Bem meninas! Desculpe a demora em postar, mas ando correndo contra o tempo ultimamente, espero que apreciem este novo capitulo!

Beijocas,

Boa Leitura!

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Capitulo 10

• Um outro lado •

Ao chegarem no hotel as garotas seguiram juntas para o quarto, Sango surgiu abraçada com Miroku e sorrindo muito, despediu-se dele com um tímido beijo no canto dos lábios, aos que viam parecia ser nas bochechas, ao entrarem e tomarem um belo e relaxante banho, contaram umas as outras as aventuras daquela tarde, ficaram muito felizes por Sango e tentaram animar kagome, lhe dizendo milhares de motivos para Inuyasha te-la beijado, e ficaram imaginado milhares de significados para o que sesshoumaru disse, enfim, cansadas e já tarde, deitaram e adormeceram profundamente...

Naquela manha de domingo muitos estavam silenciosos e não possuíam um sorriso em suas faces, ao contrario de outros que sorriam tão encantadoramente que iluminavam ate mesmo os corações partidos, Rin e kagome tomavam café da manha sozinhas aquela manhã, Sango estava sentada com Miroku e sorriam muito, elas estavam felizes pela amiga. Inuyasha estava sentado com Kikyou, kagura, Kaguya e Naraku. Sesshoumaru não apareceu no salão aquela manhã. Hoje eles teriam a manha livre, pois após o almoço visitariam o museu de artes da cidade, o ultimo ponto de sua excursão, Kagome foi para o quarto e ficou assistindo televisão todo o tempo, Rin foi para o jardim nos fundos do hotel, deitou-se na grama e passou toda a manha pensando. Sango e Miroku foram passear pelas ruas de Quioto, conhecer uma feira que havia todos os domingos na rua principal.

O almoço correu calmo, rin não compareceu, sentaram-se Sango, Miroku, Kagome e Kouga, sesshoumaru enfim deu as caras e sentou-se com kagura e kaguya, inuyasha não tirava os olhos de kouga que se sentava ao lado de kagome e conversava animado com a garota.

Era uma hora da tarde quando o professor convocou os alunos a porta do hotel onde os carros novamente os aguardava, todos já estavam em seus lugares, exceto o carro que levaria Sesshoumaru, rin, kagome e Inuyasha, pois Rin não aparecera ainda, após dez minutos enfim a menina surgiu correndo do hotel, desculpou-se pelo atraso com o professor e entraram todos no carro, inuyasha entrou primeiro, depois kagome, sesshoumaru e enfim Rin, que ficou na janela, ela a abriu por inteira e apoiou o rosto na beirada, recebendo todo o vento, estava muito deprimida, podia se ver. Sesshoumaru sentiu-se culpado.

O museu era belíssimo, as obras maravilhosas, um deleite aos olhos, todos estavam encantados, mas Rin, mesmo sendo apaixonada por arte, não disse nada a respeito. Kagome que preferiu manter-se próxima ao grupo da amiga, estava preocupada,

_ rin? – sussurrou para a amiga – ta tudo bem? – a pequena a olhou e kagome percebeu que os olhos dela estavam tão verdes quanto o mar mais limpo, mas ela estava também muito pálida, - rin?

_ estou tonta, Káh, to me sentindo muito estranha – a voz dela estava diferente e falha, sesshoumaru observava um quadro a uma pequena distancia dali e Inuyasha estava sentado no banco ali ao lado, quando tudo aconteceu tão rapidamente que se você piscasse neste exato momento perderia. Em menos de um segundo Rin estava caindo, e no instante seguinte, nos braços de sesshoumaru, antes mesmo de conseguir tocar o chão,

_ Rin? – ele chamou por ela com uma grande preocupação evidente na voz, pegou o braço da menina e segurou o pulso, - Rin? – lentamente os olhos dela se abriram, ainda estavam verdes, mas no instante em que se mostraram tomaram novamente o tom de castanho, mas sesshoumaru pode perceber e isso o assustou, temeu por ela.

Ela olhava confusa a cena de seus amigos a sua volta enquanto ela estava no chão envolta nos braços de sesshoumaru que mantinha uma face preocupada,

_ Rin, você esta bem? – a voz de kagome demonstração imensa preocupação,

_ eu estou bem – ela levantou-se devagar, com o apoio de sesshoumaru, - o que aconteceu?

_ você desmaiou Rin – foi sesshoumaru quem respondeu, - esta sentindo alguma coisa?

_ estou com fome – disse sincera, ele sorriu aliviado, mas um sorriso que somente ela viu,

_ venha, vou levá-la para comer alguma coisa, você não almoçou não foi? – ela apenas concordou com a cabeça e saiu dali amparada por sesshoumaru ate uma lanchonete no quarteirão seguinte ao museu,

Sesshoumaru pediu um sanduíche e um suco de laranja para ela, que saboreou satisfeita,

_ esta bom? – perguntou admirando-a

_ esta sim, obrigada sesshoumaru!

_ não precisa me agradecer. Você me assustou no museu sabia? – ela corou, mas sorriu a ele,

_ desculpe, - ele a olhou confuso, - tenho agido como uma tola com você... – explicou, ele apenas sorriu, retirou o dinheiro e deixou sobre a mesa, pegou a mão dela e puxou consigo, mas não a levou de volta ao museu, - onde estamos indo? – questionou rin intrigada,

_ quero lhe mostrar uma coisa, - ela não perguntou mais nada, confiava nele afinal.

Pararam em frente a um hospital, ela estava confusa, mas não questionou, entraram, todos pareciam conhece-lo por ali,

_ Sesshoumaru! – cumprimentou um medico que passava,

_ Olá sesshoumaru! – acenou sorrindo uma secretaria bonitona no segundo andar, rin a olhou de cara feia, pararam em frente ao quarto nº. 807, ele abriu a porta e fez sinal para que rin entrasse. Uma doce senhora estava deitada ali, não parecia estar se sentindo muito bem, mas sorriu satisfeita ao ver sesshoumaru,

_ sesshy! – rin gostou do apelido, era delicado e carinhoso,

_ Olá Mikha, como esta se sentindo hoje?

_ não muito bem... uma dor nas costas esta me matando... – mas ela sorriu ao dizer,

Rin permaneceu no canto, observando,

_ olhe que isto é manha hun? – ela sorriu marota,

_ ah sesshy, podia me fazer àquela bela massagem nos pés não é? – então olhou Rin e sorriu, - Olá!

_ Oi – rin respondeu tímida,

_ esta é Rin, Mikha. – disse sesshoumaru, ela sorriu estonteante,

_ então esta é a Rin? – os olhos dela pareceram brilhar, e fez sinal para que a menina se aproximasse, sorrindo – cumpriu mesmo sua promessa não é? – ela piscou para ele, que apenas sorriu em resposta, um sorriso sincero, a vista, ele não tentava esconde-lo desta vez, fazia questão de exibi-lo, - eu sou Mikha! Mas acredito que este sesshy não lhe contou nadinha de mim não é?

_ acho que não – rin enfim sorriu, o ambiente era contagiante e harmônico, - sou rin, mas acho que já sabe,

_ sim, ao contrario, ele me disse muito a seu respeito, - rin olhou sesshoumaru intrigada, ele apenas sorriu, e ela se encantou, - você é uma garota muito especial, sabia? – rin corou,

_ vou deixar que conversem – sesshoumaru se pronunciou – eu não demoro,

_ você esta fugindo não é? – Mikha tentou parecer severa, - vai ver o velho Toki de novo ? – ele apenas acenou com a cabeça,

_ seja boazinha, e não fale demais sim? – ela sorriu, ele saiu fechando a porta atrás de si,

Mikha contou a rin o que sesshoumaru fazia ali, sempre que tinha um tempo livre, e ao menos duas vezes por semana ele visitava o hospital, como ainda não era medico não podia medicá-los ou atende-los, mas os fazia companhia e conversava, tentava mostrar a eles o que eles tinham e que podiam se recuperar de uma maneira diferente do que os médicos diziam a eles, não usava palavras bonitas que aprendeu na faculdade de medicina, usava termos cotidianos e animadores que aprendeu da doçura da vida, ele era doce e sensível, mas nunca sorria ou falava de si mesmo, Mikha gostou dele desde a primeira vez, e passou a chamá-lo de sesshy, no inicio ele não gostou, mas depois se acostumou com o apelido, visitava diversos pacientes e era muito querido no hospital por todos, tido como um exemplo, Mikha criara uma amizade com ele com o tempo, e de um tempo para frente ele começou a sorrir, ela percebeu e não deixou de questioná-lo, arrancando dele o nome: Rin.

_ eu?

_ sim, você o esta fazendo feliz, só de estar por perto, mas sesshy não é dos garotos que você vai encontrar, ele é distante, e não sabe se expressar muito bem, tem medo, mas eu sei que ele gostaria, o fiz me prometer que a traria aqui, eu queria muito conhece-la,

_ Obrigada Sra. Mikha!

_ não me agradeça querida, e essa coisa toda de senhora me faz sentir uma velha, e eu ainda estou jovem, no auge da minha juventude, me sinto muito satisfeita com meus 85 anos – rin sorriu, e ela também, então em um tom de voz tão doce quanto um anjo poderia ser, a velha e delicada senhora fez um pedido, - mas eu pedi a ele para conhecê-la por que eu gostaria de pedir algo a você Rin...

_ para mim?

_ sim. – ela pegou nas jovens mãos da menina, a diferença entre as dela, marcadas pelo tempo, pela sabedoria, - gostaria de lhe pedir que desse uma chance a ele, sei que pode ser difícil para você, mas preste atenção na pessoa maravilhosa que ele é. – rin ficou pensativa, e naquele momento de silencio sesshoumaru entrou, as duas o olharam,

_ e então como esta a conversa? Espero que não tenha dito muita coisa Mikha! – ela apenas sorriu marota, era inevitável, parecia uma criança, porem enrugada,

_ e então? Como esta o velho Toki? – sesshoumaru sorriu abertamente,

_ muito melhor hoje! Mas agora eu tenho que ir, tenho de levar rin de volta, antes que pensem que a raptei, - por incrível, sesshoumaru estava fazendo uma brincadeira e se divertia com ela, rin sorriu e amansou seu coração,

_ tudo bem, ate mais meu querido! – ele foi ate lá e beijou as mãos da senhora que fez-lhe um carinho delicado na face, - foi ótimo conhece-la Rin!

_ igualmente Mikha! – ambas sorriram e sesshoumaru guiou rin ate a saída do hospital.

Lá fora eles caminharam em silencio por um tempo, ate que Rin enfim começou:

_ por que você faz tudo isso por aquelas pessoas sesshoumaru? – ele parou e encarou a face serena da menina,

_ por que eu me sinto bem fazendo isso, por que é o que eu gosto de fazer, por que é por isso que eu quero me tornar um médico! – ela sorriu,

_ eu estou muito feliz por ter me contado e me levado ate lá, sei que não disse isso a mais ninguém não é? Não quer ser reconhecido, mas não é por vergonha, é por que não quer méritos por algo que você julga ser uma responsabilidade e não um ato de caridade... – sesshoumaru se sentiu feliz por ela compreende-lo e não o julgar de maneira errada por tal ato, rin caminhou ate um parque ali próximo e sentou no balanço de corda, e sesshoumaru balançou-a por um tempo,

_ temos que voltar – disse ele, ela concordou mesmo que de mau gosto, levantou-se e ficou de frente para sesshoumaru, as palavras de uma velha senhora ecoava em sua cabeça, ele passou os braços em torno da cintura dela puxando-a para si, encostou sua testa na dela, fechou os olhos, aos poucos desceu seus rosto, a ponta do nariz deslizando pela pele macia da bela menina, encaixou seu rosto no contorno do pescoço dela e aspirou aquele cheiro único no mundo, enlouquecendo, levantou o rosto para poder encará-la, mas os olhos dela estavam fechados, apreciando aquela sensação tão maravilhosa, não resistiu aos lábios que se mordiam de um desejo que ela consumia secretamente por ele, sesshoumaru tomou-a para si mais uma vez, com um beijo incomparável, almejado e necessitado, se beijavam com saudade, com desejo, com amor... Quando se separaram, ele não fugiu, abraçou-a envolvendo-a completamente em seus braços por um tempo, antes de pega-la pela mão e a conduzir de volta ao museu de arte, onde kagome enlouquecia de preocupação com a amiga...

_ Rin! Ate que enfim.. Eu estava preocupada, onde vocês estavam? – repreendeu-os kagome

_ não se preocupe káh, o sesshoumaru tomou conta de mim – e sorriu, a amiga entendeu perfeitamente bem, e não questionou mais nada, ao menos por enquanto, mas rin sabia que muitas perguntas viriam mais tarde, mas não se preocupou...

Terminaram a excursão pelo museu, agora sim rin apreciava as obras tão perfeitas de talento, se encantou e divertiu, mas não deixou de reparar o clima estranho e distante que reinava entre kagome e Inuyasha. As seis da tarde, os carros estavam de volta para levá-los para o hotel, onde dormiram sua ultima noite na bela cidade de Quioto, desfrutaram ainda de um belo café na manha seguinte, antes de partirem de volta para casa, e no ônibus, todos tomaram seus respectivos e certos lugares...

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Amores, Obrigada pelas reviews e por estarem acompanhando, espero que tenham curtido este novo capitulo!

=D

Beijocaas,

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Daaf – nhay Obrigada querida! Fico feliz que tenha gostado! Desculpe a demora em postar, mas ando realmente muito ocupada, por que alem de estudar e fazer curso eu trabalho, então meu tempo ta voando, e bom, vestibular esse ano, já sabe né? Fica aquela correria! =D espero que tenha gostado! Beijocas =*

Rukia hime – aushauhsuahsauh' pode deixar que eu vou transmitir sua mensagem para o sesshy querida! Mas será que vai funcionar? Uahsauhs' tomara né? Assim ele toma jeito =D espero que tenha gostado deste novo capitulo, beijocas =*

Pequena Rin – nhaay é verdade a Rin não pode ser tão mole assim né? Mas ela ta apaixonada tadinha, e quando estamos apaixonadas somos umas bestas! =P mas não se preocupe, logo as coisas se resolvem, não é mesmo? Bom, Obrigada pela Review, beijocas =*

Jaqueline – Olá querida! Muito obrigada! Eu fico muito feliz em saber que esta gostando da estória, =D espero que se apaixone ainda mais no decorrer dos fatos, continue acompanhando ok? Bejocaas =*

Meninas, façam uma autora feliz e me mandem reviews sim?!

Beijoas,

Ja ne!