Eu poderia culpar a viajem que eu fiz (duas semanas sem net), mas eu ainda não poderia justificar.
Eu só posso dizer que eu não consegui escrever. Eu tentei, mas não saia nada. Espero que vocês gostem dessa cap.
E ignorem minha incapacidade com títulos.
XxXx
Acabado o café da manhã, os sonserinos correram para não perder a aula. Poção. Uma nova professora estava dando aula. Ninguem mais, ninguém menos que Pansy Parkinson, quero dizer, agora Pansy Zabini. Era a primeira aula do ano de poções para os primeiranistas sendo que ontem eles tiveram apenas de transfiguração, história da magia, feitiços e herbologia.
—Bom dia alunos —começa a professora assim que entra na sala — eu sou a professora...
Mas é interrompida por 5 alunos que entram afobados na sala.
—Quem está...
Ela deixa a pergunta morrer ao olhar para o emblema da sonserina nas capas dos alunos.
— Desculpa — disse Scorpius piscando de leve para a madrinha —nos perdemos
Ela revira os olhos e fala displicentemente para os alunos.
—Tudo bem, entrem. Mas tentem achar uma desculpa melhor da próxima vez.
Os alunos já sentados dão risadinhas, enquanto Alvo, scorpius e Rose sentam numa mesa e Clari e Elisa iam para uma mesa aonde um lufo estava sentado.
—Bom, como eu ia dizendo — continuou a professora —eu sou a Sr. Parkinson, professora de poções de vocês. Quero todos abrindo o livro na pagina quatro e fazendo a poção Wiggenweld. Alguém sabe o que ela faz?
A mão de Rose foi rapidamente para cima.
—Sim senhorita...
—Rose Granger Weasley — respondeu a menina sorrindo
—Granger? Por que isso não me surpreende? Fale a resposta.
— Essa poção é simples de ser fazer. Ela restaura parte de energia da pessoa que a beber, assim quem se machuca pode tomar essa poção que a sua energia será recuperada.
—Muito bem — falou Pansy levemente entediada —5 pontos para grifi...Sonserina? Sonserina? Então tá. 10 pontos para sonserina.
Rose sorriu triunfante e alvo afagou os cabelos dela. Enquanto alguns lufos murmuravam que a professora fora injusta, sendo que ela só daria 5 pontos para a grifinória.
—Boa priminha. —murmurou o moreno sorrindo
— No fim da aula — continuou a professora — me entreguem um vidro com a poção de vocês. Qualquer duvida, o que eu realmente espero que vocês não tenham, me perguntem. Podem começar.
Por toda a sala os barulhos de alunos murmurando coisas e pegando seus materiais foram ouvidos. Em segundos todos estavam cortando suas cascas de Wiggen e tirando o muco do verme.
—São quantos miligramas de casca Rose?
A ruiva tentou ler as inscrições do livro, mas a letra estava demasiada miúda.
—não consigo ler. E você Scorp?
—Também não.
—Eu vou lá perguntar — falou Alvo levantando antes que o loiro o parasse, indo em direção a professora.
Alvo foi andando até a professora, que estava entredita escrevendo alguma coisa.
—Professora? —disse o moreno
—Sim, senhor... —disse a professora passando os olhos pelo aluno e voltando a leitura
—Potter. Alvo Potter.
—Ah é claro, outro Potter. Você é tão idiota quanto seu irmão? — perguntou sem levantar os olhos.
—Não, eu sou bem melhor. Só para começar eu sou da sonserina.
Pela primeira vez Pansy levantou a cabeça e analisou o sonserino da cabeça aos pés. Por um momento, Alvo pensou que ela iria sorrir, mas ela apenas apoiou a cabeça em uma das mãos e disse.
—Pois bem, qual a pergunta?
Alvo voltou sorrindo para a própria mesa e começou a pesar as cascas.
—Ela parece má, mas legal. —disse o moreno — isso faz sentido?
—Nenhum — falou Rose
—Ela é legal, só fica rabugenta com facilidade — disse Scorpius sem tirar os olhos de seu caldeirão — é minha madrinha.
—Ah! Meu padrinho também é professor —disse Alvo —só que é de HERBOLOGIA, e diretor da grifinória.
Scorpius riu.
—É isso que dá vir de uma família vermelha.
Em resposta, os primos só reviraram os olhos. No final da aula, a professora mandou os alunos fazerem uma redação de 20 centímetros sobre a poção realizada.
—Eu não acredito que temos MAIS uma lição! —disse Clari quando todos já tinham saído
—MAIS uma? Qual é a outra? —perguntou Rose
—Transfiguração. 25 centimetros.
O dia se passou normalmente. Aulas, almoço, aulas, Alvo reclamando, Aulas, Rose batendo no primo, aulas, conversas, aulas.
—Acabou! — disse Alvo — Aleluia!
—Ah, nem foi tão ruim assim! — disse Rose arrumando a mochila sobra o ombro.
—Naaaao. —disse o moreno — foi SUPER legal sabe?
—Eu gostei —falou Lisa defendendo a ruiva.
—Eu não amei —disse Clari —mas não odiei.
—Vocês três tem problemas — disse Scorpius entrando na conversa —foi tédio somado com vergonha.
—Ei —perguntou Rose —que horas são?
—5h40 —disse Clari olhando o relógio de pulso— Por que?
—Bem no horário! —sorriu a ruiva — o sol deve estar se pondo agora, querem ver?
—Nem. — respondeu Lisa — está ficando frio e eu quero terminar a lição de poções logo.
—Eu também. —respondeu Clari.
—Então vamos meninos! —implorou Rose — vaaaaaaai.
—Ok sua melodramática — respondeu Alvo com um sorriso torto —eu e o loiro oxigenado vamos.
—EI! É natural viu? —respondeu o loiro indignado — não é minha culpa se eu sou mais lindo que você.
Alvo ia responder, mas Rose não permitiu, sorrindo para as meninas ela puxou os dois pela manga da capa, arrastando eles para os jardins.
—Aaaaah vai começar! —disse a ruiva dando um gritinho animado
—Você parece uma criancinha — murmurou Scorpius
—E você parece um velho balbuciando — retrucou Rose — Vamos sentar ali.
Ela apontou para uma arvore bem em frente ao lago negro. Nesse momento ele estava ficando meio amarelado por culpa do sol. Eles se sentaram, os três em baixo daquela arvore. E começaram a ver o por do sol.
—Scorpius? — perguntou uma voz adulta atrás deles.
Os três se viraram e se depararam com a professora de poções. Pansy Parkinson Zabini.
—Professora? —perguntou Alvo — o que a senhora faz aqui?
—Eu estou alertando vocês é claro! A essa altura creio que já tenham o vira tempo?
Scorpius passou a mão no bolso da calça. O pequeno objeto estivera com ele o dia inteiro, embora ele tenha esquecido.
—Como você... —começou o loiro desconfiado.
—Eles estão tentando reerguer o lorde das trevas. Você realmente acha que, conhecendo a nossa família como conhece, que metade dela não esteja incluída nisso?
Scorpius empalideceu.
—Eu pensei...meu pai...
—Seus pais, assim como eu e Zabini e alguns de nossos amigos, estão sendo ameaçados caso não se juntem a causa. Estamos tentado fazer de tudo para proteger vocês. Não vamos nos unir a eles. Dessa vez estamos do lado certo. Mas não podemos fazer nada. Não podemos viajar no tempo, e alguns não podem nem tocar na ampulheta. Imaginamos que vocês seriam chamados para ajudar. Estávamos na esperança que o Potter e a Weasley fossem para a grifinória, e não ficassem amigos do Scorpius. Se vocês estivessem sozinhos, talvez não conseguissem vencer e outra pessoa fosse chamada. Mas não se preocupem, agora que sabemos que são vocês, vamos fazer de tudo para ajudar-los.
—Meu pai… —começou Alvo
—Nem Potter nem Weasley sabem de algo e pretendemos deixar assim. Responda Weasley, já que é tão inteligente, o que seu pai faria se soubesse do que está se metendo?
—Ele pegaria o vira tempo para ele e teria um ataque dizendo que eu sou muito nova.
—Exato. Olha, Dumbledore vai explicar tudo. Só aceitem a missão.
—Eu estou dentro! —disse Alvo animado.
Rose sorriu.
—Eu não posso deixar meu primo sozinho, ele iria estragar tudo.
—Hey! Eu é que vou ter que tomar conta de você! — disse Alvo
—Ahã —disse Scorpius —eu vou ter que tomar conta de vocês dois se bobear.
—Então... —começou Alvo —argh. Eu não quero pensar o quanto isso vai soar grifinório, mas... estamos juntos nessa?
Em resposta Rose pulou para abraçar os dois.
—Somos o trio prateado não somos? —ela disse rindo sem se soltar do abraço.
Mas nesse momento alguém chegou andando pelos jardins de Hogwarts. Alguem bravo. Alguem ruivo. Alguem com o nome Ronald Weasley.
~O~
Acho que sou incapaz de cumprir minha promeça de fim de ano. Mas eu me esforço ok? Beijoos gente.
Um beijo especial para: LilyLunaBlackPotterRavenclaw Que sempre comenta as minhas fics, por isso devo muito a ela, e para Dama mary potter: Pelo lindo comentário O.o
Afinal essas foram as únicas pessoas que comentaram T.T não que eu mereça mais.
