Oieeee... tudo bem a todas? XD
Não me matem... Ai esta mais um capitulo!
Informo-lhes que o personagem Allan Noventa é de minha autoria, assim como Mark Vincent. Como sempre, se alguém se interessar em utiliza-los, por favor, entrar em contato comigo e me dar os devidos creditos!
Atenção: Como sei que tem uma de minhas leitoras que não curte lemon, e aviso que neste capitulo há... Eu marquei o começo e o fin do Lemon com -- ... -- . Por isso não se preocupem... Quem não quiser ler, não precisa!
15. Adeus...
Relena chega a casa e sobe direto para o quarto. Após três dias internada no hospital, tudo o que ela queria era relaxar em sua banheira de hidromassagem e depois repousar em sua macia cama.
Entrou em seu quarto. Tudo estava normal, como sempre. Seu lençol cor de rosa favorito na cama, com uma bela colcha de cor rosa choque com detalhes dourados sobre ele, seis almofadas espalhadas pela cama, do mesmo tecido e cor da colcha.
Tudo em seu quarto estava da forma que ela havia deixado. Foi direto para o banheiro, se despiu e entrou na banheira com água quente. Soltou um suspiro e relaxou completamente.
Depois de uns quarenta minutos ali, ela resolve sair. Esvazia a banheira, escova os dentes, ajeita os cabelos, veste uma pequena camisola de cor vermelha e tecido leve. Ela se dirige ao quarto.
Quando ela entra em seu quarto, as coisas haviam mudado. As almofadas e a colcha não estavam mais sobre a cama, mas sim cuidadosamente dobrada sobre o pequeno sofá que se encontrava perto a sacada.
A porta da sacada estava aberta. Podia-se sentir o ar fresco do inverno entrando pela fresta. O lençol e o cobertor estavam puxados, para assim, permitir que ela se deitasse. Sobre a cama podia-se observar uma caixa de bombons trufados e uma bela rosa vermelha em cima do travesseiro dela.
- Mas... Como? Eu tranquei a porta... Não tinha como ninguém entrar aqui!
Ela estava visivelmente confusa. Se a porta do quarto estava trancada, como seria possível alguém entrar e fazer tudo aquilo enquanto ela estava no banho. Ela ainda estava tentando entender à situação, quando percebe a silhueta de uma pessoa do lado de fora da sacada.
Com passos calmos ela se aproxima da varanda e abre a porta. Seus olhos nesse momento mudam de curiosidade, para surpresa. Ela não conseguia acreditar no que estava vendo, ou melhor, a quem estava vendo.
- Heero? Como entrou aqui?
- Agora que você sabe quem eu realmente sou isso te assusta? Eu não preciso obrigatoriamente entrar pela porta... Relena. – Ele a olhava com sensualidade.
- Mas é alto demais, e...
Ela calou quando ele pousou seu dedo sobre os lábios dela.
- Como você esta? Se sente melhor... Gostou da surpresa que te fiz?
Ela voltou a olhar para o quarto, fixou a rosa, o chocolate, a cama... Para depois voltar a olhá-lo com olhos desejosos e dizer.
- Por um acaso acabaram-se as surpresas?
- Não! A noite só esta começando, chèrie¹!
Após dizer isso, Heero entrou e trancou a porta atrás dele. Abraçou-a pela cintura e a beijou com desejo e desespero. Depois de algum tempo, separou os lábios dos dela e disse em um sussurro no ouvido dela.
- Graças a você eu estou vivo... Essa noite você será minha, como se fosse à primeira vez.
As palavras dele causaram nela um estremecimento. Ela sentiu como cada pequena partícula de seu corpo ativava. Relena fechou os olhos e sorrio extasiada com a sensação. Ele vendo a reação que causou nela, voltou a beijá-la com mais ânsia que antes.
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Relena com um movimento rápido, mas doce, começa a despir ele. Tirou o casaco, depois a camisa, o cinto e abriu a calça dele. Heero pegou as mãos dela e fez com que ela abraçasse o pescoço dele. Depois, desceu suas mãos até as coxas dela e a levantou. Ela o enlaçou com as pernas e Heero a encostou na parede.
Voltaram a se beijar. A respiração estava agitada. Ele desceu o beijo até o colo dela, enquanto sua mão acariciava o intimo dela. Relena gemia de prazer. Curvou a cabeça para traz e deu espaço para que ele começasse a beijar seus seios.
De repente, Heero para de beijar os seios dela, a afasta da parede, para então deita-la na cama. Ele se posiciona entre as pernas dela e começa a traçar caminhos com a língua por todo o corpo da garota.
Relena sorria e gemia com a sensação da pele, da língua, das caricias de Heero. Ele então, começou a beijar e lamber a parte intima dela. Ela estava quase atingindo o clímax quando ele parou. Olhou fixamente para os olhos dela e sorrio.
Aproximou-se do rosto dela, com um olhar carinhoso. Enquanto a olhava terminou de tirar as calças para logo em seguida, beija-la e começar a penetrá-la. A cada segundo, suas estocadas ficavam mais fortes e rápidas.
Enquanto eles estavam se dando prazer mútuo, eles também trocavam promessas de amor. Após algum tempo os dois atingiram o clímax, chegando juntos ao seu limite de prazer. Heero caiu sobre Relena e ela o abraçou.
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Depois que eles já haviam se acalmado. Ajeitaram–se na cama, se cobriram, ela depositou a rosa no criado mudo e eles começaram a comer os chocolates.
- Como você se sente? A maldição acabou?
- Sim... Mas, deveria ser eu a perguntar como você se sente...
- Estou bem... Feliz, por você estar aqui ao meu lado!
- Eu sempre vou te amar, Relena...
- E eu a você...
Guardaram a caixa de bombons. Ela deitou no peito dele e dormiram.
-/-/-
Relena acorda e não encontra Heero. O chama, mas, não obtém resposta. Então ela começa a se levantar quando um pedaço de papel, em cima do criado mudo ao lado dela, chama sua atenção.
Relena,
Eu tenho que fazer uma viagem...
Preciso terminar o que comecei...
Eu sempre te amarei!
Estarei eternamente contigo, te cuidando e protegendo!
Com amor...
Heero Yui
Quando ela terminou de ler as palavras escritas, o medo se apossou dela. Ela sentiu um aperto forte no coração. Aquele bilhete parecia um adeus...
Levantou da cama, correu para o banheiro, se banhou se vestiu e ao terminar de se arrumar desceu as escadas a toda velocidade. Entrou no carro e foi direto para a casa dele. Chegando lá, apertou inúmeras vezes a campainha, mas ninguém a atendeu.
- HEEROOOO... HEEROOOO!
Ela gritava em desespero. As lágrimas corriam pelo rosto dela. Agora sim, ela tinha certeza que ele havia ido embora. Relena caiu de joelhos em prantos.
- Você esta bem senhorita? – Perguntou um senhor que chegou ao local e a viu chorar.
- Não... Não estou bem... Ele me deixou... – Ela mal conseguia falar.
- De quem esta falando?
- Dele... Do dono desta mansão... Heero Yui...
- Você deve ser Relena Peacecraft! Estou certo?
Ao escutar seu nome. Ela o olha com assombro e duvida.
- Me conhece?
- Sim... Meu senhor falou muito de você! – Ele sorriu para ela.
- Seu senhor? Esta falando de Heero? – O homem assentiu com a cabeça. – Onde ele esta... Por favor, me diga!
- Desculpe senhorita. Mas a única coisa que posso dizer, é que não chore mais. Viva... Sorria... É tudo o que ele mais quer!
Após dizer essas palavras o homem vai embora, deixando uma Relena extremamente confusa e sem reação.
- Será possível... Você realmente me deixou Heero? – Pensou ela.
-/-/-
Veneza – Itália
As cinzas de Mark Vincent foram colocadas dentro de um pote e estavam sendo guardadas dentro de um tumulo.
Esse era um tumulo muito bonito. Suas paredes eram de prata, com várias cruzes de ouro maciço. As cruzes tinham em seu centro uma pedra de rubi que brilhava intensamente. A porta era de aço e necessita de código para ser aberta.
Nesse tumulo eram armazenadas as cinzas de todos os maus vampiros. As cruzes serviam como guardiões das cinzas.
- Muito bem... Agora realmente o problema acabou meu caro amigo! Ele nunca mais vai te incomodar Heero.
- Obrigado Treize!
No mesmo momento em que as cinzas eram trancafiadas, alguns membros do conselho recitavam um feitiço de proteção, para que ninguém além do conselho tivesse acesso às cinzas ali contidas.
Durante a cerimônia, estavam presentes todos os membros do conselho, Treize Kushrenada, Heero Yui, Duo Maxwell, Trowa Barton, Quatre Winner e Chang Wufey.
Após o termino da cerimônia todos foram embora.
- E agora Heero? O que você pretende fazer? – Perguntou Quatre.
- Ainda não sei... Possivelmente seguir com minha vida...
- E ela? O que fará a respeito de Relena? – Duo se prontificou a perguntar.
- ... Vamos pra casa pessoal!
Heero não respondeu a pergunta de Duo. Entrou no carro, assim como os demais e partiu a toda velocidade de volta a mansão.
-/-/-
Três meses mais tarde...
Paris – França
Era noite de baile. Miliardo e Noin haviam oficializado o noivado. Eles e Relena estavam em mais uma das festas de Marechal Noventa.
O baile estava sendo realizado em um castelo. O salão era imenso, com candelabros de ouro, o chão brilhava, havia enormes janelas com cortinas de veludo, as paredes trabalhadas com belas arquiteturas folhadas a ouro.
- Miliardo Peacecraft, meu grande amigo... Há quanto tempo não nos víamos? – Disse o Marechal, apertando a mão dele.
- Posso dizer que faz muito tempo! Deixe-me vos apresentar... Essa é minha noiva, Lucrecia Noin! E bem... Relena você já conhece. – Ele sorriu cordialmente ao anfitrião.
- É um grande prazer conhece-la senhorita! – Noin agradeceu ao cumprimento. – E quanto a você minha bela Relena... Cada dia que passa está mais linda!
- Obrigada Marechal... É uma honra estar em sua festa! Como vai sua família? - Disse Relena.
- Estão todos bem... Ah, ai esta você! Meus amigos, eu quero lhes apresentar meu filho mais novo que acabou de chegar de uma viagem ao exterior, Alan!
Ele apontou a um belo rapaz que se aproximava deles. O rapaz era alto, jovem, de olhos verdes, cabelo castanho claro, estava elegantemente vestido. Ele chegou até eles, cumprimentou a todos cordialmente e dirigiu um olhar penetrante a Relena.
- Bonsoir Relena! É um prazer conhece-la!
- Bonsoir Alan! O prazer é meu! – Ela sorriu.
... Continua ...
¹ querida.
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Não briguem comigo... por favor...
Quero minhas reviews, para saber o que estão achando...
E lembro-lhes que estamos na reta final... XD
Beijos e até loguinho!
