Título: A love for life (Um amor para toda a vida)

Autora: Mayte

Classificação: Livre

Spoilers: Eram longínquas as afinidades que os poderiam aproximar. Ele, o filho de uma família rica, a tentar aproveitar o máximo a liberdade que a pequena cidade de Brington, na Inglaterra, lhe proporciona antes do ingresso na universidade. Ela, a filha de uma rica e tradicional família, está longe de ser a adolescente típica, nasceu com os flashes das cameras a sua volta e é muito responsável. Mas o amor é clarividente, capaz de ver alianças nas mais gritantes disparidades e, Bella têm apenas 16 anos e Edward 17 eles iram se apaixonar. É uma história tocante, sobre a descoberta da natureza mais profunda da beleza, da alegria e da generosidade, da dor da perda, e sobretudo, da força transformadora do primeiro amor.

* São todos humanos

* São todos muitos ricos, principalmente a "elite".

* A história se passa em Brighton, esta cidade existe.

* O Colégio é criação minha tal como a farda.

* Estou me baseando numa história que eu ouvi, em experiencias ao longo da vida e criação da minha cabeça.

* É narrado apenas por Edward

Disclaimer: Personagens pertencem a Stephenie Meyer, fic sem fins lucrativos

Dedicatoria: Quero dedicar aos meus fieis amigos do Orkut, fanfiction e meus amigos que acompanham sempre minhas fic há muitos anos atrás como Tepes, Nina, Jta, Ed…

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Capitulo 2 – Dia teatral

Hoje eu teria minha primeira aula de Biologia e de Teatro, fora estas duas disciplinas eu ainda tinha Historia que ainda não tinha aula, o resto eu já tinha começado a tortura. E logo como sempre eu estava atrasado… o meu despertador não tocou, ou melhor tocou mais eu lhe dei um murro e o parti.

Entrei rapidamente na sala onde estavam apenas os alunos, pelo visto o despertador do professor também não havia tocado, observei a sala e todos tinham par quer dizer menos um rapaz cheio de borbulhas e com ar de estúpido que eu não ia manchar minha reputação que eu ainda estava tentando ter me sentando ao seu lado, olhei mais a frente e vi Bella sentada distraidamente e olhar a janela, seus cabelos estavam soltos e mais ondulados, ela usava uma faixa preta com detalhes brancos que lhe dava um ar de boneca de porcelana, aproxime-me dela eu sabia dos avisos de James para não irritar a "elite" mais eu queria conhece-los ou melhor conhecer Bella.

- Olá, será que posso me sentar ao seu lado?

Ela deu-me um leve sorriso

- Claro, estejas a vontade. – Sentei-me rapidamente e ela olhou melhor para mim – eu sou Bella e você é?

- Eu sou Edward… Edward Masen.

- Masen? Por acaso seu pai é o advogado Edward Masen?

- Sim. Conhece-o?

- Meu pai está fazendo um negócio e ele está a tratar da papelada.

Bem seria novidade eu saber algo dos negócios do meu pai, ele vivia mais na rua do que em casa…

- Infelizmente ele nunca me falou de si.

Bella abaixou o rosto e depois olhou para mim

- Pois ele não, mais tenho certeza que o colégio já deve ter lhe dado uma lista completa de quem eu sou.

- Sim, vocês são muitos conhecidos aqui é estranho não ouvir falar.

- Bem espero que os alunos tenham lhe recebido bem, e que estejas gostando da cidade.

- Sim agora estou.

Bella deu-me um ligeiro sorriso e olhou para porta onde estava entrando o nosso professor de Biologia, eu nunca tinha paciência para Biologia mais a parti de hoje minha aulas não seriam as mesma.

Depois da aula de Biologia, Bella arrumou calmamente suas coisas, ela era sempre tão delicada que lhe dava um ar de frágil e que me fazia vontade de protege-la, mais eu não sabia do quê.

- Bem espero que gostes do colégio, se precisares de algo é só falar comigo. – Começamos a sair e ela me deu um lindo sorriso, logo a frente estava seus amigos que olhavam com um ar desconfiado para mim principalmente Emmett que parecia que queria avançar para cima de mim. – Até a próxima aula Edward.

- Até…

Fiquei ali parado observando eles saindo dos corredores, por onde eles passavam as pessoas saiam da frente parecia mais que estavam gravando um filme e os populares estavam a passar, era tudo mesmo em camera lenta que me fazia admirar a situação. No meu antigo colégio eu era muito popular, mais nunca cheguei a ser assim como eles.

- Hey Edward, planeta terra chamando Edward. – Olhei a minha frente e estavam James e Victoria com um sorriso debochado no rosto – então estavas a pensar em algo que preste?

- Hum, estava apenas pensando na próxima aula nada demais.

- Eu vi que estavas falando com Bella, ela é simpática, certo?

- Sim Victoria, mais Emmett olhou para mim como se fosse avançar.

James e Victoria começaram a rir, onde é que estava a piada?

- Emmett é muito protector com as meninas, principalmente Bella… mais não se preocupes, Bella sendo simpática contigo e não a chateares não corres nenhum risco. - Disse James divertindo da minha situação

- Bem eu tenho de seguir para a próxima aula, juízo os dois.

No colégio St. Matthew havia um professora de artes chamada Esme e ela escreveu uma peça chamada O anjo de Natal, na verdade a peça em si não é tão má. Era, basicamente a história de um homem que tinha perdido a mulher há alguns anos. Esse homem, Benjamin Davies, era muito religioso, mas teve uma crise de fé depois de a sua mulher ter morrido ao dar à luz. Benjamin Davies acaba por cuidar da filha sozinho, mas não é o melhor dos pais. Surge um Natal em que a menina quer mesmo uma caixinha de música especial com um anjo gravado na tampa, que ela vira num velho catálogo e cuja fotografia havia recortado. Durante muito tempo, o homem procura o presente por todo o lado, mas não o consegue encontrar em lugar algum. Chega então a véspera de Natal e ele continua à procura, e enquanto está na rua a olhar para as lojas depara com uma mulher estranha que nunca tinha visto e que promete ajuda-lo a encontrar o presente para a filha. Primeiro, porém, ajudam um sem-abrigo, depois passam por um orfanato para visitar algumas crianças, em seguida visitam uma mulher velha e sozinha que queria apenas uma companhia na véspera do Natal. Nesse ponto da história, a mulher misteriosa pergunta a Benjamin Davies o que deseja de Natal e ele responde-lhe que quer a sua mulher de volta. Ela leva-o ao chafariz da cidade e diz-lhe que olhe para a água, pois ali encontrará o que procura. Quando ele olha para a água, vê o rosto da sua filhinha e desata a chorar ali mesmo. Enquanto isso, a mulher misteriosa desaparece e Benjamin Davies procura-a mas não consegue encontrar. Por fim, dirige-se a casa. As lições que aprendera durante o dia davam-lhe voltas á cabeça. Entra no quarto da filha e a sua figura adormecida fá-lo perceber que ela é tudo o que lhe resta da mulher. Começa a chorar de novo, pois sabe que não tem sido um bom pai. Na manhã seguinte, como por magia, a caixinha de música surge debaixo da árvore de Natal e o anjo gravado na tampa parece exactamente a mulher que vira na noite anterior.

Assim, de facto, a peça não era tão má. Para dizer a verdade, as pessoas vertiam rios de lágrimas sempre que a viam. A verdadeira inspiração nesta peça foi a família Swan, Renee mãe de Bella era cinco anos mais nova que Charlie, teve três abortos espontâneos antes de Bella nascer, e por fim morreu ao dar á luz, deixando Charlie viúvo e com uma filha para criar sozinho.

As pessoas já sabiam disso, mesmo antes de a peça ser levada à cena. Era uma daquelas histórias que se ouviam sempre. Todos a conheciam, e é por isso, que penso eu, que tantas pessoas se emocionavam sempre que assistiam à representação de Natal. Reconheciam-na como algo baseado na vida real, o que lhe dava um significado especial.

Bella já tinha sido escolhida para interpretar o anjo. Não que mais alguém tivesse essa hipótese. Esse facto, claro, tornava a peça particularmente especial naquele ano. Ia ser um grande acontecimento, talvez maior acontecimento de todos os tempos, pelo menos, na cabeça de Esme Cullen. Ela era a professora de teatro, e já se mostrava entusiasmada com as possibilidades da peça na primeira vez que a vi nas aulas.

Pois bem, eu realmente não planeara fazer teatro naquele ano. A sério que não, mas ou escolhia isso ou Físico-química. A verdade é que pensava que iria ser uma disciplina "fácil", especialmente quando comparada com a minha outra opção. Nada de papéis, ou testes, nem quadros onde teria de memorizar as formulas adequadas… o que poderia ser melhor para um aluno no último ano? Parecia ser a escolha acertada, e quando me inscrevi em teatro, pensei que iria poder dormir em quase todas as aulas, o que era bastante importante na altura, tendo em conta as minhas noitadas.

No primeiro dia de aulas fui dos último a chegar, entrando segundos antes da campainha tocar, e escolhi um lugar nas últimas filas. Foi só depois de a aula ter começado que reparei numa coisa estranha. Embora o colégio St. Matthew fosse grande, eu tinha certeza absoluta de que era frequentada por igual número de rapazes e de raparigas, sendo essa razão porque fiquei surpreendido ao reparar que aquela turma tinha uma percentagem feminina de pelo menos noventa porcentos. Havia apenas mais três rapazes, dois eu reconhecia que eram Jasper e Emmett que estavam sentados ao pé de Bella, Alice e Roselie

Na minha opinião era bom e, por um instante, senti-me entusiasmado com aquele género de sensação "atenção pessoal aqui vou eu!". Garotas, garotas, garotas… não podia deixar de pensar nisso. Garotas e mais garotas e nada de testes à vista.

Então Mrs. Cullen traz a baila a peça de Natal e diz-nos que Bella vais ser o anjo naquele ano. Todos puseram-se logo a bater palma principalmente os seus amigos. "Levante-se, Bella", disse. Então Bella levantou-se e voltou-se para nós. Todos começaram a bater palma com mais força, como se estivesse na presença de uma verdadeira estrela de cinema.

- Então como vimos eu espero que tenhamos uma peça de êxito.

- Pro-f-f-e-s-o-o-r-r-a, s-s-e-rá que h-a-ave-ra-a p-a-a-pe-l-l para to-o-dos?

Olhei para o rapaz que estava tentando falar e apercebi que a professora olhava um pouco confusa, talvez tentando traduzir o que ele tinha dito.

- Conversa de gago é igual a obra de arte, todo mundo finge que esta entendendo.

Neste momento a sala toda riu, quem havia dito a piada foi Emmett. Olhei incrédulo, confesso que foi engraçado mais também foi um pouco rude, logo apercebi da expressão furiosa das garotas.

- Emmett McCarty, peça desculpa para o John agora!

Olhei para Roselie, e eu que pensava que ela era convencida no inicio Roselie demonstrou muito coração e pé no chão, mais eu mal sabia que eu iria me surpreender mais a frente.

- Rose… - Roselie lançou um olhar que se olhar mata-se com toda a certeza Emmett estava morto neste segundo – Desculpe John, só que importa de se acalmar? Pois quando estás nervoso ficas mais difícil ainda de compreender.

- Eu-u pos-so tentar.

- Bom.

O resto da aula correu perfeitamente bem, tirando o facto que eu talvez teria de representar o que não me agradava muito. Mais se era com este pequeno sacrifício me faria passar em Teatro eu aceitaria, eu gostava mais de tocar e não de representar, toco piano desde os meus três anos e estudei sempre com os melhores professores mais com a adolescência eu fui deixando isso de lado, mais não quer dizer que eu ainda não amasse tocar, era um sentimento inesquecível.

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Mais um post! Fico feliz que estejam gostando.

Bjinhos May

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