Título: A love for life (Um amor para toda a vida)
Autora: Mayte
Classificação: Livre
Spoilers: Eram longínquas as afinidades que os poderiam aproximar. Ele, o filho de uma família rica, a tentar aproveitar o máximo a liberdade que a pequena cidade de Brington, na Inglaterra, lhe proporciona antes do ingresso na universidade. Ela, a filha de uma rica e tradicional família, está longe de ser a adolescente típica, nasceu com os flashes das cameras a sua volta e é muito responsável. Mas o amor é clarividente, capaz de ver alianças nas mais gritantes disparidades e, Bella têm apenas 16 anos e Edward 17 eles iram se apaixonar. É uma história tocante, sobre a descoberta da natureza mais profunda da beleza, da alegria e da generosidade, da dor da perda, e sobretudo, da força transformadora do primeiro amor.
* São todos humanos
* São todos muitos ricos, principalmente a "elite".
* A história se passa em Brighton, esta cidade existe.
* O Colégio é criação minha tal como a farda.
* Estou me baseando numa história que eu ouvi, em experiencias ao longo da vida e criação da minha cabeça.
* É narrado apenas por Edward
Disclaimer: Personagens pertencem a Stephenie Meyer, fic sem fins lucrativos
Dedicatória: Quero dedicar aos meus fieis amigos do Orkut, fanfiction e meus amigos que acompanham sempre minhas fic há muitos anos atrás como Tepes, Nina, Jta, Ed…
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Capitulo 5 – La Tua Cantante
Finalmente os ensaios tinham começado, e a primeira coisa que Mrs. Cullen nos disse foi para memorizarmos os nossos textos o mais depressa possível. Não tínhamos tanto tempo quanto o que normalmente era concedido para os ensaios, porque o Dia de Acção de Graças calhava nos últimos dias Novembro, e Esme não queria que a peça fosse representada muito próxima do Natal, de modo a não interferir com "o seu verdadeiro significado". Isso deixava nos apenas um mês e meio para a conseguirmos montar, uma semana menos do que era habitual.
Os ensaios começavam às duas, e Bella sabia todo o seu texto de cor logo no primeiro dia, o que não era realmente surpreendente. O surpreendente era que ela sabia todo o meu texto também, assim como o texto de todos os outros. Quando estávamos a ensaiar uma cena, ela fazia o sem o guião, e eu tinha de olhar para uma pilha de folhas, tentando descobrir qual seria a minha próxima deixa. Sempre que olhava para Bella ela parecia verdadeiramente radiante, como se o brilho de uma chama a iluminasse. As únicas deixas que eu sabia naquele primeiro dia eram as do vagabundo mudo e, de repente, fiquei mesmo com inveja do John, pelo menos nesse aspecto. Aquilo ia dar muito trabalho, não era bem o que tinha esperado quando me inscrevera na disciplina de teatro.
Os sentimentos nobres que nutria pela minha participação na peça haviam se desvanecido logo no segundo dia de ensaios. Embora soubesse que estava a fazer a "coisa certa".
Durante um intervalo nos ensaios, puxou me para o lado e agradeceu me por estar participando na peça.
- Saíste te muito bem hoje - disse ela. - Isto é, com o teu texto.
Obrigado disse, sentindo me orgulhoso e deprimido ao mesmo tempo. Mas ainda não consegui aprender os movimentos.
- Vais aprender. É fácil depois de se saber o texto todo. É que este natal tem de ser especial e pela forma que esta a decorrer tudo, acho que vai ser.
- Porque é que este Natal é tão importante? - Perguntei lhe, e ela sorriu pacientemente, como se fosse uma pergunta que não tivesse grande importância.
- Porque sim - respondeu, apenas.
Eu pretendia confronta-la no dia seguinte para saber o motivo tão especial que ela queria que o Natal, mais ela não apareceu. E no dia seguinte não apareceu novamente. Mais dias se passaram e as coisas começaram a ficar um pouco estranhas. Bella nunca aparecia e as vezes uns dos seus amigos faltavam e sempre que perguntavam por ela a resposta era sempre a mesma: Teve de ir viajar assuntos familiares.
Houve um dia que não tivemos ensaio e eu também não tinha aula com Bella mais vi-a no Colégio com seus amigos super protectores ao seu redor, como já estava ficando frio já usavamos casacos e as meninas mudaram a blusa para manga comprida e acrescentaram collans escuras, para quem estudar em colegios com estes tipos de uniformes sabe que isso é algo banal que sempre acontece. Quando ela me viu me deu um grande sorriso como sempre e depois a perdi de vista.
Eram cinco da tarde e hoje eu fiquei no colégio até mais tarde pois tinha uns trabalhos para terminar com uns amigos e alguns deles viviam no colégio então tive de ficar. Quando fui passando pela sala de música eu ouvi uma delicada música de piano era La Tua Cantante, eu reconhecia aquela música em qualquer lugar, decidi saber quem estava dentro e abri calmamente a porta e lá estava ela. A sala era bem grande e tinha um piano preto no canto onde Bella estava tocando, entrei calmamente e fiquei ali a observar ela terminar a música. Enquanto Bella tocava eu me lembrava o porque que eu amava tocar piano. Finalmente ela tinha terminado e eu aplaudir e fui em sua direcção que ela olhava-me surpreendida por eu estar lá.
- Tocas muito bem Bella.
- Obrigada, eu gosto de tocar as vezes. – Ela olhou um pouco para baixo e depois para mim – o que fazes aqui?
- Eu estava fazendo um trabalho de grupo e você?
- Eu estava no dormitório da Ângela estava a ajuda-la numas coisas.
- Porque faltaste estes dias todos?
Ela levantou-se com a sua graciosidade e olhou para mim
- Tive uns assuntos familiares para tratar. – Bella pegou o seu casaco longo preto e vestiu-o e começamos a seguir em direcção a saída – e como anda a peça? Estas melhor?
- Sim, consegui decorar muitas coisas.
- Que bom fico feliz.
Bella sorriu e passado um momento mudou de assunto, apanhando me mais ou menos desprevenido.
- Costumas pensar no futuro, Edward? - Perguntou.
Fiquei surpreendido com a pergunta, pois parecia... tão banal.
- Sim, claro. Suponho que sim. - Respondi com cuidado.
- Então, o que é que queres fazer da tua vida?
Encolhi os ombros, um pouco receoso com o rumo da conversa.
Ainda não sei. Não resolvi essa parte. No Outono, vou para Oxford, pelo menos espero ir. É preciso que me aceitem primeiro.
- Vão aceitar te. - disse ela.
- Como é que sabes?
- És muito inteligente, eles terão de serem estúpidos para não te aceitarem.
Bem eu sabia que eu era muito inteligente, sempre tive muito boas médias.
- E depois da universidade? O que é que pensas fazer então?
- Não sei. - respondi, encolhendo os ombros – meu pai quer que eu siga direito.
- Acho que devias seguir o que gostas.
- E eu gosto, mais tenho medo de me tornar aqueles homens frios.
Ela me deu um leve sorriso
- Não irás, olhe para o meu pai ele é um Diplomata, e nem por isso ele é frio comigo e com Emmett.
Isso era verdade, pelo pouco que eu tinha visto Charlie dedicava a sua vida a sua filha e ao seu sobrinho e não era como meu pai que para ele em primeiro lugar vinha o trabalho. Levou me um momento a perceber que a conversa tinha estagnado e que era a minha vez de fazer uma pergunta.
- E tu? Que queres fazer no futuro?
Bella desviou o rosto, agora com um olhar distante, fazendo com que me interrogasse sobre o que ela estaria a pensar. Mas o olhar desapareceu quase tão subitamente como tinha surgido.
- Eu não sei… quero viver o presente sem pensar no futuro.
- Aposto que já recebeste cartas de pedidos das universidades para entrares em algumas delas?
- Sim, muitas.
- Aposto que estás entusiasmada com a perspectiva de ir para a universidade para o ano.
Demorou um pouco a responder.
- Acho que já não vou. - disse, prosaicamente. A sua resposta apanhou me desprevenido. Bella tinha algumas das notas mais altas do nosso ano e todo mundo sabia que ela tinha recebido uma proposta para entrar nas melhores universidades com apenas 14 anos, só que ela não aceitou pois queria aproveitar a sua adolescência normal e quem a conhecesse nunca diria que ela era este tipo de nerd que vive com a cara enfiada nos livros.
Finalmente tinhamos chegado ao pé do seu carro o McLaren.
- Obrigada por ter me acompanhado até aqui, nos vemos amanhã em Biologia.
Ao vê-la partir, não pude deixar de pensar que, de todas as vezes que tinha falado com ela, aquela fora a conversa mais esquisita que tínhamos tido
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Olá a todos bem eu não resisti e postei logo mais um post espero que gostem ok?
Helena Camila - Eu já vi este filme um milhão de vezes lol, mais não eu não me baseei exactamente nele tipo a única coisa que eu me baseei foi em ter uma peça mais não acaba como o filme e nem os personagens tem as mesmas personalidades… e a doença por incrível que pareça no filme a protagonista tem um doença mais eu nem lembrava como eu disse isso me veio do nada e de algo que eu escutei…
Bjinhos May
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