E a maratona de atualizações continua... Enquanto eu tiver tempo livre vou atualizar, ok?
TWD NÃO ME PERTENCE.
IMPORTANTE: Fanfic para +18. Personagens fora de caráter original. Obviamente...
Citações que envolvem violência, estupro, palavrões, alusões a lesbianismo, sangue e sexo.Música"AfterDark" do Tito &Tarantula, do filme Um Drink No Inferno. Obvias alusões à True Blood. Godric é o criado de Eric Northman. Entrevista com Vampiro, Lestat, Drácula de Bram Stoker, Underworld e etc. Nadame pertence, é só um conglomerado de coisas que eu gosto + Carol Peletier, que eu amo. Fanfic escrito por pura diversão sem fins lucrativos.
Como eu disse, é fanfic +18 anos, esteja ciente!
Carolina
Parte 07
Por Chibis
Daryl dirigiu a Cherooke vermelha de Rick na direção da cidade, enquanto Carol procurava no mapa a localização de Woodbury. Infelizmente a noite passava rápido demais, e ela tinha que ter tudo mais ou menos organizado antes de agir.
Carol sabia que não podia simplesmente invadir uma cidade dominada por vampiros em pleno apocalipse zumbi sem ter um bom plano antes.
Sim, ela era uma "anciã", provavelmente daria conta do Governador, mas ela era apenas uma anciã. Não podia estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Tara era jovem demais, seria morta facilmente pelo Governador. Tyresse teria que dar conta dos asseclas e resgatar as garotas sequestradas... No entanto sem pelo menos espiar a tal cidade antes, não dava pra bolar um bom plano de invasão. Não sem antes saber quantos vampiros exatamente o Governador tinha em seu clã.
Carol sabia por experiência própria que quando os vampiros viviam em um "ninho" eles se tornavam mais perigosos, violentos e perdiam as reminiscências de humanidade que ainda possuíam em seus interiores. Maggie, Sofia e as outras garotas provavelmente estavam passando por maus bocados.
Os dedos finos e a luz da lanterna foram passando por cima das rotas marcadas no papel.
"Aqui está Woodbury ! São pelo menos duas horas de viagem..."
Tara, Merle e Tyresse que estavam no banco de trás espremidos de forma desconfortável reclamaram. "Não vai dar tempo... Nós teríamos que sair direto da fazenda para Woodbury."
"Eu sei..." Carol guardou o mapa dentro do porta luvas do carro. Ela apagou a luz da laterna e o carro ficou totalmente escuro.
"Vamos avançar?" Daryl perguntou, desligando os faróis do carro, acelerando o carro devagar para que o veiculo não fizesse muito barulho ao entrar na cidadezinha em que moravam.
A rua central da pequena cidade do Oeste da Geórgia estava deserta e silenciosa.
Carol balançou positivamente a cabeça. "O que resta esta noite é pegar o remédio para a criança... Merle, você sabe onde fica a loja de armas da cidade?"
"Claro!" Merle sorriu, entendendo que seria útil de alguma forma. Ele estava louco por um pouco de ação.
A vampira olhou para Daryl, como se buscasse a aprovação dele para soltar seu irmão mais velho no meio de uma cidade infestada por zumbis.
"Rhrr! ok" Daryl apenas rosnou positivamente.
Merle sabia se cuidar, sempre soube. Melhor que o próprio Daryl na verdade...
Carol então passou a explicar as missões. "Ótimo. Vamos deixar Merle e Tara na loja de armas... Pegue tudo que puder e o máximo de munições também... Quanto mais poder explosivo melhor... Se é que me entende..."
"Ok!" Tara só podia esperar que Merle se comportasse, caso contrario, ela o chuparia feito um copo de refrigerante do Mcdonalds.
"Ty, você pode dar uma geral na cidade? Procurar por pessoas precisando de ajuda?" Carol perguntou para o grandão. "E claro, precisamos de um veiculo maior..."A vampira sabia que eles precisavam de um carro maior e mais robusto. "Quem sabe um caminhão forte!" Carol sorriu.
"Sim!" Tyreese sorriu de volta. "Gosto do jeito que você pensa... Um caminhão forte todo adaptado seria perfeito para resgatar as garotas..."
"Ótimo. Eu e Daryl vamos até o shopping local. Preciso de roupas e achar o remédio do Carl... Qualquer problema é só me chamar... Pense em mim, eu vou até você... Acredito que umas duas horas é tempo suficiente pra resolver tudo..." Carol percebeu que tinha compartilhado seu sangue com todas as pessoas que estavam dentro daquele veiculo, inclusive Tara. Isso significava que ela tinha um elo com cada um deles, a comunicação ficaria fácil em um mundo sem aparelhos de celular.
O grupo estacionou a cherooke vermelha na rua central da cidade. Aquele era ponto de encontro do quinteto.
Rapidamente e silenciosamente cada um deles seguiu para sua própria missão.
O shopping local consistia em um pequeno boulevard de 20 lojas em um prédio térreo.
O local estava escuro e silencioso. A parte de trás e as saídas de emergência pareciam trancadas. No entanto, Carol não teve o menor problema em quebrar um enorme cadeado que prendia a corrente que fechava duas portas de vidro.
Em questão de segundos, Carol e Daryl estavam dentro do prédio. "Shh!" Ela fez sinal para que o caipira ficasse quieto.
Daryl levantou seu crossbow, mas era difícil enxergar qualquer coisa. Ele pensou em acender a lanterna, mas Carol o impediu, atrairia os zumbis.
"Deixe comigo!" A vampira sussurrou baixinho. Fazendo sinal para que Daryl ficasse parado ali, perto da porta de vidro.
Carol deu alguns passos no corredor escuro, tentando escutar os sons que o humano não conseguia entender.
Ela olhou para trás, na direção de Daryl e sorriu "Achei!". Rapidamente seus olhos ficaram vermelhos, e a vampira desapareceu na escuridão do shopping de forma assustadora.
Se ela não estivesse no seu time, Daryl teria medo. Muito medo.
Daryl ficou sozinho na porta do shopping escuro. Crossbow na mão, carregado e apontado para frente.
Com a mesma velocidade que sumiu, Carol reapareceu.
Ela limpava as mãos sujas de sangue em uma toalha branca. "Tudo certo, pode vir..."
Daryl apenas meneou a cabeça dando a entender que tinha voltado a respirar novamente. Ele estava segurando o ar nos pulmões e nem tinha percebido.
A vampira acendeu a lanterna finalmente e começou a caminhar para o interior do shopping, Daryl percebeu pelo menos cinco corpos de zumbis retalhados, jogados no chão do piso de granito.
Nas enormes placas de propaganda que garantiam 35% de desconto "somente naquele dia" um jato de sangue estava espalhado de forma macabra.
O caipira realmente estava feliz pela vampira estar jogando no seu time.
"Ali!" Carol apontou a lanterna para a farmácia. Rapidamente os dois invadiram o estabelecimento. Rapidamente a luz da lanterna passou pelos diversos rótulos, até encontrar o antibiótico. "Na dúvida eu vou levar todos... Ampicilina, Cilastatina, Ciprofloxacina e Piperacilina..."
"Ok!" Daryl começou a jogar todas as medicações dentro de uma mochila que haviam trazido. Ele pegou também medicações para febre, dor de cabeça e para curativos.
"Certo, agora vem... Tem uma loja lá no fundo que me interessa!" Carol praticamente puxou Daryl para fora da farmácia.
O caipira olhou para ela sem acreditar, seus olhos rolaram nas orbitas! "Eu não acredito que você vai escolher roupa no shopping em uma situação dessas! Mulheres!"
A vampira o repreendeu "Shh...Quieto!"
Carol o arrastou para uma grande loja no fim do corredor, era uma loja de departamentos. Tinha roupas femininas, acessórios, e produtos de cama, mesa e banho. "Wow! Que bota linda!" A luz da lanterna de Carol parou em uma bota exposta na vitrine, realmente era muito bonita e útil para os dias que eles estavam vivendo. Não que Daryl fosse admitir isso em voz alta. Sem cerimonia Carol deu um soco na vitrine, e arrematou a bota, e a roupa que acompanhava o look da manequim. A velocidade dela era impressionante.
"Bem, eu não vou vestir agora porque seria perda de tempo... Teria que arrancar de qualquer jeito..." Carol piscou para Daryl, mesmo no escuro ele pode entender os movimentos dela, mas não o que ela queria dizer com isso.
"Que?" O caipira fez cara de "Hã?"
"Eu falei duas horas, a gente nem gastou dez minutos... O que você acha que nós dois vamos ficar fazendo com todo esse tempo extra?" Carol sorriu.
Ela tinha escolhido saquear a loja de departamento justamente por se tratar de cama, mesa e banho... E tinha um enorme e confortável cama que servia de mostruário bem ali, pertinho deles.
"Oh!" Daryl entendeu finalmente e ficou vermelho feito um pimentão.
Sem aviso, Carol o jogou em cima da cama. E com movimentos rápidos que só uma vampira possuía, começou a arrancar a roupa do caipira, arrebentando os botões da camisa surrada. Não importava, a loja contava com um seção inteirinha de camisas como aquela.
"E se alguém aparecer?" O cérebro do tímido caipira ainda tentava raciocinar alguma coisa. Mas a língua de Carol rodeando seu mamilo direito, fez com que ele se calasse.
"Eu convido pra participar..." Carol brincou. Sugando e mordiscando o mamilo do pobre caipira.
"Rhhrrr" Daryl rosnou bravo. Ele não queria ninguém se metendo entre eles. Carol era sua... Só sua... Mesmo que ela não soubesse disso.
O caipira colocou as palmas das mãos no traseiro da mulher sentada em sua barriga e apertou, com mais força do que o necessário. Outra mulher teria se encolhido, mas Carol não. Ela gostava de brincar pesado.
Com bastante confiança, Daryl puxou os dois lados da camisa que Carol vestia, fazendo os botões voarem. Ela mesma disse que ia trocar de roupa, não disse? O problema é que ele não conseguia enxergar nada naquela escuridão da loja fechada, e ele queria muito enxergar aquela deusa prateada quase despida sentada sobre sua barriga, rebolando sensualmente seu centro quente e pulsante sobre sua ereção crescente e contida pela calça jeans.
"Liga essa porra de lanterna... Eu quero te ver..." Daryl surrussou, torturado pela língua de Carol lambendo seu pescoço e o sensível lóbulo de sua orelha.
"Que exigente!" Carol brincou, mas obedeceu. Ela alcançou a lanterna, e a ligou em um pequeno criado mudo que ficava ao lado da cama do mostruário. O feixe de luz passando pelo corpo de Carol criou um clima extremamente sensual.
"Ahgh" Daryl resmungou ao sentir uma fisgada bem forte em sua masculinidade. Seu membro estava rijo e precisava de liberdade. A calça jeans o apertava de forma incomoda, quase dolorosa.
"Calma, eu tô chegando lá..." Carol não era santa, ela gostava de tortura. De proposito ela começou a rebolar em cima do membro de Daryl.
"Rhhhhh... Meu Deus! Tá me matando aqui mulher!" As palmas das mãos de Daryl voaram automaticamente para os seios de Carol, contidos pelo sutiã cinza escuro de renda. Com as digitais dos dedos médios e indicadores, o caipira começou a apertar os mamilos por cima da maldita renda, o que fez com que Carol jogasse a cabeça para trás e gemesse.
"Ahhh!"
Daryl se levantou com Carol ainda sentada em sua de sua cintura. Ele a abraçou com força e partiu para beijos de tirar o folego. Labios, línguas e dentes se procurando com sofreguidão. O caipira foi capaz de arrancar de vez a blusa de Carol e o infame sutiã rendado.
A boca de Daryl estavam imediatamente nos mamilos da mulher, beijando-os da mesma forma que a beijava na boca momentos atrás.
Daryl se mostrou mais versátil do que Carol previa, uma mão muito esperta já tinha baixado o zíper da calça dela, e invadia a calcinha da vampira, a procura do lugar mais quente e pulsante da anatomia feminina.
Excitada, Carol se levantou, ficando em pé na frente de Daryl. A calça foi arrancada e arremessada para longe com rapidez impressionante. Sem permitir que Carol se ajoelhasse na sua frente novamente, Daryl a puxou para perto, ficando cara a cara com a feminilidade pulsante da vampira.
As mãos de Carol seguravam a cabeceira de cama, enquanto Daryl segurava o traseiro dela com as duas mãos, e sua cabeça se afundava na intimidade de Carol. O caipira agora a beijava, mordiscava e lambia como se estivesse beijando sua boca.
"Ah ah ah!" Carol começou a gemer alto, muito alto, os sons de sua boca ecoavam por todo o shopping. Seus joelhos ficaram bambos, ela não conseguia mais ficar em pé na frente de Daryl, e o caipira não largava seu traseiro, pelo contrario, ele a pressionava ainda mais contra sua boca. A língua de Daryl entrou em seu canal, seguida pelos dedos grossos, rústicos e cheios de calos. Daryl começou a movimentar seus dedos para dentro e para fora do canal de Carol de um jeito tão intenso que sons molhados ficaram altos e invadiram a loja de departamento. O canal da vampira começou a pulsa, quente e incontrolável. Quando um orgasmo a atingiu, Carol jogou a cabeça para trás, a força foi tanta, que suas mãos arrancaram a cabeceira da cama fora do lugar.
"Grhhh" Carol estava louca, como um animal selvagem. Ela jogou a cabeceira de ferro da cama para longe, fazendo o metal se chocar contra a prateleira de vidro. Os sons dentro do shopping pareciam de uma grande briga de vândalos.
A vampira, agora com olhos vermelhos, se ajoelhou na frente de Daryl, que tinha a boca e o rosto molhados por seu orgasmo, e arrancou, com unhas compridas, o resto da roupa que tinha sobrado no corpo do caipira.
Em questão de segundos, Carol tinha o membro de Daryl dentro de sua boca. Robusto, rijo, pulsante. A pele macia e escorregadia envolta por sua língua igualmente quente. Carol o engoliu até onde aguentava, até a cabeça bater no fundo da sua garganta, o que lhe causou uma breve sensação de náusea. Ao invés de solta-lo, Carol segurou o membro de Daryl em sua garganta, por diversos segundos e começou a sugar, como um bebê sugando uma chupeta. Ela não precisava de ar como as outras humanas, e sabia que esse movimento trazia um prazer indescritível para um homem.
"AHHH CAROL! PELO AMOR DE DEUS!" Daryl segurou os cabelos acinzentados da vampira com mais força do que o normal. Em outra mulher ele nunca faria isso, mas Carol parecia não se importar...Ela gostava quando Daryl usava a mão pesada.
Segurando o couro cabeludo de Carol, o caipira fez com que a cabeça da vampira fosse para frente e para trás. E ela permitiu isso.
Era incrível.
Era como se Carol permitisse que Daryl assumisse o controle, quando na verdade era ela quem calculava tudo.
A língua de Carol raspando no ponto exato do buraquinho em cima do membro fez com que Daryl se desmanchasse. Ele tentou se controlar, mas acabou despejando sua semente quente dentro da boca da vampira.
Carol finalmente o soltou. Ela jogou seu corpo para trás, com a boca totalmente aberta. Recuperando o folego, que ela nem precisava ter gastado. Deliberadamente a vampira usou a linga para limpar os lábios e engoliu de forma ruidosa e provocadora, para delírio de Daryl.
"Pode continuar assim rapaz... Isso não acabou não..." Carol apontou para o membro de Daryl, ainda cheio, robusto, pronto para continuar.
A estamina do caipira enlouquecia a vampira.
"Não... não acabou mulher!" Surpreendentemente, Daryl se levantou, e a empurrou para o meio da cama. Talvez fosse o sangue da própria Carol compartilhado duas noites antes, mas o fato era que ele estava com energia e força de sobra para aquela atividade.
Como Carol estava ajoelhada, seu corpo caiu para frente na cama, ficando em uma posição de quatro. Daryl se ajoelhou também atrás dela, sua mão rustica percorreu a coluna vertebral da vampira, até chegar na nuca. Com um movimento firme e rápido, o caipira empurrou a cabeça dela para o travesseiro.
Carol entendeu, e abaixou a parte superior do corpo, ficando com o traseiro empinado para o deleite de Daryl. "Quer meus braços também?" A vampira perguntou de forma passiva, colocando os dois braços para trás, como se estivesse se rendendo, pronta para ser algemada.
"Humm" Daryl riu. Um riso masculino, satisfeito, ligeiramente perverso e safado.
As mãos de Daryl seguraram as mãos de Carol em suas costas, enquanto ele a penetrava com tanta força e volúpia que o casal quase foi jogado para fora da cama. Carol estava enlouquecida, eles estavam grudados como dois animais no cio. O sexo ficava cada segundo mais intenso, rápido e bruto.
Assim como Carol permitiu que Daryl fosse o mais fundo possível dentro de sua garganta, o caipira ia o mais fundo possível dentro de seu canal, batendo de forma quase dolorosa no colo de seu útero.
Ah Carol se sentiu viva. Quase humana, apesar dos olhos vermelhos, das unhas afiadas e dos caninos pontudos.
Daryl estava a ponto de despejar novamente sua semente no interior de Carol, mas ele queria fazer algo por pela vampira.
Então se retirou de Carol, a cabeça de seu membro tão rijo e instigado que bateu na altura de seu umbigo, enquanto Daryl fazia Carol se virar na cama para penetra-la de frente.
Ele queria olhar nos olhos dela.
O caipira queria compartilhar seu sangue uma vez mais. "Me morde!"
"Eu não preciso..." Realmente Carol não precisava, ela ainda estava satisfeita com o sangue de dois dias atrás... Ela não queria viciar no sangue de Daryl, embora soubesse que já estava perdida.
"Eu tô mandando!" Daryl disse ao penetra-la bem fundo. As pernas de Carol enlaçaram a cintura do caipira.
Carol riu alto. "Exigente você!" Mas obedeceu ao caipira, seus caninos pontudos perfuraram a pele da garganta. O sangue arterial jorrou deliciosamente para dentro da garganta da vampira. Ao mesmo tempo que o gozo de Daryl Dixon jorrou quente, pegajoso e substancioso para o fundo do seu útero.
Ambos podiam enxergar pequenas estrelas explodindo na escuridão de suas pálpebras fechadas. O sangue bombeava tão forte dentro das veias e artérias do crânio de Daryl, que o caipira sentiu um leve dor de cabeça.
Disposta a não sugar mais do que o necessário, Carol tirou seus dentes de dentro da artéria. Em seguida furou seu próprio dedo e passou a gota do seu sangue de 400 anos para cauterizar a ferida de Daryl.
O caipira caiu por cima dela, ambos esgotados... "Você está proibida de sair em uma missão com qualquer outra pessoa..."
Carol riu alto...Cada segundo que passava ela gostava mais e mais dessa caipira tímido e desajeitado. "Possessivo você hein..."
"Hurrr!" Daryl rosnou alto incoerente, caindo em um sono profundo em cima de Carol.
A vampira o deixaria dormir uns quinze minutos, ela tinha certeza de que às duas horas estavam quase acabando...
Carol sorriu enamorada. "Ok...15 minutos... Espero que a Tara ainda não tenha matado seu irmão..."
"Hmm" Daryl estava derrotado.
Carol começou a fazer carinho nas costas nuas de Daryl, feliz por ter tido esse momento a sós. A noite seguinte ela enfrentaria o Governador para recuperar as garotas sequestradas, e tinha certeza de que faria isso sem Daryl por perto... Ela nunca arriscaria a vida dele...
Principalmente porque sabia que o Governador perceberia seu coração de 400 anos voltando a bater dentro do peito por causa de um caipira.
Continua...
Obrigada pelo review querida Salom!
Espero que tenham gostado desse lemon bobinho ^^ Me digam por favor...
Até o próximo... Chibis.
