Aviso: Saint Seiya não me pertence se pertencesse já teria matado o Seiya há muito tempo.
Desculpem a demora, estava enrolada com a faculdade.
4. Encontros, missões inesperadas
Eram seis horas da manhã quando um carro cruza a soleira da porta de um sitio um pouco afastado da cidade. Dele salta uma pessoa, acompanhada por outras duas. Decidida ela cruza a soleira da porta, entrando na sala. Ao entrar lá duas armas são apontadas diretamente para sua cabeça.
Shura! Afrodite! Abaixem isso, agora. – ordenou secamente sentando-se no sofá
O que você esta fazendo aqui? – perguntou Shura, agressivamente – Você sabe que deve nos avisar antes de vir para cá. Perdeu a noção do perigo foi? Quer levar um tiro na fuça?
A pessoa o ignora completamente dirigindo-se a Afrodite.
Onde estão os outros?
Dohko, Aiolos e Aldebaran saíram os outros estão aqui.
Onde está meu filho?
Afrodite estava a caminho do quarto para chamar os outros, ao ouvir a pergunta o rapaz se vira novamente para a pessoa respondendo num sussurro debochado:
Eu tenho cara de babá de um marmanjo feito o Deba? – perguntou ele, sarcástico; O rapaz voltou a andar e xinga aquela pessoa por dentro "Que idiota"
Não demorou muito e surgiram os outros com cara de sono. Mascara da Morte era arrastando por Kanon, Milo e Kamus bocejavam sonolentos. Aiolia também se arrastava e cambaleava ao sofá mais próximo, irritado por ter que acordar tão cedo. Saga saiu do banho enrolado na toalha. Shaka e Mu saíram da cozinha com caras homicidas e nem sinal de Shion.
Cadê meu outro filho? – perguntou a pessoa já mostrando sinais de irritação.
O Shion mandou você voltar ao meio dia – informou Afrodite voltando à sala.
Com a paciência esgotada, a pessoa levanta-se de um pulo do sofá indo em direção ao quarto, disposta a arrancar o filho da cama, não demora muito e os dois voltam para a companhia dos demais. Shion com uma expressão de poucos amigos os outros rapazes começam a rir ao verem tal expressão em seu rosto
O que você quer dessa vez? – perguntou Máscara da Morte bocejando
Tenho uma nova missão para vocês.
É coisa daquele babaca do Medeiros? – perguntou Shion ligando a TV.
Não.
Ao ouvirem a informação, todos os rapazes fizeram cara de espanto.
Qual é o trabalho dessa vez? – questionou Milo arrancando o controle remoto das mãos do amigo.
Atenção para o novo trabalho. Vou dizer isso apenas uma vez, e a tarefa precisa ser realizada com muito cuidado.
Mal o dia amanheceu e Jessica, Alaya e Georgiana já estavam na sala do chefe. As três iriam dar uma mão em três novos casos, deixando a vistoria do museu roubado por conta de suas parceiras. Ao ouvir sua nova missão, Jessica deixa a delegacia em direção a sede internacional da ONU acompanhada de mais cinco oficiais.
Chegando ao local a oficial é recepcionada por dois diplomatas, um dele muito alto e o presidente da instituição.
-Bom dia oficiais – desejou um diplomata
- Bom dia – Jessica retribuiu o cumprimento – Sou a agente Cornwell, poderia me explicar melhor à origem do encontro?
- Pois não agente Cornwell, meu nome é Aldebaran, não estávamos pensando em envolver a policia nesse assunto, mas, ele tomou grandes proporções.
- O que aconteceu?
Aldebaran contou a história. A sede havia recebido vários e-mails de terroristas na última semana. O último era claramente preocupante onde os terroristas ameaçavam atacar a próxima reunião com recursos muito sofisticados.
- A sede não está preparada para deter sozinha esse tipo de ataque agente Cornwell – explicava Aldebaran
- Pode me chamar de Jessica – a oficial havia simpatizado com a paixão pelo trabalho demonstrado pelo diplomata.
-Jessica! – corrigiu o rapaz com um sorriso – Precisamos discutir algumas opções.
O dia iria ser cheio e os dois iriam trabalhar juntos por uma solução que resolvesse o problema.
Assim como Jessica, Alaya também teria uma reunião na promotoria federal naquela manhã.
A reunião estava para começar; Só estavam esperando a chegada do promotor chefe. Assim que ele chega o assunto começa a ser discutido.
- Na verdade o caso é muito simples – começou o promotor mostrando-se um pouco desconfortável com a entrada da policia.
-Um atentado contra a promotoria não é um caso simples doutor Dokho – Alaya desconversou
- Já enfrentei várias vezes antes atentados contra a minha vida, agente Panatenaiki – respondeu Dokho demonstrando desdém com o assunto discutido.
- Dessa vez os "suspeitos" estão dispostos a cumprir com a ameaça doutor Dokho – contra atacou Alaya séria – Não vamos facilitar.
A reunião continuava sendo discutido todos os pontos de vista. Dokho e Alaya trabalhariam lado a lado nesse caso.
Georgiana havia acabado de chegar ao prédio principal da Microsoft sendo recepcionada pelo presidente da companhia.
- Quando o roubo aconteceu? – perguntou Georgiana sendo conduzida a sala de reuniões.
- Ontem à noite, agente Carlton – respondeu o presidente – Todo o carregamento foi roubado. Estamos pedindo para o nosso técnico responsável para refazer o trabalho, mas tememos que sua vida esteja em perigo.
- Entendo.
Ao abrir a porta o presidente trata de fazer as apresentações.
- Agente Carlton esse é Aiolos Andras. Aiolos essa é a agente Georgiana Carlton.
- Prazer!
Logo o assunto principal da reunião começa a ser discutido. Aiolos e Georgiana conversaram muito durante o encontro.
Finalmente à hora de ir ao museu chegara. Kessia, Harriety, Annabel e Yume foram as primeiras a chegar. Logo depois Roxanne, Lisbele e Faith chegam prontas para investigar o local
A primeira providência tomada por Dália, Cibele, Dorothea e Evangeline foi interrogar os vigias que estavam de plantão naquele dia.
Mas como vocês foram substituídos por policiais? – perguntou Cibele.
Como eles eram fisicamente? – questionou Dorothea
Todos eram altos, um tinha cabelos cumpridos, azul-escuro...
Hum! – exclamou Dália.
O outro tinha os cabelos arrepiados, roxos, olhos azuis...
Cibele estava concentrada nas discrições.
O outro era moreno, de olhos pretos...
Continue – pediu Evangeline
E o último também tinha cabelos cumpridos meio azul sei lá – atrapalhou-se o vigia – Seus olhos também eram azuis...
Esse é o último – concluiu Cibele, pensativa.
Do outro lado do museu Lisbele,Kessia, Faith e Annabel analisavam a sala do roubo.
Os cabos dos alarmes foram cortados com ácido – relatou Annabel
Esquisito as câmeras daqui não foram destruídas – comentou Faith, séria.
O que é isso? – perguntou Roxanne apontando para um pedaço de papel dentro do pedestal da obra.
Com todo o cuidado Lisbele extrai o pedaço de papel. Perplexa, a garota lê a estranha mensagem, passando-a para as outras.
Para a PolíciaEssa obra começou a ser feita em 1503!Em 1962 foi emprestada ao E.U.A!
Exibida em Nova York e Washington!
Avaliada em 100 milhões de dólares!
Descubram agora!
qual será o próximo
Museu que vamos atacar!
Vocês têm uma semana!
Tentem nos deter!
Se puderem!
Os Ladrões
Esses malditos estão nos desafiando – rosnou Annabel, zangada.
Temos uma semana para tentar dete-los? Que arrogância desses caras, não? – Completou Faith, seca.
Anda gente vamos voltar para delegacia – ordenou Kessia.
As quatro oficiais deixam o museu pensando que essa visita só tinha deixado mais confusões e mais coisas martelando em suas cabeças.
Continua