmente despertou Kagome de seu transe e ela voltou a se mexer. Como já esperava sentiu a pressão em seu seio e gemeu, batendo contra as costas do hanyou que apenas voltou a prensar os dentes contra a carne.
"Pare com isso." Ela ordenou e ele libertou seu seio por algum momento.
" Peça." Quando ela foi retrucar sentiu seu outro seio sendo abocanhado e sentiu um frio na barriga quando notou o outro completamente avermelhado.
" Pare com isso..." Ela pediu e ele sugou-o intensamente. Kagome gemeu desesperada e prensou as pernas contra o corpo do hanyou. Sua calcinha estava completamente ensopada e ela já havia perdido todos os sentidos. Não lembrava-se de ter sentido antes tamanha vontade de que Inuyasha viesse a possuí-la, mesmo que os outros eventos tivessem sido quase igualmente torturadores como aquele.
" Implore." Ele murmurou contra o seio dela e o mordeu com força. Ela se arqueou contra ele e passou as duas mãos, - que estavam tremendo -, para frente e segurou orelhas do hanyou, as massageando inconscientemente.
" Por favor, pare com isso." E então ela sentiu seu seio ser solto e relaxou. Seu coração estava batendo com força e o alívio imediato lhe deu falta. Ela abriu os olhos e encarou o hanyou abaixar sua calcinha e a lançar para longe. Ela piscou algumas vezes antes de senti-lo lamber-lhe, chupando intensamente sua vagina. Em um grito de angustia ela arqueou o seu corpo contra ele e abriu as pernas.
" Sinto dizer, Kagome... mas acredito que você não quer mais que "eu pare com essa merda", afinal, nunca te vi tão molhada..." Ele murmurou enquanto penetrava um dedo dentro da morena. Ela arfou e sentiu sua visão embaçar. Os dentes do meio-youkai roçaram contra o clitóris de Kagome, que engoliu seco ao sentir-se tão vulnerável.
"Cale...sua... malditaboca." Disse de forma descompassada e ele ousou penetrar um segundo dedo. Maliciosamente ele lambeu toda a sua abertura, desde o buraco que lhe era invadido quanto pela carne exposta. Kagome voltou a apertas as orelhas do hanyou e as massageou com o mesmo descompasso de suas palavras. O hanyou ousou-se gemer com o toque intimo, que não se comparava ao seu, mas ainda sim era-lhe demais prazeroso.
Kagome sentiu seu coração bater ainda mais rápido e gritou quando a outra mão de Inuyasha voltou para o bico de seu seio e o apertou. Ela soltou as orelhas dele para apertar a mão que a beliscava, mas não tinha forças alguma para o afastar. Ela puxou o ar fundo em seus pulmões, mas quase não obteve sucesso quando um terceiro dedo foi introduzido em sua abertura. Ela gemeu tão alto que se envergonhou, mas não conseguia raciocinar além daquilo.
Definitivamente se sentia uma presa daquele animal que estava prestes a possuir-lhe.
Sem clareza do que ele fazia Kagome não sabia exatamente para quê olhar, portanto se permitiu fechar os olhos e sentir todas aquelas sensações. Entretanto aquilo pareceu ainda mais absurdo, uma vez que ela não sabia a que sensação lhe era mais gostosa: Aos dedos lhe penetrando; a língua lhe sugando; os dentes batendo contra sua carne cada vez mais sensível ou aos dedos apertando-lhe o bico do seio que já jazia dolorido, o que lhe causava ainda mais excitação, se é que aquilo fosse possível.
Coberta de desejo ela arfou e se contraiu toda. Quando Inuyasha mordeu seu clitóris com força e enfiou-lhe os dedos no mesmo momento em que soltou o bico de seu seio ela sentiu toda sua força se esvair. Com um olhar cansado ela puxou o ar fundo em seus pulmões, sentindo seu corpo completamente mole contra o sofá. E mesmo querendo negar, sentiu suas em suas nádegas sua própria excitação escorrendo, o que lhe causou um pequeno desconforto.
Quando voltou para realidade e abriu os olhos Inuyasha já não estava mais sobre ela. Com um sorriso absurdamente malicioso ele encarava o corpo que descansava ali, tirando as calças, a blusa e a cueca. Enfim, ficou nu com uma velocidade incrível, ou talvez Kagome que não soube bem raciocinar em que tempo estava.
" Você... é lindo." Ela murmurou quase que inconscientemente ao observar seu membro rijo e todo aquele corpo esculpido. Mordeu os lábios machucados com leveza e o observou se abaixar e apanhar seu rosto com estupidez. Ela cerrou os olhos com raiva e o encarou.
" Não, Kagome..." Ele disse enquanto selava seus lábios aos dela. "Você que é." E soltou a face fina para apenas tomar-lhe a boca. A raiva que esvaia de Kagome passou naquele exato momento, em que ela sentiu todo o sentimento que ele queria passar. Para cortar completamente a linha de raciocínio de seus pensamentos Inuyasha apanhou um bocado de cabelo moreno e o puxou para trás. Kagome gemeu ao ser tirada bruscamente do beijo em que ele próprio a havia incluído.
Sem rodeios ele aproximou seu membro em direção a boca dela e a sentiu abocanhá-lo. Deveria admitir que aquilo o havia assustado, pois pela primeira vez não esperava realmente aquela atitude. Kagome sentou-se no sofá e puxou o bumbum do meio-youkai para frente, de forma a enfiá-lo quase que completamente na boca. O hanyou se masturbou enquanto o sentia chupá-lo com fervor. Sem culpa alguma ele despendeu a cabeça para trás e gemeu.
Kagome passou as mãos femininas para a cintura do hanyou e a apertou com força, de forma a machucá-lo com suas unhas. Ele rangeu os dentes e voltou a puxar seu cabelo, largando seu próprio pênis. Kagome em contrapartida o apanhou e trabalhou nele como o hanyou anteriormente. Desprendeu sua boca com calma e o encarou.
"Eu te disse para parar com essa merda." Ela alertou e ele apenas não a encarou assustado porque estava ocupado demais sentindo. "Agora você fodeu com a gente." Ele sorriu e a encarou. Ela observou as pupilas dilatadas do amante e apenas com aquilo gemeu.
" Não, não." Ele disse a puxando lentamente de volta para ele. "Eu ainda vou foder com você, isso ainda não aconteceu." Ele apertou seu pênis contra a face feminina e ela se sentiu molhar ainda mais. "Do resto, prefiro me abster. Talvez em um outro momento eu pense nas conseqüências. Recomendo que faça exatamente o mesmo..." Ele se assustou ao senti-la sugá-lo novamente, entretanto com mais intensidade. Desta vez sua cabeça não pendeu para trás, pois ele encarava fixadamente a cena que acontecia ali, diante dele.
Kagome se arrumou novamente no sofá, ficando de quatro sobre este e tomando mais controle. Inuyasha soltou um gemido selvagem ao observar o bumbum empinado da morena e o apertou, a fazendo se desequilibrar.
Em outro gesto rude ele se afastou dela e observou ela encará-lo frustrada. Com um sorriso safado ele a segurou naquela posição, mas a colocou de forma a ficar virada para ele. A viu tentando se desvencilhar e apertou sua cintura com força.
" Te quero assim." Ele disse com a voz absurdamente rouca. "Sinceramente não sei qual foi sua intenção, mas meu pau latejou, Kagome." Ela mordeu os lábios, assim como mordia ao ouvi-lo falar tão dominante assim. Talvez uma característica youkai, ela não sabia dizer.
E então, sentiu ele penetrando seu pênis lentamente dentro dela e gemeu. Gemeu com força e alto. Inuyasha o colocou até o fim sem pestanejar e voltou para fora, repetindo o vai-e-vem sufocante. Ele gemeu segurando ainda forte em sua cintura e ela gritou. Ele estava em pé fora do sofá e incrivelmente ela o sentia ainda maior e mais duro.
A sensação era indescritivelmente incrível.
Ela apertou com força a almofada quando os movimentos ficaram mais fortes e intensos. Ela pensava em coisas tão diversas que quando observava não estava pensando em nada. A cabeça girava toda a vez que sentia a estocada dentro dela. Sua vagina pulsava e ela sentia que ficava cada vez mais molhada.
" Você é uma delícia." Disse ele quando puxou seu cabelo violentamente, de forma a alcançar seu ouvido. "Sua desgraçada." Ele rilhou passando a outra mão na barriga da morena e logo descendo-a entre o meio de suas pernas. Ela arfava tanto por não conseguir respirar direito naquela posição, quanto pela dor que sentia em sua cabeça, quanto pelo dedo do hanyou que lhe massageava o clitóris intensamente. Novamente, aquele misto de sensação lhe deixava sem saída. E então, ela gemeu.
Soltou levemente seu cabelo deixando-a voltar na posição anterior. Ela soltou toda a respiração e sentiu-o diminuindo a velocidade. Com calma ele a penetrava enquanto encarava seu pênis a invadindo.
"E honestamente, não sei nem o que dizer da sua bunda." Ele disse com calma. Apertou um lado de seu bumbum o abrindo e encarando todo o corpo de Kagome.
" Para com isso..." Ela voltou a pedir, sem ter exatamente noção a que estava se submetendo. Com um sorriso sádico ele lhe massageou no anus e ela gemeu tão alto quanto já havia gemido antes. "Inuyasha, não-faça-isso." Ela rilhou os dentes e sentiu-o continuando a massagear o local intimo com a excitação que havia conseguido de sua própria vagina.
" Eu não vou tão longe quanto você pensa... ou quanto eu gostaria." Ele sussurrou e lhe penetrou um dedo ali, enquanto lhe penetrava lentamente na vagina. Ela sentiu sua garganta secar e perdeu a respiração. Entretanto, seu gemido veio rouco e alto. Ela já não sabia o que estava sentindo, definitivamente ela havia perdido os sentidos. Ele se soltou completamente dela e a virou de frente para ele.
Com as pernas abertas ela o encarava com os olhos cerrados. Inuyasha se colocou sobre ela e voltou a penetrá-la.
" Senti falta de te olhar..." Ele revelou em um sussurro quando afundou o rosto nos cabelos dela. Ela apertou o cabelo dele e o puxou com força, o fazendo encará-la.
" O que você disse?" Ela perguntou com dificuldade, uma vez que uma das mãos ele forçaram a perna dela a se enrolar contra seu corpo, a penetrando tão forte quanto ela imaginou.
" Que senti sua falta. Senti falta de te olhar. Senti falta de você toda." Ele mordeu o pescoço dela e o sugou. Novamente ela puxou seus cabelos e ele gemeu enquanto voltava a encará-la.
" Olha pra mim, porra!" Ela disse rilhando os dentes. Os olhos de desejo não a abandonaram, mas ele sentiu que ela falava sério. "Olha pra mim enquanto me come ou enquanto fala comigo." Ela abriu um pequeno sorriso malicioso e ele soube que ela estava totalmente submetida a ele.
Assim como ele a ela.
" Eu ... olho... sim" Disse pausadamente enquanto estocava-a três vezes. Tirou os pulsos dela de seu cabelo e colocou cada mão em um lado do corpo moreno, apertando os dois pulsos dela com força. Ela gemeu e fechou os olhos. "Desde que olhe para mim também." Ela voltou a gemer ao senti-lo apertando seus pulsos e abriu os olhos. Então ela se lembrou de seus seios quando ele mordeu o direito sem pena da condição em que ele estava.
"Não, Inuyasha..." Ela arfou em desespero. Ele o sugou amavelmente e passou a língua em torno desse. Kagome arqueou as costas contra ele e ele a beijou em desespero. Sentia seu membro seu cada vez mais apertado pela pulsação da vagina dela e gemeu em seus lábios.
" Droga, eu não vou agüentar mais que isso." Ele confessou e ela concordou muda. "Eu admito que você me encheu de tesão, Kagome." Ele a encarou diretamente nos olhos e naquele momento sentiu seu mundo parar. Nunca havia notado que seu olhar era tão lindo. E naquele momento ele parou de se movimentar e passou a mão lentamente sobre sua face. Ela ainda arfava quando o ouviu dizer " Eu amo você, porra." Ele estocou fundo nela e ela gemeu trêmula, tanto por ouvi-lo quanto por senti-lo. "Como você pôde simplesmente sumir assim?" Ele perguntou enquanto afundava novamente nela. Kagome sentiu toda a sua respiração desregular e gozou pela segunda vez naquela noite.
Seu peito subia e descia incontrolavelmente e então ela o observou tirando o seu pênis de dentro dela e se permitindo gozar sobre sua barriga. Ela tentava assimilar toda a cena, mas ao invés disso apenas apanhou o rosto dele e o encarou.
" Eu sumi por não agüentar o que sentia perto de você." Ela confessou e ele respirou fundo, tentando controlar seu batimento cardíaco.
" E o que você sentia?" Ela respirou fundo também e apertou o ombro do hanyou.
" O mesmo que você..." Ele a encarou fixadamente e ela suspirou. "Amor."
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" Então vocês estão juntos?" O velho perguntou enquanto piscava os olhos incrédulo. "Isso só pode ser brincadeira de mau gosto. Isso é, me corrijo: Muito mau gosto." Sango sorriu e mostrou a aliança prateada em seu dedo.
" Não, não é." Ela disse enquanto sorria largamente. "Aquele houshi tarado tinha muito mais que mostrar que apenas sem-vergonhice." Miroku riu enquanto coçava a cabeça. Em um movimento sutil se colocou atrás de Sango e a abraçou.
" Você não pode negar que está feliz por nós. Ou pelo menos por mim." Totousai rolou os orbes com indiferença. "Confessa que nunca achou que isso iria dar certo."
" Na verdade, eu sempre achei. Mas não considero isso como certo, mas sim como errado." Ele bufou. "Isso apenas me faz relembrar que nem tudo nessa vida acontece por um bem maior." Sango riu encarando o parceiro. Apanhou sua mão e a apertou com doçura, se apoiando contra o corpo do monge.
Em apenas alguns segundos o tapa ecoou e Totousai tentou não ser sarcástico diante a cena. Miroku ria sem graça enquanto passava a mão sobre a face avermelhada.
" Eu já disse para parar de fazer isso na frente dos outros!" Ela o censurou enquanto apontava o dedo em sua direção. "Você faz isso para me irritar, não pode ser!" Ele riu e a encarou modesto.
"Faço isso porque não resisto a você, Sangozinha." Disse a ela e a observou bufar. Totousai sentou-se no sofá pacientemente enquanto encarava os dois. Sango sentou-se ao lado dela rindo amarelo.
"Bom, er..." Começou ela. " Vamos voltar ao assunto que me trouxe aqui,não?" Totousai concordou imediatamente, tentando ignorar o monge com a feição ainda avermelhada em sua frente. "Eles deram alguma notícia nesse último mês?" Totousai suspirou e deu ombros.
" Não." Disse ele com franqueza. "Andei pensando em Kagome. Às vezes me pego pensando que algo terrível pode ter acontecido a ela, mas ao mesmo tempo... sei que não aconteceu. Ela definitivamente é a pessoa mais forte que já conheci." Sango sorriu para ele e apanhou sua mão.
" Eles vão dar notícias a algum momento." Miroku juntou-se lentamente a eles no sofá e sentou-se perto de Sango. " Tenho certeza disso." Totousai deu ombros e suspirou novamente.
" Apenas quero que eles estejam bem." Confessou. "Até mesmo aquele hanyou idiota merece um crédito." Ele torceu a feição. "Apenas não quero pensar que estão com raiva por termos deixado que eles fossem sozinhos para lá."
" Pode ter certeza que não, Totousai." Miroku garantiu. "Eles o amavam." Sango concordou muda em complacência e se fez presente ali um silêncio de conforto. Foi quando um barulho foi ouvido do lado de fora. Totousai arqueou a sobrancelha encarando os dois amigos, enquanto Kaede entrava na sala alerta com o barulho.
" Você é mesmo um idiota!" Eles ouviram a voz feminina ecoar do lado de fora da casa. " Quantas vezes eu vou te dizer que odeio quando você para bruscamente? Eu deveria te matar!" Totousai se permitiu sorrir, sentindo seu coração bater fortemente.
"Então faça um regime!" A voz masculina retrucou. "Eu só paro bruscamente porque se não for assim a gente não para nunca, com todo esse peso que você faz nas minhas costas! Eu te carrego de um lado para o outro e ainda tenho que te ouvir reclamar?"
" Sim, você tem!" Totousai imaginou que ela estivesse rangendo os dentes naquele momento. "Seu grande bastardo! Seu hijo de lá puta!"
"Agora deu de me insultar em espanhol?" A voz dele se fez mais alta. "Keh! Isso só pode ser brincadeira!"
Abruptamente a porta foi aberta pelo meio-youkai. Todos observaram a expressão contrariada dele e logo em seguida a de Kagome. A morena estava com os cabelos compridos e lisos, entretanto as costumeiras olheiras não se faziam presentes.
Kagome olhou em direção de Totousai e sem pensar correu para abraçá-lo. Ele riu quando sentiu os braços lhe rodearem o corpo e a abraçou de volta.
" Minha filha..." Ele murmurou e ela sorriu o encarando. "Senti sua falta." Confessou e ela concordou muda. Inuyasha encarou Sango e o houshi e suspirou.
" Não mudou nada, não é?" Ele perguntou sarcástico. " Logo a sua cara vai ficar dessa cor." Miroku riu e se aproximou de Inuyasha, apertando-lhe a mão e logo lhe abraçando. Logo todos haviam minimamente se cumprimentado. A euforia ali estava presente, uma vez que ninguém esperava que os dois retornassem sem aviso. Pareceu ainda mais inacreditável quanto à volta de Kagura a cidade, sendo que todos acreditavam que ela havia morrido. Ou até mesmo mais inacreditável quanto o fato de que Kouga havia se tornado amante de Kikyou, a quem antigamente tanto repudiava.
Enfim, era algo tão surpreendente quanto todos aqueles acontecimentos bizarros da cidade.
" Mas então, como foi por lá?" Perguntaram curiosamente após os ânimos terem se acalmando um pouco. Kagome se sentou no sofá e deu ombros.
" Já me acostumei." Disse em uníssono com o hanyou. Totousai encarou desconfiado.
" E vocês estão se dando... bem?" Perguntou com calma. Kagome observou o hanyou com desdém.
" E isso é possível?" Ela perguntou. Inuyasha fez um "keh!" e olhou para o lado contrário ao dela.
" Bom, uma notícia feliz." Disse ele. "Então, acredito que estejam cansados e queiram comer algo ou se deitar, não é mesmo?" Ambos concordaram. "Enfim, tem bastante comida na geladeira... e tem dois quartos lá em cima, vocês conhecem bem." Inuyasha sorriu largamente e se aproximou de Kagome a puxando em seu colo.
" Não vamos precisar de dois, velho." Totousai arqueou a sobrancelha extremamente contrariado. " Até logo." Pulou em cima da escada e abriu uma das portas entrando com a mulher dentro dele. Totousai baixou a cabeça e suspirou.
" Isso só pode ser brincadeira, não é?" Miroku, Sango e Kaede o encararam.
E os três deram os ombros.
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" Você não precisava ter feito isso!" Ela o repreendeu e o hanyou apenas riu para ela. "Você não precisava ter contado para ele desse jeito!" Inuyasha pulou ao seu lado e a abraçou com força.
" Eu continuo não me importando com a sua opinião." Ela bufou.
" Você é mesmo um prepotente."
" Um prepotente que te ama, não é mesmo?" Ela sorriu para ele e lhe deu um selinho. O hanyou a encarou maliciosamente e ela tentou ignorar.
" Nem pense em fazer nada aqui." Ela o alertou.
" Pensasse nisso antes de colocar essa saia." Disse ele esnobe. "Espero que ninguém tenha visto a gente por aí, senão metade da população já sabe como é sua bunda." Ela rilhou os dentes e o sentiu abraçá-la por trás.
" Você ainda pretende roubar aquele imbecil?" Ela sussurrou para ele.
" Qual deles?"
" Aquele dos nachos." Ele riu e depositou um beijo ou outro na base do seu pescoço.
" Como certeza." Disse ele com calma. "Mas agora vamos a parte mais importante." Sussurrou enquanto apertava o bumbum nu e agilmente passava um dos dedos para dentro da calcinha de Kagome e lhe penetrava. Sem avisá-la a jogou contra a cama e se deitou atrás dela.
" Aqui não, Inuyasha." Ela rangeu os dentes mas não evitou o gemido baixo. "Não quero que ninguém nos ouça!"
" Então fique quieta." Ele sussurrou. Puxou a coberta que estava em seus pés e cobriu a ambos. "Já está um pouco escuro, podemos fingir que estamos dormindo."
" Inuyasha..." Ela disse em um tom de alerta. Ele ignorou totalmente o tom de sua voz e penetrou outro dedo. Ela tentou se esquivar dele, mas ele apertou sua cintura com força a forçando a ficar naquela posição. "Você adora me forçar, não é mesmo?" Ele mordeu sua orelha e sorriu.
" Só te forço por que sei que você adora." Penetrou dois dedos e os movimentou contra ela rapidamente. Kagome mordeu o travesseiro tentando não gemer. Ela o enlouquecia e ela odiava admitir isso.
" E quem disse que eu adoro?" Ela perguntou com a voz rouca. Ele riu e ela ouviu o zíper da calça dele. Sem nenhum aviso ele penetrou seu pênis na vagina molhada e ela gemeu. Inuyasha tampou sua boca e se movimentou contra ela.
" Ninguém precisa dizer quando se excita tão fácil desse jeito." Ele se movimentava agora lentamente, da forma mais torturante que poderia. "Agora fica quietinha, senão realmente vão te ouvir. Ainda mais sendo uma cadelinha tão barulhenta." Ela mordeu a mão dele para que não gemesse e lhe retornou o movimento, se mexendo para trás e para frente, tentando ajudá-lo.
" Droga Inuyasha!" Ela disse quando ele soltou sua boca. "Eu te odeio tanto!" Lhe disse com a voz falha. Sentiu as sensações de seu corpo falarem mais alto e se soltou dele. Em um movimento rápido jogou o corpo do meio-youkai para o lado e se colocou sobre ele, se sentando lentamente sobre seu membro. Em movimentos rápidos ela penetrou o pênis dele em si e o dominou, sentindo as mãos grandes puxarem-lhe o cabelo para trás.
" Você adora isso, admita!" Ele levantou os quadris em sua direção e ela forçou para não gemer alto. "Você adora infringir a lei, então admita que está adorando tudo isso!" Ela gemeu descaradamente e baixou os lábios em uma de suas orelhas, a mordendo com leveza.
" Isso mesmo, Inuyasha, eu adoro tudo isso." Ela disse enquanto o cavalgava. "Acima de tudo, eu adoro você, seu grande imbecil." Ele gemeu junto a ela quando seus corpos colidiram com força.
Ele suspirou e a abraçou enquanto a sentia se movimentar contra ele.
" Não mais que eu adoro você sua magrela... não mais que eu adoro você..."
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Well, well... chegamos ao fim. Nada tão bonito, nada tão surreal. Acreditem ou não, foi bem difícil encerrar essa fanfic.
Tentei não fazer disso algo tão cruel para mim. Antes eu havia pensado em fazer o capítulo anterior o último, acrescentando o hentai. Entretanto, achei interessante fazer um desfeche como esse.
Enfim, espero que tenham aprovado. Agradeço novamente a todos vocês que me acompanharam e me deram ânimo para continuar com a fanfic.
Vejo vocês logo, assim espero!
Um beijo a tooooooodos. E novamente obrigada!
SASNATSA'S: Olá minha querida, como vai você? Primeiramente obrigada por ainda esperar pelo capítulo que veio. Eu fiquei realmente feliz ao ver sua review, uma vez que não imaginava que alguém ainda lembrava-se dessa fic e gostava tanto dela assim! De fato, o seu comentário me veio como um "faça o último capítulo logo!", sabe? Hahahaha. Você não precisa se tratar... pelo menos acredito que não HEHUHUEHAUHE. Fiquei realmente feliz por você ter gritado quando viu o capítulo, sério MESMO. E bom, eu também adoro a Kagura, acho que não teria como ela não aparecer nessa fanfic que eu honestamente tanto gostei de escrever, mesmo algumas vezes parecendo que não (pela falta de tempo!). Enfim, muitíssimo obrigada querida leitora, de fato eu acho que nunca mais escreveria se não fossem pessoas como você, que sempre me apóiam! Um beijo beeem grande hahahaha! Até mais!
AGOME CHAN: Olá minha querida, como vai você? Bom, primeiramente eu considerei bem sua review e pode acreditar que a Kagome aproveitou bem as comidas picantes a lá Inuyasha no México hahahaa. Gostaria de ter escrito mais sobre essas "experimentadas", mas infelizmente meu tempo é curto e eu realmente queria encerrar essa fanfic (por mais que me doa isso). Enfim, ela complicou, mas descomplicou, certo? AHUHEUHUEHUAEA! Um grande beijo querida leitora, e obrigada por me acompanhar por tooodo o trajeto dessa fanfic. Sei que com certeza posso contar com você sempre! Um beijão e até mais!
