Capitulo 3
Hospitais geralmente não trazem boas recordações, tirando o nascimento de uma criança, as pessoas frequentam hospitais por alguma doença, acidente ou similares. A decoração em tom pastel serve para justamente acalmar nossas mentes e eliminar a ansiedade das pessoas além de oferecer um aspecto mais higiênico, porém nada disso fazia diferença para Taylor naquele momento enquanto aguardava algum médico aparecer na sala de espera, seu pai Daniel e seu segurança particular Jeff aguardavam também ao seu lado. Passara-se apenas meia hora desde que entrara no hospital, mas parecia uma eternidade para o ator!
- Eles estão demorando demais! – Taylor falou pela quarta vez levantando-se da cadeira e andando de um lado para o outro com as mãos na cintura.
- Acame-se Taylor, você fez o que deveria fazer... Agora temos que esperar. – Daniel tentou acalmar seu filho enquanto passava a mão direita pelo cabelo grisalho.
- Eu sei pai! Foi apenas um segundo... Um segundo que me descuidei! Imagina só o que vão falar amanhã nos tabloides? Jeff já falou que lá fora tem um monte de paparazzi... Não sei como a policia ainda não apareceu aqui! – o ator desabafou sentando-se novamente ao lado do pai.
O som da televisão chiava em seus ouvidos, mas ele não conseguia prestar atenção no que estava passando com seu corpo reclinado sobre a cadeira observava as pequenas rachaduras no teto pensando nas possíveis consequências que aquele acidente lhe causaria.
- Fica tranquilo Tay... Tarik já passou uma nota para a imprensa. – Jeff finalmente falou sentando-se ao lado de Taylor.
- Por favor, o senhor é Taylor Lautner? – Taylor ouviu seu nome olhando em direção do som e viu um homem de descendência asiática e jaleco branco.
- Sim sou eu, você tem noticias da mulher que atropelei? – ele perguntou aflito levantando-se novamente da cadeira.
- A moça que atropelou se chama Lavínia e apesar dos ferimentos ela não corre nenhum perigo maior. – o médico falou enquanto ajeitava os óculos empurrando-os até a base do nariz com o dedo indicador.
- A moça, Lavínia, como falou... Quais são as gravidades dos ferimentos? – Daniel perguntou levantando-se também da cadeira para conversar melhor com o médico cruzando os braços sobre o peito.
- Bom além dos ferimentos leves como arranhões provavelmente feitos pela queda no asfalto ela fraturou a fíbula da perna esquerda, trincou duas costelas também do lado esquerdo, o rádio do braço direito está trincado, mas o que mais nos preocupou a principio foi o leve traumatismo craniano que se apresentou.
- Ela se machucou tanto assim? – Taylor perguntou sentindo-se ainda mais culpado pelo acidente.
- Sim, mas já realizamos os exames e nada mais profundo foi afetado então podem ficar tranquilos, após o tempo de recuperação e fisioterapia ela estará nova em folha! – o médico falou tentando aliviar a tensão visível nos rostos dos três homens a sua frente. – Nós já a transferimos para o quarto, entretanto as visitas só serão permitidas a partir de amanhã cedo. Vamos deixá-la em observação um ou dois dias e quando receber alta terá que provavelmente ficar de repouso mais alguns dias para a melhor recuperação das costelas.
- Muito obrigada doutor... – Daniel falou em tom de pergunta querendo saber o nome do médico enquanto apertava sua mão em cumprimento.
- Pode me chamar de Richard e não precisa agradecer este é o meu trabalho. – ele respondeu sorrindo ajeitando novamente seus óculos que escorregava pelo nariz achatado que possuía. – Amanhã no horário das visitas estarei aqui para conversar com vocês novamente sobre os avanços. Boa noite.
Taylor observou o médico entrar novamente na sala de emergência sem saber o que fazer. Não poderia ser coincidência terem o mesmo nome aquela era realmente a mesma mulher que o ajudara no Rio de Janeiro e agora ele simplesmente a atropelava? Para o ator aquela deveria ser alguma piada do destino, mas prometeu a si mesmo que faria tudo a seu alcance para compensar a brasileira do infortúnio que causara.
- Vamos Taylor que ainda teremos que enfrentar os fotógrafos... – Jeff falou amigavelmente batendo no ombro do seu patrão.
- E mais essa! – Taylor bufou inconformado pela falta de privacidade andado ao lado do pai e do segurança particular.
Depois de discutir novamente com Sarah e de uma noite passada em branco pensando, Taylor observava o sol por entre as árvores que rodeavam sua casa. Sua mente era uma confusão de pensamentos, lembranças e sentimentos! Não conseguia classificar o que sentia um misto de ansiedade, alegria, medo e culpa pareciam se mesclar entre si.
O que vou fazer agora? O destino deve estar brincando comigo, não teria outra explicação para isso... Passaram dois anos e agora nos encontramos desse jeito? E ainda tem aqueles malditos abutres! Com toda certeza meu rosto vai estar estampado em todos os tabloides! Droga!
As imagens do acidente passavam em sua mente repetidamente e nenhuma solução lhe parecia suficiente para ajudar quem o ajudara há dois anos. Impaciente demais para continuar parado tirou seu iphone do bolso da calça jeans discando rapidamente o telefone de seu assistente sem nem ao menos importar-se com o horário. Após duas tentativas ineficazes aumentando ainda mais a impaciência de Taylor Tarik atendeu ao telefone.
- Sabe que horas são? – Tarik perguntou deixando transparecer sua voz rouca de sono e seu sotaque turco.
- Não sei... Na verdade nem dormi. – o ator confessou enquanto coçava os olhos. – Preciso saber como repercutiu o acidente de ontem e como foi na rádio...
- Pode ficar tranquilo cara... Humm... Quero dizer... Vai ser noticia, mas nada muito grande e na rádio vamos remarcar para semana que vem... – Tarik falava enquanto rolava de um lado para o outro em sua cama esfregado os olhos fechados pelo sono. – Agora posso voltar a dormir?
- Não... Preciso dar algum jeito para ajudar Lavínia... Preciso da sua ajuda.
- Já pensou em algo?
- Na verdade não sei... É a mesma mulher que me ajudou no Rio, se lembra? – o ator perguntou encostando as costas na cabeceira da cama.
- A que rejeitou seu autógrafo? É a mesma? – Tarik perguntou sentando-se finalmente na cama.
- Pois é ela mesma.
- Belo modo de retribuir uma ajuda em Lautner! – o sarcasmo bateu forte nos ouvidos de Taylor o fazendo revirar os olhos.
- Eu é que sei! Se não fosse trágico poderia até rir... E justamente por esse fato que me sinto ainda mais responsável! Tenho que reverter essa situação de algum jeito.
- Bom se ela for gente boa mesmo como você me falou já sabemos que não vai querer abrir um processo, mas de qualquer forma mais tarde se quiser posso conversar com seu advogado sobre as precauções que precisamos tomar e esse tipo de coisa... – Tarik falava segurando o celular com a mão esquerda enquanto separava em seu closet uma troca de roupa e andava até seu banheiro lavar seu rosto.
- No momento não estou pensando nisso, se quiser me processar vou pagar o que for certo e pronto mesmo achando que ela não vai agir assim...
- De qualquer forma vou ligar para o advogado... Se tiver alguma novidade te ligo ok! – Tarik falou preparando-se para desligar.
- Mas ainda não sei o que fazer para ajudá-la Tarik!
- E o que você quer que eu diga? – o descendente de turco perguntou ligeiramente confuso.
- Não sei... Mas ei uma ajudinha cai bem, não é? – Taylor perguntou levemente irritado.
- Isso meu amigo terá que ser por sua conta agora vou resolver seus outros problemas, até!
Ao ouvir isso a linha do outro lado ficou muda indicando que o assistente desligara deixando o ator ainda sem respostas. Sem muita opção Taylor decidiu começar seu dia indo em direção ao banheiro tomar uma ducha.
Já se passava das dez horas da manhã e o sol ardia na pele das pessoas que andavam pelas ruas de Los Angeles, no céu poucas nuvens brancas se atreviam a aparecer tornando aquele um ótimo dia verão. As pessoas entravam e saiam do Hospital Geral de Santa Mônica ora médicos, ora pacientes e enfermeiros aquele era mais um dia comum ou ao menos deveria ser se não fosse a presença de alguns paparazzi na porta do hotel.
Lautner chegou acompanhado por Jeff usando seus habituais óculos estilo aviador e um boné azul marinho tentando em vão não evidenciar sua presença ali, para ele aquele era realmente o ônus de ser conhecido como um astro "hollywoodiano", no inicio falava nas entrevistas e para outras pessoas que sabia lidar com aquilo, que os paparazzi gritando e correndo atrás dele era algo que sempre saberia lidar, mas com o tempo foi se mostrando uma total mentira.
Hoje Taylor podia dizer que apenas os suportava.
Após despistarem os paparazzi ambos seguiram para a recepção do hospital, uma simpática senhora de aproximadamente 50 anos de cabelos castanho claro e olhos cor de mel os esperava atrás do balcão.
- Em que posso ajudar? – ela perguntou ajeitando seus óculos.
- Por favor, ontem deu entrada na emergência uma mulher chamada Lavínia, estamos aqui para visitá-la.
- Qual é o sobrenome, por favor? – a senhora perguntou analisando os dois homens a sua frente, não estava reconhecendo totalmente Taylor, entretanto algo em sua memória lhe dizia que deveria sim lembrar-se dele.
- Na verdade senhora... – Taylor olhou para a mulher tentando encontrar o crachá com seu nome – Michelle não sabemos o sobrenome será que poderia nos ajudar com isso?
- Sim, claro... Só um momento, por favor. – Michelle olhou novamente para a tela do computador e começou a digitar e procurar no sistema o nome que o moreno lhe dissera. – Encontrei. Sorte sua este não ser um nome muito comum.
- Em que quarto a encontro?
- Pode se dirigir para o segundo andar, ela está instalada no quarto 2238. Ah e seu nome completo é Lavínia Mendes Pizzicolli, quando vier visitá-la novamente será mais rápida e facilitada a sua entrada. Por favor, para cadastrar no registro de visitas poderia dizer seu nome?
- Taylor Lautner. – o ator falou ligeiramente admirado pela recepcionista não o reconhecer.
- Ok, obrigada. Desejo melhoras para sua amiga.
- Obrigada.
Taylor e Jeff dirigiram-se até o elevador sendo observados por algumas pessoas que passavam no saguão do hospital. Somente após alguns segundos que Michelle finalmente percebeu quem atendera piscando repetidamente surpresa.
- Não acredito! Minha filha vai me matar quando contar o que aconteceu! – soltou uma risada sem graça ao perceber que era tarde demais para pedir um autógrafo para a filha de 15 anos.
No elevador o silencio imperava totalmente, Taylor estava irremediavelmente preso em seus pensamentos e culpa pelo acidente e os danos causados. Ainda não tivera tempo e nem cabeça para verificar os danos causados em seu carro, mas acreditava que nada poderia ser pior aos danos que causara em Lavínia.
- Você já sabe o que vai fazer? – Jeff perguntou quando o elevador abriu a porta no segundo andar.
- Ainda não faço ideia do que vou fazer, mas não vou deixá-la sem ajuda disso tenho certeza. – falou parando em frente à porta com o número 2238 engolindo o bolo de ansiedade que se formou na garganta.
Com duas leves batitas girou a maçaneta esperando que a encontrasse acordada e até talvez nervosa por se encontrar naquela situação, entretanto o que viu foi uma linda mulher morena ressonando profundamente. Sem esperar por Jeff Taylor andou devagar até a cama da brasileira observando melhor seu braço esquerdo estava perfurado para a administração do soro e possíveis remédios intravenosos, em seu braço direito o gesso branco envolvia sua mão deixando livre apenas seus dedos e indo até a altura do cotovelo seu pescoço estava com o protetor cervical e pela diferença de altura no cobertor que a cobria até o busto sua perna esquerda também estava engessada. Lavínia usava uma roupa hospitalar branca com pequenos símbolos do hospital e mesmo com o curativo em sua testa e os leves arranhões sua beleza destacava-se.
Cabelos levemente cacheados em um tom castanho terroso quase café molduravam o rosto oval com um pequeno nariz, lábios fartos e como Taylor lembrava grandes olhos castanhos, porém naquele momento permaneciam fechados. Sua respiração era tão tranquila e olhando para o aparelho de pressão e medição de batimentos cardíacos acreditava que ela estava bem, ao menos era isso que desejava!
Os médicos haviam feito o que seu pai pedira colocando-a em um quarto individual e confortável. Taylor olhou em sua volta observando um pouco mais do lugar tudo era como no resto do hospital, em tom pastel. As paredes no tom creme, o piso em um tom azulado, as cortinas da única janela do quarto também em creme, o cobertor e lençóis em tons de bege e azul tendo como o único destaque mais colorido os dois quadros que enfeitavam a parede ao lado da cama hospitalar. Em frente à cama suspensa na parede havia uma televisão de tamanho razoável de LED e no canto da parede depois da porta do banheiro e próximo à janela uma cômoda também bege com um grande arranjo de flores amarelas com um cartão.
Lautner olhou para o segurança estranhando o fato das flores estarem ali sendo que não havia pedido para mandarem nenhuma fazendo Jeff apenas encolher os ombros também sem entender. Movido pela curiosidade o ator foi até o cartão descobrir quem seria o remetente que para sua surpresa estava em seu nome, soltou uma risada nasalada imaginando que só poderia ser algo pensado por Tarik ou quem sabe até por sua mãe.
- Definitivamente pensaram tudo por mim. – falou por fim balançando o cartão em suas mãos.
O dia passou lento para Taylor sentado na confortável poltrona próxima a cama de Lavínia sabendo que não tinha hora para sair dali o ator dispensara Jeff para que ele aproveitasse seu dia, lera revistas, assistira TV, olhara a internet através do iphone, conversara com o médico que cuidava da saúde da brasileira e tinha que admitir o quanto aquilo estava entediante. Sua natureza não era de alguém que passava tanto tempo parado e, além disso, contribuía também para sua impaciência as constantes ligações de Sara, ligações que rejeitava sem nem mesmo pensar duas vezes. Dr. Richard lhe explicara que para a melhor recuperação haviam sedado Lavínia, entretanto ela acordaria ainda naquele dia o médico só não sabia informar exatamente qual seria este momento o que fez Taylor permanecer ali praticamente o dia inteiro.
Sentado ali naquela poltrona zapeando os canais finalmente sentiu o cansaço da noite não dormida, seus olhos pesaram e aos poucos sentiu a inconsciência o levar.
Lavínia sonhava por meio das suas lembranças de uma época em que sua felicidade era plena, Carlos tomava banho após um dia cansativo de trabalho.
"- Como foi a reunião com os empresários da rede de supermercado? – ela perguntou enquanto colocava no centro da cama o pequeno embrulho de presente.
- A recepção da nova campanha foi o que esperávamos... – a voz masculina abafada pelo barulho do chuveiro despertava ainda mais ansiedade em Lavínia, ela não via a hora que ele descobrisse sua surpresa. – O fechamento desta conta com essa rede de supermercados vai mudar nossas vidas Vi, consegue imaginar isso? Vamos poder até comprar aquela casa que vimos perto do Ibirapuera! – o moreno terminou de falar saindo do banheiro com uma toalha enrolada na cintura e outra secando seus cabelos pretos e curtos.
Lavínia apenas ouvia seu marido divagar sobre o que poderia acontecer, mas não conseguia prestar atenção em nada estava concentrada apenas na reação de seu esposo em quando abrisse o pequeno embrulho de presente.
- O que foi? – Carlos perguntou percebendo a inquietação da morena.
- E-eu... Eu trouxe um presente para você... – ela sussurrou sem conseguir tirar o sorriso do rosto. – Temos muito que comemorar não é?
- Vi não precisava disso! – Carlos falou andando em direção da mulher abraçando-a e beijando ternamente sua boca carnuda.
- Abra!
Lavínia observou enquanto Carlos pegava o pequeno presente e o desembrulhava vendo aos poucos uma pequena caixa de sapatos feitos por linha de lã aparecer. Demorou alguns segundos para ele entender o que aqueles pequenos sapatos brancos representavam.
- V-você tem certeza? – Carlos perguntou incerto observando sua esposa.
- Sim... Talvez essa não seja a melhor época para acontecer, mas prometo que vamos dar um jeito... Podemos continuar aqui no apartamento. – ela falou temendo que o marido não fosse ficar tão feliz. – E-eu sinto muito! Acho que não me lembrei de tomar o anticoncepcional uma ou duas vezes, estava tão preocupada em conseguirmos essa conta que...
Sem esperar que ela terminasse a frase Carlos a beijou apaixonadamente soltando apenas quando o ar já era escasso em seus pulmões Lavínia sempre se derretia com seus beijos ficando totalmente entregue aos toques do marido. Ela o observava com o olhar nebuloso pelo prazer que tivera apenas pelo beijo respirando descompassivamente pela boca entre aberta.
- Esse foi o melhor presente que alguém poderia me dar! Somente você que me completa e somente você que me poderia me dar a alegria de ser pai! – Carlos falava com o rosto próximo ao dela segurando com suas grandes mãos as laterais de seu rosto e tocando o nariz dela com o seu. – Nunca peça desculpas por me fazer feliz, ouviu? Nunca!
- Então está feliz? – ela sussurrou sorrindo.
- Feliz? Não estou feliz... Estou em êxtase! – Carlos falou rindo a abraçando pela cintura colando ainda mais seus corpos. – Eu vou ser pai! EU VOU SER PAI!
Carlos gritou enquanto erguia Lavínia no estilo noiva em seu colo girando seus corpos pelo quarto arrancando gritos de surpresa e risos dela..."
- Humm... Carlos... – Lavínia sussurrou na cama do hospital apertando automaticamente a mão quente que estava por cima da sua esquerda acordando automaticamente Taylor.
Lautner acordou sentindo a pressão em sua mão não lembrando quando colocou sua mão sobre a dela. Ele olhou atentamente por seu rosto que parecia ligeiramente iluminado e mais feliz como se estivesse sonhando com algo bom, observou a trepidação de seus olhos e o mover de sua boca esperando que finalmente acordasse.
- Humm... – Lavínia resmungou novamente movendo levemente a cabeça abrindo os olhos devagar.
A brasileira olhou para o teto branco sem entender onde estava sentia seu corpo dolorido e um pouco dormente, seus olhos estavam embaçados e sentia sua boca seca e amarga além de uma leve irritação por ouvir aquele bip constante. Piscou algumas vezes e olhou para seu lado esquerdo sentindo sua mão envolta por algo quente e macio, olhou encontrando uma grande mão levemente bronzeada sobre a sua, entretanto não conseguia recordar em sua mente de quem era aquela mão ou o que acontecera para estar deitada ali naquele lugar. Hesitante Lavínia subiu o olha encontrando para sua surpresa um rosto conhecido mundialmente, Taylor Lautner que agora lhe sorria mostrando todo o esplendor da sua beleza.
- Oi... – Taylor sussurrou sem saber muito bem o que falar enquanto aqueles grandes olhos castanhos o analisavam.
- Oi... – após alguns instantes Lavínia lambeu os lábios o respondendo com uma voz rouca pela falta de uso.
N/A: Olha flores do meu jardim! Só quero agradecer aos reviews e as opiniões dadas. Quanto mais recadinhos mais rápido virão os próximos capítulos e acreditem tem muita coisa boa por vir! Então bjkas e abraços em todos (as)!
PS: Gente talvez algo do ponto de vista médico ou alguma informação sobre hospital e costumes americanos não estejam 100% corretos, mas estou me esforçando na pesquisa então se virem alguma informação incorreta me avisem ok!
