Nota da tradutora: Tá, eu havia dito que ia me afastar por uns meses por conta dos estudos, e eu realmente já comecei a pegar pesado nos estudos. Mas eu não resisti e terminei a tradução deste capítulo que estava quase completa já fazia algum tempo. Aproveitem, pois é a raspa do tacho das minhas traduções esse ano.
Agora sim... Fui! (e só volto em 2012)
dai86
Círculo vicioso doentio
Nota da autora: Bem, eu não recebi nenhuma crítica dolorosa, o que é um alívio, devo dizer... Eu reescrevi isso pra que fosse um pouco mais longo do que originalmente era... Eu simplesmente pareço não conseguir fazê-lo por mais longo que o mínimo de duas mil palavras por capítulo. Mais uma vez devo avisá-los sobre o conteúdo – a classificação para tema adulto, linguagem forte (embora eu tenha quase certeza que não é o caso deste capítulo), e uso de álcool.
Bem... goste, não goste... Eu apenas estou vendo quantos acessos eu consigo agora. Não me levem a mal, eu gosto de receber reviews... mas isso está começando a ser feito por diversão, apesar de eu apreciar os reviews que recebi.
Capítulo 3
Até que eu encontre um outro alguém
Teria sido melhor se nunca tivéssemos nos conhecido...
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Haruno Sakura estava de pé diante do espelho - no meio do quarto destinado à noiva para se preparar para seu dia especial - de modo letárgico se perguntando como e por que ela estava ali. Certamente não para celebrar. O que uma mulher que perdeu o homem que amava para outra mulher teria para celebrar?
Trêmula, ela ergueu o copo em suas mãos aos lábios; cheio de scotch com gelo. Ela tomou um largo gole e engoliu de uma vez, apertando os olhos com força diante do sabor forte e amargo.
Isto era o que ela deveria estar fazendo, se embebedando e se afogando em auto-piedade, lamentando a perda de um belo homem que tinha seu coração desde que era uma garotinha... bem, ela era muito jovem quando se convenceu de que estava apaixonada por ele.
Uchiha Sasuke, último membro vivo de seu clã, possuidor do Sharingan, traidor de Konohagakure, um homem tentando conquistar seu lugar novamente na aldeia através de redenção. Ela sinceramente lhe desejava sorte com isso.
Porque no final das contas, estava perdidamente apaixonada por ele - todo aquele cabelo negro, olhos de obsidiana impenetráveis, o rosto alvo de traços perfeitos, e músculos firmes com cicatrizes antigas. Ele era como algo saído de um sonho beirando um pesadelo.
Ela estava escondida, pois não podia suportar ver a troca de juramentos, o beijo que selaria o acordo de amar um ao outro até a morte, unindo o casal para sempre. Ela engoliu outro largo gole do scotch amargo e apertou a mandíbula, pressionando os lábios.
Ela olhou para baixo, encontrando o copo vazio, e o colocou sobre a mesa branca usada mais para decoração diante da janela coberta por pesadas cortinas brancas e beges.
Ela podia ouvir a música e supôs que a recepção tinha começado. Se dependesse de Sasuke ele teria resolvido a questão com uma rápida cerimônia privada e teria ido para casa. Com a porta fechada e a distância entre as salas, a música era um som abafado ao fundo.
Sakura podia até imaginá-lo, de mau humor num canto, enquanto Naruto tentava embebedá-lo ou engajá-lo numa conversa com os amigos e família da noiva. Ela começou a andar de um lado para o outro, cruzando os braços sobre o peito.
Ela não sabia por que estava aqui, tinha que haver uma razão... talvez ela acreditasse que ele renunciaria a tudo e correria para ela, abriria os braços para ela e diria 'desculpe' e 'eu te amo'. Bem, ele sempre lhe dizia esta última frase, ela só achava difícil acreditar enquanto ele estava noivo de outra mulher.
Ela parou diante do espelho novamente e observou tudo, desde a cor rubi brilhante e acetinada de seu vestido até os saltos vermelhos combinando. Ela odiava tudo naquele espelho, os olhos esmeralda acusadores, a maquiagem que ressaltava sua feição facial natural; ela odiava aquele vestido. Ela odiava seu cabelo preso no alto com presilhas brilhantes rubi.
Ela odiava tanto a si mesma... começou a andar novamente. O som da porta se abrindo a tirou de seus pensamentos desdenhosos e interrompeu seus movimentos. Lá estava ele, todo sombrio e alto, e mais bonito do que qualquer anjo no céu, mais inebriante do que qualquer demônio no inferno.
Ela recuou diante dos olhos negros largos. A respiração dele estava um pouco irregular, como se estivesse procurando nervoso por algo que não conseguia encontrar. Ela engoliu aquele nó em sua garganta que havia se formado no segundo em que seus olhos se encontraram com os dele. "Sasuke-kun..."
"O que aconteceu? Eu estava procurando por você," ele disse se recompondo. Ele entrou na sala e fechou a porta atrás de si. Ouvindo o som da fechadura sendo trancada, ela cambaleou, dando um passo para trás. Ela encontrou seus olhos escuros e sentiu a mão trêmula, tocando seus cabelos, incapaz de correr os dedos pelos fios a não ser que arriscasse estragar o penteado.
"Você pensou que eu iria assistir enquanto você se tornava marido de outra mulher?" ela deixou cair a mão novamente sobre seu estômago, os dedos se apertando contra seu lado. Ela riu mais pra si mesma e se virou, pra não ter que olhar para ele. Se ela não olhasse para ele, então não seria tentada a agarrá-lo.
"Sinto muito." Ela fechou os olhos – não estava esperando por aquilo, aquilo era o que menos ela esperava. Ela queria que ouvir aquelas palavras dele, mas não esperava que ele as dissesse. Ela engoliu seco novamente – aquele nó na garganta simplesmente parecia não desaparecer. Ela pôde escutá-lo atravessar o tapete macio até que estivesse de pé atrás dela.
Ela podia sentir seu calor enquanto suas mãos pairavam sobre seus ombros, debatendo consigo mesmo se devia ou não tocá-la. Ele decidiu tocá-la, e ela empalideceu, rígida de tensão. Ele chegou mais perto até que a tivesse pressionada contra ele. Ela podia sentir o ritmo firme das batidas de seu coração.
Sakura inclinou a cabeça pra trás sobre seu ombro forte e suspirou quando sua mão desceu pelos ombros nus, para os braços, cotovelos, punhos e depois os dedos entrelaçados em conjunto, envolvendo os braços de ambos ao redor dela.
Ele acariciou seu pescoço com o nariz, a ponta mal tocando sua pele, e aproximou os lábios para beijar e mordiscar. Ela fez um som que lhe agradou, e ele soltou suas mãos e correu suas próprias mãos largas até o peito dela, pressionando firme contra seus seios. "Eu nunca quis te magoar..."
"Você deveria ter pensado nisso... antes de tudo," ela disse, baixando a cabeça de modo que o queixo tocou seu peito. As mãos dele se moveram sobre seu estômago, onde ele a acariciava sob o tecido do lindo vestido, incapaz de conter o riso ofegante contra a pele sensível dela.
"Ela está carregando meu filho, Sakura. O que eu devia ter feito? Forçá-la a abortar? Eu fiz o que eu achava que era certo. Você sempre me disse pra fazer o que era certo."
"Desde quando você me escuta?" Ela ouviu – sentiu ele suspirar contra seu ombro. Ele beijou suavemente e inalou na curva de seu pescoço antes de lamber sua orelha e mordê-la de leve.
"Eu te amo, você está ouvindo?" ele sussurrou em seu ouvido, "eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. Você ainda não acredita em mim?" Sem intenção, ela se pressionou contra ele quando Sasuke agarrou o cetim de seu vestido em seu punho, e o puxou expondo sua coxa, ele colocou a mão sob o tecido arrastando os dedos contra a pele da parte de dentro de sua coxa.
"Eu não sei... são apenas palavras." Ele a girou e a empurrou pra trás até que estivesse pressionada entre ele e a parede. Sakura olhou pra ele, esperando tê-lo irritado o suficiente pra que desse as costas e fosse embora. Nada nunca acontecia da maneira que devia. Seria terrível que ela não quisesse realmente que ele fosse?
Não quisesse que ele voltasse para aquela mulher... sua esposa? Ela queria mantê-lo nessa fantasia com ela, onde havia apenas ela, e apenas ele, e eles eram amantes, o resto do mundo já não existia mais.
Ele subiu as mãos ao longo da parte de trás do corpete brilhante, pegou o zíper, e o puxou pra baixo com impaciência. Este enganchou várias vezes no tecido, mas isso só serviu pra provocar ainda mais.
Seus seios se pressionavam contra o peito dele enquanto Sasuke roçava seus lábios ao longo dos dela. Seus delicados dedos apertaram os ombros largos dele - ela causava dor em todos os lugares certos. Ele devorava seus lábios enquanto puxava a saia de cetim até que seus seios alvos se revelaram, coroados com mamilos rosados.
Ele tombou a cabeça, tomando um mamilo em sua boca e embalando o seio, sentiu-se embriagado pelo seu perfume de flores e morangos. Ele chupou e acariciou com a língua até que ela estivesse úmida sob os efeitos de seus cuidados, e então direcionou sua atenção para o seio esquerdo, começando o mesmo tratamento.
Ela se arqueou contra ele com um gemido desinibido, e ele desceu as mãos novamente para sua saia, caindo lentamente de joelhos diante dela, arrastando consigo o vestido agora frouxo, ansiosamente desnudando o resto de seu corpo diante de seu olhar intenso.
O vestido caiu em torno de seus tornozelos e ele abraçou sua cintura, a erguendo e carregando para aquela larga mesa onde ela havia deixado seu copo. Ele atirou o objeto de vidro pra longe com um movimento brusco do braço e a deitou sobre a mesa, enroscando os dedos em sua calcinha pra tirá-la do caminho também. Ele tirou seus saltos delicadamente e beijou seus joelhos antes de beijar o canto de seus lábios pintados.
Com destreza os dedos de Sakura começaram a tirar sua camisa enquanto ele tratava de se livrar das calças e cueca. Ele afastou as mãos dela agitado e girou os ombros para trás pra se livrar da camisa. Músculos dançavam sob sua pele conforme ele tirou a peça de roupa irritante. Ele a puxou pra mais perto, se aconchegando entre as pernas dela.
Ele plantou beijos ao longo do contorno inferior de seu rosto, deslizando os lábios de uma orelha a outra, passando por seu queixo. Se afastando, ele encarou o olhar entorpecido dela. "Não faz isso Sakura. Não se fecha pra mim agora." Seus cílios se ergueram, e ela foi presa por aquele olhar suplicante.
"E se eu engravidar? Nós não estamos sendo exatamente cuidadosos aqui." Ele enterrou o rosto no ninho perfumado de seu ombro. Ele a beijou e ela percebeu que suas mãos pareciam ter vontade própria. Ela pressionou a ponta dos dedos contra a pele lisa de suas costas, dançando sobre a coluna, até sua nuca, onde o selo amaldiçoado permanecia dormente.
Ela enrolou os dedos no cabelo que roçava sua nuca e ele finalmente sussurrou pra ela. "Eu rira cuidar de você... Eu queria que você fosse a mãe do meu filho... eu teria me casado com você se pudesse."
Um riso ecoou através dela e ela pressionou a bochecha contra a dele. Ela se afastou pra ver seu rosto, e o que viu quase partiu seu coração.
Quase.
Ela não permitiria isso. "Mas eu não sou, e ela é. E você já se casou com ela." Ela engasgou quando ele pressionou a boca contra a dela, invadindo com sua língua, tocando em cada canto que pudesse alcançar.
Os dedos de Sakura agarraram com mais força os cabelos negros, tentando acompanhar seu ritmo intenso. "Me diz que isso não muda nada. Me diz que você ainda me ama. Da forma que amava antes de tudo isso?" Ele implorou pra ela.
"Tudo isso...? Você quer dizer ter dormido com outra mulher, engravidando ela e depois se casando com ela?" Sua voz não carregava o tom de sarcasmo que se esperaria, e nem precisava. Ele pressionou a testa contra a dela e suspirou. Ele suspirava tanto quando estava perto dela, como se as correntes prendendo sua alma ficassem mais pesadas a cada momento.
Parecia que ela era a única com as chaves dessas correntes e, ainda que apenas por alguns momentos, ela poderia removê-las. Tudo o que ela tinha que fazer era lhe dizer que ainda estava desesperadamente apaixonada por ele e lhe entregar seu corpo. Ela pegou seu rosto entre suas mãos e os colocou cara a cara.
A expressão no olhar dele partiu seu coração desta vez. "Se dizer algo que você já sabe vai fazer você se sentir... melhor... então sim, Sasuke-kun, eu te amo, mas não do jeito que amava quando era uma garotinha." Isso pareceu trazer uma nova onda de dor para aqueles olhos negros.
"Eu te idolatrava quando era mais nova, com toda a confiança de uma criança, e a doçura que uma menina dedica a seu primeiro amor. Acho que você jamais percebeu." Ele pode ter visto partes dela, mas nunca viu sua alma completamente, iluminada pelo amor. Agora toda a luz havia se esvaído...
Ela ansiava por aqueles dias passados - nunca mais poderia tê-los de volta, não em um milhão de anos. Agora tudo o que havia era o sexo. Como ela desejava ter tido o tipo de relacionamento inocente que era o sonho de toda garota, jovem ou madura.
Sonhos como beijos castos e delicados, mãos dadas, palavras doces que diziam que tudo ficaria bem num mundo frio e cinza. Sakura suspirou. Olhos negros estudavam os dela, tentando entender suas palavras.
Ela podia sentir a fera enjaulada dentro dele, ficando impaciente. Como se o que ela estava dizendo a ele levaria até seu desejo de ter seus corpos interligados. "Eu não sou a garota ingênua que você conhecia. Eu teria te amado pra sempre. Eu te entrego meu corpo Sasuke-kun, porque eu também preciso do consolo, mas esse é o fim pra nós. Eu não vou chorar por estar acabado. Não me arrependo de amar você, nem por um segundo."
Ela podia ver a dor crua em seus olhos diante de suas palavras, e acariciou os cabelos em sua nuca. "Vem aqui," ela chamou. Ele se aproximou até que suas barrigas, seus peitos estivessem pressionados, e ele estivesse aninhado entre suas pernas.
Ela o beijou de uma forma que fez seus joelhos quase cederem, e ele a puxou pra borda da mesa até que ele estivesse enterrado profundamente dentro dela. Ela mordeu seu ombro pra abafar o gemido de prazer que ameaçava fazê-la gritar.
Ele era bom, era melhor do que bom. Ela esfregou o rosto num movimento lento ao longo de seu ombro. Ela beijou a pele ferida, sangrando um pouco onde seus dentes haviam mordido. Ele chocou seus lábios num beijo violento. Seu aperto sobre seus quadris cada vez mais forte conforme ele a penetrava ainda mais fundo, nunca interrompendo o contato erótico de seus lábios.
O orgasmo a atingiu em cheio, intenso e violento. Ao mesmo tempo ela pôde sentir o líquido quente que a preenchia conforme Sasuke tremia contra ela rígido, e então tombou contra ele, tentando recuperar o fôlego. Tudo parecia pior agora, porque ela estava chorando, mesmo que tivesse dito que não o faria.
Hipócrita... ela pensou, mesmo enquanto o apertava com força contra si, querendo nunca soltá-lo, querendo que isso nunca terminasse. Todos os dias ela o queria dentro de seu corpo, a tocando, a beijando, e a amando. Ela queria nunca mais ter que ficar longe dele, mas ele estava partindo amanhã com sua esposa.
"Sinto muito," ele disse novamente enquanto a afastava de modo que pudesse enxugar as lágrimas.
"Pelo o quê você está se desculpando agora?" o sorriso não alcançou seus olhos verdes mesmo enquanto ele lhe beijava a testa. Por que ele tinha que ser tão carinhoso? O Sasuke de doze, treze, quinze anos, a teria repreendido por ser tão emotiva. O Sasuke de vinte e um anos lamentava suas lágrimas.
"Por não pensar, desperdiçar seu tempo... por tudo." Ele se afastou, vestindo suas roupas de volta, se virando então pra pegar o vestido no chão. Ela desceu da mesa e vestiu sua calcinha. Ele lhe entregou o vestido de volta e ela se ocupou em vesti-lo.
"Por que você tem que estragar tudo?" Ele parou de abotoar a camisa, se virando para encará-la. Ele encolheu os ombros num gesto indiferente, como se isso fosse sua resposta. "Não é o bastante. Eu só quero estar com você... sem o fardo do seu amor. É sufocante. Eu não consigo respirar às vezes."
"Me desculpe. É a única maneira que eu sei te amar."
Ela queria rir, mas só conseguiu engolir suas lágrimas e endurecer seu coração. Como ele podia dizer isso... quando ela não podia tê-lo ou esse amor que ele dizia sentir?
Lágrimas deslizaram por seu rosto conforme ela soltava seus cabelos, deixando que caíssem sobre sua nuca. Ela os ajeitou num coque frouxo, prendendo com as presilhas rubi. Ele não suportava vê-la com tanta dor, mas ele era uma fonte constante de sofrimento pra ela. Ela levantou a mão pra enxugar as lágrimas com seu rímel, esfregando até que o negro a maquiagem sumisse.
Ele a abraçou contra si, a apertando forte mesmo quando ela se retesou sob seus braços. "É melhor se apressar a voltar. Sua noiva deve estar sentindo falta do noivo." Ele recuou, esfregando seus braços nus e beijou o topo de sua cabeça.
"Eu te amo."
"Por que amor não pode ser o suficiente...?" Ela perguntou quando ele já havia deixado a sala. Se viu olhando no espelho a imagem débil e patética de si mesma. Lá estava ele, no espelho, - mas não no espelho - tudo o que tinha que fazer era estender a mão e...
Ela cobriu a boca com a mão então... não podia sequer olhar pra si mesma mais e cobriu os olhos, chorando alto, incapaz de reprimir as lágrimas. "Oh Deus!" Ela caiu no chão, puxando os joelhos contra o peito. Não, ela não era mais a pequena Haruno Sakura. Ela era uma mulher atormentada por luxúria que nunca poderia se transformar em amor verdadeiro. Tudo o que tinha era o fantasma, a ilusão.
Ela o amava... ela o amava mais que a própria vida, e ele a amava. Mas o amor dele chegou tarde demais. Ela tinha finalmente dado um ponto final àquele pequeno tórrido caso de amor. Ela não poderia mais vê-lo. Teria de encontrar outra pessoa ou esquecer de todos os homens pra sempre - o que quer que permitisse que ela sarasse mais rápido. Mas ele sempre teria um pedaço de seu coração. Para sempre e sempre, ele teria uma parte de seu coração e, claro, sua alma triste.
Nota da tradutora: bem, acho que este capítulo esclareceu alguns pontos, como o porquê de Sasuke estar casado, e com um filho de outra mulher, mesmo amando Sakura.
Como já havia dito, os capítulos não estão em ordem cronológica, e cada capítulo se desenrola num determinado momento da relação deles, cada qual revelando uma peça do quebra-cabeça pra entendermos como eles se enfiaram na situação em que se encontram... ou se encontrarão.
O que posso dizer de todos os capítulos é que todos têm lemon e são angst. Vou confessar que curto um hentai, mas o que realmente me atraiu nessa fic foi o clima constante de angústia que rodeia o casal em suas interações. Espero que continuem acompanhando a fic pra ver o final dessa história.
Não esqueçam de deixar reviews!
beijos
dai86
