13. "Filho, estou tão feliz que esteja aqui"

_ Eu sei que eu sou bonito, Rony, mas será que dá pra você parar de me encarar?_ Fred perguntou em tom impaciente.

Rony havia ido bem cedo aquele dia visitar o irmão nas Gemialidades Weasley. Precisava falar de uma vez por todas sobre o que estava havendo entre Fred e Grace Collins e sabia que era melhor não falar sobre isso em casa. Agora ele estava parado no meio da loja encarando o irmão, que estava inquieto atrás do balcão.

_ Vamos conversar lá nos fundos?_ Rony sugeriu. A loja estava movimentada e ele não queria ninguém ouvindo o que ele tinha pra dizer.

_ Pra quê? O que você quer?_ Fred perguntou, parecendo um pouco desconfiado. Jorge que estava atendendo uma senhora, olhou para os dois um instante, mas depois voltou a atenção para a cliente.

_ Não posso falar aqui_ Rony insistiu. Fred revirou os olhos, mas saiu de trás do balcão e fez um gesto para Rony segui-lo. Os dois caminharam pelo loja, até chegarem numa porta nos fundos, onde ficava o depósito de mercadorias. Rony entrou depois do irmão.

_ Então, desembucha.

_ Eu conheci a Grace Collins na festa do Lino_ Rony disse, ele encarou Fred, para ver qual seria sua reação. Este se mexeu inquieto, mas logo pareceu voltar ao normal.

_ E...?

_ Você não consegue se passar por tonto, Fred...

_ Pois é, diferente de você_ Fred zombou_ Olha, eu não tô entendo onde você quer chegar.

_ Você entende sim. Você e aquela garota..._ Rony fez uma careta_ Há quanto tempo está rolando isso?

Fred ficou um pouco pálido.

_ Rony, eu não sei...

_ Sabe. Você sabe_ Rony afirmou, olhando seriamente para o irmão.

_ Tá bom, pode ser que a gente tenha alguma coisa_ Fred falou_ Mas por que você se importa? Não é você que vive saindo nos jornais e revistas todos os dias com uma mulher diferente?

_ Eu não mais assim, Fred. E de qualquer maneira, eu posso sair com quem eu quiser, eu não sou comprometido. Só que você é. Ou você já esqueceu da Angelina?

_ Não, não esqueci, ok?_ Fred falou exasperado_ É que as coisas entre Angelina e eu não estavam indo muito bem e aí Gina trouxe a Grace pra jantar em casa um dia e... E as coisas simplesmente aconteceram, entende?

_ Só que esse tipo de coisa não pode acontecer, Fred.

_ Eu sei, sei... Eu já tentei terminar com ela, mas ela é mais grudenta que cola, ela não sai mais do meu pé. Não sei o que fazer.

_ Você vai acabar estragando tudo com a Angelina.

_ Ela não precisa saber_ Fred falou meio desesperado.

_ Acredite, ela vai saber_ Rony se lembrou da conversa que teve com Angelina na outra vida. De uma forma ou de outra, ele tinha certeza que Angelina ia acabar descobrindo tudo.

_ Você vai contar?_ seu irmão perguntou assustado.

_ É claro que não. Mas esse tipo de coisa não se esconde por muito tempo. E quando Angelina souber, você vai perdê-la pra sempre.

_ Você veio aqui pra me rogar praga?

_ Eu só quero que você faça a coisa certa.

_ Espera, como você sabe sobre Grace e eu?

_ Eu vi na minha bola de cristal_ Rony deu um sorriso amargo.

_ Sem piadinhas sem graça, Rony. Eu tô falando sério. Como você sabe?

_ Isso importa mesmo?_ Rony questionou um pouco impaciente_ Olha aqui, Fred, a única coisa que você tem que saber é que essa sua idiotice vai estragar tudo...

Fred o encarou por alguns segundos, então ele suspirou.

_ Eu sei, ok? Sei que fiz besteira, mas não sei como consertar agora.

_ Mas eu sei_ Rony falou, com um pequeno sorriso.

_ Como?

_ É até um pouco óbvio... Grace preza muito a amizade da Gina, não?

_ Acho que sim, pelo que eu sei, Gina é a única amiga dela. O que você tá pensando em fazer?

_ Nada demais. Se der certo, eu te conto.

_ Por que não conta agora?

_ Pra começo de conversa, você nem merece que eu te ajude, Fred... Então deixa assim, que eu vou ver o que posso fazer por você.

Fred o encarou desconfiado por alguns instantes, até que a porta se abriu e Jorge entrou no depósito. Ele olhou direto para seu gêmeo.

_ A Angelina tá aí_ ele disse um pouco sério. Fred olhou para Rony, como quem pergunta se a conversa já acabou.

_ Pode ir. Isso era tudo_ Rony falou e Fred sem dizer nada, saiu do lugar.

_ Do que vocês estavam falando?_ Jorge perguntou, tentando soar casual, mas Rony notou a curiosidade do irmão.

_ Nada!

Diferente do que Rony imaginou, Jorge não disse nada, não insistiu. Ele ficou quieto. Caminhou até o lado oposto do depósito e sentou em cima de uma das caixas de produtos da loja. De repente, ele ficou distante, pensativo.

_ O que você tem?_ Rony perguntou.

_ Fred e Angelina estão passando por uma crise_ Jorge respondeu distraído.

_ Por que está dizendo isso?

_ Eu deveria estar triste por isso_ Jorge continuou ainda meio aéreo_ Eu deveria estar triste por isso_ ele repetiu, franzindo a testa.

Aquilo era tão óbvio, Rony pensou, enquanto observava o irmão. Jorge deveria estar triste pelos problemas no namoro de seu gêmeo, mas não estava. Ele estava apaixonado por Angelina. Talvez outra pessoa não pudesse perceber isso, mas para Rony que os tinha visto casados e com filhos na outra vida, estava muito claro. Assim como estava claro que mesmo que Fred se livrasse de Grace e Angelina nunca descobrisse, ele ainda a perderia. E Rony chegou a conclusão de que algumas coisas simplesmente, não seriam diferentes nessa vida. Era estranho, mas passou por sua cabeça, que talvez Jorge e Angelina apenas tivessem que ficar juntos.


_ Talvez eu não devesse tê-la beijado, assim, do nada_ Rony disse, depois de refletir um pouco.

_ Não, acho que você escolheu uma boa hora pra isso_ Arthur Weasley comentou logo em seguida.

Os dois estava caminhando juntos pela estradinha perto de casa, Arthur meio apoiado no braço do filho. Rony estranhou um pouco, quando seu pai o chamou para dar uma volta com ele, mas ao mesmo tempo se sentiu empolgado. Desde que tinha voltado, ele aproveitava qualquer chance que tinha de ficar com seu pai. Então ele contou tudo sobre a conversa com Hermione na noite anterior. E quem melhor pra lhe aconselhar do que o homem que era o seu melhor exemplo?

_ Não sei, pai. Talvez se eu não a tivesse beijado, me pouparia de ouvir algumas coisas que ela disse_ Rony se lembrou do desabafo de Hermione. Tudo o que ela passou, por causa dele.

_ Você tinha que ouvir isso, de qualquer maneira. A verdade, é importante, filho. Sempre é bom dizê-la, mesmo que isso magoe alguém. Aquela era a verdade de Hermione e ela tinha que dizer.

_ Mas foi difícil.

_ É, mas imagina para ela então_ Arthur completou. Ele deu um suspiro cansado. Rony o olhou.

_ Você está bem, pai?

_ Estou, não se preocupe.

_ Acho que devemos voltar. Melhor você descansar um pouco.

_ Tudo que eu faço ultimamente é descansar. Estou cansado de descansar_ ele riu_ Sua mãe mal me deixa sair do quarto. Quero aproveitar que ela não está, pra respirar um pouco de ar puro.

_ Ainda acho que...

_ Estou feliz que esteja aqui, Rony_ seu pai o interrompeu. Eles se encararam por alguns instantes e Rony teve uma sensação nauseante ao olhar nos olhos do seu pai. Ele teve um medo súbito, algo que ele não conseguiu controlar.

_ Pai, vamos voltar. Por favor, você precisa se deitar_ ele pediu um pouco nervoso. Aquele medo só aumentando.

Arthur não disse nada. Ele fechou os olhos e deu um pequeno sorriso, quando uma brisa passou por eles. Rony olhou ao redor. Era um lugar bonito, com uma grama bem verde ao redor deles e algumas pétalas de flores flutuavam, sendo levadas pelo vento. Ele podia avistar A Toca de lá. Rony voltou a olhar para seu pai, que ainda tinha os olhos fechados. Quando ele os abriu, algumas finas lágrimas escorreram. Arthur levou uma mão ao lado esquerdo do peito. E de repente o seu corpo ficou pesado e Rony foi ao chão junto com ele.

_ Pai?_ Rony o chamou, sentado estranhamente na beira da estrada, com Arthur meio deitado em seus braços_ Pai?

_ Filho, estou tão feliz que esteja aqui_ ele repetiu, encarando Rony profundamente. As lágrimas escorrendo por suas rugas.

_ Sim, pai, eu estou aqui_ Rony disse, sem tentar conter o soluço que subiu por sua garganta_ Olha, eu vou aparatar com você pra casa... Não, eu... Eu vou te levar direto pro St. Mungus...

_ Não_ Arthur sussurrou, segurando a camisa do Rony. Ele deu um pequeno sorriso_ Está tudo bem, filho.

_ Pai, por favor, não faça isso comigo_ Rony pediu desesperado. Ele sabia que controlar aquela situação não estava sob o poder de seu pai. Mas mesmo assim, ele não podia não pedir.

_ Está tudo bem_ Arthur repetiu, com a voz um pouco mais fraca agora.

_ Não, não. Por favor_ Rony implorou.

_ Rony... Diga à Molly que...

Mas nenhuma outra palavra foi dita. Rony assistiu desesperado, seu pai fechar os olhos lentamente, como alguém que pega no sono. E qualquer pessoa que olhasse no rosto dele, pensaria que ele estava dormindo. Mas Rony sabia, que ele não acordaria de novo. Ali, diante dele, seu pai morreu. Ainda mais que isso, em seus braços, ele se fora para sempre.

Chorando, Rony encostou a cabeça na testa de Arthur. Ele fechou os olhos e abraçou com força, o corpo imóvel e frágil em seus braços. Mais uma vez, ele apenas se deixou levar pelo desespero. Ele quis chorar e ele chorou, ele quis gritar e gritou. Dessa vez, ele apenas fez tudo o que tinha que fazer.

"Há quanto tempo eu estou nessa tempestade?

Tão oprimido pelo oceano informe

Está se tornando cada vez mais difícil caminhar sobre as águas

Com essas ondas quebrando em minha cabeça."


Rony não tinha mais noção. Não tinha noção de que horas eram, nem de nada. Quer dizer, era noite, ele sabia, porque agora não entrava quase luz nenhuma pelas frestas das paredes de madeiras, a não ser a da lua. Ele tinha até mesmo dificuldade para assimilar onde estava. Cada vez que se desligava do lugar, era como estar num lugar estranho. Estava escuro, sombrio, como um cômodo mal assombrado. Através da escuridão e de seus olhos embaçados pelas lágrimas, ele tentou se concentrar naquele pequeno e desconfortável espaço. Tentou focar seus pensamentos, por mais difícil que fosse, ali naquelas madeiras velhas, no chão empoeirado, nos objetos quebrados e sujos.

Aquele casebre no quintal, onde seu pai guardava os objetos trouxas que ele tanto amava, nunca pareceu tão feio e inóspito. Mas ainda assim, tudo ali era Arthur Weasley. Do telefone quebrado em cima da mesa encostada a parede, até aquela cadeira desgastada que Rony ocupava agora. E era só por isso que ele estava ali. E ele continuou ali, imóvel, naquela cadeira velha, por mais tempo do que ele podia precisar, e mesmo quando a porta de madeira rangeu, anunciando que alguém entrava, ele não se mexeu. Seus olhos continuaram fixos no vazio.

_ Rony?_ Hermione o chamou baixinho. Sua voz estava como a de alguém que tinha pego um resfriado, mas era só porque ela tinha chorado muito. Assim como todo mundo.

Ele não respondeu.

_ Rony?_ ela o chamou mais uma vez. Rony fechou os olhos.

Ele a sentiu se aproximar e a percebeu parada a sua frente. Ainda assim, ele continuou do jeito que estava. Era Hermione ali, aquela garota que há pouco tempo ele descobriu que amava, mas naquele momento, tudo parecia tão pequeno. Todas as outras coisas, que não fossem seu pai e aquele lugar, perderam o significado, porque a única coisa na qual Rony conseguia pensar, é que seu pai morrera em seus braços. Nos de mais ninguém.

_ Rony, é melhor você entrar. Sua mãe quer que você entre, ela quer você ao lado dela e dos seus irmãos_ Hermione falou. Mesmo de olhos fechados, Rony percebeu quando ela se abaixou em frente a ele. As mãos pequenas dela, envolveram as suas grandes_ Abre os olhos, olha pra mim_ ela pediu.

Rony abriu os olhos e eles estavam fora de foco, tudo estava borrado. Mas finalmente, quando ele pôde ver com clareza, através das lágrimas e da dor, foram os olhos castanhos de Hermione que ele viu. Mesmo no escuro, ele viu.

_ Meu pai morreu_ Rony disse totalmente sem sentido. Afinal, Hermione sabia disso, ela esteve no velório e no enterro e ela abraçou cada membro da família Weasley e chorou com eles. Ela sabia, mas mesmo assim, Rony se viu dizendo aquilo, talvez para convencer a si mesmo de que aquilo era real. De que um pai saudável, só existiu na outra realidade. Ele se viu mais que nunca desejando voltar.

_ Rony, seu pai está bem_ Hermione falou. Sua voz estava embargada e falhando_ Eu tenho certeza disso.

_ Ele morreu nos meus braços.

_ Eu sei.

_ E eu não pude fazer nada, só assistir_ Rony levou as mãos ao rosto, quando conter o choro ficou impossível. Seus soluços foram altos e encheram o lugar.

_ Você estava com ele... Depois que você foi embora, isso era tudo que ele mais queria. E ele teve.

"Filho, eu estou tão feliz que esteja aqui."

Rony se lembrou do que seu pai disse e repetiu. Pra sempre ele se lembraria disso, das palavras de Arthur, da maneira carinhosa como ele falou, do fato do pai tê-lo perdoado, mesmo depois de tudo.

Ele sentiu as mãos de Hermione segurarem as suas novamente, mas dessa vez para afastá-las de seu rosto molhado de lágrimas. Eles se encararam. Então, Rony escorregou da velha cadeira até o chão. Os dois estavam de joelhos um em frente ao outro agora. E Rony não sabia se devia, mas mesmo assim ele o fez. Aproximou os lábios dos dela, e como da outra vez, ela não fugiu. Foi tudo muito simples, inocente. Apenas os lábios dele encostados imóveis as dela, igualmente parados, como duas crianças que dão o primeiro beijo. E pareceu certo no momento.

Após um tempo que Rony não soube dizer se foi curto ou longo demais, eles se afastaram. E diferente da outra vez, Hermione não o repudiou, nem lhe disse que não tinha conserto, ela apenas o puxou de volta num abraço quente e reconfortante. Ele se encolheu entre os braços dela e em seu ombro, chorou. Suas lágrimas rolaram por sua bochecha sardenta e caíram, molhando as costas dela. Mas ela apenas intensificou o abraço e deu a Rony tudo que ele mais precisava naquele momento. Ela.


Antes de tudo, quero dizer que estou tendo problemas pra formatar a fic, às vezes entra a formatação, às vezes não, então espero que entre decente dessa vez. ¬¬

N/A: Então... Capítulo 13. (Me escondendo). Pessoas, por favor, não me odeiem, não me matem, ok? Eu sei, eu sei que matar o Sr. Weasley foi maldade, mas desde o primeiro capítulo, eu acho que estava meio óbvio que isso aconteceria. Não fazia sentido, depois de tudo, eu simplesmente, mudar isso, sabe? Enfim, espero que vocês entendam meu ponto de vista e que não me odeiem (muito). *-*

Srt. Black: Tá aí, Rony falou com Fred. O problema agora, é se vai adiantar alguma coisa ou não. Obrigada pela review.

Liih Granger Weasley: Que bom que gostou do capítulo 11. Espero que você não odeie esse (cruzando os dedos). Obrigada!

Andreia: Pois é, a fic tá acabando sim, mas tô feliz que você ficou viciada nela. Olha, eu também vou sentir falta de escrevê-la. Mas outras virão. Obrigada, Andreia.

Ron and Mione 4ever!: Né? A Hermione teve uma atitude digna, de uma pessoa que foi magoada e que quer evitar ao máximo que a história se repita. Normal mesmo. Enfim, feliz que você tá gostando e por ainda estar comigo nessa segunda fic. Obrigada! ^^

Filipa: Também adoro o Rony. Ele sempre foi meu personagem favorito, apesar de algumas vezes agir como um babaca. Sei lá, acho ele muito humano, real. Obrigada pela review, Filipa.

Ma Weasley: Nem sei se desse capítulo você vai gostar muito. Quanto ao fim da fic, ainda está meio confuso na minha cabeça. Mas naturalmente, vai fluindo (^^). Obrigada, Ma.

BelinhaZpears: Pra mim funciona assim também, quando gosto de uma história, as coisas vão se formando na minha cabeça e tal. E cada capítulo que eu escrevo, não fico só pensando o que os personagens vão dizer, imagino as situações, as ações. E tento, passar isso com clareza pra vocês. Por isso sua review me deixou muito contente, por saber que eu tô conseguindo passar um pouquinho disso, da minha visão. Muito obrigada!

Lyke: Na verdade, não tinha planos para o Roger na fic, isso veio com o tempo. Imaginei que seria uma boa a Hermione ter alguém e tal. E para seu alívio, até que não demorei a postar esse capítulo, né? Obrigada, Lyke.

Glaucia Potter: Lá vem ela, depois de todo mundo (kkkkk). A comparação Fred/Jorge com Jorge/Miguel de "Viver a Vida", eu ri. Mas nossos gêmeos de HP nunca chegaram a sair no tapa, e nunca acontecerá em nenhuma fic minha. Nunca! E eu sempre imaginei o Harry "paizão" também, é bem a cara dele. Amizade Rony/Malfoy acho interessante se não ficar forçada e se for bem escrita, então espero ter feito isso bem. E tô muito feliz que você se apaixona por ela, cada vez que lê um capítulo, prima. Espero que você leia os outros logo. Amo você, peste! ^^

Lua Tonks: Até que enfim, consegui fazer você ter pena do Roniquinho, hein (kkkkk). Coitado, já sofreu a beça e acho que está pagando todos os seus pecados, não? Espero que o seu "ódio" pelo Rony, não se transfira para mim, depois de ler o capítulo 13. (Medo!)

N/A 2: Gente, tô abismada e feliz com todas as reviews, 83 até agora. Tô amando isso. "De volta ao seu coração" teve 24 capítulos e 68 reviews, então só posso dizer que estou feliz com o sucesso de "Escolhas". Será que consigo 100 reviews? Enfim, vocês são demais!

N/A 3: Aquele trechinho em itálico na terceira parte desse capítulo, depois que o Sr Weasley já morreu, é de uma música do Lifehouse, chamada "Storm". Eu escrevi esse capítulo inteiro ouvindo essa música e achei válido colocar um pedacinho dela. Até porque é uma música lindíssima e combina com a situação.

Ah, queria saber se alguma de vocês, sabe como eu coloco o link da capa da fic no meu perfil? O.o

Eu coloco, mas não sai exatamente do jeito que deveria. Se alguém souber, me dê um help. Desde já agradeço. *-*

É isso, gente. Até o capítulo 14!

Bjks!

Reviews?