Eis, que aqui estou eu!
Desculpa a demora ninas, estou na correria, ultimo ano é foda!
Mas tudo bem, eu sobrevivo! =)
Então, vamos ao que interessa?
Aproveitem!
Capitulo 6
• Um Delicioso fim de semana, e uma segunda insuportável •
Rin terminou de comer e subiu ate o quarto, guardou suas coisas, e colocou o livro e cima da mesa do computador, abriu as gavetas atrás e seu biquíni, não tardou a encontra-lo, foi ate o banheiro e colocou-o, - a calcinha era preta lisa, a parte de cima, no busto, era detalhado, havia varias flores de cerejeira cor de rosa em contraste com o preto, - vestiu um short jeans curto, que deixava suas pernas a mostra, e ficou apenas com o biquíni em cima, deixando visível o corpo bem torneado que a menina possuía, desceu as escadas e assim que seus pés tocaram o ultimo degrau alguém bateu a porta, ela então foi ate lá e abriu-a, dando de cara com Inuyasha e Miroku,
_ não disse que podiam entrar? Deixei a porta destrancada...
_ Preferi bater antes Rin, vai que você tava trocando de roupa ou algo assim?
_ na sala?
_ ia ser uma visão linda – disse miroku já com os olhos de tarado
_ ai Miroku, você não te mesmo jeito – disse Rin revirando os olhos, logo a campainha soou e Rin voltou até a porta,
_ Meninas! Que bom que chegaram, entrem...
Kagome e Sango estavam sorridentes, mas ficaram paralisadas assim que viram os garotos ali, olharam Rin intrigadas, e ela apenas lhes sorriu. Inuyasha usava um short preto e uma regata branca, Miroku estava com um calção vermelho e uma regata também branca, os ombros e braços fortes a mostra, realmente uma visão muito agradável...
As meninas estavam muito charmosas também, Kagome vestia um vestido soltinho e curtíssimo no tom verde água, e tinha umas flores brancas, via-se a alça de seu biquíni rosa, um chinelo branco nos pés, os cabelos presos em rabo frouxo; Sango usava um short jeans escuro, uma regata branca com detalhes em verde, da cor de seu biquíni, um chinelo preto nos pés e os cabelos estavam soltos assim como os de Rin, que mantinha um sorriso no rosto;
_ o que estão esperando parados aí ein?
Ela se encaminhou até a enorme porta de vidro que dava para o jardim nos fundos, abriu-a e todos a seguiram, Sentaram-se em uma das mesas que havia ali em volta, logo iniciaram uma animada conversa.
_ vocês ficaram sabendo que vai ter um show no festival de verão, na próxima semana? –comentou Miroku
_ quem vai cantar? – Rin perguntou animada
_ Evanescence, amo essa Banda – disse com os olhos brilhando
_ são mesmo muito bons, vocês vão? – questionou Kagome
_ eu vou com certeza! A Amy é linda, imagina perder a oportunidade de vê-la de perto – Miroku confirmou, todos reviraram os olhos.
_ eu não sei ainda, mas provavelmente sim, o Miroku deve me arrastar, ele odeia sair sozinho... – retrucou Inuyasha
_ minha mãe queria ir ao festival de Verão, o que acham de irmos todos? Ela pode nos levar... – falou Rin
_ eu não sei se o Vovô vai deixar, - comentou Sango
_ bem, vocês olham e se todo mundo for, vamos juntos, o que acham?
_ bem, - Inuyasha começou – a gente pode se encontrar lá, por que o Sesshoumaru vai, então ele leva a mim e o Miroku, assim as meninas vão com você e a gente se encontra lá, pode ser?
_ por mim tudo bem – concordou Rin, porem ela estava agitada por dentro, sesshoumaru ia, e isso significava encontrar-se novamente com ele, depois do que aconteceu, mas ela havia se esquecido que estudam na mesma escola, provavelmente iriam se encontrar bem antes disso...
Logo estavam dentro da água, jogavam uma espécie de vôlei, e assim se seguiu aquela divertida tarde, o jogo já havia acabado e as meninas ganharam dos meninos que estavam inconformados com a derrota, Inuyasha corria atrás de Kagome enquanto Miroku já tinha Rin no colo, e a jogava na piscina, e logo correu para pegar Sango, Inuyasha tomou Kagome nos braços, ela gritava e esperneava:
_ naooooo, Inuyashaa naooooooooooo.
Ele apenas sorriu maligno e pulou na piscina com ela no colo, assim como fez Miroku assim que alcançou Sango, toda a tarde seguiu cheia de brincadeiras e diversão, o sol começava a se esconder, estavam todos deitados na grama em volta da piscina, Inuyasha escorado na arvore e kagome deitada em suas pernas, rin deitada em sango que deitava em Miroku que estava encostado na mesma arvore que Inuyasha, conversavam sobre alguma coisa qualquer, quando o hanyou pareceu ter uma idéia,
_ querem ver uma coisa? – disse Inuyasha olhando principalmente para kagome que estava recostada em suas pernas,
_ o que? – rin perguntou
_ venham, - ele ajudou kagome a se levantar, todos já estavam de pé e Inu os guiava para fora da casa de Rin, foram ate o portão da casa dele – entrem – sorriu e os seguranças abriram os portões, todos seguiram Inuyasha, a casa era muito luxuosa e enorme, uma pintura delicada num tom de amarelo bem suave, tudo muito bem decorado, os jardins impecavelmente belos, seguiram por um corredor na lateral da casa, era realmente enorme, Rin olhava fascinada, assim como Kagome e Sango, Miroku já estava acostumado e entrou normalmente, já imaginava onde o amigo os levaria, chegaram ao quintal nos fundos, as pessoas estavam reunidos ali, o pai e mãe de Inuyasha e até mesmo sesshoumaru. Todos trajavam as mesmas roupas de banho, os garotos só com o calção, as meninas com as respectivas partes superiores e um short jeans, exceto por sango que vestia uma saia de praia.
A bela mulher levantou-se e foi ate os amigos do filho, Izayoi vestia um delicado e simples vestido de verão, Inutaisho trajava um short de banho porem estava com a camisa branca, segurava uma taça de Martini, sesshoumaru estava com um short de banho preto, sem blusa e com todo aquele corpo lindo a mostra, Rin quase enfartou ao vê-lo, e ele apreciou minuciosamente cada parte do belo corpo da morena, Izayoi chegou ate eles sorrindo gentilmente,
_ Olá! Sejam bem vindos! Miroku querido, como esta?
_ muito bem Izayoi, obrigado, esta linda hoje!
_ obrigada meu bem – ela tinha Miroku como um terceiro filho, ele cresceu em sua casa com Inuyasha, sempre esteve por perto e ela se preocupava muito com ele, que retribuía da mesma forma o carinho... – e estas lindas garotas, quem são?
Inuyasha fez as horas da casa:
_ esta é Rin, nossa nova vizinha mamãe, - Izayoi apresou-se em abraçar a pequena.
_ é um prazer conhece-la querida,
_ esta é Sango!
_ Olá meu bem, um prazer,
_ e esta é Kagome – Izayoi percebeu quando os olhos do filho brilharam ao apresentar a menina e sorriu
_ Que ótimo poder conhecê-la meu bem – e lhe deu um aconchegante abraço – o que estavam fazendo meu bem? – direcionou a pergunta a Inuyasha
_ estávamos na piscina na casa de Rin, mas resolvi mostrar a elas o pôr-do-sol lá... – indicou o que parecia o fim do jardim com os olhos, Izayoi entendeu e sorriu,
_ eles vão adorar, apresente o seu pai e Sesshoumaru antes sim querido...
_ sesshoumaru já as conhece mamãe, infelizmente... – sussurrou a ultima palavra
Inuyasha apresentou-as a Inutaisho que foi muito educado, percebeu também o olhar de Inuyasha ao falar em Kagome, e deu um belo abraço na morena, mas não deixou passar os olhos fixos de sesshoumaru na pequena Rin, e encarou com um sorriso a menina, logo Inuyasha os levou ate o suposto fim do jardim, e então viram que havia uma trilha que seguia entre as arvores alem dali, um enorme e lindo jardim...
Seguiram a trilha por ali, as arvores iam ficando cada vez mais densas, era um visual incrível, as altas árvores que bloqueavam o sol que entrava apenas por teimosos raios de luz que passavam por entre suas frestas, Rin caminhava um pouco mais atrás dos outros, Inuyasha estava de mãos dadas com Kagome, e Miroku tinha o braço passado por cima dos ombros de Sango, a pequena mais atrás admirava a paisagem tranqüila, alguns pássaros voavam brincalhões por ali, mas ela não prestava realmente atenção nisso, seus pensamentos voavam na visão do " céu " que ela tivera ainda há pouco, Sesshoumaru era realmente muito bonito, com aquela face serena e um corpo escultural de causar inveja, perdida em seus pensamentos Rin não percebeu que os amigos tomaram um rumo e ela outro, as arvores começavam a ficar bem menos densas, havia mais luz, e de repente as arvores se acabaram, e ela estava no topo de uma rocha, muito alta que tinha uma visão maravilhosa de toda Tókio, surpreendeu-se, sorriu admirada,
_ que lindo!
_ também acho, - ela estremeceu, conhecia muito bem aquela voz, principalmente por que fora sussurrada em seu ouvido, já sentia o corpo dele de encontro as suas costas, e suas mãos paradas em volta da cintura da morena, virou-se assustada tentando se livrar dos braços de Sesshoumaru.
_ o que pretende com isso?
_ não tenho pretensões Rin... – sorriu um sorriso maravilhoso e irresistível, foi aproximando seu rosto da menina, seus lábios perigosamente próximos, encarava os orbes castanhos que estavam perdidos no dourado âmbar...
Rin não tentou escapar, ela fechou os olhos, sentiu os macios e doces lábios de sesshoumaru tocarem os seus, dessa vez não havia aquele desejo e ardência neles, era um beijo calmo, havia milhares de emoções ali, ele a puxou para mais perto pela cintura, os braços dela passaram em volta do pescoço dele, pousando em sua nuca, aprofundaram um pouco mais o beijo, ela acariciava a nuca dele, subindo por entre os sedosos cabelos, ele se arrepiava com o toque dela, a envolvia em um abraço tão forte e delicado, que era como se ela estivesse protegida de tudo, como se nada no mundo pudesse feri-la enquanto ela estivesse em seus braços, ela percebia tanto sentimento naquele beijo, e tentava transmitir isso a ele também, aos poucos foram se separando, ele continuou abraçando-a, e ela deitou a cabeça no peito dele, ficaram assim por um tempo, abraçados, ate que Rin se pronunciou:
_ se não tem pretensões, tem ao menos motivos?
Ele encarou a face doce da menina, os traços tão delicados e belos, o brilho dos olhos, um castanho lindo, que no fundo, no tom mais profundo de seus olhos havia um verde, tão claro quanto as águas do mar, ele podia se perder naqueles olhos para sempre, era como se visse toda a pureza da alma dela através deles, beijou-a novamente, um beijo mais rápido, mas não menos delicioso e apaixonado, soltou-a e antes de se virar, sorriu, sim, um sorriso doce e tranqüilo o qual Rin nunca o vira sorrir, então virou-se e saiu, sem dizer nem ao menos uma sequer palavra, Rin permaneceu ali, paralisada, levou uma mão aos lábios e sorriu, ainda podia sentir o gosto dos lábios dele nos seus, o cheiro dele em sua pele coberta apenas por um biquíni, olhou uma ultima vez aquela bela paisagem, e foi a procura de onde estariam seus amigos.
Logo os encontrou mais a frente, observavam algo, Rin logo percebeu que eram coelhos, uma família linda e enorme de coelhos, todos lindos e delicados, branquinhos como a neve, Rin admirou-os e brincou com eles um pouco, então percebeu a real beleza do lugar, as arvores já não eram mais tão densas, o sol entrava mas já estava fraco devido ao horário, via-o se por no horizonte, avermelhando toda aquela imensidão, havia arvores de sakura rodeando-os por completo, o vento fraco de verão as balançava fracamente e carregava algumas de sua flores, Rin estava admirada com tamanha beleza, e tudo aquilo se complementava pelo lindo pôr-do-sol.
Já era noite quando os garotos as acompanharam ate á porta da casa de Rin se despediram e as garotas entraram, Ayla já havia chegado e preparava algo na cozinha, e cheirava muito bom,
_ Olá mamãe! Já chegou? Achei que demoraria um pouco mais... – rin foi ate ela e beijou-lhe a face
_ Oi meu bem, Ola meninas! Terminei o serviço antes, por que acabaram marcando uma reunião de emergência para amanha, aí tive de apressar o meu projeto – disse com um sorriso cansado,
_ deixe que eu prepare a janta – ela se ofereceu,
_ tudo bem meu anjo, obrigada, eu já estou terminando, tome um banho você e as meninas e troquem esses biquínis, o verão já esta acabando, as noites vão começar a esfriar, e não quero vocês gripadas.
_ esta bem, já descemos,
_ ok
As garotas subiram e tomaram um bom banho, primeiro foi kagome, depois sango, e Rin por ultimo, a garota demorou quase meia hora dentro do banheiro, enquanto a água caia em seu corpo ela sentia o cheiro dele desprendo-se de sua pele, e exalando por todo o ambiente ate se esvair pela janela do banheiro, lavou os cabelos, e tinha sensação dos lábios dele ainda nos seus, de repente abriu os olhos arregalados, ' o que estava fazendo? Estava sendo uma garota tão fácil para ele, nunca tivera contato com nenhum homem, e agora era tudo tão rápido, e ela nem gostava dele, ele apenas a intrigava não era? Sim, era... ou não? O que ela sentia quando o via, era tão estranho, tinha a vontade de estar ao lado dele, mas não era realmente um sentimento assim era? Mas o que ela sentira quando ele a beijou, quando desceu por toda a extensão de seu pescoço, era como se milhares de borboletas rodopiassem em seu estomago, mas dessa vez havia sido diferente, naquele beijo havia tanta coisa, havia emoção, carinho, paixão, não era apenas desejo... sim, ela sentira isso, e sentira também uma necessidade enorme de transpassar o mesmo a ele, será que ela estava gostando de alguém? Gostando de Sesshoumaru? Logo ela que nunca se interessou por garoto nenhum, nunca ligou para tal coisa...', foi retirada de seus devaneios, pelas amigas que batiam a porta,
_ Rin! Anda logo, você ta ai tem uma meia hora já!
_ estou saindo! - gritou em resposta, terminou de enxaguar seu corpo e enrolou-se na felpuda toalha branca, saiu do banheiro e encontrou as amigas já vestidas deitadas em sua cama,
_ poxa Rin, você demorou um século lá dentro... – reclamou sango
_ desculpe meninas, mas a água estava tão gostosa – mentiu.
_ se arrume logo, que eu to morrendo de fome, e a comida da tua mãe ta cheirando maravilhosamente, to sentindo daqui, e ela já avisou que ta pronto, ta só esperando a gente descer... – falou kagome
_ ta bom sua esfomeada! – brincou rin jogando-lhe um travesseiro, abriu o guarda roupa e tirou uma roupa confortável pra ficar em casa, um vestido alaranjado e folgado, deixou os cabelos molhados soltos, e desceram. A mesa já estava arrumada e kagome tinha razão, a comida cheirava maravilhosamente bem, rin sorriu,
_ vocês demoraram – Ayla apareceu vindo da cozinha, trazia uma jarra de suco nas mãos, colocou-a na mesa e encarou as meninas, - como foi a tarde de vocês hoje meus anjos? – sentou-se então a mesa, sendo acompanhada por todas,
_ muito animada – respondeu kagome entusiasmada pelo fato de ter passado toda à tarde em companhia de Inuyasha
_ vejo pelo sorriso e esse brilhinho no olhar... – Ayla sorriu e olhou a expressão da filha, mantinha uma face serena, mas ao mesmo tempo confusa, - se divertiu minha filha?
Rin ergueu os olhos do prato cheio de macarrão, e encarou a face da mãe que já demonstrava certa preocupação, sabia que mais tarde conversariam, mas não sabia se diria à mãe o que aconteceu...
_ bastante, os garotos vieram também – sorriu um pouco.
_ os meninos da danceteria?
_ sim
_ ah, então Sango resolveu dar uma chance ao fofinho, como é mesmo o nome dele? Moriko, não, Mukuro,
_ Miroku! – respondeu kagome rindo e Sango emburrou a cara
_ eu não dei chance pra ninguém, ate por que chance em que? – estava emburrada, Ayla olhou-a pensativa e sorriu de lado,
_ sabe Sango querida, às vezes precisamos enxergar alem do que esta em nossa frente, mas não pensemos nisto agora, vamos jantar, antes que a comida esfrie, - ela então deu uma piscadela à menina, agradeceram a comida e jantaram em silencio.
Após o jantar as garotas ainda ficaram mais um pouco, conversavam, mas logo resolveram ir embora, já estava tarde e poderia ficar perigoso, Rin foi acompanhá-las ate o portão, elas riam de alguma coisa, e quando rin instintivamente olhou para o lado onde moravam os Taishou pode ver Sesshoumaru saindo, ele vestia uma calça preta e uma blusa branca de botões com os dois primeiros abertos, os cabelos voavam leves ao vento e exalavam aquele cheiro estupendo, ele encarou-a por sequer um segundo e continuou seu caminho de costas ao lado em que Rin se encontrava, as amigas perceberam o olhar da menina,
_ Rin?
_ diga kah, - ela encarou a amiga com uma face tristonha.
_ o que você sente pelo sesshoumaru? E nem venha me dizer que não é nada, por que eu ando reparando o modo como olha pra ele há um tempo já.
_ eu – ela respirou derrotada por um minuto, decidiu que contaria as amigas, e então começou, - bem, eu não sei o que eu sinto por ele, eu estou confusa sabe – explicou tudo o que houve na danceteria e naquela mesma tarde também, as amigas a olhavam intrigadas, ate que sango se pronunciou, após a amiga terminar de contar:
_ Rin, mas o que você realmente sente, por que você precisa entender os seus sentimentos...
_ ah Sango, eu não sei, ele me intriga sabe? Mas, quando ele esta por perto eu não sei o que faço, eu só consigo admirá-lo, sei lá, mas eu não gosto dele Sango,
_ tem certeza disso rin? – foi kagome quem perguntou
_ sim, eu não gosto do sesshoumaru! – disse um pouco sem jeito, dentro dela algo a dizia que isso estava errado, como se ela dissesse algo indevido ou impróprio, mas ela não se importou, - bem, eu vou entrar meninas. Vemos-nos amanha, ok ?
_ tudo bem rin, boa noite!
_ Konbawa meninas! – disse um tanto desanimada
_ konbawa Rin! – responderam em uníssono, em um tom baixo devido ao tom anterior da amiga.
Rin entrou em casa, a mãe já estava de banho tomado, e sentada ao sofá assistindo um programa qualquer que passava, olhou a filha entrar e lhe fez um sinal para que se aproximasse, Rin foi ate lá e sentou-se ao seu lado,
_ tudo bem filha?
_ sim mãe, só estou cansada – deu um fraco sorriso.
_ sabe Rin, eu sei que tenho estado ausente por causa do meu trabalho, mas eu ainda te conheço bem meu anjo, tem algo que a esta perturbando, não tem?
Ela respirou fundo e pensou um segundo, não podia contar à mãe que estava confusa com relação ao seu vizinho, não a queria preocupada, mesmo que confiasse muito na mãe, olhou-a e abraçou-a em seguida,
_ esta tudo bem mamãe, de verdade, não se preocupe ok? Se eu precisar, eu vou te falar, - soltou-a e lhe deu um beijo na bochecha,
_ tudo bem meu amor, - a mãe beijou-lhe a testa
_ bem, eu vou deitar, estou morta, Boa noite mamãe!
_ boa noite meu anjo! Bons sonhos,
_ obrigada!
Rin então subiu as escadas, e foi para o seu quarto, deitou-se e logo apagou, afinal fora um sábado e tanto!
Na manha seguinte ela levantou bem tarde, já eram onze horas, sentiu logo o cheiro gostoso da comida da mãe, ela estava em casa então, passariam finalmente um dia inteiro juntas, o trabalho e escola as andava separando ultimamente, mas não desta vez, arrumou-se, um short jeans, uma camiseta preta simples, descalça, os cabelos soltos, tinha um sorriso sincero e feliz na face quando apareceu na sala descendo pelo corrimão da escada,
_ Boa tarde dorminhoca! – disse Ayla brincalhona,
_ Konichiwa haha! ( haha = mãe )
_ que sorriso iluminador hun?
_ a comida esta com um cheiro maravilhoso! E eu estou morrendo de fome
_ também, dormiu quase o dia todo,
_ não exagere mãe...
Ela sorriu,
_ logo estará pronto Srta, esfomeada!
_ aah! Esfomeada?
_ sim! – e fez uma careta divertida para a filha,
Rin e Ayla sempre tiveram uma relação de amizade e confiança muito grande, mas depois da morte do marido Ayla pensou que tudo mudaria, os três sempre foram muito unidos, ela imaginou que Rin se fecharia completamente, imaginou que não veria o sorriso da filha tão cedo, mas Rin sempre foi forte, mesmo sendo aquela garota doce, meiga e sensível, Rin, por dentro sempre fora uma garota muito forte, e isto orgulhava muito Ayla, ficava muito feliz com o carinho e a felicidade da filha, passaria todo o dia com ela, hoje não trabalharia por nadinha no mundo.
Logo o almoço estava pronto, sentaram, agradeceram a comida e começaram a comer, o almoço correu calmo e divertido, com comentários e brincadeiras, após a comida as duas sentaram-se na varanda, o verão terminava, e se aproximava o outono, já ventava mais, por isso era uma delicia ficar sentada ali na grama enquanto o vento acariciava-lhe a face, elas conversavam como há muito tempo não faziam, Ayla contava do trabalho, Rin da escola, falavam sobre si mesmas, sobre o mundo, sobre tudo, nem perceberam o tempo passar, já eram quase quatro da tarde quando resolveram sair para tomar um sorvete, foram ate o centro da cidade, em uma sorveteria que acabara de abrir, Rin pediu um milk-shake de morango, e Ayla um sundae de chocolate, logo avistaram uns amigos da mãe, que sentaram-se com elas, eram todos muito engraçados, principalmente um casal, Yuna e Kenjiin, que brigavam de cinco em cinco minutos, todos se divertiram muito e após o sorvete resolveram marcar de ir a uma pizzaria, mas Ayla preferiu ir para casa, havia alugado um filme, e queria vê-lo com a filha, então convidou-os para irem para lá também, assim pediriam a pizza e comeriam vendo ao filme, concordaram, e seguiram ate lá, o filme foi muito divertido, era uma comedia romântica, " A sogra " , a pizza estava deliciosa, e o papo uma maravilha, já era bem tarde quando todos foram embora, então Rin e a mãe arrumaram toda a bagunça antes de irem se deitar exaustas.
Á noite Rin teve um pesadelo, sonhou que corria em um bosque muito escuro, e alguém a perseguia, tudo se transformava em um enorme labirinto, ela não conseguia sair, estava desesperada, ate que avistou o belo par de olhos âmbares a sua frente, correu ate ele e o abraçou forte, porem sesshoumaru não a correspondeu, empurrou-a, chamando-a de criança, debochava dela, ria, frio, sempre frio... ela começou a chorar desesperada, e logo kagura apareceu atrás de si, sesshoumaru então puxa-a e lasca-lhe um beijo de tirar o fôlego, bem em frente a rin, e diz que a ama, a garota não acreditava, seu coração gritava sufocado em seu peito, acordou assustada, suada e ofegante, levantou-se e olhou o relógio a cabeceira de sua cama, marcava seis horas da manha, suspirou cansada, foi ate o banheiro e tomou um belo e demorado banho, flash's de seu sonho passavam em sua mente enquanto a água caia em seu corpo, ela se questionava, por que aquilo a incomodava tanto, decidiu-se então, conversaria com sesshoumaru, e dessa vez, não o deixaria virar as costas, sem antes da-lhe uma boa explicação, saiu e enrolou-se na felpuda toalha, foi ate o quarto, vestiu seu uniforme, penteou os cabelos, um perfume, um gloss nos lábios, pegou o seu material, o livro que havia pego emprestado e afinal nem terminado de ler, desceu, preparou algumas torradas e um copo de suco de pêssego, comeu, quando estava saindo sua mãe descia as escadas,
_ já esta saindo? Acordou cedo hoje...
_ sim, eu fiz algumas torradas, não deixei as suas prontas para não esfriar, te vejo mais tarde, - voltou e deu um beijo na mãe,
_ boa aula! Ate mais tarde...
Rin saiu, caminhava distraída, não lia o livro, nem observava a paisagem, apenas pensava, não sabia ao certo o que diria a sesshoumaru, mas sabia que devia tentar conversar com ele, logo chegou à escola, estava vazia ainda, foi direto para sua sala e surpreendeu-se ao ver que Inuyasha já estava ali, com uma cara brava e ao mesmo tempo sonolenta,
_ Ohayo Inu! – ele olhou-a surpreso
_ Ohayo Rin-chan! – sorriu-lhe
_ que cara de sono é essa? – disse sentando-se na carteira ao seu lado
_ ninguém lá em casa dormiu bem esta noite,
_ por quê? O que houve?
_ vai me dizer que não escutou a gritaria? – parecia incrédulo
_ não, nadinha, dormi igual pedra, ate tive um pesadelo – disse fazendo um semblante entediado.
_ pesadelo? Odeio pesadelos, - resmungou.
_ eu também, mas me diga o que houve? Por que não conseguiu dormir?
_ sesshoumaru! – disse irritado – pra variar
_ como assim?
_ ele teve um ataque de fúria, - começou a contar, - bem, à noite ele saiu com a kagura, dai chegou tarde e todo nervosinho, fazendo um barulhão,
_ ele e a kagura namoram?
_ não, só tipo, tem um rolo sabe? Não sei como ele a agüenta, aquela nojenta, mas ele também não foge a regra,
_ han, mas e ai?
_ daí, o meu pai foi lá ver o que aconteceu que ele chegou xingando e tava muito alterado, ele só dizia que estava sendo estúpido, ai meu pai ficava perguntando como assim, e ele só dizia, um estúpido! Serio, eu nunca vi ele tão alterado, ele sempre se controla, é frio, e não fala de nada sobre ele pra ninguém, nem eu entendi, sei que ele ficou lá resmungando ate de madrugada, ate que eu perdi a paciência e fui lá brigar com ele, pra variar, caímos na porrada, mas meu pai separou a gente zangado, como já tava de manha, me arrumei e vim pra cá...
_ nossa, o que será que houve Inu?
_ não me interessa sabe? Ele que se vire e resolva os problemas dele, desde que não perturbe mais o meu sono u.ú
Rin olhou-o pensativa, martelava em sua cabeça se ele havia brigado com kagura e estava arrependido, ele devia gostar muito dela, para ter tal atitude, mas ela não entendia por que então ele ia ate ela, sua decisão de ir falar com ele já não estava mais tão decidida, e no fim de seu pensamento já era uma desistência, tomou uma decisão melhor, não falaria com ele, o evitaria, não queria estragar seu relacionamento, ate por que ela poderia ser a causa de tal suposta briga, respirou profundamente, e encontrou o olhar curioso de Inuyasha sobre si,
_ o que foi Inu?
_ você ta meio estranha hoje... Ta tudo bem?
_ hunrun, - murmurou – só um pesadelo que tive a noite, ta me perturbando.
_ quer contar?
_ ah, deixa pra lá isso,
_ tudo bem
Os dois começaram a conversar sobre outros assuntos, ate que os alunos aos poucos foram chegando, logo kagome e Sango entravam na sala conversando animadamente, Miroku vinha com elas, todos sorriam, fora ate onde Rin e Inuyasha se encontravam, Miroku sentou-se atrás do amigo, Kagome na frente de Inuyasha e Sango atrás de Rin, o professor chegou e começou a falar todo o blábláblá matemático de sempre, e todos agradeceram muito a kami-sama quando o sinal do intervalo tocou, anunciando o fim do terceiro e cansativo horário de matemática, todos encaminharam-se ao pátio, para fazer as inscrições para a viagem á Quioto, pena que não se podia escolher os lugares, era sorteado, ao fazer a inscrição recebia-se um papel com um numero, que no dia indicaria o seu lugar,
_ que bom que vocês puderam ir, eu tava louca pra fazer essa viagem, - comentou Rin as amigas,
_ foi difícil convencer o vovô. Mas ele acabou cedendo – comemorou Kagome
_ nossos lugares podiam ser juntos né? – comentou sango olhando o papel em suas mãos,
_ podia mesmo, mas são duas cadeiras em cada fileira, uma de nos vai ficar separada, - rin comentou
_ se não ficarmos todas separadas né? – disse sango pessimista
_ é, uma pena, mas eu não me importaria de sobrar, iam você e a Rin juntas, e eu ia com o Inuyasha, imagina – tinha um brilho sonhador nos olhos, as meninas a olharam sorridentes,
_ seria bastante sorte sua – comentou Rin, elas iam para a cantina, logo Rin avistou uma cena que não lhe agradou nadinha, Sesshoumaru estava sentado na mesa da cantina, e kagura em pé atrás dele, pendurada em seu pescoço sorrindo, Miroku estava sentado ao lado de Inuyasha, conversava algo animadamente com uma garota que ela não conhecia, e Inuyasha estava com kikyou em seu colo, estavam também, Naraku e Kouga na mesa, conversavam sobre algo, Rin ao ver a cara das amigas pra cena perguntou – quem é a garota conversando com Miroku?
_ se chama Lyah, uma CDF do terceiro colegial, muito atiradinha – bufou Sango, mas tentando fingir que no se importava, já kagome, parecia furiosa,
_ kah?
_ eu não acredito nisso sabia?
_ no que?
_ o Inuyasha foi mó carinhoso comigo esse fim de semana, daí hoje ele ta lá com a vaca da kikyou no colo, eu sou mesmo uma burra, achei que tivesse uma chance, mas era só uma diversão...
_ kah, não fica assim, - sango tentou melhorar o humor da amiga – os homens não merecem,
_ não mesmo – concordou Rin, olhando sesshoumaru.
Sentaram-se em uma mesa com uma pequena distancia, pra ser mais exata, há duas mesas de distancia da que eles se encontravam, assim que Miroku as viu, ou seja, no mesmo instante em que se sentaram, despediu-se da garota com quem falava encerrando o assunto e foi ate lá,
_ Ohayo meninas! Posso sentar com vocês? – perguntou já puxando uma cadeira e sentando-se entre Sango e kagome, de frente para Rin
_ já sentou né – resmungou sango
_ o que foi sango? Se eu tiver te incomodando eu posso sair e...
_ pode ficar miroku, só estou mal humorada hoje, não é culpa sua – disse percebendo que havia sido grossa com ele sem necessidade, afinal, assim que as viu, ele veio ate elas, - me desculpe!
_ não precisa se desculpar sangozinha! – disse tomando a mão dela entre as suas deixando a garota corada
_ co - como assim sangozinha? – questionou a menina ainda corada, o que fez rin e kagome rirem.
_ é só uma forma carinhosa de te chamar sangozinha – disse descarado, fazendo com que a menina corasse ainda mais e rin e kagome rissem com ainda mais gosto, o que acabou chamando a atenção dos antigos companheiros de mesa do rapaz, fazendo-os olharem para a outra mesa, mas nada fizeram, kikyou fez algum comentário maldoso a respeito, e continuaram a conversar, porem, kouga levantou-se e se dirigiu ate a mesa delas,
_ Ohayo, posso me juntar a vocês?
_ fala kouga – miroku o cumprimentou
_ e aí Miroku – olhou bem para kagome, admirando-a, fazendo assim com que a garota corasse, puxou uma cadeira e sentou-se entre ela e Rin, começaram uma conversa agradável, Inuyasha pareceu não gostar muito da proximidade que kouga manteve com kagome, ela sorria demais para o lobo, na opinião dele, mas manteve-se quieto,
O sinal do intervalo soou, mais alguns horários chatos e que pareciam intermináveis, Inuyasha não trocou sequer uma palavra com os outros durante os horários seguintes, sentou-se mais afastado, e kouga tomou o seu lugar, sentando-se próximo de kagome, o fim da aula finalmente chegou, caminhavam em direção ao portão de saída, Miroku ofereceu-se para acompanhar sango que acabou aceitando, e kouga foi conversando com kagome, Rin disse a eles que devia passar na biblioteca antes de ir, e que eles poderiam seguir sem ela, subiu as escadarias ate o terceiro andar, tomou alguns corredores, e logo encarou a porta da biblioteca, entrou, a Sra. Kira sorriu ao vê-la,
_ pensei que houvesse se esquecido
_ não, me desculpe Sra. Kira. Só me atrasei um pouco, bem, eu nem tive tempo para terminar de lê-lo, posso deixá-lo separado aqui? No próximo sábado, eu venho e termino,
_ bem, vou deixa-la continuar com ele, sabe, ninguém pega este livro há anos, acho que a ultima pessoa a lê-lo foi o Sr. Taishou, há uns três anos atrás,
_ Inuyasha? Lendo? Que feito histórico!
_ não, o Sr. Sesshoumaru, ele sempre vem ate a biblioteca, doa alguns livros e leva outros emprestados, você e ele são os únicos que permito retirar os livros, ele é apaixonado por este tipo de livro, acho que vai gostar do " Oráculo do tempo " eu mesma já o li uma vez, achei a historia fascinante!
_ estou amando ate agora, bem, muito obrigada Sra. Kira, eu o trago assim que terminar tenho que ir, ate mais!
_ até querida!
Rin seguiu pelas ruas calmamente, ligou o mp3, passava uma musica calma, gostosa de ouvir, diria até bem romântica,
Por favor, por favor, me perdoe,
Mas eu não estarei novamente em casa.
Talvez em algum dia você observará,
E, pouco consciente, você dirá a ninguém:
"Algo não está faltando?"
Ela então avistou um pouco a frente aquele ser magnífico que tanto a intrigava, continuou caminhando calmamente, porem não retirou os olhos da cena que presenciava. Ele estava com Kagura, ela tomava um sorvete de chocolate, e sorria muito a ele, de braços passados, ele a conduzia para sentarem-se em um banco ali próximo,
Você não chorará por minha ausência, eu sei, você me esqueceu há muito tempo
Eu sou aquele sem importância?
Eu sou tão insignificante?
Algo não está errado?
Alguém não está sentindo falta de mim?
O coração de Rin se apertou, eles conversavam sobre algo, pareciam tão bem juntos, ela não entendia a sensação que crescia em seu peito, como um desespero, o que ela era? O que significava para ele? Nada. Simples assim, apenas uma garota que fora fácil aos encantos dele, uma tola...
Embora eu fosse sacrificado,
Você não tentará para mim, não agora.
Embora eu morresse para saber se você me ama,
Eu estou todo só.
Alguém não está sentindo falta de mim?
Ele não a viu, não naquele momento, e ela continuou caminhando, não tirava o olhar deles, precisava ver, enxergar o que realmente acontecia, fora uma tola por pensar que houvesse algum sentimento em tudo aquilo, fora diversão, apenas isso, nada mais, nada alem, não fora e nem o seria...
Por favor, por favor, me perdoe,
Mas eu não estarei novamente em casa.
Eu sei o que você faz a você,
Eu respiro profundamente e clamo:
"Algo não está errado"?
Alguém não está sentindo falta de mim?
Então sesshoumaru ergueu os olhos e os colocou na direção em que a menina estava, ele sabia que ela estava ali há muito tempo, sentira seu cheiro, mas agora algo lhe chamava a atenção, era o cheiro de lagrimas que ela exalou, não que chorasse, mas Rin permitiu que uma única e teimosa lagrima escapasse de seus olhos, não viu os âmbares olhos de sesshoumaru encararem-na, quando novamente olhou-os, se beijavam, e ela rapidamente saiu dali, seguiu para a casa,
E se eu sangrar, eu sangrarei,
Sabendo que você não se preocupa.
E se eu só durmo para sonhar com você
E se despertar lá sem você,
Algo não está faltando?
Não é algo...
Entrou em casa, estava sozinha, como sempre agora, ela já não tinha ninguém, deixou seu corpo cair no chão encostada na parede, deixou o chão frio entrar em contato com seu corpo quente lhe arrepiando, fechou os olhos e se permitiu chorar, que droga de vida ela estava levando ali?
_ quero minha vida de volta – sussurrou para si mesma,
Embora eu fosse sacrificado,
Você não tentará para mim, não agora.
Embora eu morresse para saber se você me ama,
Eu estou todo só.
Alguém não está sentindo falta de mim?
Levantou-se, retirou o som do ouvido, subiu as escadas e tomou um demorado banho, afinal, aquela havia sido uma segunda insuportável!
(N/A: música: Missing – Evanescence)
Aí esta minhas queridas, mais um capítulo para vocês,
Espero que estejam gostando!
Muito Obrigada pelas reviews! Elas me animam muito!
;)
Daaf – hehehhe, pois é querida, esta bem atiradinho nosso querido protagonista, e quanto a ele não dizer nada, pois bem, eu tentei transmitir no silencio a confusão dele, mas ao mesmo tempo a certeza, entende? Claro que pode, querida! Jhennie é de todo mundo! \o/ hehehehe, que bom, fico muito feliz em saber que esta gostando do enredo e da historia. Continue acompanhando ein?! Beijokaas, =)
Meyllin – hehehe, que coisa mais gostosa de se ler, pois bem, acho que a Rin ingênua demais sofre muito, gosto de colocar sempre algum contraste nos meus personagens, porque na realidade mesmo, todos somos assim, ao mesmo tempo em que somos os mais confiantes, temos a maior insegurança, mas nossa querida protagonista vai mostrar uma personalidade ainda mais complexa mais para frente... e quanto ao nosso querido sesshy, bem, não tenho o que dizer não é?! Ele é simplesmente perfeito! =) fico muito feliz que esteja apreciando a historia, beijokaas e continue acompanhando! =)
Hatara-L – uow! Hehhehe, pois é meu bem, aos beijokitos! Mas então, vai melhorar muito daí para frente, e é claro que nossa querida Rin não pode cair logo aos pés do nosso deus grego preferido, não é mesmo? Se não não teria graça! Tudo tem seu tempo... huhuhuhuhu, fico estonteante de saber que esta apreciando1 show é?! Brigadissima! Fico muito feliz com estes elogios! Continue acompanhando sim? Beijokaas, =)
Beijokaas a todas e mandem reviews sim?!
Muáááá =*
.
