TWD NÃO ME PERTENCE.
IMPORTANTE: SEXO nesse capitulo!se vc não tem idade para ler algo do tipo, ou não gosta, sinto muito!
Fanfic para +18. Personagens fora do carater original, obviamente. Citações que envolvem violência, estupro, palavrões, alusões a lesbianismo, sangue e sexo. Música"Little Lover" do AC/DC. Óbvias alusões à True Blood. Godric é o criado de Eric Northman. Entrevista com Vampiro, Drácula de Bram Stoker, Underworld e etc. Nada me pertence, é só um conglomerado de coisas que eu gosto + Carol Peletier, que eu amo. Fanfic escrito por pura diversão sem fins lucrativos.
"Carolina"
By Chibis.
Parte 2
Carol percebeu no pequeno palco, o guitarrista da banda, que mesmo após o termino do show da banda country ainda tirava a guitarra do pescoço. 'Humm!" Ela esboçou um sorriso, interessada.
O homem estava tenso, como se nunca tivesse visto uma mulher na frente. Provavelmente discutindo mentalmente se vinha ou não até ela, provavelmente discutindo se uma mulher daquele calibre estava ao seu alcance ou não. Ela sorriu sedutoramente e lançou seu olhar hipnótico sobre ele...Ahh, um caipira que não é de se jogar fora...
"Então...?" Carol levantou um dos tacos. "Uma partida?" oferecendo para ele que ainda estava em cima do palco, embasbacado com a deusa prateada.
Ele deu um passo para frente, balançou de um lado para outro. Outro caipira parou ao lado de Daryl. Esse bem ogro, espalhafatoso e mal educado. Bateu nas costas dele e disse no ouvido. "Uma mulher dessas... Olha o jeito como ela se move! O olhar dela ! Essa mulher tá pronta, procurando uma foda de verdade. Ela tá queimando. Eu tô sentindo daqui...Deixa de ser viadinho e vai lá e acaba com ela. Se você não for, eu vou Baby Brother!"
"Cala boca Merle!" O guitarrista disse contrariado. Seu irmão sempre se metia, sempre falada demais. Com cara de poucos amigos, Daryl continuou a observar a mulher misteriosa, que assim como uma Sucubus, parecia lhe seduzir sem estar fazendo nada de especial. Já despertava sua energia sexual apenas com o brilho do olhos azuis, e um sorriso misterioso no canto dos lábios vermelhos sangue. Daryl engoliu seco. ...Cala a boca Merle...
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" Sóbrio você não consegue pegar uma mulher de verdade nem que a vaca tussa. Eu aposto 100 dólares e duas garrafas de Moonshine. Qu você vai gaguejar. Ou melhor, nem vai conseguir abrir a boca."Merle abriu um grande sorriso.
Daryl não respondeu, rosnou para o seu irmão. Empurrando-o para longe.
Merle continuou a provocar.
"Vai ter que se contentar com a pirralha... Pelo menos a filha do pastor é limpinha...Parece ser! A ultima dessas que eu catei me passou um negocio que me mandou para o hospital, a cabeça do meu cacete ficou inchada igual uma laranja" Merle continuou provocando. As vezes ele só parava quando tomava um murro. Ou algemado, levado pela policia.
"Merle .Como você consegue ser tão idiota?" Daryl fez cara de nojo. Pior que era verdade, Merle teve que tomar antibiótico por 15 dias depois disso.
"Como você consegue ser tão viadinho?" Merle pegou sua garrafa de cerveja.
Daryl mostrou o dedo do meio para ele. "Na hora que você tiver que começar a pagar pensão, tá fodido!"
"Nah, baby brother! Odeio chupar bala com papel!" O irmão mais velho deu de ombros.
Carol riu. Obviamente a conversa entre os dois eram só sussurros dentro de um bar barulhento, mas com sua audição aguçada, ela entendeu cada palavra trocada pelos irmãos.
A banda não era das melhores, apesar desse guitarrista conseguir alguns acordes consideráveis. E ele não era de se jogar fora. Um corpo musculoso e bronzeado, de quem trabalhava duro, provavelmente debaixo do sol a pino.
O cabelo castanho escuro, comprido e mal tratado. Olhos azuis escuros, e uma barba meio grisalha que denuncia que a idade já tinha passado a casa dos quarenta.
Ele tinha cheiro de floresta. De pinus, sândalo e bem distante sangue animal. Cervo, esquilo. Um caçador, talvez?
Carol sorriu com a ironia da situação. Um caçador seria sua caça essa noite.
"DARYL!" Antes que o homem se decidisse, um jovem loira, com vestidinho florido, que parecia ter saído da missa dominical entrou rapidamente e caminhou na direção do guitarrista. "Daryl, pelo amor de Deus. Preciso da sua ajuda!"
"Beth! Puta que pariu! Quantas vezes eu preciso dizer...Não venha aqui!" Irritado de vez, o guitarrista guardou o instrumento na caixa com mais força do que o necessário. E relutante se dirigiu até a loira. Pegando no braço fino e branco com suas mãos calejadas. "Se o seu pai te pega conversando comigo eu tô fodido..."
Carol levantou a sobrancelha, ela enxergou um provável dramalhão mexicano se formando bem na sua frente. Uma jovem, que mal passava dos dezoito anos, provavelmente filha do pastor, estava dormindo com o guitarrista que estava na casa dos quarenta e cinco, e provavelmente não tinha onde cair morto.
"Hmm" Carol riu baixinho, deixando que sua audição super humana escutasse tudo.
Eles sussurravam, tentando não armar escândalo, mas a vampira entendia tudo.
"Ai Daryl...Eu vim até aqui para falar da Meg... Não tem nada a ver com a gente! Apesar de que meu pai ainda está desconfiado de ter ver sair do celeiro sete horas da manhã...Mas É MUITO mais importante que isso! Maggie está sumida! Ela não volta pra casa desde ontem a noite! Não responde o celular...Nada! Nem o Glenn sabe dela..."A loira balançava os braços e fazia um bico.
A tal Beth tinha um jeitinho meio lesado. Carol logo percebeu.
"E o que eu tenho haver com isso? Eu não sei da Maggie. Provavelmente ela e o japonês se meteram em alguma encrenca!" Daryl balançou a cabeça, sem entender porque estava sendo trazido para essa equação.
Dormiu com a filha caçula do pastor algumas vezes, mas pela excitação de provar a fruta proibida do qualquer outra coisa. A loira que pousava de santa nas missas, já estava mais rodada que pneu de caminhão, mas continuava com aquela cara de "Miss Sunshine" e "Querido diário"...
"Coreano! Já disse mil vezes!Coreano!" Beth estava quase arrancando os cabelos. Seu "namorado" não se importava com nada.
"Grande diferença! É tudo igual!" Ele deu dê ombros.
"Poxa Daryl...Como você quer que meu pai te aceite se você nem se importa com a sua cunhada?" Beth colocou as mãos na cintura.
"Cunhada? Que porra você tá falando? A gente fodeu umas duas vezes! Três vezes. E eu estava bêbado na maior parte do tempo... Enquanto você devia estar na casa do delegado cuidando dos filhos dele! Se o Grimes souber que você deixou Carl e Judith dormindo pra ir até a minha casa me perturbar..." Daryl tinha cometido um erro em ceder as investidas dela. Se ele pudesse voltar no tempo...
"Hei! Você não reclamou quando eu deixei meu trabalho de babá pra ficar com você naquele seu BARRACO. Seu CRETINO EGOÍSTA" Beth estava vermelha de raiva. Esse homem era enfurecedor. Ele não tinha sentimentos. Ele não queria fazer nada que ela queria. Ele não se abria.
Teimoso, egoísta, irritante!
"Para de fazer escândalo!" Exatamente o que Daryl achava dela, ele não aguentava mais essa loira no seu pé. Só porque ele era guitarrista e ela cantora, cismou que os dois tinham uma "conexão cosmica".
"Quantas vezes eu disse não?! Você que estava alucinada em beber destilado igual um gambá. Foder igual um coelho e destruir propriedade alheia igual uma retardada!" Daryl apontou o dedo pra ela, como se a loira fosse louca.
"COMO VOCÊ OUSA?" A loira estava ultrajada.
"Não é nenhuma novela de amor! Não espere que eu vá até seu pai, pedir sua mão de joelhos. Não vai rolar docinho. E você sempre soube." Daryl já não sussurrava. Ele gritava, e começou a chamar atenção das outras pessoas. Essa historia com Beth ia ferrar sua vida.
Completamente indignada, Beth deu um tapa na cara dele. "OGRO! Você é o maior erro! Eu nunca devia ter largado do Zach pra ficar com você" E saiu do bar pisando fundo.
"E eu nunca pedi isso..." O músico passou a mão no rosto ofendido pelo tapa, não era o primeiro, nem seria o último. "Louca!" Mas Beth já estava bem longe, provavelmente pularia no colo do ex namorado tentando voltar, e o tal Zach aceitaria. Daryl daria graças a Deus.
Com o humor comprometido, Daryl terminou de guardar seus instrumentos. Não que ele não gostasse da menina, a principio, mas todo aquele otimismo era irritante, e ela insistia que o relacionamento deles era mais do que realmente era. Desde o primeiro momento Daryl deixou bem claro, era só físico, e ela aceitou mesmo assim. Beth tinha muito que aprender, e Daryl não estava disposto a ensinar.
Daryl escutou uma risadinha vindo da mesa de sinuca. A risada ficou mais alta, a ponto de virar uma gargalhada alta. O guitarrista se virou, irritado com quem quer que estivesse rindo da sua cara.
E lá estava ela, a mulher de vermelho. Com seu exótico cabelo prateado, com o Merle ao seu lado, jogando charme, certo que se daria bem. E Merle não perdeu tempo. Ele disse que se Daryl não fosse lá ele iria, e foi mesmo. "Filho de uma mãe..."
Daryl estava a ponto de desistir da mulher prateada, ir pra casa, e beber uma garrafa de destilado ao som de um rock pauleira. Mas ao escutar Merle tirando sarro da sua cara, resolve que não ia deixar barato.
"...Então eu disse, não se mete nisso que é roubada! Mas ele não acreditou... vai ter que fazer estoque de leite ninho agora... A pirralha não larga do pé... E de dia, de tarde, de noite..."Merle ria e bebia cerveja direto da gargalo da garrafa. A mulher sorria, mas indiferente às obvias investidas do redneck. O irmão mais novo a interessa mais.
"Quem nunca se envolveu com a pessoa errada que atire a primeira pedra..." Carol disse para Merle. E Daryl pode escutar a voz dela claramente pela primeira vez. "Não fiquei com a impressão de que seu irmão estava tirando vantagem da moça." Carol riu. "Pareceu-me que ela estava tirando vantagem dele... Hei. Se precisar eu dou meu testemunho para o pastor" O cumulo da ironia, mas Merle não imaginava como Carol estava sendo cínica com essa declaração.
"Eu já prefiro uma mulher de verdade. Que sabe exatamente o que fazer e como fazer."Merle olhava o decote de Carol, quase babando. Louco para toca-la com as mãos sujas de cerveja e fritura.
"Pelo amor de Deus Merle... Dá um tempo!" Daryl interrompeu de vez a conversa. A coisa que Merle mais fazia era correr atrás das ninfetas.
"Desculpe meu irmão, ele é um idiota na maior parte do tempo. Daryl Dixon..." Ele se apresentou, estendendo a mão para ela, depois de limpa-la na camisa preta escrita Motorhead na frente.
"Carolina Peletier, mas pode me chamar somente de Carol..." Ela sorriu e aceitou o aperto de mãos. ...achei... Pensou Carol, ao cruzar seus olhos azuis acinzentados com os olhos azuis escuros do guitarrista. Daryl era o nome da sua próxima refeição...
Daryl ficou meio sem jeito. Não sabia bem onde enfiar as próprias mãos, e nem pra onde olhar. Ela o intimidava. O tirava da sua zona de conforto.
...Definitivamente desajeitado...Desajeitado é bom...Pelo menos ele é diferente dos outros que já me querem de pernas abertas... Carol lambeu os lábios ao visualizar a artéria aorta pulsando no pescoço de Daryl. Ele não percebeu.
"Sobrei! Meu irmãzinho aqui vai te fazer companhia! O que precisar...Tenho certeza de que ele está as ordens..."Merle estava estranhamente educado. Ele puxou a mão de Carol e a beijou, antes de voltar para o bar e se afogar em uma bebida mais caseiro, talvez. ... "Me agradeça depois..." Ele sussurrou no ouvido de Daryl antes de ir.
Ironicamente "Little Lover" do AC/DC começou a tocar no jukebox e Daryl teve que engolir seco. Música com batida mais sensual não tinha... E falava justamente de um integrante da banda com uma fã.
"Merle..." Daryl rosnou entre os dentes. Seu irmão sabia que essa maldita música era sua favorita.
Carol sorriu com a letra da música. Parecia apropriada, e a batida a deixava no clima. "Quer dançar?" A vampira não esperou pela resposta, pois Daryl ainda estava gaguejando no "eu não sei dançar". Foi arrastado para a pista.
"Saw you in the front row
Moving to the beat
Just movin' and groovin"
Como Daryl não tomava iniciativa de abraça-la, Carol começou a dançar sozinha na batida da música, mexendo os quadris, para lá para cá. Levantando os braços para o cabelo, e passando pelas curvas de seu corpo. Daryl estava babando.
Os olhos dele percorreram o corpo da mulher. Cabelos prateados, curtos e espetados, que deixavam a mostra o pescoço de um jeito sexy e maduro. Os olhos azuis claros quase acinzentados, escondidos embaixo da sombra esfumaçada da maquiagem. Assim como a lua cheia se escondendo atrás de algumas nuvens em uma noite de verão. O batom vermelho sangue, e um sorriso sensual no cantinho do lábio. Daryl sentiu vontade de provar o gosto.
E o corpo dela balançando de um lado para o outro, ondulando sensualmente. "Cara, Carol é demais!" Ele escutou uma jovem mulher dizendo. Era uma conhecida de Carol, pois as duas chegaram juntas, mais um homem negro.
"'Oh baby você com certeza me parece doce;
Viajando uma perna pra cada lado;
No assento da minha moto;
Apenas em alta velocidade;
Poderia ter sido um pesadelo;
Poderia ter sido um sonho;
Mas no caminho para minha casa, baby;
Pensei ter te ouvido gritar."
Tum tum...tum tum...O sangue pulsando dentro de Daryl parecia acompanhar a batida da musica.
"Little lover, I can't get you off my mind, no
Little lover, I've been trying hard to find
Someone like you"
Quando a música acabou, Carol sorriu e disse. "Prazer em conhecê-lo Daryl ..." estendendo a mão para cumprimenta-lo.
"Prazer é meu...Carol." Sem jeito, Daryl sorriu. Sem entender porque uma mulher como aquela estava dispensando tanta atenção a um simples caipira. Sem um tostão no bolso. ...Provavelmente cansou do marido rico e está procurando só uma noite de sexo rústico...Isso eu posso dar, não posso?...
Os dois engataram uma conversa, que começou cheia de duplos sentidos, mas que foi se tornado agradável. Eventualmente eles começaram a disputa no bilhar. Instigados por doses e doses de bebidas destiladas. Merle, Tara, Tyreese e o resto do bar, esquecidos em algum lugar.
Daryl estava começando a ficar entorpecido e não tirava os olhos do corpo de Carol, que fazia questão em não esconde-lo.
O vestido vermelho, não era tão curto, mas era agarrado nos lugares certos. O salto alto fazia com que aquela mulher tivesse as pernas mais longas e bem torneadas que o pobre homem já havia se deparado em sua vida. Ok, ele estava exagerando, mas eram as pernas mais interessantes
Essas pernas ao redor da minha cintura enquanto eu deslizo pra dentro dela com força.
...Que porra...Daryl balançou a cabeça. Imaginando que poderia possui-la ainda naquela noite... Eu tô parecendo um pervertido! De onde ela veio?...
"Então você cansou de brincar com a ninfeta?" Carol pegou seu copo de whisky e passou a língua na borda do copo.
"Eu não sei do que você está falando! Mas posso te pagar outra bebida e quem sabe descobrir..."Daryl mentiu. Ele observou cada detalhe conforme ela chegava mais perto. De repente parecia que não tinha mais ninguém no bar, só os dois.
"Oh por favor...eu também já tive minha quota de lolitas, mas depois de um tempo perde a graça... Mocinhas são muito pegajosas." Carol circulou Daryl parando atrás dele, visualizando a artéria pulsando.
"O que? Uma mulher como você não pode ser sapatona!" Daryl mal pode acreditar, uma mulher daquelas...apesar de fazer sentido. Ela não era igual as mulheres da cidadezinha, que pousavam de santas, iam na missa no domingo, quando no sábado a noite tinham pratico sexo a três, a quatro. Todo mundo sabia, mas ninguém abria o jogo. Pelo menos até o escândalo do professor do primário que foi pego transando com uma coordenadora no pátio do jardim de infância, enquanto os alunos estavam na sala de aula. Depois ele e Merle eram os desajustados da cidade...
No domingo seguinte, Hershel o pai da loirinha que Daryl transou, esbravejou na missa sobre o Apocalipse se aproximando.
"Não que eu tenha algo contra! Duas mulheres... Que homem nunca..." Daryl engoliu seco. ...Cala a boca, idiota...
...Talvez a mulher na minha frente seja o tal apocalipse...O olhar. O perfume...Eu não consigo desviar o olhar...Parece que meu sangue tá pulsando pra ela...Essa mulher é uma predadora...Tem algo no jeito que ela se move...Tem alguma coisa sombria sobre ela, e eu não consigo desviar...
"Hahahaha!" Carol riu alto. Ela riu sinceramente. "Sapatona? Quão antiquado é isso. Ninguém nunca te disse que não existem fronteiras para o desejo. Nem sexo, para o sexo?" Carol disse no pé do ouvido dele, e observou os pelos do braço dele se arrepiando.
Carol olhou no relógio, já passava da meia noite e meia. Se quisesse se divertir um pouco com esse caipira tinha que sair desse bar, agora.
"Nunca pensei a respeito." Sem querer ser desrespeitoso com a desconhecida, Daryl não diria pra ela que nunca foderia outro cara. Nem morto.
"Hummm" Ela levantou os dois braços se esticando. "De repente me deu um sono...Será que você pode fazer um favor e levar uma dama até o seu hotel?"
"Sim!" Daryl sorriu. Ele entendeu perfeitamente o recado. Ela queria ficar sozinha com ele. ...Finalmente... Daryl não era tão tapado quanto Merle achava que ele era.
Carol viu a vergonha no rosto dele e achou adorável. Daryl devia ter um padrão bem precário, vagabundas, bêbadas, loiras de garrafa. Uma mulher como ela não estava no seu menu ... Um redneck com coração, simplesmente adorável...O sangue deve ser delicioso, mal posso esperar até sentir o gosto na minha boca... Eu não me sinto tão ansiosa e excitada com a caça há tanto tempo.
Obviamente eles nunca chegaram ao hotel.
O Challenger 74 branco de Daryl, parado na estradinha de terra, balançava de um lado para o outro. A estrada estava escura e deserta. Ainda bem, pois do lado de fora se escutava alguns gemidos, mesmo com a musica sexy tocando no rádio do carro.
Os dois lá dentro estavam em uma sessão quente de agarramento, a ponto de embaçar o vidro do carro. Mãos em todos os lugares, beijos em todos os lugares.
Carol e Daryl se beijavam intensamente, rolando e massageando suas línguas, uma na outra. As mãos dela percorriam o peito do homem, desabotoando a jaqueta dele. As mãos dele apertavam os seios e o traseiro dela.
A mão de Carol apertou a virilha de Daryl, sentindo a excitação dele contida dentro da calça jeans. O volante e a marcha do carro estavam atrapalhando. Carol tentou sentar em cima de Daryl, mas seu traseiro acabou tocando a buzina, que soltou um som alto e constrangedor. Mas que se importa? Era madrugada, a estrada vazia, e os dois dentro do carro consumidos pelo desejo. Carol cada minuto mais louca para sentir o gosto do sangue dele.
"Banco de trás... Agora!" Ela sussurrou sem fôlego. Carol só queria mais espaço para fazer o que precisava fazer.
Obviamente Daryl obedeceu. Ele abriu a porta do carro tropicando nas pedras. Carol riu.
O redneck era meio básico no beijo, mas ela tinha 400 anos de experiência de vantagem, ele não. E conforme Carol aprofundava e movimentava a língua, e chupava os lábios, e a língua dele de maneiras diferentes, Daryl aprendia e fazia igual.
Era um bom aluno. E nesse ritmo ia aprender rapidinho como usar a língua perfeitamente lá na parte de baixo.
Daryl sentou no banco de trás fazendo careta, sua calça jeans estava extremamente desconfortável, também pudera, ele nunca tinha tido uma ereção tão grande e tão grossa. Seu pênis estava gritando por socorro, a ponto de explodir, de verdade. Ele ficou meio sem graça ao perceber que não tinha camisinha, mas Carol disse que não podia engravidar e não lhe passaria nenhum tipo de doença, e contrariando todos os conselhos que dava a Merle, continuou em frente mesmo sem proteção. Era uma roleta russa, mas arriscaria, pela primeira vez que transaria assim, pele contra pele.
"Oh Carol!" Com mais espaço disponível, Carol sentou em cima de Daryl no banco de trás do carro, apertando a virilha de Daryl com seu próprio centro. Sua feminilidade quente e pulsante. Os vampiros tinham uma química interessante para esses momentos, era como se seus corpos ficassem hibernando, gelado, durante anos, para aquecer nos momentos de paixão.
"Ahhhh!" Ela rasgou a camiseta dele violentamente, fazendo com que os botões que tinham sobrado jaqueta voassem para todos os lados.
"Me diz o que você quer..." Carol disse isso antes de começar a lamber os mamilos dele, chupando os bicos e trazendo um prazer indescritível. Daryl sempre fez isso com as suas mulheres, mas nenhuma fez isso com ele.
"Oh shit!" Quando Carol mordeu o mamilo direito, e arranhou com as unhas o esquerdo Daryl quase perdeu o rumo. Ele era um homem de quarenta e poucos anos, não um adolescente, devia ter energia suficiente para levar o sexo até o final. Para ambos.
"Você gosta disso?" Carol levantou a cabeça, lambendo seus próprios lábios. Arqueando o corpo para alcançar o zíper do seu vestido. Com uma habilidade admirável, logo ela estava só com o conjunto de calcinha e sutiã de renda preta, e uma cinta liga.
...Uma maldita cinta liga!Essa mulher é o demônio, quer me matar...
"Vem cá mulher!" Daryl se moveu, trocando as posições. Deitando Carol no banco traseiro do carro. Lutando para tirar a calça jeans, sem a mesma graça e mobilidade dela. Carol comprovou exatamente o que tinha sentido, uma enorme ereção que balançou até o umbigo de Daryl, conforme ele jogou a cueca longe.
...Obrigada Senhor... Carol sorriu, ela tinha tirado a sorte grande nessa caçada. ...Eu sabia que algo bom ia me acontecer nessa cidadezinha...
"Eu gosto disso! Você gosta?" Sem pedir muita permissão, Daryl enfiou a mão por dentro da calcinha dela e sentiu seus dedos deslizando, o calor, a umidade. Carol estava pulsando.
"Oh Daryl. Sim..." Ela sussurrou, arrancando a calcinha e o sutiã. "Eu gosto de sexo duro e passional. Eu gosto de quando um homem faz amor comigo, me jogando na cama e me penetra fundo até me fazer perder a cabeça..." Ficando só com a cinta liga, o que deixou o homem ainda mais louco, o pênis dele ficava pulando para cima de tão excitado. Daryl provavelmente tinha um fetiche secreto envolvendo cinta liga, e essas palavras de Carol não estavam ajudando. "Bemm fundoo!"
...Porque logo logo eu vou enfiar meus dentes bem fundo em você também...
"Quero você... Primeiro aqui no carro, depois na minha cama, no meu chuveiro, no meu quintal..."Os dedos de Daryl a estimulavam, um, dois. Quando Daryl chupou o mamilo dela, e mordeu, deslizou mais um dedo para dentro de sua feminilidade.
Carol sorriu, o caipira estava achando que viveriam um romance? ...Bem que ela precisava de um...mas em uma cidadezinha no meio do nada?...
Daryl queria ver essa mulher chegando ao êxtase. Assim como nos filmes de Merle que assistia de vez em quando, começou a estimular o ponto G de Carol, os dedos se movendo de forma até violenta.
Carol se contorcia, com o prazer imenso que estava recebendo. Quando a ponta da língua dura de Daryl tocou seu clitóris, seus olhos azuis acinzentados mudaram de cor. Estimulo demais.
As pupilas dilataram e as íris de Carol agora estavam vermelhas e brilhantes como sangue.
Na escuridão da estradinha mal iluminada Daryl não percebeu, nem os caninos pontudos que estavam aparecendo. "RRRRrrr" Carol rosnou bem alto, quando Daryl foi capaz de fazê-la ter o orgasmo mais forte dos últimos séculos. "Ahhhhhh"Foi tão forte que seus líquidos jorraram para longe, molhando ainda mais o corpo dos dois. Daryl enfiou um dedo no interior de Carol e depois trouxe para sua boca, provando o gosto. O liquido deliciosamente doce , salgado e excitante. Ele precisava deslizar para dentro dela. Ele precisava mergulhar dentro dela.
"Quem é você? Quem é você?" Ele perguntava sem fôlego, enquanto massageava a cabeça de seu membro petrificado de tão duro no clitóris, e na entrada do canal de Carol. O pênis pulsava dolorosamente em antecipação.
"Você! Eu preciso! Me possua agora!...Eu preciso..."Carol não se sentia tão viva. Tão quente e pulsante há tanto tempo. Era como se o fogo estivesse consumindo. Esse homem. Esse caipira meio envergonhado a estava enlouquecendo.
"Ahh...mulher! ahhh..." Daryl penetrou Carol, ele não esperou muito tempo. Carol não era uma virgenzinha seca e toda apertadinha, que tinha que se acostumar com o tamanho do seu membro. Era uma mulher transbordando de desejo, receptiva. Pronta. Ele se sentiu livre, ele nunca antes tinha dado estocadas tão longas, rápidas, fortes, apertadas antes. E o melhor de tudo, essa mulher, essa Carol correspondia cada uma delas.
"Não pare! Naão pare nunca..."Mexendo seu corpo no mesmo ritmo que ele, com o mesmo abandono.
"Puta que pariu..." O desejo dele era tão grande. Daryl sentia como se estivesse derretendo, se desfazendo. Sua pélvis estava tão apertada. O carro balançava de um lado para o outro. Era um sexo sobrenatural que estava acontecendo ali.
"Mais! Mais!" Os gemidos de Carol derretiam seu cérebro. Era como se ela o estivesse queimando com brasa quente. "Raáaapido!" E ambos começara a se mover tão rápido, a ponto de machucar. Arranhões, mordidas, chupões, apertões. Se Carol fosse uma humana provavelmente no dia seguinte acordaria como se tivesse tomado uma surra.
Daryl estava a ponto de atingir o pico, Carol trocou de posição, se levantando e sentando no colo dele, literalmente empalando-se em Daryl.
Carol lembrou-se que precisava se alimentar. Estranhamente não queria cortar o clima, ou fazê-lo fugir, mas ela precisava de sangue. Ainda pulando no colo de Daryl, no ritmo intenso das estocadas, ela o abraçou, após beija-lo intensamente, disse "Olha pra mim..."
"O que?..." Daryl olhou, encantando com os olhos vermelhos brilhantes. Ao perceber um certo pânico no olhar dele, Carol começou a rebolar de um jeito que ela sabia que dava muito prazer a um homem. Ela sentiu o pênis de Daryl no lugar mais profundo, batendo nas suas paredes internas, em uma fricção irresistível.
"Não tenha medo. Eu não vou te machucar...Mas eu preciso de você!" Carol não queria hipnotizá-lo mas era melhor, ela gostava do caipira, não queria fazê-lo sofrer.
Ainda rebolando no colo dele, com a voz mais sedutora possível, vampira passou a sussurrar o que aconteceria a seguir "Eu vou te morder, vou chupar seu sangue, mas você não vai sentir dor. Você vai sentir prazer como nunca antes! Posso?" Ela perguntou, mas não esperou por uma resposta. As pupilas dilatadas de Daryl eram a resposta.
Daryl viu as presas, pontudas, afiadas, assim como as unhas que lhe arranhavam as costas. Ela não era uma mulher comum, ela era uma criatura. Talvez alguma coisa demoníaca... Ele deveria estar em pânico, mas Carol estava fazendo alguma coisa com sua feminilidade, algo tão gostoso que Daryl só conseguia se sentir bem. Deliciosamente bem, ele estava a ponto de explodir dentro dela.
"AHHhh" Carol mordeu o pescoço de Daryl, enfiando seus dentes pontudos na artéria. O sangue jorrou na garganta dela ao mesmo tempo que a semente de Daryl jorrava de seu membro dentro dela. Conforme o canal de Carol o apertava em orgasmo, ele se esgotava. Êxtase, puro êxtase, como nenhum dos dois havia sentido antes.
Daryl apagou, morto para o mundo.
E o sangue dele era delicioso.
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Opa! Kkkkkkkkkk Morreu Daryl?
Falo nada!
Obrigada por ler. O que achou?
Beijos, Chibis .
