11. "Eu senti a sua falta, amigo"

_ E então, vai demorar muito?_ Meg perguntou.

Rony, que estava sentado a escrivaninha de seu quarto, rabiscando num pergaminho, levantou a cabeça para ela. Sua amiga estava em pé em frente a cama dele, dobrando algumas roupas e as empilhando sobre a cama.

_ Não, já acabei_ ele respondeu, enquanto dobrava o pergaminho_ Você não precisa fazer isso.

_ O quê?

_ Dobrar as minhas roupas_ Rony apontou para as roupas sobre a cama.

_ Você fala como se eu nunca tivesse feito isso antes.

_ É que não me parece certo...

_ Que engraçado, você nunca reclamou das outras vezes_ Meg o cortou e antes que Rony pudesse abrir a boca, ela já estava falando outra vez_ Pra quem é essa carta, afinal?

Rony suspirou, sabendo que não adiantava insistir no assunto. Ele voltou sua atenção para o pergaminho, o encarou um instante.

_ Para o Harry.

_ Hum... E sobre o que é?

_ Tô convidando ele pra almoçarmos hoje. Acho que a gente tem muito o que conversar.

_ E quanto a Hermione? Você não vai tentar conversar com ela outra vez?

_ Eu não sei como fazer isso, Meg_ Rony respondeu. Ele encarou a amiga, angustiado. Aquele era só seu segundo dia em casa, mas já parecia uma vida inteira.

_ Você sabe que tem que procurá-la, não é? Quero dizer, se você a ama, não pode deixar as coisas assim.

_ Tenho medo de como vai ser.

_ Seria estranho se você não tivesse. Mas eu tenho certeza, você vai saber o que fazer na hora_ ela lhe lançou um sorriso de encorajamento, quando Gina Weasley apareceu na porta do quarto.

Ela se encostou ao portal da porta e os observou por alguns segundos. Houve um silêncio constrangedor entre os três, durante um tempo.

_ Você quer alguma coisa?_ Rony perguntou após a longa pausa.

_ Preciso falar com você.

_ Pode falar.

_ A sós_ ela lançou um olhar para Meg, depois olhou de volta para Rony.

_ Você pode falar na frente da Meg, não tem problema.

_ Não, eu prefiro só nós dois_ Gina disse com firmeza e Rony olhou para Meg, que corou um pouco. Desde que haviam chegado, ele sentiu a antipatia da irmã por sua amiga. E ele não entendia e não gostava disso.

_ Hum, vou ver se a sua mãe precisa de ajuda em alguma coisa_ Meg falou e logo caminhou para fora do quarto.

_ Por que você não gosta dela?_ Rony perguntou à irmã, assim que Meg saiu do quarto.

_ Não tenho nada contra a sua amiga, e de qualquer forma, não estou aqui pra falar dela_ ela foi enfática.

Gina continuou parada no mesmo lugar, nem dentro nem fora do quarto, apenas encostada no portal, com seus olhos castanhos encarando Rony de uma maneira dura. Era um pouco assustador. Ele logo se sentiu desconfortável.

_ Dá pra você falar logo.

_ O que você e Hermione conversaram ontem?_ ela perguntou sem rodeios.

_ O quê?_ Rony quase engasgou.

_ Foi uma pergunta simples, Rony.

Rony a encarou um instante. Ele sabia que Gina era alguém difícil, mas ele havia esquecido o quão irritante sua irmã poderia ser. Aliás, ser irritante, era a principal característica dela, pelo menos com ele. E quem Gina pensava que era, para querer saber algo tão pessoal?

_ O que faz você pensar que isso é da sua conta?_ ele rebateu. Não queria se chatear, ele não tinha o direito. Estava lá pra consertar as coisas, mas com Gina, ser gentil, era extremamente difícil.

_ Ela é minha amiga.

_ E só por isso, você tem que se meter?

_ Não, não é por isso. Eu me meto, porque ela passou a noite toda emburrada. E ela estava muito animada pra encontrar com os nossos amigos, até falar com você sobre sei lá o quê...

_ Bom, se ela não te disse, não sou eu que vou falar, não é mesmo?

Houve uma pausa. Rony voltou sua atenção para a carta que escrevia para Harry, sem saber exatamente o que fazer, mas consciente de que Gina havia caminhado até o meio do quarto e que agora o encarava. Ele preferiu ignorá-la, enquanto desdobrava a carta e dobrava de novo.

_ Você acha que pode fazer isso?_ ela perguntou repentinamente. Rony ergueu a cabeça para ela.

_ Fazer o quê?

_ Ir embora e depois voltar como se nada tivesse mudado...

Rony engoliu em seco. Ele se levantou. Instantaneamente, sua irritação passou. Aquela sensação de vazio voltou e ele sentiu uma vergonha sem tamanho. Vergonha por tudo que havia feito.

_ Eu não estou fazendo isso, Gina. Acredite, não estou. A última coisa que eu penso é que as coisas não mudaram. Tudo mudou.

_ Você não pode simplesmente sumir, e aparecer como num passe de mágica e bagunçar a vida das pessoas, Rony.

_ Não é o que eu quero_ ele disse com sinceridade. Ele já não havia feito isso o suficiente? Bagunçado a vida das pessoas? Agora, Rony queria o contrário... Consertar a bagunça.

_ Então não faça isso com Hermione_ Gina pediu, o rosto dela estava vermelho de raiva, mas sua voz era contida.

_ Eu não farei.

_ Sabe, foi muito difícil pra ela depois que você foi embora_ ela disse, sem que Rony esperasse por aquilo_ Ela passou semanas, meses sofrendo... Estava tão infeliz, ela... Ela simplesmente não era mais a Hermione, entende? Foi muito triste ver tudo aquilo.

_ Eu não posso dizer que sei, só que sinto muito.

_ Por que você voltou, Rony?

_ Por tudo!_ Rony respondeu sem hesitar.

Houve mais um silêncio, no qual Rony esperou que ela dissesse alguma coisa, ele mesmo tentou pensar em algo para dizer, mas Gina apenas balançou a cabeça. Ela o encarava e Rony notou aquela tristeza no rosto dela. Talvez, pelo fato de seu pai estar doente, talvez, por estar tendo aquela conversa com ele, mas Rony não saberia dizer. Após alguns segundos, Gina se virou lentamente e saiu. Ele suspirou e sentou na cama, passando as mãos pelos cabelos. Poucos instantes depois, Meg entrou no quarto.

_ Tá tudo bem?_ sua amiga perguntou, mas ele não respondeu, fez uma careta estranha, que esperava soar como uma resposta adequada_ Eu estava sentada na escada e vi quando a sua irmã desceu, ela não parecia muito feliz.

_ Não se preocupe_ ele falou, mas sabia que não estava parecendo muito confiante.

_ Detesto te ver assim_ Meg falou, se sentando ao lado dele na cama.

_ Acho que é melhor você se acostumar, Meg. É provável que você me veja assim muitas outras vezes.

_ Por que a sua família e Hermione não podem simplesmente botar uma pedra em cima de toda essa história?

_ Por que eles estão magoados. No lugar deles, eu agiria da mesma maneira.

_ Você é meu amigo, não tem como eu concordar com a atitude deles...

Rony deu um pequeno sorriso, se levantou da cama e caminhou até a gaiola de Pichí que estava num canto do quarto. Ele então abriu a portinhola e a coruja saiu voando feito louca pelo quarto.

_ Vem aqui, Pichí_ Rony chamou e a corujinha voou até ele freneticamente_ Fica quieta, sua coruja idiota_ resmungou.

_ Não seja malvado, Rony_ Meg disse, rindo.

_ Entregue isso a Harry Potter_ Rony ordenou, assim que acabou de amarrar o pergaminho a perna da coruja.

_ O que diz na carta exatamente?_ Meg perguntou, depois que Rony soltou a coruja pela janela.

_ Que eu preciso falar com ele. Me desculpar, essas coisas_ ele disse sem graça.

_ Vai ser uma surpresa e tanto, hein? Digo, para o Harry Potter...

_ É... Acha que eu faço mal?

_ Não, claro que não_ Meg respondeu, com um pequeno sorriso_ Acho que você faz muito bem.

Rony sorriu também. Ele sabia que ouviria algumas verdades de Harry. Aliás, nem passou por sua cabeça ser diferente. Mas não podia ser tão ruim, quanto foi com Hermione, não é? Ele precisava pensar que as coisas com seu melhor amigo, ainda tivessem uma solução. E foi nesse pensamento que ele se agarrou, enquanto observava Pichí sumir de sua vista.


_ Você devia sair e se divertir ao invés de ficar aqui com seu velho moribundo_ Arthur Weasley ia dizendo a Rony, enquanto os dois estavam sentados frente a frente no quarto de Arthur, jogando xadrez bruxo.

_ Eu já estou me divertindo, pai_ Rony respondeu, concentrado na próxima jogada que faria_ E você não está moribundo.

_ Você parece ansioso_ Arthur disse, depois de um tempo.

_ Eu escrevi uma carta a Harry_ Rony falou, evitando olhar nos olhos do pai_ Pedi a ele que almoçasse comigo hoje, ainda não respondeu. Escrevi a carta bem cedo pra dar tempo dele pensar... Mas talvez eu já saiba a reposta_ ele continuou desanimado.

_ Não seja tão pessimista. Não tem como você saber o que ele vai responder..._ Arthur disse. Rony o observou e seu pai olhava pela janela.

_ Talvez, ele nem responda, pai.

_ É, talvez não.

_ Eu achei que você estava tentando me animar...

Então seu pai olhou para ele, com um pequeno sorriso.

_ Acho que você devia olhar lá pra fora_ Arthur sugeriu. Rony o olhou confuso, mas fez o que o pai disse, olhando pela janela.

Assim que seus olhos seguiram para o jardim, Rony sentiu aquele friozinho na barriga. Havia um rapaz moreno, parado de costas para A Toca e era óbvio que era Harry. Rony reconheceria seu melhor amigo ou ex-melhor amigo, em qualquer lugar.

_ Eu deveria ir até lá, não é?_ Rony questionou o pai, um pouco nervoso. É claro que ele deveria ir lá.

_ Sim, acho que é por isso que Harry está aqui, filho_ Arthur disse calmamente, com um sorriso_ Nós terminamos o jogo depois.

Rony fez que sim com a cabeça. Ele levantou e caminhou até a porta, mas antes de sair, deu uma olhada para o seu pai. E como Rony esperava, Arthur sorriu mais uma vez, o incentivando. Ele sorriu de volta e saiu.


Enquanto caminhava na direção de Harry, Rony ia pensando no que devia falar. Mas tudo que vinha em sua cabeça era a conversa que teve com Hermione. Tinha medo de que com Harry fosse parecido, porque igual não tinha como ser. Ele sabia que Hermione era a única pessoa capaz de lhe fazer sentir mal daquele jeito. Ele pigarreou assim que estava próximo o suficiente de Harry. O moreno se virou para ele.

Harry estava igual, Rony pensou. Continuava com aqueles cabelos desgrenhados apontando para todos os lados, ainda com os óculos redondos emoldurando os olhos intensamente verdes. Ainda era o Harry, o mesmo garoto que Rony conheceu na estação de trem há tantos anos atrás..

_ Quem é vivo, sempre aparece, né?_ foi a primeira coisa que Harry disse, antes mesmo de Rony sequer abrir a boca.

_ Er... Oi_ Rony falou, um pouco desconcertado_ Eu achei que você fosse responder a carta e...

_ Eu preferi vir aqui.

_ Ok_ Rony disse. Ele e Harry se encararam durante alguns instantes.

_ Admito que fiquei surpreso com a carta. Percy havia comentado que você estava de volta, mas eu..._ Harry parou então repentinamente de falar. E como se pensasse melhor, recomeçou_ Então, acho que sua intenção com a carta não era ficar me encarando, né? O que você quer?

_ Conversar.

_ Depois de tanto tempo, não sei se ainda tem alguma coisa pra conversar, Rony.

_ Tem sim_ Rony afirmou. Há instantes atrás, ele estava nervoso, mas agora, por mais incrível que fosse, ele só conseguia sentir calma_ Eu falei com Hermione ontem...

_ É, eu sei, ela me disse_ Harry falou.

_ Eu não consegui dizer metade do que eu queria.

_ E o que você queria dizer?

_ Que sinto muito. Por tudo!

_ Eu sinto te desapontar, mas dificilmente isso vai te adiantar de alguma coisa_ Harry disse um pouco frio_ Você não estava aqui, ok? Você não viu como ela ficou depois que você foi embora, mas eu vi. E, não foi algo legal de se ver.

_ Se eu pudesse fazer as coisas diferentes...

_ É, Rony, mas não tem como fazer isso, o tempo segue, não volta atrás_ Harry falou.

_ O que eu quero dizer, Harry, é que sinto muito.

_ Você já disse isso.

_ Sim, mas eu acho que nunca vai ser o suficiente. Parece que tudo que eu tenho feito desde que cheguei aqui, é me desculpar.

_ E você tá reclamando?

_ Não, porque eu sei que é isso que eu tenho que fazer.

_ E era pra isso que você queria falar comigo?

_ Era. Quer dizer, é. Eu te devo um pedido de desculpas. Eu não pude dizer a Hermione tudo que eu gostaria, mas eu quero poder dizer a você. Eu sei o quão ruim eu tenho sido como amigo.

Houve uma pausa, até que Harry falasse.

_ Não, você tem sido ruim como pessoa. Como amigo... Eu já nem vejo mais você assim.

Ok, aquilo doeu e Rony não esperava. Mesmo sabendo que seria difícil, ele não esperava. Talvez, Harry e Hermione tivessem combinado de dizer coisas bem cruéis, quando o encontrassem, porque Rony não podia imaginar ouvir coisas piores do que as que Hermione e Harry haviam lhe dito num espaço de tempo tão curto. Ele imaginou que se Harry tivesse lhe dado um soco, doeria menos.

_ Eu sei. Eu mereço tudo de mal que você quiser me dizer.

_ Eu já disse tudo que eu penso de você naquela carta, Rony. Não tenho mais nada pra dizer.

_ Olha, Harry, eu sei que eu estraguei tudo com todo mundo. Acredite, eu sei. Não só você e Hermione querem distância de mim, mas meus irmãos também, e eu entendo. Eu realmente entendo. Não posso culpá-los...

_ Que bom que você entende pelo menos uma coisa_ Harry disse. Rony respirou fundo.

_ Mas mesmo assim, eu gostaria de uma segunda chance, com todos vocês.

_ E por que você acha que merece?

_ Eu não acho, mas eu tenho esperança que vocês achem.

Mais um longo silêncio. A única coisa que Rony podia ouvir, era o canto feliz dos pássaros pelo jardim, totalmente alheios a dor que ele estava sentindo.

_ Eu realmente preciso de vocês, Harry. Eu não sabia disso, mas agora que e sei, eu não consigo simplesmente deixar as coisas como estão. Eu tenho que tentar, mesmo que no fim, vocês ainda me odeiem.

_ Por quê? Você não estava nem aí, Rony. Nesses dois anos na Nova Zelândia, era como se não existíssemos e agora você volta e quer fazer parte de tudo de novo?

_ Eu não sei se é o que você espera ouvir, mas é exatamente isso. Eu quero fazer parte de tudo de novo. Eu preciso.

_ As coisas mudaram_ Harry suspirou. Ele olhou para a grama distraidamente.

_ Eu sei.

_ Eu perdi a conta de quantas vezes eu li aquela única frase na última carta que você escreveu. "Porque eu tenho mais o que fazer"_ Harry repetiu a frase que Rony havia escrito como resposta à uma carta de Harry_ Parecia impossível pra mim que você tivesse escrito aquilo. Eu tentei arranjar desculpas pra você, inventei pra mim mesmo que você deveria estar bêbado quando escreveu aquilo. E até pensei na desculpa ridícula de que alguém teria escrito aquilo no seu lugar, pra fazer uma brincadeira sem graça. Tudo isso, porque eu não queria admitir que o meu melhor amigo havia mudado.

_ Eu queria dizer que você está errado, mas você não está. Eu realmente escrevi aquilo. Eu ignorei vocês, eu mudei. Mas eu estou aqui agora. Eu estou aqui, e eu estou disposto a ser um filho, um irmão, um amigo como eu era antes, talvez, até melhor. Eu quero a minha vida de volta.

"A vida que eu tive em outra realidade. Eu quero de volta". Rony se viu repetindo mentalmente e repassando em sua cabeça aqueles três meses, aquela felicidade, tudo que ele não tinha certeza se ainda poderia ter.

_ Eu sei que você pode não entender o motivo de tudo isso. Aliás, eu tenho certeza que você deve estar se perguntando o que me fez mudar de idéia. E é difícil de explicar. Mas a única coisa que eu posso dizer, Harry, é que eu me arrependo de tudo e que eu sinto muito. Por favor...

Rony observou o rapaz a sua frente. Harry o encarava sério. E Rony queria que ele dissesse alguma coisa, qualquer coisa. Mas mais que isso, ele queria que estivesse tudo bem entre eles.

_ Eu também sinto muito_ Harry falou. Ele parecia desconfortável e desviou o olhar de Rony por um longo momento e quando ele olhou de volta, seus verdes estavam brilhantes_ Era mentira...

_ O quê?_ Rony perguntou confuso. Se sentia angustiado.

_ Eu disse que não te via mais como amigo... Mas era mentira_ Harry falou, vencido. Rony percebeu que aquilo parecia difícil pra ele_ Você sempre foi o meu melhor amigo. Ainda que as coisas estejam confusas e danificadas entre nós... Eu nunca deixei de te ver dessa forma. E eu sabia que se um dia você voltasse e pedisse perdão, eu te perdoaria, porque você ainda é meu melhor amigo. Mesmo você tendo sido um cretino.

E a angustia deu lugar a sensação de ganho. Era isso que Rony estava sentindo, a sensação de ter ganhando algo importante. Não, era melhor que isso, era na verdade, a sensação de ter recuperado algo importante. Algo perdido, que ele havia esquecido por um tempo, mas que quando ele parou pra pensar, percebeu que sentia uma falta imensa.

_ E então?_ Rony indagou, seus olhos azuis estavam embaçados.

_ E então que eu senti sua falta, amigo_ Harry finalmente disse. E era exatamente o que Rony queria ouvir.

Eles se aproximaram ao mesmo tempo num abraço desajeitado, mas apertado. Em outra época, ele teria aversão aquilo, ficar abraçando outro cara, mas ele sabia que era a coisa certa, era o que vinha depois de fazer as pazes. E quando, eles se afastaram e sorriram um para o outro, Rony também soube que nunca em sua vida poderia imaginar um melhor amigo tão leal quanto Harry Potter.


N/A: Capítulo 11, galera. Espero que gostem, porque eu gostei muito.

Srt. Black: É muita gente com quem o Rony tem que se redimir. Vamos ver como ele se sai, pior não dá pra ficar. Obrigada pela review e pelos parabéns, Srt. *-*

Ma Weasley: Que bom que gostou tanto do capítulo 10, Ma. Espero que goste bastante desse também. Obrigada!

Andreia: Pois é, né? Dá pena do Rony e pra mim, é difícil escrever sobre ele sofrendo, mas fazer o quê? Adoro um drama (rsrsrs). Obrigada pelas duas reviews e pelos parabéns, Andreia. Ah, e acho que você deve ser uma das minhas leitoras mais ansiosas... ^^

Ron and Mione 4ever!: Demonstrar os sentimentos, realmente não é com o Rony e quando acontece é sempre uma surpresa, né? Feliz que você tá achando tudo ÓTIMO (assim com letra maiúscula). Muito obrigada pela review e pelos parabéns.

Lua Tonks: É claro que eu vou te achar sádica, Lua. Querendo o mal do meu ruivinho assim. Pobre Rony (rsrsrs). Obrigada, Lua.

Gabi Weasley: Pelo menos, uma das suas perguntas foi respondida nesse capítulo. A de quando o Harry iria aparecer. Bom, aí está ele. As outras, serão respondidas no decorrer da fic. Todas elas. Prometo (*-*). Obrigada pela review, Gabi.

Lyke: Primeiro, obrigada pelos parabéns. Quanta empolgação (^^). E respondendo ao que você me perguntou, POV (Point of view), é quando uma parte de um capítulo ou o capítulo inteiro é sob o ponto de vista de um determinado personagem. Por exemplo, a minha fic é POV do Rony, o ponto de vista dele, ok? Espero que tenha ficado bem explicado. Obrigada pela review e pelo carinho, Lyke.

N/A 2: Sei que provavelmente, a maioria de vocês vai sentir falta da Hermione nesse capítulo, mas acho que o Harry de volta, é quase tão bom quanto, né? Falando nele, eu adorei escrever essa conversa dos dois amigos, espero mesmo que vocês tenham gostado também. Então é isso, galera. Obrigada por marcarem presença mais uma vez. ^^

Até o próximo capítulo!

Bjks!

Reviews?