Chapter 3
– Os avós adoraram ela, Charlie! Você apenas não os conhece como eu – disse Renée, divertida – é que eles ainda estão ressentidos pelo fato de você ter-me tirado deles tão nova.
–Sei – resmungou e olhou para filha – ela está tão tranquila ultimamente.
– O médico ficou muito surpreso com isso, disse que a tendência era só melhorar a partir dos dois meses...
– É que você é especial, não é, filhinha? – Deu um beijo na testa dela, depositou-a no berço e disse a Renée – Vamos jantar.
Nesse momento, parando ao lado do berço, o anjo não percebeu a presença de outro alguém, só sentiu-se levemente estranho. Sacudiu a cabeça e acariciou os cabelos da menininha. Quieta daquela forma, quem sabe não se afeiçoava?, pensou sorrindo.
"Mal sabem o quanto ela pode ser realmente especial..." pensou o 'outro' alguém, enquanto sumia dali.
Subia distraidamente as escadas, se preparando para colocar sua filha para dormir. Estava realmente feliz. Aproximava-se do quarto, já ia começar a cantarolar uma cantiga de ninar, quando parou, surpresa: ouvia uma melodia suave, doce... A porta do quarto estava entreaberta, e ela viu uma sombra projetar-se à luz do luar, parada ao lado do berço de sua filha. Por alguma razão que desconhecia , não sentiu medo nem temeu por momento algum que algo de mal pudesse acontecer. Sorriu, não sabia o porquê, simplesmente empurrou mais um pouco a porta, deixando que esta fizesse um pequeno rangido, e observou a sombra sumir repentinamente.
Encontrou sua filha dormindo muito serena, com um sorriso infantil e meigo nos lábios. Não se surpreendeu, mesmo com a enorme estranheza da situação, e sentou-se na poltrona que havia por lá, pegando a menina nos braços, dormindo ali mesmo.
Fosse qual fosse o motivo, sentia que devia deixar aquilo oculto de Charlie, ao menos por enquanto... Ainda que não soubesse nem ao menos o quê exatamente, sabia que ele precisaria perceber e descobrir por si mesmo.
Observando tudo isto de uma distância segura, o anjo se escontrava temeroso, ao mesmo tempo confuso,e, acima de tudo, estranho. De novo.
Por que a mãe adormecera com aquele sorriso tão enigmático? E por que simplesmente achara natural sua filha estar dormindo tranquilamente? Tinha quase certeza que ela o vira... Ou, no mínimo, sua sombra, ele tinha certeza. Por quê? Essas perguntas martelavam sua mente conturbada. E, sem saber, nesta noite ganhara, no mínimo, uma importante aliada.
Amanhecera, e a filha continuava silenciosa em seus braços. Ficou surpresa ao constatar que sobre as duas estava uma manta. Sorriu. Charlie era discreto, mas se preocupava e cuidava de sua família. Não teve muito tempo de terminar o pensamento, pois a criança dava sinais de que estava acordada e, pelo visto, iria descontar o silêncio da noite passada, rompendo a quietude da manhã com o estridente choro.
-Ah, acordaram? – Charlie enfiou a cabeça pela porta do quarto – Bom dia
-Bom dia. Obrigada pela manta – disse piscando para ele
-Ah, não foi nada. – respondeu meio corado – Bella já está bem animada, não é?
-Bella? – a expressão confusa foi substituída pelo sorriso – Bella. Sim, pelo visto, vou amamentá-la agora. Mas já vai sair para o trabalho? – apontava para o uniforme dele.
-Infelizmente sim, alguns homens sofreram um acidente e como faltam só três dias, resolvi ir hoje mesmo. Sinta minha falta – disse maroto, deu um beijo na esposa e saiu.
"Humanos são decididamente estranhos." Pensou o anjo, que observava tudo. Será que precisava ficar junto delas, sendo que a mãe estava lá? Resolveu dar uma volta pela cidade. Os próximos anos prometiam. Estava quase indo embora quando ouviu o choro. Alto. Estridente. Angustiado?
-Calma, calma, meu anjinho. Mamãe está aqui. Chii. – e o choro continuava.
"Achei que tivéssemos passado desta fase" pensou, suspirando. Agora o bebê tinha os olhos abertos, vermelhos e inchados, olhando fixamente para onde o anjo se encontrava. "Elas não podem me ver, correto?" pensou, assustado. Depois se acalmou. Não daquele jeito, não o enxergariam.
-O que foi, meu amor? – e virou-se para onde a filha encarava. Não viu nada. Mas o choro havia parado.
Desta vez sentiu uma sensação estranha, de que não estavam somente ele e as duas humanas. A mesma que a da noite passada, percebeu. Os olhos da criança estavam arregalados para a janela e os soluços sentidos anunciavam que o choro iria recomeçar. Dirigiu seus olhos para a janela, ao mesmo tempo que a porta do quarto batia violentamente e o choro voltava, ainda mais alto. Não conseguiu ver nada, mas sentia que algo estranho e ruim estivera por ali.
Suspirou novamente; a volta pela cidade havia sido cancelada. Mas aquilo continuava estranho. Algo o incomodava, a sensação de que algo estava lhe escapando. A mãe tentava acalmar a menina, que, com a batida da porta, chorava ainda mais do que antes.
-Calma, calma, Bella. Não foi nada, só o vento. Mamãe não vai deixar nada acontecer com você. – embalava-a suavemente.
Resignado, limitou-se a continuar observando enquanto o choro diminuia consideravelmente. Os anos seriam duros. (N/A: Ele é mala nee, a Bella está lá toda assustada e o mala achando que vai ser tudo um saco XD).
Enquanto ia atrás das duas, que iam em direção da sala para brincar, percebeu o que estava incomodando: a sensação que tivera a poucos minutos era de não estar sozinho com as duas, a mesma da noite passada. O único detalhe era: aquilo que sentira nesta manhã parecia mais... maligno do que antes. E aquilo o preocupava.
O_O , não acredito que eu tive coragem de escrever essa porcaria, resolver publicar e, ainda por cima, coragem para dar as caras aqui no Fanfiction O.O
Eu postei o primeiro capítulo 27 de dezembro, de 2009... Oh, Kami. O quarto foi postado 31 de janeiro de 2010... Kami.
Hoje é 26 de dezembro de 2011.
Okay, eu abandonei a fanfic literamente, abandonei o fanfiction, abandonei meu computador, tudo ! u.u Tudo isto ocorreu devido à soma de castigo de vários meses (novamente) + quebra de computador + uns meses jogando Grand Chase (é, eu sou estranha) + 2011 extremamente conturbado por conta de meu vestibulinho = eu sem computador, vida social (nunca tive mesmo, relevemos), sono, tempo, cabeça e cérebro (também nunca tive), enfim!
Não quero arrumar desculpas, mas acho que esse ano que está terminando foi realmente difícil. ETEC, LAOSP e IFSP. Vestibulinhos difíceis u_u
Enfim. Agora a parte mais idiota. SIM, eu tive coragem de escrever isto, toda essa besteiragem completa, idiota, tosca, e todos os adjetivos horríveis que puderem encontrar.
Agora a mais importante.
SUMIMASEN! Nha, eu sei que nem sou uma autora com uma história que preste, mas eu realmente peço perdão a quem leu e gostou, sinto-me ridícula ao pensar q ue teve gente que acreditou em mim e eu passei dois anos sem fazer nada u.u
Okay.
Alice Cullen : Ai, que vergonha. Eu queria poder te mandar um Edward para ficar do seu lado agora u.u . Enfim... Gomenasai nee ! Obrigada pelas reviews viu? ^^ e coitada de sua mãe xD ... Beijos
Ana Krol: Ai que vergonha, você também, que me apoiou em todos os capítulos, foi animar uma idiota que nem eu aqui T_T .. Ser novata é tenso, mas também é legal. Ninguém te conhece, aí é uma surpresa '-' .. Enfim, voltei, com força besteirice total, para escrever. Mas enfim, eu tive uma súbita inspiração e escrevi. Gomen, e arigatou pelas reviews ta, beijos
Gabi Evelyn: nem com o Edward eu parava de chorar XD. Eu adoro quando lia leio que as pessoas adoram a besteira história que escrevo... Gomen pela extrema demora! Obrigada, beijos ;)
Roosi: Bom, eu até tive meus motivos pela demora dessa vez, mas acho que não justifica um abandono completo de 2 anos, principalmente porque o que eu escrevo é uma caca. Mas obrigada! E desculpe-me! Até ^^
Dany88: Posto sim, obrigada por mandar uma review e desculpe a demora =]
Hermirooh: Obrigada! Agradeço a consideração de quem manda uma review, seja para falar que está gostando, uma caca, enfim. Tudo são críticas construtivas, independente de tudo. Obrigada, e desculpe-me! Beijos (:
