Título: A love for life (Um amor para toda a vida)
Autora: Mayte
Classificação: Livre
Spoilers: Eram longínquas as afinidades que os poderiam aproximar. Ele, o filho de uma família rica, a tentar aproveitar o máximo a liberdade que a pequena cidade de Brington, na Inglaterra, lhe proporciona antes do ingresso na universidade. Ela, a filha de uma rica e tradicional família, está longe de ser a adolescente típica, nasceu com os flashes das cameras a sua volta e é muito responsável. Mas o amor é clarividente, capaz de ver alianças nas mais gritantes disparidades e, Bella têm apenas 16 anos e Edward 17 eles iram se apaixonar. É uma história tocante, sobre a descoberta da natureza mais profunda da beleza, da alegria e da generosidade, da dor da perda, e sobretudo, da força transformadora do primeiro amor.
* São todos humanos
* São todos muitos ricos, principalmente a "elite".
* A história se passa em Brighton, esta cidade existe.
* O Colégio é criação minha tal como a farda.
* Estou me baseando numa história que eu ouvi, em experiencias ao longo da vida e criação da minha cabeça.
* É narrado apenas por Edward
Disclaimer: Personagens pertencem a Stephenie Meyer, fic sem fins lucrativos
Dedicatória: Quero dedicar aos meus fieis amigos do Orkut, fanfiction e meus amigos que acompanham sempre minhas fic há muitos anos atrás como Tepes, Nina, Jta, Ed…
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Capitulo 6 – Beginning of something else?
No dia seguinte Bella não foi almoçar com os seus amigos e sim comigo, sentamo-nos no refeitório fechado pois estava começando a ficar mais frio. Bella escolheu uma mesa ao canto e ficamos ali sentados até que eu reparei os olhares ameaçadores de Emmett.
- Seu primo parece que não gosta muito de mim.
- Ele não tem problema contigo, é comigo… ele acha que eu vou sair machucada nesta amizade.
- Eu nunca te magoaria Bella.
Ela bebeu um pouco de 7up e deu-me um sorriso
- Eu sei… mais não vamos falar dele. Como anda o teu pai?
- Está bem, suponho. - Respondi. - Mas nunca fica muito tempo por cá.
- Sentes falta disso? Crescer sem tê-lo por perto.
- Às vezes.
- Sinto a falta da minha mãe, também. - disse ela - apesar de nem sequer a ter conhecido.
Pela primeira vez, vi em Bella uma tristeza que eu nunca tinha visto antes.
- Deve ser difícil para ti. - Disse eu com sinceridade. - Mesmo que o meu pai seja como um estranho, pelo menos ainda anda por aí.
Olhou para mim enquanto comíamos, depois voltou a beber mais um pouco de 7up. Mordeu delicadamente os seus lábios. Começava a reparar que ela fazia isso sempre que estava nervosa ou não sabia bem o que dizer.
- Por vezes é. Não me interpretes mal, amo o meu pai do fundo do coração. Mas, às vezes, há alturas em que me pergunto como teria sido ter uma mãe. Acho que eu e ela poderíamos ter conversado sobre coisas de uma maneira que eu e o meu pai não podemos.
Imaginei que estivesse a falar de rapazes. Só mais tarde é que soube como estava errado.
No dia seguinte, sentamos no mesmo lugar agora estava se tornando mais habitual eu e Bella termos mais tempos para nós alem dos ensaios e aula de Biologia. Desta vez falámos sobre a cruz com que ela andava sempre.
- Porque é que a trazes sempre contigo? – Perguntei
Era uma linda cruz de prata com presa num fio, onde demonstrava que era muito antigo e valioso, mais ao contrário das outras garotas, ela usava quase sempre com ele e por acaso lhe ficava muito bem.
Comeu um pouco antes de responder
- Era da minha mãe. - respondeu simplesmente.
- Ah... – Disse-o sentindo me como se tivesse pisado na tartaruga de estimação de alguém, esmagando a debaixo do meu sapato.
Olhou para mim.
- Não faz mal, Edward. Como é que podias saber?
- Desculpa ter perguntado...
- Não tens de pedir desculpa. Não fizeste mal nenhum em perguntar. – Ela segurou suavemente na minha mão e fez uma pausa. Ofereceram esta cruz a minha mãe quando ela se casou, na realidade era da minha bisavó materna, é uma tradição dar este colar para a filha quando ia se casar… ela usava-a o tempo todo, especialmente quando estava a atravessar um período difícil na vida.
Pensei nos abortos espontâneos. Bella continuou.
- Ela tinha a consigo no hospital quando eu nasci. Quando o meu pai soube que ela tinha morrido, pegou no colar e em mim e levou nos para fora do hospital ao mesmo tempo.
- Sinto muito. - disse eu. Sempre que alguém nos conta uma coisa triste, é a única coisa que conseguimos pensar para dizer, mesmo que já o tenhamos dito antes.
- É apenas uma maneira de... de me sentir parte dela. Compreendes? - Não o disse com um ar contristado, mas mais para que eu ficasse a saber a resposta à minha pergunta. De alguma maneira, isso piorou as coisas.
Olhei para Bella e lhe dei um leve sorriso, e me lembrei de um lugar que ela ia gostar de ir
- Olha, as vezes, eu gosto de ir ao cemitério que têm ao pé da praia, sei que pode parece estúpido mais ali da para ver melhor as estrelas e hoje é um dia ideal para vemos Marte, queres vim?
- Claro, eu adoraria. – Neste instante a campainha tocou e íamos ter aulas separadas – ligue-me e depois marcamos. Até logo a noite Edward.
E foi assim que combinamos a nossa primeira ida ao cemitério, Bella ia encontrar comigo ao pé da praia que ficava logo abaixo da sua casa e depois íamos seguir em direcção ao cemitério, peguei duas mantas, duas xícaras e uma garrafa térmica com chocolate quente. Já estávamos quase no fim de Novembro e os dias estavam ficando cada vez mais curto e frios, hoje eu usava uma calça jeans, um pulôver verde-escuro e um casaco grosso. Segui em direcção ao lugar onde havíamos combinado e lá estava ela, Bella usava uma blusa vermelha de manga comprida, calça jeans, um all star vermelho, botas preta por cima da calça, um casaco bege, cachecol e luvas brancas. Seu cabelo estava mais ondulado e tinha duas delicadas tranças puxadas para trás onde estavam presos com um pequeno fio de seda vermelho.
Sai rapidamente do carro e lhe abrir a porta que ela me deu um sorriso agradecendo.
Chegamos ao cemitério e eu a levei para a parte que eu sempre ia, ficava mais perto do mar e a vista era magnífica.
- Aqui é lindo, obrigada por me trazeres… nasci aqui e nunca tinha visto o cemitério com estes olhos.
Ela ajudou-me a por as mantas no chão e sentamos encostado a árvore.
- Viveste sempre aqui?
- Não, depois que eu nasci meu pai recebeu uma proposta de trabalho em Paris vivi lá até meus cinco anos. Mais sempre vinha aqui nas férias e foi assim que conheci Alice, Jazz e Rose, eles eram já amigos de Emmett. Depois fui viver dois anos em Tokio e um em Nova Iorque, ai sim finalmente voltei com oito anos. – Ela pausou um pouco e olhou para as estrelas – e você viveu sempre em Londres?
- Não… eu morei quando tinha três anos em Chicago, quando eu tinha nove morei em Dublin e finalmente voltei para Londres com doze anos e agora estou aqui.
- Eu gosto de Dublin, fui uma vez numa visita de estudo e com meu pai e Emmett. É super lindo.
- Sim, concordo.
- Edward - perguntou, finalmente, virando se para mim - Costumas pensar em Deus?
Bem, quando eu pensava em Deus, normalmente imaginava o como naquelas pinturas antigas que tinha visto nas igrejas um gigante pairando sobre a paisagem, trajando vestes brancas, com cabelo comprido e flutuante, apontando o dedo. Levei algum tempo para responder.
- Claro - respondi. - Às vezes, suponho.
- Nunca te perguntas por que é que as coisas têm de ser da maneira como são?
Fiz que sim com a cabeça, hesitante.
- Tenho pensado muito nisso ultimamente.
Bella pensando em Deus? Não que fosse algo de outro mundo vendo que o nosso colégio era católico e nossas família também, mais normalmente eu só pensava quando não queria que meus pais descobrissem a ultima porcaria que eu tinha feito ou então quando precisava de uma ajudinha de lá de cima nos testes.
- Eu sei que Deus tem um plano para todos nós mas, às vezes, não consigo perceber a mensagem. Isso nunca te acontece?
- Bem - disse, tentando pensar no assunto - não creio que tenhamos sempre de a compreender. Acho que, às vezes, precisamos apenas de ter fé.
Foi uma resposta bastante boa, admito. Suponho que os meus sentimentos por Bella estavam a fazer com que o meu cérebro trabalhasse um pouco mais depressa do que o habitual. Vi que ela estava a reflectir na minha resposta.
- Sim - disse ela, por fim - tens razão.
Sorri para mim mesmo e mudei de assunto, uma vez que falar de Deus não era coisa que fizesse uma pessoa sentir se romântica.
- Sabes - disse, descontraidamente – está mesmo uma boa noite, aqui sentados ao pé da árvore.
- Sim, está - confirmou ela. A sua mente estava ainda noutro lado.
- E tu estas muito bonita.
- Obrigada.
Aquilo não estava a resultar muito bem.
- Posso fazer te uma pergunta? - Questionei por fim, na esperança de a trazer de volta para mim.
- Claro - respondeu ela.
Respirei fundo.
- Depois da aula de amanhã… quer dizer… depois a noite… é…- Fiz uma pausa e olhei para ela. – Gostaria de sair comigo? Não como isso, sair para jantar?
Ela me olhou surpreendida e com um leve sorriso
- Sim, Edward, eu adoraria.
Suspirei de alivio, não acreditando que lhe tivesse mesmo perguntado aquilo e ainda a interrogar me sobre como tudo tinha acontecido. Estiquei minha mão e consegui finalmente segurar na mão dela, e para completar uma noite perfeita, ela não a retirou.
O resto da noite conversamos sobre tudo, mais do que tínhamos falado em todos os nossos almoços juntos. E eu finalmente pude aperceber-me que eu estava começando a me apaixonar por Isabella Swan.
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Cá esta mais um post espero que gostem! Eu mais a noite devo postar mais um cap ok?
Bjinhos May
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