Palavras da autora: Bleach não me pertence, eu apenas peguei emprestado xD.
Em respeito a Obra de TITE kUBO vou me esforçar para homenageá-lo.
Comentem, critiquem, dê sua opnião, elas contribuem para melhorar a criatividade da estória.
Nota da tia Lyel para este capítulo. Leiam com atenção minhas crianças!
Pessoal é o seguinte, tudo o que começará a ser contado aqui será contado com narrativa direta, vocês verão esta narrativa como se a Hisana estivesse contando a história para todos, porém, lembrem-se, haverá detalhes que deixarão explícitos que ela é filha de Ichigo e Rukia, leve estes fatos a parte como sendo apenas lembranças dela, ninguém saberá quem ela é realmente até segunda ordem xD, entre alguns destes detalhes estão uns tais quais quem casou com quem etc. tomei esta decisão para que a história possa fluir sem interrupções e que não fosse contado de maneira superficial. Mas na história real é como se os personagens só soubessem dos fatos principais sem aprofundamentos, entenderam? Então antes que eu comece a embaralhar a mente de vocês, boa leitura.
** Ano 20XX, Passaram-se anos desde que Ichigo e seus companheiros deixaram de lado batalhas sangrentas para viverem suas vidas, muitas coisas haviam acontecido até então, aqueles adolescentes não eram mais tão joviais quanto costumavam ser, eram adultos agora, alguns trabalhavam em seus próprios negócios, entre eles tinham até quem era casado, como havia acontecido com Sado que em uma de suas viagens para visitar parentes distantes que há muito tempo não sabia que existia, ele se apaixonara por uma linda mulher latino-americana e lá se casaram, porém pela saudade que sentia de seus amigos resolveu voltar para Karakura, onde viveria ao lado da esposa grávida de oito meses, Renji era capitão do quinto esquadrão, na Soul Society ele era visto como "aquele que recuperou a honra do esquadrão" nomeação que ele recebera com muito orgulho e cercado de amigos, entre seus melhores amigos estavam Ichigo e Rukia que batiam palmas a todo sorrisos quando anunciaram seu nome e lhe entregaram o Haori branco, Ishida tinha se casado com Inoue que toda vez que chorava ao ver Ichigo e Rukia juntos era consolada por Ishida que conseguia arrancar um sorriso sincero desta que sem perceber foi se aproximando cada vez mais do Quincy e quando menos esperou já estava perdidamente apaixonada por alguém que realmente lhe valorizara por quem ela realmente era, Ichigo havia se tornado apenas uma lembrança de primeiro amor adolescente, mas o carinho que ela sentia por ele ainda era um grande carinho de amigo, principalmente quando precisou ajudá-lo a ficar junto de Rukia, Ichigo e Rukia viviam um difícil dilema, havia acontecido há alguns anos que depois de uma batalha feroz no qual todos ficaram à beira da morte que o próprio Ichigo declarara seu amor a Rukia, ela era apaixonada por ele também, mas o receio de ser diferente sempre a manteve afastada dele e nunca a permitiu que se entregasse a ele, foi neste instante que Inoue interviu unindo os dois e até mesmo enfrentando as leis da Soul Society ao lado deles para uni-los, Eles conseguiram a permissão como agradecimento por terem servido os propósitos da Soul Society há tantos anos, mas com algumas condições, Por Rukia ser uma Shinigami ela jamais poderia revelar a existência da Soul Society a simples mortais, seu poder espiritual seria selado e nunca mais poderia ser usado, seu ciclo reincarnativo de quarenta anos passaria a cem até a sua terceira geração espiritual e caso pretendesse gerar filhos com um companheiro humano teria de relatar tal desejo a Soul Society antecipadamente para que as medidas necessárias fossem tomadas, mas para Ichigo e Rukia, o motivo deste cuidado todo nunca tinha sido esclarecido, porém como eram restrições para que Rukia pudesse ficar junto a ele, ela aceita de bom grado.
A central 46 se encarregaria de monitorar Rukia a cada passo para que tais regras fossem minuciosamente seguidas. Feito isso Rukia e Ichigo se unem finalmente como um casal humano comum, com direito a festa de casamento e convidados de ambos os lados, a festa havia tomado proporções colossais graças a Kuchiki Byakuya, Inoue e Renji tinham sido escolhidos como padrinhos por serem seus melhores amigos e não muito tempo depois, a central 46 recebe a notificação de que Rukia estava grávida, mas algo estranho estava acontecendo, Rukia sentia-se fraca a cada dia e mesmo com seu poder espiritual selado era possível senti-lo sendo emanado por ela contra a sua vontade, foi então que antes de ser punida por um ato involuntário que Urahara Kisuke alertou a central 46 que a criança sendo gerada por Rukia era a responsável, por ser fruto da união de uma shinigami verdadeira e um humano previamente também fruto de tal relação shinigami-humano, a criança necessitaria de energia espiritual pura para se desenvolver e por um milagre da natureza ela teria quebrado o selo imposto ao poder espiritual de Rukia para ser gerada, porém também relata que com isso um grande contingente de hollows começara a aparecer em Karakura, então antes que o conselho tomasse qualquer decisão do qual Urahara já estava bem familiarizado, ele se prontifica a criar um dispositivo capaz de ocultar a reiatsu de Rukia e da criança para que tais problemas não fossem mais detectados, Urahara cria não muito tempo depois um relógio capaz de suprimir o poder espiritual de Rukia e da criança, com isso os problemas haviam acabado até então.
Por ter que ficar vinte e quatro horas emanando sua reiatsu, muitas vezes Rukia passava muito mal, era uma gravidez mais difícil que a de uma pessoa comum, por isso nessas ocasiões ela tomava remédios criados pelo departamento de desenvolvimento e pesquisa que recuperavam seu poder e sua saúde, mas isso era apenas no início, pois, Rukia se fortalecia e aumentava cada vez mais seu poder sem perceber, não se sabia ao certo se graças a criança ou simplesmente a sua grande vontade de ter um filho, uma vez que ela adorava crianças e um de seus sonhos desde tenra idade era gerar seus próprios filhos. Rukia voltava a vez o mundo espiritual dia após dia e sua saudade de ver os amigos na Soul Society finalmente passava, foi até mesmo permitido que ela pudesse visitá-los, então para trazer alegria a amiga, Urahara cria um portal que transcodificava seu código genético e o espiritual da criança não nascida em partículas espirituais, tornando-a apta a atravessar um Senkaimon artificial, graças a isso ela podia visitar Renji, Byakuya e seus outros amigos que viam a barriga de Rukia crescer como um verdadeiro milagre. A gravidez de Rukia chega ao fim e finalmente uma menina saudável nasce após longos nove meses, a alegria é sem igual, principalmente para Ichigo e Rukia que viam os filhos de seus amigos crescerem e ficavam ansiosos em ver seus próprios também crescerem, mas o momento que mais marcou a todos foi quando no quarto pós-parto Rukia pôde pegar aquela criança no colo pela primeira vez e dizer seu nome: "Kurosaki Hisana" a emoção era tão grande que ela chorou envolta nos braços de Ichigo que também chorava, os seus amigos também não puderam evitar suas lágrimas uma vez eram testemunhas de tudo o que os dois passaram para ter sua alegria finalmente completa naquele dia, ver tal união era motivo se orgulho, coisa de amigos que se conheciam há tanto tempo e que compartilhavam de tantas lembranças.
Com o nascimento do bebê, Rukia passou a ter controle de sua reiatsu que estava monstruosa agora, era como se ela tivesse treinado arduamente por longos nove meses, mas não era apenas Rukia que estava com uma reiatsu monstruosa, a criança que tinha acabado de nascer também tinha um grande problema, ela tinha poder demais para um corpo tão pequeno que era impossível escondê-lo por métodos comuns, não era a toa que fora do hospital onde acontecera o parto de Rukia, vários membros da Onmitsu Kidou estavam estrategicamente posicionados às ordens da capitã Soi Fon, Urahara precavido como sempre, tinha acompanhado a gravidez desde o início, por isso mesmo havia criado um relógio parecido com o de Rukia, e colocado no pulso de Hisana para protegê-la, ela cresceria com este relógio até o dia em que pudesse viver sem ele como a sua mãe.
Hisana crescia em uma família feliz, tinha amigos em toda a parte fosse ele espiritual ou não, ela adorava brincar com os filhos dos amigos de seus pais, eles eram seus melhores amigos entre eles estava Katsuya considerado por ela seu melhor amigo. A cada dia o poder de Hisana aumentava, seu tio Byakuya e seus pais viam na infante potencial surpreendente, mas ela era apenas uma criança e até mesmo Byakuya sendo rigoroso não conseguia evitar às vezes de desistir de seus afazeres para se divertir com a sobrinha do qual ele tinha um ciúme profundo, talvez por ela ter herdado o nome de sua falecida esposa, ou por ser simplesmente a coisa mais linda que ele tinha visto até então e isso mudava Byakuya a ponto de ser possível vê-lo sorrir realmente feliz para sua família. Inclusive foi no colo de Byakuya que Hisana disse sua primeira palavra: "gato" a criança apontava para o nada na sala de visitas, embora Ichigo, Rukia e ele não estivessem vendo nenhum por perto naquele dia.
Uma coisa que era possível perceber era que aquela criança tinha quebrado um tabu criado pelos dois mundos, talvez por esse motivo tantas pessoas considerassem Hisana especial. Um dia quando tinha cinco anos Ichigo entra no quarto para acordar sua filha para ir à escola e ele a pega conversando com ninguém.
- Minha filha com quem você está conversando?
- Com o gatinho e com o lagartinho papai.
Ichigo olha para todos os lados querendo saber de quem se tratava, mas ele não via nada, ele volta a olhar para sua filha novamente pensando que era apenas uma brincadeira de criança, então sorrindo diz:
- É mesmo filhinha? E o que vocês estavam conversando?
- Eles disseram que são meus irmãos, eles podem ser meus irmãos papai?
Ichigo entende que sua filha deseja ter irmãos e então sorrindo outra vez responde:
- Meu anjo, se você quer ter um irmãozinho, eu posso conversar com a mamãe, você quer?
Ela balança a cabeça vigorosamente e negativamente para ele.
- Não papai, não é isso, eles disseram que são meus irmão por que eles são filhos da Sode no Shirayuki e do Zangetsu por isso eu perguntei se o senhor deixava eles serem meus irmãos.
Ichigo arregala os olhos realmente assustado, ele, Rukia nem ninguém nunca havia revelado nada sobre suas zampakutous, muito menos seus nomes. Neste instante Rukia entra no quarto da menina.
- Ichigo, você já acordou a Hisana?
Mas seu marido estava olhando para a filha, ele vira a cabeça para Rukia e ela olha sem entender sua expressão de espanto.
- Ichigo...?
- Rukia... Precisamos conversar...
Em uma reunião na casa de Urahara fica evidente que Hisana tem uma zampakutou que chama por seu nome, porém o que mais eles tentavam entender era o motivo dela dizer que sua zampakutou era filho de Sode no Shirayuki e Zangetsu, mesmo Byakuya e Urahara procurando em todos os registros conhecidos, nunca encontraram relatos de tal coisa, mesmo com Ichigo tinha sido diferente, Sua zampakutou era independente do poder de seu pai. Por isso para tirar suas dúvidas Urahara usa o mesmo equipamento que tinha utilizado para Ichigo habilitar sua bankai, com isso Zangetsu (mais jovem) se materializa e Sode no Shirayuki também, assim que surgem ambas zampakutous olham com olhar sereno para todos. Rukia que estava com Hisana em seu colo começa perguntando:
- Sode no Shirayuki, é verdade o que minha filha disse? Que ela possui uma zampakutou que é filho de vocês dois?
- Não, ela responde prontamente.
- Nosso filho não é a zampakutou de sua filha, "nossos filhos" são. Responde Zangetsu repentinamente.
Todos olham surpresos para os dois.
- Rukia-sama, por que não pede para Hisana-sama Chamá-los. Sugere Shirayuki.
Todos olham para Hisana que olha de volta confusa e sem entender.
- Hisa-chan, você poderia chamar seus amiguinhos para nós, por favor, pede Urahara para a criança.
- Sim, ela diz alegremente. - Ryu-chan, Tora-kun, apareçam, por favor.
Duas crianças aparecem diante de Hisana, Zangetsu e Shirayuki.
- Tá ai mamãe. A criança aponta para frente.
Ninguém via nada, mas assim que olham para Shirayuki e Zangetsu eles estavam de joelhos, Ele fazendo carinho em uma cabeça invisível e ela abraçando alguém.
- Mas o que...? Ichigo quase consegue fazer uma pergunta.
- Uhm... Vocês não podem ver eles né? Diz Hisana de cara emburrada. – Mas eu vou fazer você verem meus irmãozinhos.
Hisana olha para as duas crianças e fecha os olhos concentrando-se bastante, de repente, os que estavam na sala da loja de Urahara começam a enxergar duas silhuetas menores nos braços das duas zampakutous.
- Impossível! Exclama Urahara.
- O que vocês chamam de impossível nós consideramos um milagre. Enquanto Zangetsu fala, as duas crianças correm do colo dos dois e Hisana também, então os três começam a brincar na sala.
- Mas como isso é possível?... Pergunta Byakuya.
- Desde o dia que Sode no Shirayuki despertou-me no coração de Ichigo eu sempre fui capaz de entrar e sair livremente para transitar entre meu mundo e o mundo da antes chamada Kuchiki Rukia, da mesma forma que ela também tem tal habilidade.
- Isso se deve ao fato de vocês dois terem um núcleo espiritual semelhante, por isso Zangetsu e eu costumávamos nos encontrar rotineiramente, principalmente enquanto vocês dormiam e não precisavam de nossos poderes. Conheço o hollow Zangetsu tanto quanto você, Kurosaki Ichigo e ele faz parte de minha vida tal qual o Zangetsu que vêem agora também faz. Sode no Shirayuki olha para Rukia. – A senhora já se perguntou mestra por que inconscientemente parece ter a resposta certa toda vez que Ichigo precisa tanto da senhora? O porquê é a única que consegue entendê-lo tão profundamente?
Rukia olha assustada para ela.
- Por conhecer Zangetsu tão bem, eu acabo transmitindo esse conhecimento todo para a senhora, algo que de minha parte também é involuntário e por termos o mesmo núcleo espiritual o sentimento é mútuo.
- Da mesma forma acontece com Ichigo que também sempre pôde compreendê-la. Completa Zangetsu.
Todos estavam abismados com o que os dois revelavam aquilo nunca tinha sido do conhecimento de ninguém, nem de seus próprios donos, Ichigo olha para as três crianças que brincavam e rolavam no chão, então ele se volta para Zangetsu e Shirayuki e pergunta:
- Mas como tiveram filhos?
Zangetsu e Sode no Shirayuki se entreolham e sorriem carinhosamente um para o outro.
- Somos duas zampakutous com muita sorte, a sorte de ter mestres que se completam, independente de sermos armas criadas para causar destruição, no dia que se conheceram vocês nos deram a liberdade de escolher. Zangetsu fala a todos.
- Escolher o quê? Pergunta Rukia.
- Escolher ser simplesmente uma arma ou buscar nossa felicidade como nossos mestres. Desde que Zangetsu e eu nos conhecemos graças a vocês, percebemos que éramos diferentes das demais zampakutous, que podíamos tomar nossas próprias decisões e, que também nos completávamos tal qual nossos mestres também fazem, tínhamos até o mesmo núcleo espiritual, por que acham que quando estamos em nossa forma de lâmina somos tão parecidos? Isso também não é coincidência, então tomamos nossa decisão, seríamos felizes da mesma forma como nos considerávamos diferentes. Conta Shirayuki ao grupo.
- Com isso os dois mundos se modificaram e o poder espiritual de ambos se intensificou, Sode no Shirayuki e eu nos unimos e por termos o mesmo espírito foi possível gerar um novo ser e este novo ser faria parte da união de dois mundos, portanto não poderia ser um só, mas faria parte de um todo. Zangetsu olha para Rukia. – Tudo o que você passou durante a sua gestação Sode no Shirayuki também sentiu, vocês geravam nossos filhos e a cada dia tudo mudava até que nosso mundo ficou diferente, entrou em total equilíbrio, então Hisana nasceu e nossos filhos também.
- Então... Quer dizer que... Rukia engasga.
- Sua filha tem o mesmo núcleo espiritual que nossos filhos têm e conseqüentemente o mesmo de todos nós. Completa Zangetsu respondendo-a.
Silêncio.
Os que estavam na sala faziam um silêncio perturbador, mas Inoue Quebra o silêncio fazendo uma pergunta.
- Sode no Shirayuki-san, Zangetsu-san, mas... Por que demoraram tanto para contar isso aos dois?
As duas zampakutous se entreolham mais uma vez.
- Por que não era o momento, tanto Rukia, quanto Ichigo não estavam preparados para enfrentar tal realidade, e nas ocasiões passadas, o que sentíamos um pelo outro não era o que nossos mestres sentiam até então. Responde-lhe Shirayuki.
- Dependíamos das rodas do destino para que pudéssemos concretizar nosso sonho e você nobre Inoue, assim como os amigos de nossos mestres foram peças fundamentais para que tudo isso fosse possível. Diz Zangetsu.
- Nós? Sado pergunta.
- Os poderes que possuem, os momentos que passaram juntos, fossem eles bons ou não, foram decididos no dia que Kurosaki Ichigo e Kurosaki Rukia se conheceram, mas é graças a vocês que eles estão vivos hoje aqui, vocês os salvaram muitas vezes e contribuíram diretamente e indiretamente com este momento que pode ser considerado um milagre da natureza. Responde Zangetsu a Sado.
Aqueles amigos se olham e em silêncio lembram-se das várias aventuras que tiveram desde que eram jovens, do como muitos momentos agora não pareciam mera coincidência.
- Então estávamos predestinados a nos conhecermos, é isso que está insinuando Zangetsu? Indaga Ichigo fazendo uma expressão de confusão.
- Não, Por que nós não escolhemos o nosso destino e sim é o destino que nos escolhe, mas vocês possuem uma habilidade diferente e tenho certeza que sabem qual é está habilidade.
- Então nós podemos...
De repente a conversa é interrompida com um barulho de alguma coisa quebrando. Todos se viram e vêem as três crianças fazendo cara de fuga e apontando uma para as outras.
- Minha filha! Repreendem Rukia e Sode no Shirayuki ao mesmo tempo.
Elas se entreolham e não conseguem evitar a risada.
Ichigo olha para as duas e em seguida para Zangetsu, mas ele olhava para o garotinho que estava de cabeça baixa e envergonhado pela travessura, ele levanta os olhos para Zangetsu e se esconde atrás da irmã.
Ichigo ri.
- Tal pai tal filho. Dizem Ichigo e Zangetsu ao mesmo tempo.
Todos puderam começar a compreender a grandiosidade daquele evento, a conversa se estende até tarde naquele recinto e muitas coisas foram reveladas por aquelas zampakutous, vida gerando vida em diferentes mundos, coisa nunca vista anteriormente naquelas proporções, um milagre, jamais uma abominação, talvez uma evolução, Ichigo e Rukia, junto com sua filha passaram a viver de maneira diferente depois daquilo, mas era surpreendente ver que sua filha conseguia materializar sua zampakutou sem auxilio de nenhum método convencional, aquelas três crianças cresciam juntas como se fossem crianças normais, com o tempo mesmo Ichigo e Rukia começaram a entender que era necessário que eles aprendessem a controlar o poder que tinham, por isso Zangetsu e Shirayuki cuidavam de fazer isso por seus filhos e Hisana ficava com seus pais e tios.
Quando havia completado sete anos, enquanto Hisana e seus pais assistiam à televisão o telefone toca.
- Deixa que eu atendo querida. Ichigo se levanta do sofá e atende ao telefone.
- Kurosaki-san.
- Yo, Urahara, boa noite, o que foi?
- Preciso falar com você e com a Rukia-san.
- Uhm... O que está acontecendo Urahara, sua voz está meio... Sombria...
- É urgente Kurosaki-san.
- Tá entendi, já estamos indo. Ichigo desliga o telefone, ele se vira para Rukia.
- Querida, Urahara disse que precisa falar com a gente.
- Mas agora Ichigo? A esta hora da noite?
- Ele disse que era urgente o que você acha?
- Se ele disse que é urgente e se tratando dele, é melhor irmos mesmo. Rukia pega Hisana no colo. – Venha querida, vamos nos trocar por que precisamos sair.
- Mas agora mamãe? Pergunta a criança.
- Infelizmente sim querida, mas estamos indo na casa do tio Urahara, você pode ver o Katsuya-kun lá o que acha?
- Eba! Ai a gente pode brincar! Festeja a pequena.
- Isso mesmo, então vamos nos trocar? Rukia fazia sua expressão de concordância.
A criança responde pulando do colo de Rukia e subindo as escadas que levavam ao segundo andar da casa enquanto continuava a festejar.
Depois que os três estavam prontos, Ichigo tira o carro da garagem e eles se dirigem até a casa de Urahara. Quando chegam são recebidos por Katsuya e outros amiguinhos que esperavam Hisana para brincarem, assim que se encontram eles já saem correndo por todos os lados, Ichigo e Rukia são cumprimentados logo em seguida por seus amigos. Entre eles, Inoue, Ishida, Sado e sua esposa, Renji e:
- Nii-sama! Rukia exclama feliz.
Mas Byakuya não havia sorrido para ela como tinha aprendido a fazer, ele olhava sério para ela.
- Rukia... Ichigo sentem-se.
Os dois se entreolham e então sentam.
- O que está acontecendo Nii-sama? Pergunta Rukia preocupada.
- Kurotsuchi Mayuri está morto. Ele responde automaticamente.
Todos entram em choque.
- O quê? O capitão Mayuri está morto? Mas como isso é possível? Pergunta Ichigo levantando a voz.
- Ele foi assassinado e seu corpo encontrado nas proximidades do septuagésimo oitavo distrito Sul de Rukongai... O Capitão Kuchiki fala continuando com sua expressão séria.
- Inuzuri... Dizem Rukia e Renji ao mesmo tempo.
- Rukia, esse não é o lugar onde você e Renji viveram quando crianças? Pergunta Ichigo.
- Sim, mas isso só pode ser coincidência, não existe nada de interessante por lá. Ela completa.
- Byakuya-san, diga, o que você sabe a respeito da morte de Mayuri-san, Pergunta Ishida entrando na conversa e muito interessado, uma vez que ele teve seus "momentos" com o falecido capitão do décimo segundo esquadrão.
- Não se sabe muita coisa a respeito da morte do capitão Mayuri, o laboratório explodiu algumas horas antes de encontramos o seu corpo, mas em seus escombros encontramos apenas os restos mortais de sua tenente Nemu Kurotsuchi, todos e qualquer arquivo que nos indicassem o motivo de tal incidente perdeu-se nas chamas da explosão, porém... Byakuya olha para Urahara.
- Porém nem tudo se perdeu. Completa Urahara a frase de Byakuya.
- Como assim? Pergunta Ishida outra vez.
- Todo grande cientista jamais deixa suas grandes descobertas, estudos ou experimentos mais importantes expostos a olhos leigos em seu laboratório, ele os guarda em um cofre, em algum lugar seguro e extremamente secreto para que as possibilidades de alguém roubá-los seja nula ou reduzida ao máximo.
- Onde ficava o de Mayuri-san? Interrompe Ishida.
- Dentro de Nemu-san em forma de arquivos gravados em um chip interno.
Todos olham espantados.
- Mas, ela morreu. Fala Ichigo.
- Todos devem saber que Nemu-san nunca foi uma shinigami comum, ela foi criada e modificada pelo capitão várias vezes para que pudesse tornar-se seu "cofre", Nemu era quase indestrutível, por isso ao se autodestruir com o laboratório o capitão Mayuri sabia que o chip estaria a salvo e que alguém seria capaz de decodificá-lo após a sua morte.
- Esse alguém seria você logicamente. Ishida completa o raciocínio.
- Sim...
- Peraí! Exclama Rukia de repente.
Todos se assustam e voltam-se para ela.
- Você disse que ela se autodestruiu? Relembra Rukia a todos do detalhe que quase passou despercebido.
- Sim, Rukia-san.
- Por quê? Pergunta Byakuya em tom frio.
Urahara olha para seus amigos e responde.
- O que quer que o capitão Mayuri estivesse fazendo e onde quer que estivesse indo, ele sabia que existia uma grande possibilidade de não voltar, para prevenir a perda total de seus trabalhos, ele ordenou que Nemu-san permanecesse no laboratório, eu acho que é mais fácil mostrar a vocês o que eu sei. Urahara pega um controle debaixo da mesa e aperta um botão que faz um monitor descer da parede, ao se levantar, Urahara pega uma pequena caixinha preta de seu bolso e ao abri-la retira um pequeno chip de cor cinza e aparência plastificada. Ele insere o chip em um dispositivo específico para esta função e então senta-se novamente, aperta o botão de iniciar e a mensagem começa.
Imagens do vídeo.
- Mayuri-sama o senhor tem certeza que deseja ir sozinho? A visão que todos têm é como se estivessem vendo com os olhos da tenente do décimo segundo esquadrão.
- Não seja tola, acha que eu arriscaria perder todos os meus anos de pesquisa levando um estorvo como você?
- Mas Mayuri-sama!
- Silêncio! Eu já lhe dei minhas ordens e elas devem ser seguidas sem reclamações entendeu?
- Sim... Mayuri-sama...
- Exploda o laboratório e destrua todos os arquivos se o meus sinais vitais desaparecerem e não esqueça de destruir meu backup cerebral. Diz Mayuri se referindo à cópia de seu próprio cérebro super desenvolvido que ele tinha guardado em um grande tubo na mesa de seu computador.
- Sim, Mayuri-sama.
- Urahara Kisuke. Mayuri se volta para Nemu. – Não deixe de continuar o que você mesmo começou ou jamais irei lhe perdoar. Dizia ele com olha sério para dentro dos olhos de Nemu.
A transmissão é interrompida por um instante e ao retornar é possível ver em uma grande tela de computador um desenho parecido com um coração parado e ao seu lado vários dados que não eram mais processados, além de uma linha horizontal vermelha que indicava sinais de batimento cardíacos que fazia um sinal de morte evidente.
- Mayuri-sama... A imagem fica embaçada por um instante e o grupo entende que isso aconteceu por que Nemu começou a chorar, ela limpa o rosto e os olhos então se dirige para uma tela de monitor e aperta um pequeno botão verde, inúmeras comportas se abrem e um sinal de alarme dispara, várias pessoas saem correndo para fora do laboratório, então Nemu se dirige para o grande teclado que mais parecia um órgão clássico e digita algumas palavras em uma tela específica, uma senha é requerida, ela digita a senha, porém sem apertar "enter", mas ela hesita por um instante, então diz: – Urahara Kisuke, isto é tudo culpa sua. Ela aperta o botão e quando a primeira explosão acontece, Urahara encerra a imagem pelo botão do controle remoto.
Fim da transmissão.
Todos estavam em silêncio, Inoue chorava e era consolada por Ishida.
- O quê ela quis dizer com "a culpa é toda sua" Urahara Kisuke? Pergunta Byakuya que não parecia estar comovido com o que tinha acabado de assistir.
Urahara suspira.
- Nós estávamos trabalhando em uma pesquisa precursora há alguns anos, Eu fornecia alguns dados e Mayuri-san ajudava auxiliando a pesquisa com alguns métodos que só ele podia fornecer através da Soul Society.
- Que pesquisa? Pergunta Byakuya outra vez.
- DNA espiritual.
Todos olham querendo explicações.
Urahara tinha um olhar diferente quando disse isso, ele sabia que devia mais que explicações.
- Eu e Mayuri-san, tínhamos descoberto que era possível rastrear uma seqüência de DNA espiritual semelhante ao que se faz com o DNA humano, que era possível modificá-lo com diferentes componentes que tivessem uma mesma linha ou núcleo espiritual, porém com os progressos das pesquisas, Mayuri descobriu que era possível fazer isso partindo de um mesmo princípio de DNA espiritual, ou seja, uma Base seqüencial de DNA poderia ser modificada por qualquer componente não humano e criar uma seqüência totalmente nova em um mesmo ser, durante muito tempo trabalhamos com várias amostras de diferentes níveis, mas nunca tínhamos obtido sucesso. Durante suas revisões bibliográficas Mayuri encontrou na biblioteca central da Soul Society um documento muito antigo que embora arcaico tinha estudos concretos sobre a mesma coisa que pesquisávamos, logo abaixo dele existia as iniciais B. S, ele me mostrou seu achado e passou a procurar outros registros com as mesmas iniciais, mas muito pouco se achou, porém em um deles ele pôde ver um pequeno mapa criptografado em letras antigas, com a minha ajuda conseguimos encontrar um ponto, na verdade uma área que indicaria que alguma coisa teria sido escondida por lá, porém sem ter a localização exata procuramos por dias em vão, mas pelo fato ocorrido creio que Mayuri tenha finalmente descoberto a localização exata do que queríamos, sem me contar nada ele foi até lá e... Os dados que tenho comigo são apenas os mesmos que tínhamos compartilhado, além dos que ainda não decodifiquei, mas tenho certeza que deve ter algo mais naquele lugar, e isso talvez esteja em seu corpo que está guardado na Soul Society para investigações.
- Como você descobriu sobre essa seqüência de DNA espiritual? Pergunta Ichigo.
Urahara olha para ele com uma expressão bastante triste.
- Por que eu usei Hisa-chan como princípio base para os experimentos...
- O QUÊ! Gritam Rukia e Ichigo ao mesmo tempo, eles estavam furiosos. Mas não só eles, do lado deles Byakuya não parecia sorrir.
- Perdoem-me, eu fazia em segredo sem relatá-los pois sabia que não permitiriam, mas não se preocupem, eu nunca machuquei a Hisa-chan...
- Não interessa Urahara! Você usou nossa filha como sua cobaia e mais! Daquele cientista louco sem nem mesmo nos consultar! Esbravejava Ichigo zangado.
- Eu sinto muito...
Rukia olhava ainda zangada para ele.
- Urahara, você começou a fazer estas pesquisas desde o dia em que eu fiquei grávida não foi? Ela pergunta com olhar matador.
-... Sim, desde o dia em que lhe entreguei o relógio eu não apenas controlava suas reiatsus com ele, mas também enviava dados para minhas pesquisas.
- ORAS SEU...! Rukia puxa Urahara pelo colarinho e desfere um tapa com toda sua força com a outra mão.
Urahara se choca contra a parede.
Rukia já ia partir de novo para cima de Urahara, Mas seu temperamento estava tão alterado que Ichigo e Byakuya tentam segurá-la.
- Rukia, já chega! Diz Byakuya para ela.
- Mas Nii-sama esse...
- Independente do que ele tenha feito as duas, Hisana e você estão hoje aqui graças a ele, ou já esqueceu como ele vivia preocupado e procurava formas de ajudá-la durante toda sua gravidez?
Rukia se acalma, mas ainda sentia-se traída por ele.
Urahara olhava para o chão com o coração culpado.
- Você é culpado por muitas coisas em seu passado Urahara, mas nunca foi mal intencionado, tudo o que pretendeu e pretende até hoje tem uma explicação, diga qual foi a sua explicação agora. Ichigo dirige a palavra ainda segurando Rukia.
Urahara se recompõe, ele olha para Ichigo, Rukia e Byakuya, então de joelhos pede perdão.
- Me perdoem por ter feito isso, não queria que pensassem mal de mim, mas eu só queria ajudar, Hisa-chan é uma criança especial, ela precisa crescer com cuidado, sob bons olhos, eu pensava no futuro dela...
Rukia e Ichigo ponderam as palavras de Urahara por um tempo.
- (suspiro) Tudo bem, isso já era algo a se esperar de você... Diz Ichigo coçando a cabeça.
- Mas quando eu tiver meu próximo filho e você ousar fazer isso de novo sem nos consultar... Fala Rukia repreendendo-o.
Urahara sorri de uma maneira bem fraca, mas esboçando sinceridade.
- Desculpe pela tapa, diz Rukia corando um pouco.
- Eu mereci. Sorri Urahara enquanto massageia a bochecha dolorida.
- Então o que faremos agora? Sado dirige a palavra ao grupo.
- Primeiro teremos de investigar a área onde foi encontrado o corpo do capitão, em seguida será necessário vasculhar entre os escombros algo que possa nos indicar alguma pista, só depois teremos alguma esperança de descobrir o que ele procurava tanto e que culminou com sua morte.
- Eu, Renji e Ichigo poderemos andar por Inuzuri atrás de testemunhas e informações, Ishida que é médico poderia dar um olhada no corpo de Mayuri e Nemu, Sado e Inoue procurar pistas nos escombros e Nii-sama...
Byakuya olha para ela.
- Você veio escondido para cá não foi?
Byakuya assente com a cabeça.
- Nii-sama, acho melhor você se reportar ao esquadrão ou poderá ter problemas, depois disso se junte a algum grupo, acho que seria a melhor opção para você no momento.
- Depois que me reportar me juntarei a vocês em Inuzuri.
- Tudo bem.
- Urahara-san, por favor, você poderia tomar conta da Hisana? Pede Ichigo.
- Com toda certeza Kurosaki-san, manterei contato com vocês daqui a toda hora, se descobrirem algo me avisem e se eu fizer o mesmo daqui também informo a vocês, enquanto isso terminarei de decodificar o chip, talvez ainda existam informações preciosas dentro dele, alguns arquivos de Mayuri estão com um criptografia muito extensa e difícil, talvez demore um pouco para coletar mais informações.
- Ok, mantenha-nos informados. Ichigo pega uma pílula do bolso e engole. – Kon Cuide da Hisa-chan, eu e Rukia vamos precisar sair.
- Nee-san? Kon olha para ela.
Rukia já estava em sua forma shinigami e Chappy estava de joelhos diante dela.
- Kon, cuide da nossa filhinha. Ela diz sorrindo para ele.
- Mas Nee-san, o que está acontecendo, você parece tão séria. Kon estava um pouco assustado com o olhar sombrio de todos, nem conseguia tirar brincadeiras por causa disso.
- É complicado Kon, Rukia balançava a cabeça demonstrando a falta de tempo para explicações. - Apenas prometa que cuidará dela. Ela volta a olhar carinhosamente para o espírito alterado.
- Como sempre faço Nee-san... Kon sorri de volta carinhosamente também.
Rukia e Ichigo sorriem.
- Certo, então estamos prontos, vamos nessa pessoal. Sugere Ichigo ao grupo.
Todos assentem positivamente com a cabeça.
- Kaijô! Renji Fala abrindo um grande portal Senkaimon e quatro borboletas infernais vêm ao encontro deles.
Rukia, Byakuya, Renji e Ichigo começam a entrar.
- Urahara, não demore muito para abrir o portal para os outros. Diz Rukia virando a cabeça para ele.
- Sim, Kurosaki-san.
- Vejo vocês em breve pessoal. Rukia se despede dos demais.
- Até daqui a pouco Kurosaki-san. Diz Inoue cumprimentando Rukia.
Rukia sorri para ela e entra por último no portal, ele se fecha em seguida.
- Bom, sigam-me. Diz Urahara aos outros e saindo da sala.
Todos o seguem vindo logo atrás.
Do lado de fora da loja as crianças brincavam despreocupadamente, Hisana corria quando os espíritos de sua zampakutou surgem diante dela.
- Hisa-chan. Diz a garotinha de cabelos negros chamando sua atenção.
- Uhm? Hisana olha para o lado notando suas presenças diante dela.
- Papai e mamãe não estão mais aqui... Diz o garotinho de cabelos prateados.
- Eles devem ter ido resolver problemas de adultos e a mamãe falou que quando eles estão resolvendo problemas de adultos, nós devemos ser bonzinhos e esperar eles voltarem.
- Mas... A jovenzinha tenta empurrar uma pergunta.
- Hisa-chan... Eu estou sentindo algo ruim... Diz o garotinho fazendo cara de medo.
- Uhm... Não podemos fazer nada...
Os três ficam cabisbaixos.
- Hisa-chan o que você está fazendo ai? Grita Katsuya vindo logo atrás.
- Nada Katsu! Ela grita de volta.
- Vem logo, é a sua vez de correr atrás da gente.
- Tá! Ela grita empolgada. Ela se vira para os dois espíritos. – Olha que tal se a gente conversasse sobre isso depois?
Hisana sai correndo e rindo em direção aos amigos.
O Dragão e o Felino se entreolham e fazem uma expressão decepcionada sumindo logo em seguida.
Na Soul Society, Ichigo, Rukia e Renji já voavam em direção a Inuzuri.
- Como será que está Inuzuri depois de tanto tempo heim Rukia? Pergunta Renji sem olhar para ela.
- Desde que éramos crianças, Inuzuri mudou bastante, mas mudou para pior, não me surpreenderia de ver aquele inferno em pleno caos agora. Rebate Ela respondendo a pergunta sem olhá-lo também.
Ichigo ouvia calado a conversa dos dois.
- Tem razão, isso é ruim, a índole das pessoas por lá não é das melhores, acho que teremos problemas em procurar o que queremos.
- Tem razão, Mas me lembro bem que desde criança éramos muito bons em nos virar sozinhos não é mesmo, Renji? Rukia olha para o amigo de infância sorrindo desta vez.
Renji rebate o olhar dela sorrindo também.
Ichigo olha para os dois.
- Vocês parecem dois velhos conversando. Ele ri.
Rukia e Renji secam Ichigo com os olhos.
- Ehm...? Ichigo pisca um olho suando frio.
Ele leva dois cascudos ao mesmo tempo e de repente fica quieto de novo, mas desta vez era ele quem parecia o velho resmungando baixinho.
- Estamos chegando. Alerta Renji aos dois.
Os três descem no septuagésimo oitavo distrito Sul de Rukongai: Inuzuri, e tanto Rukia quanto Renji tinham razão, ele não havia mudado em nada, piorado talvez, tudo continuava sujo, as pessoas vestiam-se com trapos, adultos brigavam como cães, por espaço e comida, mas em meio a todos estes detalhes que eram considerados normais, algo havia chamado a atenção de Renji e Rukia no exato momento que desceram no local.
- Renji... Você está pensando o mesmo que eu...?
- Provavelmente sim...
Ichigo olha os dois muito confuso.
- O quê houve? Ele demanda uma resposta.
Rukia olha para ele com uma gota de suor descendo pela têmpora.
- As crianças sumiram...
Continua...
^^ olá pessoal, estou de volta para a alegria geral da nação. (A pobrezinha tá se achando...).
Espero que tenham gostado da leitura, vou ver se consigo postar um novo capítulo antes que termine o feriadão.
O passado começa a ser revelado ao grupo, alguns milagres na vida de Hisana já foram revelados, mas desgraças ainda viriam a acontecer e elas também fazem parte desta história...
Vejo você no próximo capítulo.
Não esqueçam das reviews.
PS: eu descobri que meu irmão vagabundo começou a ler esta história e aqui vai um recado para ele: "VAI FAZER AS MINHAS DAILLIES SEU VERME!".
