TWD NÃO ME PERTENCE.
IMPORTANTE: Fanfic para +18. Personagens fora de caráter original. Obviamente...
Citações que envolvem violência, estupro, palavrões, alusões a lesbianismo, sangue e sexo. Música "AfterDark" do Tito &Tarantula, do filme Um Drink No Inferno. Obvias alusões à True Blood. Godric é o criado de Eric Northman. Entrevista com Vampiro, Lestat, Drácula de Bram Stoker, Underworld e etc. Nada me pertence, é só um conglomerado de coisas que eu gosto + Carol Peletier, que eu amo. Fanfic escrito por pura diversão sem fins lucrativos.
"Carolina"
By Chibis.
Parte 5
Ao virar a esquina estava Hershel Greene.
O homem que parecia papai Noel, não veio trazer presentes. Ele estava com uma carabina na mão, esperando na porta da casa dos irmãos Dixons, pronto para atirar assim que Daryl Dixon descesse do carro.
Merle estava ajoelhado, meio caído no chão da varanda, com um corte na testa e a cabeça sangrando. "Velho desgraçado, me pegou de surpresa!"
Merle colocou a mão na cabeça e quando viu o sangue. Xingou ainda mais. "Filho da puta!"
Daryl estacionou e desceu do veiculo, Carol fez o mesmo.
A vampira olhou para Daryl sem entender exatamente o que estava acontecendo. "Algo me diz que esse é o motivo de você ter ficado preso na delegacia!"
Os dois começaram a caminhar na direção da casa.
"Quer que eu me livre dele?" Ela perguntou. Seja lá quem fosse esse velho, Carol poderia dar cabo dele tão rápido quanto o vento. O velho nem perceberia o que lhe atingiu.
"Não, ele é o pastor!" Daryl sussurrou, levantando as duas mãos em sinal que se rendia, e fazendo sinal para que Carol fizesse o mesmo.
Teatro só para ajudar. "AHH" Carol entendeu imediatamente e levantou as duas mãos.
Carol lembrou, Daryl tinha chacoalhado os lençóis com a filha do pastor. "Hei! Você tá ferrado" Carol sussurrou, rindo baixinho. Ela se lembrou da historia que Merle lhe contou no bar. Realmente a loirinha Beth era uma cilada.
"DIXON!"
Hershel Greene estava vermelho de raiva.
A cidade estava de pernas para o ar.
Todos enlouquecidos, saqueando, fugindo. Matando uns aos outros. A polícia não dava resposta. Glenn, o namorado, não dava resposta e estava tão desesperado quanto.
O pastor revirou a fazendo de cima a baixo atrás de sua filha mais velha e nada. A única coisa que sabia com certeza é que tinha visto Daryl Dixon deixando seu celeiro algumas manhãs atrás.
Ele tinha que começar a dar uma pista de onde Maggie ou ele se esqueceria dos seus ensinamentos como Pastor. "Você vai me dizer onde está Maggie! E você vai me dizer AGORA!"
Hershel levantou winchester 22 que carregava e apontou para Daryl Dixon.
"Eu não sei. Por que eu saberia! O galinheiro é seu, você que cuide de suas galinhas..." Daryl disse com raiva.
Os olhos de Carol rolaram. "Isso é jeito de falar?"
"Desgraçado!" Hershel sabia que não podia matar Daryl senão nunca teria respostas sobre o desaparecimento de Maggie, então virou rapidamente sua carabina e atirou na perna de Merle para mostrar que não estava de brincadeira.
"AHHHH!" Merle se contorceu de dor, segurando fortemente a coxa direita atingida pelo disparo. Ele xingou todo tipo de profanidade. "MALDITO PASTOR DESGRAÇADO!"
"MERLE!" Daryl avançou na direção do irmão.
"EU NÃO ESTOU BRINCANDO!" Hershel gritou levantando a carabina para mais um tiro, dessa vez nas pernas de Daryl Dixon.
"Nem eu..." Em um piscar de olhos Carol estava na frente do pastor. Com uma força descomunal a misteriosa mulher colocou uma mão no pescoço de Hershel levantando-o do chão, o asfixiando ao mesmo tempo. Os olhos de Carol brilhavam na cor vermelha, as pupilas negras super dilatadas eram duas vezes maiores do que um olho normal. A vampira abriu a boca como um lobo feroz mostrando seus caninos pontudos, suas unhas também haviam mudado de aspecto, agora eram afiadas como garras. "Chega! Você não vai ameaçar aquilo que me pertence!" A voz de Carol soou rouca e demoníaca.
"Que porra é essa?" Merle estava perplexo com a mulher de vermelho. Ele tinha se arrastado para perto da porta de entrada da cabana dos Dixons e agora lutava para se levantar. Ele tinha que conter a hemorragia antes que desmaiasse.
"De...demônio!" Hershel estava desesperado, ele como pastor nunca tinha imaginado que estaria cara a cara com uma criatura demoníaca. Ele estava completamente subjugado por Carol que lhe apertava a garganta cada segundo com mais força.
"Carol! Carol..." Daryl colocou a mão no ombro dela, tentando traze-la de volta. O caipira não tinha tanta intimidade assim com ela, então não foi muito na confiança. Mas pelo menos ela não tinha demonstrado desejo de lhe matar... Pelo menos até agora... Talvez ele fosse capaz de impedir que ela rompesse a coluna cervical de Hershel como se fosse um palitinho de dentes.
Daryl nem sabia porque estava intervindo pela vida do pastor, afinal o desgraçado tinha atirado a sangue frio em Merle.
"Carol! Solta ele..." Surpreendentemente a vampira de 400 anos obedeceu ao caipira que tinha conhecido na noite anterior.
Hershel caiu no chão feito um saco de batatas. O velho colocou a mão no pescoço machucado, recuperando o folego e repetindo. "Demônio, demônio, demônio" Insistentemente.
Daryl mal podia acreditar, ele foi capaz de impedir que Carol matasse Hershel... Ele nem sabia o motivo, afinal o velho não estava nem um pouco amigavel.
"Valeu!" O caipira sussurrou exacerbado e correu para a direção de Merle.
Carol se ajoelhou na frente de Hershel, fazendo questão que o pastou visse todas as mudanças físicas de uma vampira furiosa. "Não tente isso de novo!Eu tenho uma politica de não matar humanos, mas não me desafie, minhas próprias regras podem se quebrar com facilidade..."
A vampira se levantou, e com uma força descomunal jogou, literalmente, Hershel para dentro da casa.
O velho voou, passando por Daryl e Merle no caminho, que olhavam embasbacados para Carol.
"Ops..." Ela disse, colocando a palma da mão na frente da boca como uma criança travessa.
"De onde você tirou essa mulher?" Merle disse, enquanto se apoiava em Daryl para entrar na casa.
Hershel Greene era veterinário e serviria para tirar a bala alojada na coxa de Merle. Ele mesmo que colocou, ele mesmo que tire. Carol estava rindo para os irmãos que xingavam um ao outro e se apoiavam para entrar na casa.
De repente ela ficou muito séria, seus ouvidos captaram sons que os humanos ainda não eram capazes de escutar.
"Entrem nessa casa! Fechem todas as portas e janelas, e não abram! Entenderam?"
Carol praticamente empurrou Daryl e Merle, que xingou pela indelicadeza, e fechou a porta abruptamente.
Ela sentia o cheio podre no ar.
... Tyreese, venha até a mim, traga a Tara... É uma ordem...
Carol não gostava de usar seu poder de criadora sobre Tyreese, mas a situação era grave, o cheiro podre que ficava mais intenso e mais perto a cada segundo.
A vampira ouvia os sons de dentro da casa, Hershel, Merle e Daryl estavam discutindo o fato de uma demônia estar entre eles.
Irritada, ela bateu na janela da casa e gritou furiosa. "CALEM ESSA BOCA!" Carol apontou para Hershel. "VOCÊ, VELHO, CUIDE DE MERLE, É UMA ORDEM!"
... Oh Deus, eles parecem crianças...
Com a casa dos Dixons mais silenciosa, Carol pode escutar os sons que surgiam da mata. Eram grunhidos inteligíveis, como murmúrios retardados.
...O sol vai nascer daqui a pouco...
...Se for pra acontecer algo que aconteça agora...
...Vamos lá...
Carol não precisou esperar mais, uma horda de dezenas de mortos vivos apareceu de trás das arvores, desorientados e famintos por carne viva. Ela murmurou para si mesma, preparando-se para a primeira onde de ataques. "Oh Oh... Eu e minha boca...Em 400 anos você não aprendeu que não deve desafiar o destino Carolina Peletier?"
Carolina avançou, usando todo seu poder e força sobrenatural, o massacre que se seguiu fazia a lembrar da idade média e as batalhas épicas contra uma legião de lobisomens.
Como se ela dançasse no ar, cabeças, braços e pernas voavam para todos os lados, conforme suas garras afiadas funcionavam como laminas para retalhar a carne morta dos walkers.
O problema é que Carol estava sozinha. E enquanto ela matava dezenas pela frente, suas costas e a casa estavam desguarnecidas.
Do canto do olho ela notou pelo menos uma dúzia de mortos vivos batendo na janela da casa, desesperando Daryl, Hershel e Merle lá dentro. "OH MERDA!" Carol escutou Daryl gritar quando um walker foi capaz de arrebentar o vidro e se jogar para dentro da sala.
"Droga!" Carol suspirou, quanto mais ela matava, mas eles apareciam. "Estão brotando do chão?" A vampira queria chegar até o interior da casa pois vários walkers perceberam que a janela quebrada era um grande oportunidade para conseguir uma refeição fresca.
Uma voz masculina, grave e grossa lhe trouxe um alivio.
"Chamou?"
Era Tyreese, passando pela multidão de walkers, matando vários de uma vez só. Ele levantou uma ferramenta para o alto. Era um martelo, completamente banhado de sangue. "Te lembra alguma coisa?"
"Hmm!" Carol sorriu positivamente para Tyreese, a preferência dele por martelos para matar era algo realmente peculiar. Foi o mesmo instrumento que ele usou para matar seus algozes décadas e décadas atrás.
"Oh, mas que cacete tá acontecendo aqui?! Todas as pessoas da cidade se transformaram nessas coisas nojentas!" Tara apareceu logo atrás de Tyreese, ela tinha um facão igualmente manchado de sangue.
"Droga!" Os olhos vermelhos de Carol se arregalaram. ...todas as pessoas da cidade?...
Carol não tinha como ajudar todas as pessoas da cidade, mas ela tinha como ajudar os três caipiras dentro da casa.
A vampira deu um chute na porta, e imediatamente ela estava na sala.
Daryl tinha um crossbow, um arco poderoso em suas mãos e soltava flechas certeiras na testa de um dos mortos vivos que invadia a casa. Merle lutava para se defender, mas sua perna sangrando era o aperitivo perfeito para os walkers que pulavam em cima dele como um cachorro faminto devorando um pedaço de picanha suculenta.
Hershel tinha a feição de puro horror e desespero, ainda mais que as balas de sua carabina tinham chegado ao fim. Novamente como se dançasse no ar, Carol foi capaz de matar cinco walkers de uma vez só, e faze-los voar pela janela de onde tinham vindo.
Um silêncio interessante e assustador se seguiu.
Carol ficou olhando para a janela por alguns segundos, percebendo as alterações no ar. Não havia nenhuma ameaça iminente por enquanto, então a vampira voltou a sua aparência humana.
"Carol, o sol vai nascer... O que a gente vai fazer?" Tyreese apareceu na porta, banhando em sangue da cabeça aos pés, assim como Tara e a própria Carol.
"Alguém pode me explicar?" Vencido, Hershel se ajoelhou no chão, a Winchester 22 caiu de sua mão. O idoso tremia e chorava. Seu rosto vermelho. "Minhas filhas, minhas filhas... Deixei Beth sozinha... Oh Deus!"
"Eu já vi isso antes... Necromantes... Voodo... Chame como quiser... Bruxos capazes de manipular os mortos... Mas dessa vez parece algo biológico... Como um vírus, ou algo assim... É uma praga!" Carol exclamou, virando-se para os presentes. Todos os olhos estavam nela, implorando por uma resolução do que deveria ser feito, afinal com 400 anos se ela não soubesse o que fazer, ninguém mais saberia.
"Carolina, a cidade foi tomada... Os humanos estão sucumbindo rapidamente..." Tyreese não queria trazer ainda mais pânico, mas precisa ser dito.
"Sem humanos..." Tara suspirou assustada, como se tivesse chegado a uma conclusão assustadora. "Isso quer dizer que nossa raça também está ameaçada não é?"
"Sim Tara!" Carol explicou que a conclusão da jovem vampira estava correta. " Precisamos defender o maior número de humanos possíveis... Ou também morreremos de fome!"
"Wow... quer dizer, de um jeito ou de outro não passamos de alimento! Grande!" Merle disse sarcasticamente, contorcendo o rosto de dor. Como ele sobreviveria com a perna daquele jeito? Merle se tornaria um estorvo, e tudo por causa do surto do pastor.
"Carol... Você não pode fazer aquela sua coisa lá? Como fez comigo?" Daryl ficou um pouco vermelho.
"Hmm como fiz com você? Aqui na frente de todo mundo?" Carol sorriu para o caipira, entendendo perfeitamente o que ele estava pedindo. Ela se abaixou na frente de Merle, delicadamente cortou o próprio pulso com uma unha, um filete de sangue escorreu.
A vampira ofereceu para Merle. "Bebe isso rapaz... Eu vou precisar da sua ajuda..."
Merle só queria parar de sentir dor. Ele nem pensou que aquilo era nojento, afinal já tinha visto e feito coisa pior. Imediatamente ele lambeu o sangue da vampira e sentiu uma satisfação quase sexual conforme sua ferida cicatrizava.
Daryl não gostou muito de ver seu irmão agarrando o braço de Carol e gemendo como se estivesse fazendo sexo. "Hei cara, chega! Já deu!" Ciumento Daryl se lembrou que Merle provavelmente teria sonhos envolvendo Carol, e isso o enfureceu. "CHEGA PORRA!" Daryl chutou a perna recém-cicatrizada do irmão, fazendo-o parar de beber o sangue de Carol.
"Não se preocupe, eu não vou provar o sangue dele... Meus pensamentos são seus." Carol se levantou, sentindo uma certa satisfação por ser o objeto de ciúmes e desejo dos irmãos Dixons.
Hershel fazia cara de quem ia vomitar com a cena toda. Essas pessoas bebendo sangue uma das outras... A carnificina de pedaços de gente espalhados por todos os lugares... Aquilo não era obra de Deus...
"Eu...Eu vou voltar para a fazenda, minha filha... Minha filha está sozinha! E se uma horda dessas invadir a casa!"Carol caminhou até a porta.
Tyreese a seguiu. Ele parou ao lado de Carol e colocou uma mão no ombro dela para chamar sua atenção.
...Daqui uma hora sol vai nascer ...
...Eu sei, precisamos de abrigo... A cidade é inviável?... Carol perguntou mentalmente.
...A cidade não existe mais... Tyresse respondeu do mesmo jeito.
...Você acha que aconteceu no país todo?...
...Sim... Veja como essa coisa se espalha com rapidez... Precisamos ficar afastados das grandes cidades Carolina. Quanto maior a população, mais chance dessas coisas se multiplicarem...
...Essas noites não têm tempo para mais nada. Amanhã vamos atrás de outros humanos sobreviventes... Antes que outro clã de vampiros aparece por aqui com a mesma intenção...
...Carol, você tem noção de que vai ter que alimentar e dar um abrigo seguro para essas pessoas?...
...Sim, Tyreese, mas sem os humanos estaremos condenados...E eles também precisam aprender a sobreviver, como eu disse, só podemos ajudar durante a noite...
...Pois bem...
A conversa mental terminou, e a vampira olhou para a lua cheia enorme no céu, depois para a terra, que mais parecia um tapete de sangue podre e corpos retalhados...
Ela olhou para si mesma dando-se conta de que ainda estava vestida como sua esvoaçante camisola de seda, agora totalmente manchada de sangue. "Vamos todos para essa tal fazenda! Essa casa não é mais segura! A janela e porta estão destruídas... E como eu disse, nós vamos proteger o maior numero de humanos que for possível! Eu, Carolina Peletier prometo..."
Daryl Dixon imediatamente estava ao lado de Carol, destemido com seu crossbow nas costas. "Hei gata! Que tal andar na minha moto agora?!"
"Hmm! Vamos! Mas vai ter que ser bem rápido, logo eu estarei morta para o mundo..." Carol piscou para ele. Algo nesse caipira a fazia se sentir pulsante. Viva e quente.
Tyresse, Tara, Hershel e Merle o seguiram no carro de polícia, em uma viagem extremamente desconfortável até a fazenda da família Greene.
^^
Continua...
^^X
Prevejo Carol kicking some vampire ass in the future to protect her little humans…
Ehhh... Eu ainda estou aqui!Desculpe a demora, eu tive problemas pessoas muito sérios nesses últimos tempos, mas meus fanfics não estão esquecidos.
Obrigada pelos reviews, vcs são meus anjos... trazem um enorme sorriso no meu rosto toda vez! Salome Fernando, Debs, Guest, Dianah, e querida Andressa obrigada!
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