Nota: (1) – Harry Potter e seus personagens não me pertencem. E sim a J.K. Rowling.
(2) – Essa é uma história Slash, ou seja, relacionamento Homem x Homem. Se não gosta ou se sente ofendido é muito simples: Não leia.

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Caos.

O Mundo Mágico estava um verdadeiro caos.

A cada dia o poder do Lord das Trevas se via maior. Pouco a pouco, pilares da sociedade bruxa sucumbiam ao seu controle. O Beco Diagonal fora o primeiro, ao lado do Banco Gringotes, após Voldemort conseguir o incondicional apoio dos ambiciosos duendes, em seguida, caíra o Profeta Diário em suas mãos e então, o Hospital de St. Mungus. E agora, sob os destroços e cadáveres de dezenas de Aurores, o Ministério da Magia sucumbia.

- Conseguimos controle total do Ministério, meu senhor.

- Excelente Rodolphus.

- Só está faltando...

- Eu sei – interrompeu com um sorriso obscuro, o olhar escarlate contemplando a elegante porta de madeira talhada que dava acesso ao gabinete do Ministro da Magia. Agora, faltava apenas retirar Cornélio Fudge de seu cargo – Você cortou todas as rotas de fuga?

- Sim, meu senhor, ele está preso lá dentro.

- Como um rato assustado – burlou-se o Lord, adentrando tranquilamente no escritório cercado pela penumbra.

Seu olhar logo se ajustou à escuridão e assim, pôde contemplar a desprezível imagem de um homem aterrorizado, encolhido num canto entre o elegante sofá de couro negro e a parede vazia, as mãos trêmulas unidas no que parecia ser uma prece muggle. Esta era a imagem do até então ministro.

Patético.

Foi o que Tom pensou, acariciando distraidamente a varinha, sob o olhar horrorizado do homem aos seus pés.

- Você não p-pode fazer i-isso! – gaguejou o ministro.

- Na verdade, eu posso – replicou divertido – Avada Kedrava!

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Harry colocou o jornal para baixo com um suspiro.

Na manchete de capa estava a notícia da morte do ministro, encerrando com isso uma era de corrupção e impunidade, para dar lugar ao governo do poderoso e justo Lord das Trevas, que ao contrário daquilo que o perigoso e subversivo Alvo Dumbledore afirmava, visava apenas o bem estar da população mágica.

- Parece que ele conseguiu o controle da mídia também – comentou distraidamente, enquanto passeava a colher pelo bolo de morango sem interesse, a fumaça desprendendo lentamente da xícara de seu chá de hortelã, que esfriava intacto.

Destacando-se na capa do Profeta Diário estava uma foto do Lord das Trevas, no auge de sua imponência, dando uma entrevista, e o cadáver do antigo ministro imóvel aos seus pés.

- Você está bem? – Theodore, que acabava de ingressar no quarto de seu hóspede após uma breve batida, perguntou com um leve toque de apreensão em sua voz, lançando um olhar de soslaio ao jornal ao se sentar na cadeira ao lado de Harry.

- Sim, obrigado Theo.

- Onde está seu padrinho? – perguntou, olhando ao redor.

- Na biblioteca com Remus.

- Achei que ele fosse passar a manhã com você.

- Eu precisava de um pouco de privacidade – explicou com um leve sorriso.

Theo, por sua vez, concordou com um breve aceno e retirou de seu bolso uma carta, entregando-a para Harry com um olhar de seriedade em seu rosto bonito.

- Chegou há alguns minutos.

- É dela?

- Sim.

- Então... – murmurou, encarando o envelope com a inquietação brilhando em seus olhos esmeraldas – Isto significa que está tudo pronto?

- Acredito que sim.

Com sumo cuidado, Harry rompeu o lacre e se colocou a ler em voz alta:

Querido Harry,
Os Narguilés estão dando o sinal.
É chegada à hora.
Amanhã à noite a Armada Riddle estará esperando.
Faça uma boa viagem.
Abraços,
Luna.

- É chagada à hora... – repetiu ele, sorrindo com uma mistura de ansiedade e expectativa – Está tudo pronto para acabarmos de uma vez por todas com o velhote maldito.

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Naquela noite, depois de um jantar repleto de planejamentos, no qual Harry e Theodore repassaram mais uma vez sua estratégia para adentrar em Hogwarts com Remus e Sirius, cada um seguiu aos seus aposentos para descansar seus corpos e suas mentes antes do desafio que os esperava no dia seguinte. Sua estratégia era simples e eficaz: com a ajuda dos membros da Armada Riddle, Harry e Theo iriam se esgueirar para os aposentos de Dumbledore para matá-lo enquanto o velhote dormia, Sirius e Remus, por sua vez, estariam encarregados de cobrir o perímetro contra a interferência de qualquer estudante ou professor. E assim, após assassinarem o velhote, eles seguiriam para a Casa dos Gritos, de onde poderiam aparatar para a Mansão Burke novamente.

E então, estariam livres.

Livres para viver suas vidas longe dali.

- Longe de todos que mentiram para mim – Harry murmurou, encolhendo-se na espaçosa cama de seu quarto, abraçando os joelhos contra peito num raro momento de fragilidade.

O pijama verde-claro de seda que Theodore havia transfigurado mais cedo para ele deslizava por um de seus ombros magros oferecendo à sua imagem um entristecido ar infantil. E seus olhos, repletos de lágrimas não derramadas, desprendiam um brilho de melancolia nunca antes visto.

Ele parecia tão só...

Tão vazio por dentro...

E era exatamente assim que Harry se sentia...

...Desde a última vez que havia visto seu pai.

Contendo as lágrimas, Harry apanhou embaixo do travesseiro a imagem que havia recortado do Profeta Diário, na qual seu pai destacava-se e apertando-a contra o peito, murmurou numa voz quebradiça:

- Por que você fez isso comigo, pai? Por quê? – soluços baixinhos escapavam de seus lábios – Por que me usar dessa forma?

Ele não se importava realmente com o fato de Lily e James Potter terem sido assassinados pelo Lord das Trevas, o que deixava seu coração aos pedaços era pensar que seu pai havia mentido durante dezessete anos apenas para controlá-lo e obter um trunfo na guerra. O que esmagava todas as suas esperanças era pensar que seu pai nunca o amara de verdade. Nem seu padrinho, Lucius... E nem mesmo Draco...

Draco o havia enganado.

Draco havia seguido as ordens do Lord.

Draco havia fingido amá-lo apenas para tê-lo sob controle.

...E ainda sim, só de pensar naqueles olhos acinzentados seu coração doía tanto.

- Por que, Draco? Eu queria tanto esquecê-lo... Você merece que eu o esqueça... – afastou uma lágrima com violência – Mas eu não consigo. Droga, eu não consigo!

Uma suave batida na porta, porém, levou Harry a afastar todas as lágrimas de seu rosto e colocar a imagem recortada de seu pai novamente sob o travesseiro, respirando fundo para controlar sua magia, que havia se agitado, respondendo aos seus conturbados sentimentos. Outra leve batida foi ouvida e então, com a voz um pouco mais calma, Harry respondeu:

- Entre.

Em seguida, a orgulhosa figura de Theodore, usando um simples pijama de seda negro, adentrou em seus aposentos com uma pequena caixa dourada nas mãos.

- Theo – murmurou surpreso – Você precisa de alguma coisa?

- Não, mas eu achei que talvez você precisasse.

Com um leve sorriso, Harry abriu a pequena caixa que lhe era estendida, deparando-se com uma dúzia de bombons de formas, cores e tamanhos diferentes, cada qual parecendo mais delicioso que o outro.

- São suíços, tenho certeza de que irão alegrar você.

- Obrigado, Theo, mas nem sempre chocolate pode acabar com todos os nossos problemas.

- Diga isso ao professor Lupin – replicou com fingida exasperação ganhando uma risadinha de Harry – De qualquer forma, você vai me dizer por que seus olhos estão tão apagados desde hoje de manhã?

- Eu...

- É por causa do Profeta Diário, não é? Por causa da foto de seu pai?

- Ele não é meu pai – sussurrou, abaixando o olhar – E eu não quero falar sobre isso.

- Tudo bem, então vamos comer chocolate.

Surpreendendo o menor, Theodore se sentou ao seu lado na confortável cama de casal e apanhou um pequeno bombom, colocando-o na boca em seguida e se deliciando com o sabor do chocolate com recheio de caramelo. Segundos depois, ainda ligeiramente surpreso, Harry também apanhou um bombom e sorriu, encostando a cabeça no ombro de seu amigo, permanecendo, então num confortável silêncio pela próxima meia hora.

Quando a pequena caixa de chocolate havia caído vazia ao lado cama, Harry podia dizer que se sentia um pouco melhor, desfrutando das suaves carícias que Theo fazia em seus cabelos enquanto conversavam sobre seus antigos dias em Hogwarts.

Por incrível que pareça, a insuportável angústia que o consumia havia diminuído um pouco depois daquelas horas agradáveis, apenas saboreando bombons suíços e conversando sobre banalidades com seu amigo, como os alegres dias que viveram na escola, quando Harry se divertia ao provocar o professor Snape somente para vê-lo descontar sua raiva nos pobres Gryffindors.

Sim. Ele se sentia bem melhor agora.

Graças a Theodore...

Com um leve sorriso então, Harry se aninhou um pouco mais nos braços de seu amigo.

- Está se sentindo melhor?

- Sim, obrigado Theo – respondeu, sorrindo, os olhos esmeraldas fixados no azul profundo de Theo, que desprendia apenas carinho e devoção.

No entanto, no instante seguinte, os olhos azuis acabaram desviando para os magnéticos lábios rosados do menor, que se encontravam entreabertos, em expectativa. E sem conseguir parar a si mesmo, sem querer parar a si mesmo, Theo uniu seus lábios num beijo que desejava repetir desde a última vez na cachoeira, desde que havia provado o sabor de Harry, o sabor que constatara ser o néctar dos deuses. Harry, por sua vez, aproveitou aquele momento para ser egoísta e esquecer todas as preocupações e angústias que consumiam seu coração, deixando seus sentidos se perderem na hábil exploração em sua boca.

Ele queria apenas esquecer seu pai.

Esquecer Draco Malfoy.

E todas as mentiras...

E com isso em mente, Harry se deixou perder naquelas agradáveis sensações. Na sensação da habilidosa língua de Theo explorando sua boca, na sensação das mãos ágeis, mas cuidadosas colocando-o deitado sobre o colchão macio, na sensação da seda do pijama de Theodore acariciando seu peito que de repente se encontrava nu, na sensação dos beijos sensuais que percorriam seu pescoço, acompanhados de palavras cheias de devoção e ternura:

- Sua pele é tão suave.

- Theo... – murmurou, cada carícia nublando seus sentidos.

- Seus lábios tão doces. Céus, eu te amo tanto... Eu te amo tanto, Harry.

Sentindo o peito nu contra o seu, Harry ofegou e um inevitável gemido escapou de seus lábios, mas então as mãos do maior serpentearam para dentro de sua calça, puxando-a para baixo e no momento em que um curioso dedo tateou sua entrada, Harry pareceu despertar:

- Por favor, pare... – murmurou, encolhendo-se longe do corpo forte que o cobria – Theo me desculpe, mas eu não posso...

Olhando para cima, do pescoço do menor, o coração do herdeiro da fortuna Nott pareceu falhar uma batida e de repente, toda a sua excitação se esvaiu, dando lugar a uma mistura de remorso, tristeza e compreensão: as lágrimas deslizavam silenciosamente pelas belas esmeraldas.

- Por favor, me desculpe, mas eu não posso... Eu não posso, Theo...

Com um pequeno suspiro, Theo apoiou a cabeça no ombro do menor por alguns segundos e então se afastou, afirmando em seguida:

- Malfoy é um homem de sorte.

- O que?

- Você o ama – alegou simplesmente – E você deve dizer isso a ele, Harry. Não sacrifique sua felicidade e acabe com seu coração aos pedaços por causa de rancores passados.

Com os olhos ligeiramente arregalados, Harry observou seu amigo sorrir e lhe plantar um carinhoso beijo na cicatriz em forma de raio, antes de lhe desejar um bom descanso e seguir para fora do quarto. Ele nunca pensou que ouviria tais palavras dos lábios de Theodore Nott: palavras o incentivando a perdoar Draco Malfoy.

Estranhamente, porém, seu coração se sentia um pouco mais leve depois de ouvi-las.

Naquela noite, Harry sonhou com um par de magnéticos olhos acinzentados.

E em meio ao sonho, um sorriso se desenhou em seus lábios.

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Enquanto isso, em seu quarto, Theodore Nott deixava uma lágrima solitária escapar de seus olhos ao recordar o sabor de Harry, dando-se conta de que nunca aqueles doces lábios pertenceriam a ele. Cada fibra de Harry ansiava pelo herdeiro da fortuna Malfoy, por perdoá-lo e voltar assim aos seus braços, e depois dessa noite, Theo havia percebido que talvez jamais pudesse ganhar o coração daquele a quem amava.

Harry nunca deixaria de vê-lo como um amigo.

Harry nunca deixaria de amar Malfoy.

E isto reduzia seu coração em pedaços.

- Talvez você seja apenas um sonho inalcançável, Harry – suspirou, pensando em voz alta ao se deixar recostar nos travesseiros macios – Mas eu nunca vou desistir de você.

De fato, por mais doloroso que pudesse ser pensar nisto, Theo sabia que jamais deixaria de amar o menino de olhos esmeraldas. Mesmo se um dia seu pai o obrigasse a se casar com uma bruxa sangue-puro para continuar com o nome da família, Harry ainda permaneceria em seu coração, e quando Draco Malfoy viesse a decepcioná-lo de uma forma irreversível – como Theo sabia que um dia aconteceria –, ele estaria lá para oferecer o seu amor ao pequeno Lord.

- Eu vou esperar por você, Harry, não importa o tempo que for preciso – murmurou ao vento deixando finalmente o sono alcançá-lo.

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No dia seguinte, quando o sol se escondeu no horizonte dando lugar à luz suave e fria do entardecer, Harry e os outros aparataram para os arredores do povoado de Hogsmeade, de onde seguiriam para Hogwarts através da passagem pelo porão da loja Dedosdemel. Contudo, ao contrário do final de tarde movimentado que esperavam encontrar ao adentrarem no vilarejo, apenas o silêncio os recebeu, nenhuma viva alma se encontrava na praça principal, ou saído do Três Vassouras, que incrivelmente se encontrava fechado. Todas as lojas, na verdade, estavam fechadas.

- Estranho – Theo murmurou, segurando firmemente a varinha.

- O que é estanho? – perguntou Remus, que os seguia logo atrás com Sirius em sua forma animaga.

- Todas as lojas estão fechadas e não há ninguém andando nas ruas.

- Sim, isso é muito estranho – concordou Harry, detendo-se em frente à Dedosdemel, que parecia inóspita, assim como as outras lojas – mas não temos tempo para pensar nisso agora. Alohomora!

Ignorando o sininho na porta da loja, Harry adentrou no local e constatou que estava realmente vazio, o que lhe poupava o trabalho de lançar feitiços de desmaio e desilusórios ao redor, mas dava a impressão de que alguma coisa inesperada e ruim para seus planos estava acontecendo. No entanto, achando que estes eram apenas pensamentos paranóicos, Harry decidiu ignorá-los no fundo de sua mente, fazendo sinal para os outros segui-lo aos fundos da loja, onde se encontrava a passem para Hogwarts.

- Lembro-me de quando seu pai e eu fugíamos da detenção e vínhamos para Hogsmeade por esta passagem – Sirius, que havia voltado a sua forma humana ao adentrar na Dedosdemel, comentou com um sorriso nostálgico – Você se lembra, Remus?

- Não, Sirius, vocês eram os únicos a pegarem detenção, eu preferia ficar estudando.

- É verdade, não sei como você não caiu em Ravenclaw.

- Talvez porque fosse minha sina aturar vocês – replicou divertido.

- Hey!

- Ok, moças – Harry interrompeu, deixando um suspiro exasperado escapar de seus lábios – por mais interessante que soe ficarmos aqui ouvindo sobre o passado nostálgico de vocês dois, nós temos um diretor para assassinar, lembram-se?

- Desculpe, Harry.

- Sim – o animago concordou com um pequeno sorriso – Desculpe, filhote.

Com um balançar de varinha, Harry retirou o azulejo que dava acesso ao túnel para Hogwarts e revirando os olhos, ordenou para os dois:

- Vamos.

E em seguida, todos adentraram no túnel, que logo se viu iluminado pelo Lumus na ponta das varinhas.

- Estamos apenas há alguns minutos de Hogwarts – Theo comentou, seus olhos se encontrando com os de Harry, mesmo mergulhados na penumbra.

- Eu sei.

- Você está preparado para isso? Para matar Dumbledore?

- O que você acha?

Ao observar o pequeno sorriso nos lábios do menor, um sorriso do qual o próprio Salazar Slytherin estaria orgulhoso, Theo apenas balançou a cabeça, divertido:

- Eu acho que você nasceu pronto para isso.

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Do alto de uma colina, com um gigantesco exército de Comensais ao seu redor, Lord Voldemort observava o imponente castelo de Hogwarts sucumbir a sua magia, lentamente as barreiras se esvaíam, e o castelo então se via atacado por todos os lados – de dentro, os ataques às barreiras e aos estudantes desavisados eram provenientes dos Comensais que haviam ingressado pelo Armário Sumidouro, o qual fora concertado por David Cauldwell, um talentoso Hufflepuff do sétimo ano, cuja família era partidária do Lord das Trevas.

- Em poucos minutos as barreiras cederão, meu senhor.

- Sim, e então será uma longa e divertida noite, Lucius.

- Sem dúvidas, Mi Lord.

Ao lado de seu pai, Draco franziu o cenho, irritado. O único motivo de estar ali com Pansy e Blaise era buscar Harry, pois em seu coração, algo lhe dizia que o seu noivo estaria em Hogwarts naquela noite.

- Lembrem-se de que vocês não deverão tocar nos estudantes que eu mencionei, pois são aliados do meu filho e fazem parte do seu pequeno exército pessoal, a Armada Riddle – pronunciou o nome com evidente orgulho – e quando esta guerra acabar, eles poderão me ajudar a buscar meu filho e a trazê-lo de volta para casa.

- Sim, meu senhor.

- Agora, ataquem com força total, quero esta barreira reduzida a cinzas.

A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, que oferecia a última fonte de resistência ao seu poder, em breve desmoronaria sobre o cadáver de Alvo Dumbledore, o qual ele mesmo iria garantir que fosse encontrado duro e frio sob as ruínas. E então, quando tudo isso acabasse, Harry poderia voltar para casa.

Harry poderia voltar para casa...

E com isso, talvez a conquista do mundo começasse a fazer sentido.

Continua...

Próximo Capítulo:

- Largue a varinha, Tom, ou o menino morre – o sorriso diabólico no rosto enrugado de Dumbledore fez o sangue do Lord ferver, mas seus olhos só podiam observar a varinha contra a garganta de Harry.

- Seu bastardo! Não se atreva a encostar mais um dedo nele!

- E por que você se importa? – burlou-se o velho mago.

- Porque ele é meu filho!

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N/A: Olá, meus queridos, como vocês estão? Bem, eu gostaria de pedir mil desculpas pelo atraso de quase dois meses com essa história, mas o final de semestre foi uma loucura! Para vocês terem noção, eu entreguei o último trabalho agora dia 10 de julho! Tortura, não é mesmo?

Mas agora eu estou oficialmente de férias! E isto significa: Fanfics atualizadas!

O capítulo de hoje foi realmente pequenininho, mas era necessário para dar entrada na trama final, isto é, a última batalha e o encerramento de toda a história! Céus, faltam apenas três capítulos, acreditam? Eu sei que mal posso esperar para escrever o Epílogo, afinal, é tanta coisa para contar do futuro que os espera... Hehe... Espero sinceramente que vocês estejam gostando e não deixem de acompanhar até o final!

Quanto ao capítulo de hoje, o que acharam meus adoráveis leitores? Gostaram da rejeição enfática que o pobre do Theo levou? Acredito que os fãs do nosso amado loiro de olhos acinzentados tenham gostado sim... Hehe... Bem, no próximo capítulo grande tensões vos aguardam!

Espero sinceramente que vocês continuem a apreciar a história!

E por favor, deixem suas REVIEWS para eu saber o que estão achando! – olhinhos brilhando de expectativa.

Um grande beijo e meus agradecimentos de coração para:

Biaa Black Potter... Dyeniffer Mariane... Debora Isaacs... DreYuki-Chan... Nailly... Paulo Ruembz... vrriacho... bvcsalvatore... Sandra Longbottom... annegreen... Srta. Ines Black... Pandora Beaumont... Kamila Riddle... AB Feta... e Cris-Gallas-Benedetti!

A próxima atualização, Destinos Entrelaçados, estará online na próxima semana!
Espero que gostem! Um grande beijo e até a próxima!