Nota: (1) – Harry Potter e seus personagens não me pertencem. E sim a J.K. Rowling.
(2) – Essa é uma história Slash, ou seja, relacionamento Homem x Homem. Se não gosta ou se sente ofendido é muito simples: Não leia.

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Quando Harry saiu da passagem que era guardada pela estátua de Gunhilda de Gorsemoor, a bruxa de um olho só, esperava encontrar Luna à sua espera, talvez mais um ou dois membros da Armada Riddle, no entanto, ao ingressar no obscuro corredor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, o pequeno Lord se viu surpreendido ao encontrar todos os membros da armada à sua espera. Franzindo o cenho Harry notou que muitos exibiam ferimentos leves e seguravam suas varinhas em posição de ataque, os semblantes adolescentes cheios de tensão, situados protetoramente ao redor da estátua por onde o seu jovem líder chegara à Hogwarts.

- Bem vindo de volta, Harry – cumprimentaram alguns. Os outros apenas sorriram para desejar as boas vindas ao pequeno Lord, mas a preocupação ainda era evidente em seus olhares.

Theodore, situando-se ao lado de Harry, notou que algo fora do planejado estava acontecendo e esta impressão apenas aumentou ao ouvir ruídos de desmoronamentos e feitiços se chocando do lado de fora da escola. Sirius e Remus haviam ouvido falar do pequeno exército pessoal de Harry que os estaria ajudando e agora aguardavam o filho de seus melhores amigos dar início ao movimento que levaria à queda do diretor de Hogwarts.

- É bom ver todos vocês novamente – afirmou Harry.

E então, com a preocupação em seus olhos esmeraldas, dirigiu-se a menina loira ao seu lado, cujo supercílio cortado cobria o lado direito de seu rosto com um pequeno rio de sangue:

- Luna, você está bem? O que aconteceu com todos vocês?

- Estamos bem, Harry – respondeu com o seu característico olhar sonhador – Mas parece que os Comensais da Morte estão invadindo Hogwarts e nós fomos pegos no fogo cruzado entre eles e os professores.

- Felizmente conseguimos chegar aqui a tempo de garantir a sua segurança – Anthony Goldstein sorriu para o menor ganhando um olhar assassino de Theo.

- Eles estão invadindo Hogwarts? – perguntou em choque – Hoje?

- Exatamente.

- Sim... É claro que seria justo hoje...

- Havia a possibilidade – afirmou Theo – Depois de conquistar o Ministério, apenas Hogwarts representaria a última resistência ao governo de seu p... digo, do Lord das Trevas.

Os membros da Armada Riddle sabiam que Harry estava num momento conturbado com o agora líder do Mundo Mágico e por isso, permaneceram em silêncio, esperando pela decisão do pequeno Lord.

- Foi um ataque quase sincronizado, hein? – comentou Sirius, distraidamente, ganhando uma cotovelada de Remus – Ai, o que eu disse, Moony?

- Quieto Sirius.

Ignorando seu padrinho, Harry se voltou aos demais:

- Eu vim aqui para matar Alvo Dumbledore e é isso o que eu vou fazer. Não interessa o que está acontecendo com Hogwarts, com seus alunos ou professores, meu objetivo aqui é um só e a interferência de ninguém, nem mesmo do Lord das Trevas, irá impedir que eu o realize – afirmou friamente – Posso contar com vocês?

- Sim, Harry! – responderam de imediato.

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No Salão Principal, os obscuros olhos azuis do diretor observavam toda a destruição ao redor. Naquele lugar, que outrora havia testemunhado seus brilhantes discursos de início e final de ano letivo, via-se agora apenas o caos. Comensais da Morte de calão inferir, mas ainda poderosos, haviam se esgueirado para dentro do castelo – ele não sabia como ao certo, mas suspeitava ter algo haver com o armário abandonado na Sala Precisa –, surpreendendo os estudantes e professores adormecidos, que logo se viram atacados impiedosamente, enquanto o próprio Lord das Trevas e seus comensais mais poderosos atacavam as barreiras do lado de fora da escola para poder abrir passagem e assim, finalmente, trazer a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts a ruínas.

- Tonks, depressa, peça para Minerva mandar os alunos do quarto ano para cá! – ordenou, enquanto duelava simultaneamente e com facilidade contra três Comensais da Morte.

- Mas diretor... – a mulher de cabelos cor-de-rosa que estava próxima a ele desviou de uma maldição com facilidade – Eles estão lá fora tentando ajudar a manter as barreiras com os alunos do quinto ano e a maioria dos professores! E se V-Voldermort conseguir passar, provavelmente, eles serão os primeiros a morrer...

- E os alunos do terceiro ano? – perguntou, ignorando o comentário angustiado da Auror. No Salão Principal, naquele momento, encontravam-se apenas os membros da Ordem da Fênix, alguns Aurores sobreviventes da batalha no Ministério e alguns alunos do sexto e do sétimo ano, que, francamente, eram uns completos inúteis. Dumbledore precisava de mais varinhas ali e precisava agora!

- Estão nos dormitórios cuidando dos alunos dos primeiros e segundos anos, senhor.

- Droga!

No momento em que o diretor amaldiçoou em voz alta, seus olhos brilhando de frustração e ódio, as porta do Salão Principal se abriram estrondosamente e por um segundo, ele não acreditou no que seus olhos viram.

- Meu jovem senhor – os Comensais da Morte próximos a porta murmuraram impressionados, curvando-se e abrindo caminho para Harry e os membros da Armada Riddle, enquanto os integrantes da Ordem da Fênix e os demais estudantes observavam a cena com sinais de confusão e assombro em seus rostos feridos.

- Eu não quero que nenhum membro da Ordem da Fênix saia deste salão vivo – ordenou para o seu exército – aqueles que não apóiam Alvo Dumbledore têm a chance de sair agora, caso contrário, irão morrer.

- Eu sabia! Eu sempre soube que uma serpente rasteira como você ficaria do lado dos seus amiguinhos Comensais da Morte e desse seu pai desprezível...

- Avada Kedrava.

Ao som da voz fria de Harry, o corpo sem vida de Rony Weasley caiu no chão ao lado de sua mãe e irmãos.

- Última chance... – o pequeno Lord cantarolou friamente.

E no instante seguinte, muitos estudantes baixaram suas varinhas e se esgueiraram silenciosamente para a proteção de seus dormitórios, porque, sinceramente, eles não queriam estar ali.

- Isso foi desnecessário, Harry – o diretor comentou alegremente, observando o corpo sem vida do caçula Weasley rodeado por sua família, que agora se via numa árdua batalha com os talentosos membros da Armada Riddle.

- Pode ser, mas eu nunca gostei dele mesmo.

Ao observarem as belas esmeraldas brilharem perigosamente, enquanto Harry se aproximava de Dumbledore no fundo do salão, os comensais que outrora duelavam com o diretor se afastaram com uma pequena reverência, colocando-se a postos para cobrir a guarda do pequeno Lord.

- Seu papai sabe que você está aqui, Harry?

- Crucio! – conjurou o menino, mas sua maldição acabou colidindo num resistente muro de cristal invocado pelo diretor, muro este que se espatifou em milhares de pedaços logo em seguida.

- Talvez você esteja aqui porque sabe que o papai está por perto para protegê-lo – burlou-se o velho mago – Você está com saudades dele, Harry? Está sentindo falta do homem que matou seus pais e mentiu para você a vida inteira? É isso, Harry, você está aqui para vê-lo novamente...?

- Eu estou aqui para matá-lo, Dumbledore, e apenas isso.

- Oh, gostaria de ver você tentar, meu querido menino – o sorriso do diretor vacilou por alguns segundos, ao desviar da maldição da morte lançada pelo menino.

E as maldições, então, não pararam mais.

Por todo o Salão Principal estendia-se a furiosa batalha.

Comensais da Morte se uniam aos membros da Armada Riddle e juntos aterrorizavam Aurores e integrantes da Ordem da Fênix que tentavam a todo custo resistir.

- Remus, o que você está fazendo?

- Sinto muito Artur, mas você está lutando pelo homem errado – afirmou, lançando outro feitiço de desmaio, do qual o patriarca da família Weasley conseguiu desviar com dificuldade.

- Não diga uma loucura dessas! Você não pode ser um traidor, Remus!

- Eu não vou deixar ninguém ferir o filho de meus melhores amigos – grunhiu o lobisomem – Eu estou aqui para proteger Harry! Impedimenta! Incarcerous!

Próximo de onde Artur Weasley caía desmaiado e aprisionado pelas poderosas cordas conjuradas por Remus, o jovem herdeiro da família Nott duelava de igual para igual com o chefe dos Aurores e um dos mais poderosos membros da Ordem da Fênix, Kingsley Shacklebolt, que parecia indignado ao ver seu poder à altura de um mero adolescente.

- Abaixe a varinha, seu pirralho Comensal da Morte, e talvez você não pegue uma sentença perpétua em Azkaban!

- Esse é o poder do chefe dos Aurores? – revirando os olhos azuis, um sorriso gelado se desenhou no rosto inexpressivo de Theodore – Que decepção...

No instante seguinte, arregalando os olhos pateticamente, o poderoso Auror se viu atingido por uma centena de maldições obscuras das quais sequer havia ouvido falar. E não muito longe dos dois, em meio ao sangrento cenário da batalha, destacavam-se duas adolescentes, que se enfrentavam num acirrado duelo:

- Sua maldita Comensal da Morte! Eu sempre soube que você estava do lado deles! Estupefaça!

- Impedimenta! – defendeu-se a menor – Na verdade, você nunca soube de nada, Granger – Luna cantarolou calmamente, mas seus olhos brilhavam com um poder e uma concentração nunca antes vistos – Você nunca conseguiu ir além dos livros... Avada Kedrava!

No exato momento em que o corpo sem vida de Hermione Granger caiu no chão, há alguns passos dali, o último herdeiro da fortuna Black desviava de uma poderosa maldição lançada por sua prima, Ninfadora Tonks:

- Como você pôde fazer isso, Sirius? Como pôde se tornar um traidor da Ordem?

- Eu não vou deixar Dumbledore machucar o meu afilhado!

- Ele não é seu afilhado – grunhiu furiosa, seu cabelo se tornando um roxo obscuro – Ele é o herdeiro de Voldemort! Já não há esperanças para este garoto, o diretor precisa destruí-lo para...

- Crucio! – gritou ele, observando-a desviar da maldição com uma sombra de ódio em seus olhos – Ninguém irá tocar no meu afilhado!

A habilidosa Auror estreitou os olhos, surpresa, mas acima de tudo indignada com essas palavras. De repente, porém, uma violenta cena se desenrolou diante de seus olhos e inevitavelmente, um malicioso sorriso se desenhou em seus lábios:

- Parece que é tarde de mais, Sirius.

- O que...? – ao se virar e olhar na direção em que Tonks apontava, Sirius viu seu afilhado ser atacado pelas costas por estacas de gelo que Dumbledore havia conjurado e no momento em que Harry, habilidosamente, conseguiu reduzi-las a pó, o diretor aproveitou para levar aquele pó aos seus olhos com uma mágica rajada de vento e neste rápido instante de distração, conseguiu paralisar o adolescente com um antigo e obscuro feitiço.

E então, paralisado e com a varinha caía ao seu lado, Harry se viu sob os conhecidos e dolorosos efeitos da Maldição Cruciatus.

- Harry! – o animago gritou, pronto para correr à sua ajuda, quando Tonks se colocou no seu caminho:

- Não abaixe a varinha, Sirius, sua batalha é comigo! Expelliarmus!

- Protego! – defendeu ele, vendo-se impedido de chegar a Harry até derrotar a filha de Andrômeda – Droga...

Harry, por sua vez, sentia o segue subir aos seus lábios, enquanto seu corpo paralisado recebia cada uma das maldições conjuradas por Dumbledore:

- Vamos, Harry, deixe-me ouvir sua voz... – com um sorriso malicioso, o diretor se aproximou do corpo imóvel caído no chão e puxou-o pelos cabelos, colocando a ponta da varinha no peito do adolescente, na altura de seu coração –... Crucio!

E Harry, então, não conseguiu conter o angustiado grito que escapou de seus lábios.

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Nas proximidades do castelo, neste exato momento, o Lord das Trevas conseguiu sentir a presença de seu filho depois de tanto tempo. Mas algo estava errado, Harry parecia mergulhado em dor e sofrimento, tamanha dor que provavelmente fora a causa de seus escudos mentais sucumbirem e permitir ao Lord o acesso a conexão que ligava sua mente com a de seu filho.

- Meu senhor, há algo errado? – perguntou uma preocupada Bellatrix ao ver seu amo empalidecer de repente. Mas o Lord a ignorou, sua mente centrada unicamente em Harry.

Harry...

Seu filho...

Ele estava no castelo.

Ele estava sentindo dor.

Ele precisava da sua ajuda.

- Eu quero essas barreiras em pedaços – ordenou friamente – AGORA!

- Sim, meu senhor! – responderam todos.

Os comensais, então, concentraram todas as suas forças nas barreiras, que tremeram. Mas quando Tom atacou furiosamente com todo o seu poder, elas instantaneamente sucumbiram.

- Quero o círculo interno comigo, os outros se concentrem em matar qualquer um que esteja no caminho.

- Sim, meu senhor!

Sem pensar duas vezes, o Lord das Trevas seguiu para o interior do castelo, para o Salão Principal, onde sentia a presença de seu filho através da conexão. Ele sequer poupou um olhar aos professores e estudantes a postos para defender a entrada do castelo e aniquilou qualquer um que ousou cruzar seu caminho, preocupado apenas em chegar até Harry. Seguindo-o de perto, seu círculo interno de Comensais da Morte lhe dava toda a cobertura necessária, mas um jovem em especial parecia tão ansioso quanto o próprio Lord para chegar ao castelo, pois algo dizia a Draco Malfoy que seu noivo estava lá dentro.

Em breve, ele intuía, Harry estaria ao seu lado novamente.

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No Salão Principal, porém, Harry estava a ponto de colapsar. Seu corpo oscilava entre as sensações de chamas o consumindo e milhares de facas afiadas cortando sua carne a cada maldição que Dumbledore lhe lançava. Um filete de sangue escorria de seus lábios e o rastro de lágrimas marcava seu rosto, que se contorcia, mergulhado em dor e agonia, enquanto seu corpo paralisado pela obscura maldição do diretor se via impedido de chegar à varinha caída aos seus pés.

Pelo canto dos olhos, Harry via seus amigos tentando desesperadamente chegar até ele, mas suas próprias batalhas se colocavam no caminho e por mais que Theodore tentasse furiosamente se livrar de Shacklebolt e dos gêmeos Weasley, com os quais duelava simultaneamente, ele não conseguiria chegar a tempo. Assim como Sirius, Remus e cada um dos membros da Armada Riddle, que viam todas as suas tentativas de chegar ao pequeno Lord frustradas pelos Aurores e sobrevivente da Ordem, que pareciam lutar sem se preocupar com suas vidas.

- Parece que é o fim, Harry – comentou o diretor, segurando o pequeno corpo do adolescente pelas costas e pressionando quase suavemente a varinha contra seu pescoço – você deveria ter escolhido lutar ao meu lado, meu querido menino, e não contra mim...

Harry, então, fechou os olhos e esperou pela maldição assassina, mas, neste momento, as portas do Salão Principal se abriram quase cinematograficamente dando entrada a uma dezena de magos e bruxas vestindo túnicas negras e máscaras prateadas, a frente dos quais se encontrava ninguém menos que o Lord das Trevas.

E no instante em que os olhos esmeraldas se encontraram aos olhos escarlates, Harry só conseguiu pensar em uma palavra:

- "Pai..."

E uma onda de alívio se instalou no seu peito.

Contra todo o prognóstico, Harry se sentiu seguro pela primeira vez em meses, desde a noite que havia fugido da mansão Riddle.

Tom, por sua vez, não havia conseguido ficar parado ao contemplar a debilitada imagem de seu filho e imediatamente, ignorando todo o cenário ao redor – do qual seu círculo interno de comensais agora fazia parte ao se unir à sangrenta batalha –, ele se viu parado a poucos passos dos dois, sujeitando perigosamente a varinha, mas sem usá-la, pois o covarde diretor mantinha Harry como escudo.

- Solte-o!

- Eu acho que não – sorrindo friamente, Dumbledore pressionava a ponta da madeira contra o pescoço de Harry – eu acho melhor você soltar a sua varinha, Tom, ou o menino morre.

- Não se atreva a encostar mais um dedo nele!

- Oh... – riu com malícia – E por que você está tão preocupado? Ele não irá lutar ao seu lado, está guerra já estava no fim, não adianta...

- Porque ele é meu filho! – interrompeu bruscamente, seus olhos nunca deixando os de Harry, que agora se enchiam de lágrimas não derramadas.

- Então largue a varinha ou o seu precioso filho morre.

Sob o olhar incrédulo de Harry, o Lord das Trevas estendeu a mão e soltou a varinha, que caiu no chão com um baque mudo. E um sorriso vitorioso, então, tomou conta do envelhecido rosto de Dumbledore:

- Avada Kedrava!

E o desesperado grito de Harry pôde ser ouvido por todo o castelo.

Continua...

Próximo Capítulo: - Harry... - Pansy murmurou, mas pela primeira vez ela não sabia ao certo o que dizer.

(...)

- Venham comigo - ordenou ao círculo interno que se mantinha ao seu lado e em seguida, voltou-se aos demais comensais depois de lançar um feitiço Sonorus em sua voz - Todos vocês, encontrem aqueles que fugiram e acabem com eles! Acabem com qualquer resistência ao governo do Lord das Trevas!

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N/A: Olá, meus queridos leitores! Como vocês estão? Espero que melhor do que eu... Hehehe... Sim, devo me desculpar pela demora, mas não pude fazer nada com a intoxicação alimentar que quase me levou a óbito – ok, talvez eu esteja exagerando um pouco, mas foi horrível! – e não obstante, logo em seguida adquiri duas infecções que me impossibilitaram completamente de atualizar este capítulo no tempo em que eu esperava... Peço mil desculpas, mesmo, mas prometo tentar adquirir um pouco mais de resistência no meu sistema imunológico agora para não demorar tanto assim para postar o novo capítulo!

Bem, quanto ao capítulo, doeu no meu coração vê-lo tão curtinho, mas infelizmente eu não pude me alongar mais para deixar o desfecho que eu necessito para o próximo capítulo, o qual, via de regra, é o capítulo final, pois o quarenta e cinco será o epílogo da história. Para o próximo capítulo, então, vocês esperem algo bem comprido... Hehehe... Prometo compensar o capítulo curtinho de hoje!

Espero que vocês continuem a apreciar a história e não deixem de acompanhar agora na reta final!

Será que a maldição assassina atingiu o Lord das Trevas? Dumbledore terá vencido a guerra?

Como Harry lidará com o "sacrifício" de seu pai? Será que o nosso pequeno Lord deixará mesmo seu pai morrer diante de seus olhos?

Estas e todas as perguntas serão respondidas no próximo capítulo!

Gostaria também de deixar um grande beijo e meus agradecimentos especiais a:

Paulo Ruembz... Debora Isaacs... bvcsalvatore... vrriacho... AB Feta... Biaa Black Potter... Nicky Evans... Dyeniffer Mariane... Sandra Longbottom... Srta. Ines Black... Kamilla Riddle... annegreen... e Pandora Beaumont!

Até o próximo capítulo, meus queridos leitores!
E não percam, em breve, o capítulo seis de Destinos Entrelaçados quando Harry irá finalmente para Hogwarts!