Rolaram uma vez mais. A ânsia pela dominação não era bem uma luta, mas se assemelhava a algo do tipo. E agora, novamente era Dianna quem estava por baixo, as blusa preta erguida até um pouco abaixo dos seios e agora Lea brigava contra os botões da calça skinny. Dianna gemeu contra os lábios fartos, as mãos até então largadas sobre o colchão da cama de Lea agarraram-se com força às nádegas da morena. Foi a vez de Lea gemer, simplesmente não conseguiu se conter. A pressão dos dedos firmes de Dianna pareciam lhe deixar a pele ainda mais ardente, ainda que ela pensasse que fosse impossível. Ela vacilou e Dianna aproveitou-se do momento de fraqueza. Por instinto, ergueu a mão esquerda e voltou a descê-la com força contra a carne macia da bunda de Lea. O vestido que usava há muito esquecido no chão do quarto. Dianna se encarregara de arranca-lo tão logo teve Lea debaixo de si e a peça de delicada renda branca que ainda a cobria não impediu em nada o estalo de pele contra pele que se fez ouvir quando Dianna lhe bateu.
Dianna desceu a mão direita. As pontas dos dedos tocando com possessividade a calcinha de Lea, acompanhando-a conforme esta sumia, engolida por carnes fartas. Desceu um centímetro apenas e Lea gemeu outra vez, agoniada, o corpo parecendo agir por vontade própria quando Dianna a sentiu se empinando para ela e mordeu-lhe o lábio inferior com voracidade, castigando a boca bem feita.
- Gostosa!
Lea se sentiu arrepiar com violência. Dianna seguiu com a doce tortura... Apenas as pontas dos dedos tocavam Lea sobre a calcinha. Dianna podia sentir a umidade dela contra a própria pele... E o jeito que Lea afastava ainda mais as pernas conforme Dianna brincava com o clitóris ainda com o obstáculo do tecido entre as duas, a fazia querer descobrir mais e mais e mais do corpo que se oferecia inteiro, sem restrição nenhuma.
Dianna forçou-se para o lado, Lea caiu de costas no colchão e Dianna a empurrou uma outra vez, fazendo-a rolar, agora estava de bruços, embaixo da outra mulher, que lhe afastou os cabelos escuros do pescoço, antes de passar a explorar a região da nuca com lábios entreabertos. Lea gemeu, erguendo-se usando os cotovelos como apoio e tombou a cabeça. O pescoço já exposto ficou ainda mais exposto. Os dentes da mulher loira cravaram-se com vontade no ombro direito de Lea, que gemeu, agoniada, os lábios entreabertos puxavam o ar a goles fartos numa tentativa de conseguir recuperar o fôlego. Dianna deixou que os dedos da mão que usara para afastar os cabelos se embrenhassem aos fios sedosos. Agarrou-se aos cabelos com força, puxando a cabeça de Lea para trás, não conseguindo conter um gemido agoniado enquanto segurava o lençol branco com muita força numa tentativa de extravasar um pouco do tesão.
O mesmo lugar onde mordeu, Dianna contornou com a língua, sem pressa, um pedido de desculpas. Finalizou com um beijo delicado, que contrastava com a violência que ainda usava para segurar-se nos cabelos de Lea. Continuou beijando... subiu pelo pescoço, alcançando então a orelha.
- Chega a ser egoísmo eu ter você assim, desse jeito que estou tendo agora e só pra mim. Tem alguma noção do quanto fica linda desse jeito?
Dianna murmurou muito baixo, a voz apenas um fio, enquanto se ajeitava entre as pernas de Lea. Ajoelhou-se ali, inclinando-se na direção de Lea. A mão livre estava apoiada no colchão, mas não demorou a ganhar a cintura dela. Outra vez, Dianna deslizou a mão subindo pelo tronco de Lea. Contornou o seio direito com a mão, apertando-o com gentileza... não conseguiu evitar de tomar a boca de Lea com a sua ao ouvi-la gemer uma vez mais, completamente rendida. A mesma mão desceu sem pressa, pelo meio das costas femininas. Deliciou-se ao sentir Lea levemente úmida em consequência do suor que começava a formar uma camada fina sobre a pele. Continuou a descer os dedos, que dessa vez entraram sem pestanejar entre a calcinha e a pele de Lea. Acompanhou as curvas delicadas sem pressa alguma... e não demorou a chegar onde pretendia. Lea se ergueu ainda mais na cama. Pressionando o corpo de Dianna, exasperada, ao sentir os dedos de Dianna tocando-lhe em uma pressão muito delicada, um toque quase enlouquecedor. Os olhos já fechados se apertaram com ainda mais força enquanto ela gemia muito alto. Dianna baixou a boca, beijou-lhe o pescoço desprotegido.
- Gostosa... – gemeu contra a pele de Lea, já não conseguindo conter a vontade de lamber a pele dourada. E foi o que ela fez, com vontade, com prazer, enquanto forçava dois dedos um pouco mais pra dentro de Lea. Sentiu-a contorcer-se, os músculos de Lea se fechando ao redor de seus dedos. Se havia algum pecado pelo qual valesse a pena encarar o fogo do inferno, Dianna estava diante dele naquele exato momento, era a única coisa que ela conseguia pensar. Puxou os cabelos de Lea com um pouco mais de força e a única reação que conseguiu arrancar de Lea foi um gemido, completamente entregue.
Lea empinou-se, ainda mais, sem pudor algum, se oferecia inteira. E Dianna entendeu o recado... passou a movimentar os dedos. O ritmo extremamente lento a fez gemer uma vez mais e Dianna sorriu, a boca ainda contra seu pescoço. Ensaiou uma mordida ali... mas a única coisa que fez foi chupar, com vontade. A tinha marcado. Tinha certeza disso. Sorriu, perante a ideia de Lea ter que usar golas altas por sua causa. Ainda mais excitada, imprimiu um ritmo mais exigente no movimento da mão. Lea já não conseguia se controlar... os antes gemidos, eram agora gritos agoniados, desesperados. Ela estava simplesmente perdida em meio a um mar de tanto prazer.
Não demorou para que uma Lea absolutamente exausta se deixasse cair sobre a cama, em um último grito que marcara o orgasmo explosivo. Dianna não parou os movimentos de imediato. Diminuiu o ritmo aos poucos e só se retirou de dentro dela quando a sentiu parar de tremer e então foi a vez de Dianna se deixar cair na cama. Ao contrário de Lea, se deitou com as costas no colchão... a olhava, ainda de bruços, ofegando. Os cabelos eram um emaranhado de fios escuros, uma boa parte colada à pele suada. Tinha os olhos fechados... e mais uma vez Dianna se pegou pensando que Lea era um pecado pelo qual valia a pena perder o paraíso.
Estavam muito próximas, mas não se tocavam, entretanto.
Lea respirava com dificuldade, sentindo o corpo todo ainda meio submerso em uma onda de prazer que parecia não querer passar. De olhos fechados, ofegava contra o colchão. Sentia-se observada. Tinha certeza que Dianna a olhava. Mas no momento, lhe faltavam forças para abrir os olhos. Sentiu então um carinho muito suave na bochecha direita... os cabelos haviam sido afastados da bochecha. Abriu os olhos com preguiça e como já foi dito, não foi surpresa quando encontrou os olhos dourados fixos em seu rosto. Sorriu, sem conseguir se conter, feliz da vida. Ouviu o próprio suspiro, mas o ruído lhe pareceu muito longe. Todo o resto do mundo lhe parecia muito longe agora. O mundo que ela via era só uma caricatura muito mais colorida e mais bonita da realidade.
Dianna foi a primeira a se mexer. Semivestida, levantou-se da cama em um único movimento. Lea não conseguiu ver o que exatamente ela fez, mas apenas um segundo depois, ela voltava e Lea se sentiu cobrir. Não tinha notado até então que estava com frio, mas o calor do cobertor foi reconfortante. Dianna não demorou também a serpentear para debaixo das cobertas. Deitou-se exatamente onde estava antes, não sem antes desligar a luz do quarto de Lea. A iluminação do cômodo se dava agora unicamente pela luz que entrava pela fresta da porta entreaberta.
Dianna se deitou, recostando-se nos dois pares de travesseiros que Lea tinha sobre a cama. Ela teria reclamado, se Dianna não a tivesse puxado para si um segundo apenas depois de se ajeitar. Lea se aconchegou ao ventre macio, respirando muito fundo ao sentir seu cheiro impregnado em Dianna. Não pode conter outro sorriso. Tornou a fechar os olhos, sentindo os dedos de Dianna deslizando pelos cabelos antes puxados numa caricia cheia de carinho.
- Está claro lá fora...
A voz de Dianna para Lea pareceu meio abafada. Ela sentiu o diafragma da loira se contrair conforme falava e tornou a sorrir debilmente, concordando com um murmúrio qualquer.
- Eu... poxa... eu acho que está nevando!
Pode notar a excitação na voz de Dianna, mas não deu lá muita atenção. O que tem demais em estar nevando? Ela nem se lembrava exatamente da primeira vez que tinha visto neve.
- Lea, está mesmo nevando! - Dianna se mexeu no auge da animação e Lea temeu que ela fosse se levantar, mas para sua alegria, ela não saiu do lugar. Lea murmurou qualquer outra coisa em assentimento. - Qual o seu problema? Lea, está nevando!
Lea tornou a rir, se obrigando a abrir os olhos e olhar para Dianna.
- O que tem demais que está nevando?
Mesmo que não estivesse sorrindo antes, sorriria agora com certeza. Era quase impossível não acompanhar Dianna quando ela sorria como fazia naquele momento, os olhos vidrados na janela do quarto.
- Como assim o que tem demais? Faz quanto tempo que você mora aqui em L.A. ?
- An... eu não sei... Cinco anos?
- E quantas vezes você viu neve aqui, nesses cinco anos?
Lea arregalou os olhos, Dianna desviou o olhar do lado de fora do apartamento para apreciar divertida o brilho de compreensão chegar aos olhos escuros. Foi a vez de Lea se erguer para olhar para fora, mas a animação da morena durou bem menos que a de Dianna e logo Lea voltava a se deitar na cama, procurando pelo calor do corpo seminu embaixo do seu.
- Sabe o que é bom pra se fazer quando neva?
- O que? – Dianna perguntou baixando a boca para os cabelos castanhos.
- Dormir! – A loira fechou os olhos e inspirou o cheiro dos fios sedosos, sorrindo perante a resposta de Lea. – Eu espero que você tenha desligado o seu celular.
Lea riu da própria piada. Dianna não. Enrijeceu, incomodada. Lea percebeu e apertou-se ainda mais contra o corpo de Dianna, tentando impedir que ela saísse da cama. Precisava dela consigo... nem que fossem só mais alguns minutinhos. Foi a vez de Dianna rir, se deixando abraçar e se obrigando a relaxar.
- Estou me sentindo num daqueles desenhos da Felícia. – A voz dela era um falsete de alguém sendo asfixiado. Lea se viu obrigada a afrouxar um pouco o abraço.
- Desculpa... eu estava brincando. – Lea não se referiu a que exatamente estava falando. E nem precisava. Dianna tornou a beijar-lhe os cabelos.
- Eu não preciso desligar o celular.
- Sabe, eu nunca fiz um boneco de neve. – Até para ela mesma, a voz de Lea saiu mais rápida que o normal. Dianna passou um dos braços em volta do tronco dela, puxando-a mais para cima. Roçou-lhe os lábios na testa, cheia de carinho, pedindo atenção. Só falou quando Lea finalmente ergueu o rosto para olhá-la.
- O que aconteceu hoje de manhã, não vai acontecer de novo. – A frase foi selada com uma carícia de nariz com nariz que arrancou mais um suspiro de Lea.
- Eu não me importo... – Murmurou, se acomodando no colo de Dianna. Uma das pernas se enfiou entre as duas da moça loira e a cabeça se acomodou em um lugar entre o ombro e o colo. Fechou os olhos suspirando outra vez, a sonolência gostosa que começava a tomar conta do corpo pequeno era boa demais para qualquer ser humano conseguir resistir. Não conseguiu conter um bocejo, espreguiçando-se debaixo das cobertas.
- Devia se importar... afinal de contas, quando sua melhor amiga desmancha um noivado, talvez ela até precise de colo por alguns momentos.
Lea abriu os olhos, piscando devagar. O dia tinha sido emocional e fisicamente muito exaustivo e agora, já no finalzinho da noite e comecinho da madrugada, o cérebro começava a dar sinais de que talvez fosse melhor hibernar por algumas horas, principalmente por causa da descarga de endorfina começava a passar e que tinha potencializado a sensação de cansaço. Mas ela se obrigou a abrir os olhos e erguer o rosto com uma ruga de desconfiança entre os olhos para encarar uma Dianna com um daqueles sorrisos que ela tinha certeza que derretiam icebergs.
- Minha melhor amiga o que?
- Sua melhor amiga está oficialmente solteira. Que tal se fossemos comemorar naquele bar que o Theo te levou outro dia só pra eu encher a cara de tequila e te dar trabalho também?
Deliciada, Dianna observou a nuvem da ignorância se dissipar dos olhos enormes, dando lugar a um brilho de entendimento e logo em seguida um outro que ela julgou ser alegria. A mais pura alegria. Sequer conseguiu ver quando Lea se aproximou, apenas se sentiu ser puxada e logo em seguida tinha a boca sobre a dela. Riu, baixinho, segurando-lhe o rosto com as duas mãos.
- Eu acho que alguém ficou feliz – murmurou, entre os inúmeros selinhos que Lea lhe roubava e ela definitivamente estava longe de reclamar.
Lea não respondeu, continuou a beijar-lhe a boca, sem pressa, sem desespero agora. O tesão quase insaciável por hora saciado. Se permitia provar Dianna. Provar como ela sempre quis provar. Provar como Dianna merecia ser provada. Os selinhos se não demoraram a se transformar em um beijo de verdade, enquanto Lea se encaixava com perfeição entre as pernas de Dianna. Quando o ar se fez faltar, Lea desceu com a boca, que ganhou o pescoço pálido e continuou descendo, os lábios entreabertos, respirando contra a pele de Dianna. Lea deslizou pelo colo de Dianna, a língua tocando a pele branca aqui e ali, só pra provocar, mas ainda sem pressa. Aproveitou para jogar para o lado o cobertor que ainda estava sobre as duas e deslizou os lábios pelo vale entre os seios e Dianna mordeu o lábio inferior, o tronco automaticamente se erguendo do colchão.
Ao chegar ao abdômen plano, Lea deixou que a língua deixasse um rastro de fogo por entre os lábios ainda entreabertos passavam. Sem olhar Dianna, ela continuava descendo. Só ergueu os olhos ao chegar um pouco abaixo do umbigo, onde sugou a pele com delicadeza.
Dianna tentava acompanhar com o olhar o que Lea fazia. Tentou com todas as forças continuar sustentando os olhos castanhos inundados de desejo, mas todas as forças se escoaram o chupão. Jogou a cabeça para trás, também por instinto erguendo os quadris e gemendo baixo, muito baixo, um gemido do fundo da garganta. Lea se aproveitou da deixa, as mãos agarraram-se ao botão do jeans com voracidade e quando Dianna se deixou deitar na cama outra vez, Lea já tinha baixado as calças até mais ou menos o meio das coxas. Tirar a peça de roupa a partir daí foi extremamente fácil e foi exatamente o que Lea fez, praticamente arrancando a calça junto com a calcinha em um único movimento e jogando-a em um canto qualquer do quarto. Baixou os olhos, e engoliu em seco, a boca enchendo-se de água imediatamente.
Dianna tinha apoiado os pés no colchão. A timidez inicial que Lea achou que fosse encontrar por parte da loira foi pura ilusão e ela realmente preferia que fosse só ilusão mesmo. Sorriu, lambendo o lábio superior, sem conseguir se conter.
- Eu não sei fazer isso...
Murmurou, muito baixo, ajeitando-se entre as pernas de Dianna outra vez. As mãos se enfiaram por debaixo das coxas de Dianna, segurando-a pelos quadris e a trazendo para ainda mais perto do rosto de Lea. Baixou o rosto, inspirando profundamente, se permitindo sentir o cheiro de Dianna, que sentiu o estomago gelando com violência, seguido de um calafrio de puro deleite. Abriu um pouco mais as pernas, oferecendo-se inteira, a mão direita enfiando-se entre os fios loiros, puxando-os para trás em um gesto exasperado. Tinha os olhos fechados, o corpo todo em alerta.
- Só... Só faça...!
Conseguiu murmurar, antes de explodir em um gemido agoniado tão logo Lea desceu com a língua, lambendo-a de cima em baixo, assim que ouviu o consentimento de Dianna.
Dianna se contorceu na cama, mas as mãos de Lea agarradas às suas coxas, impediram que Lea tivesse sua exploração interrompida. Porque era exatamente o que Lea fazia. Explorava, procurava, provava... nada se comparava ao gosto de Dianna. Ela era doce. Extremamente doce. Doce como Lea nunca imaginara que alguém pudesse ser. A lambia sem pudor nenhum, se deixando lambuzar pelo fruto do prazer de Dianna. Segurava as coxas com força, com muita força, afastando ainda mais as pernas, pedindo, exigindo espaço. Dianna agarrou-se aos cabelos castanhos com força, numa tentativa de tornar aquela tortura um pouco mais suportável. Não adiantou. Lea agora decidira prender o clitóris entre os lábios. Sugava-o... e se Dianna não estivesse com os olhos fechados com muita força, conseguiria se ver nos brilhos dos imensos olhos castanhos ainda mais escuros de desejo agora. Veria uma Dianna se contorcendo, transtornada de prazer... e veria uma Lea muito disposta a tornar aquela tortura ainda mais insuportável.
A loira não aguentou mais que um minuto a partir do momento que Lea decidiu usar a língua para brincar com o que antes prendia entre os lábios. Agarrando-se ainda mais aos cabelos de Lea, passou-lhe as pernas ao redor do tronco, prendendo-a junto de si, antes de se sentir derramar em gozo. Um orgasmo até então não experimentado.
Ainda sentia o corpo tremer, os músculos do corpo todo parecendo gelatina quando sentiu também Lea serpenteando por seu corpo outra vez. A sensação de pele com pele era extremamente agradável, ela realmente gostava daquilo. Beijou-lhe os lábios com devoção, tão logo lhe foi possível. A mão direita tateou a cama ainda às cegas, sem abrir os olhos, e Dianna outra vez cobriu à Lea e a si mesma, antes de se aconchegar ao corpo quente que havia se deitado ao seu lado, uma das pernas outra vez se enfiando entre as suas.
Beijou a testa de Lea com todo o carinho do mundo, antes de suspirar e deixar por fim de lutar contra a languidez que ganhava uma batalha épica contra a vontade de permanecer acordada.
