Disclaimer: Todos os personagens de ,,Naruto" pertencem ao seu criador Kishimoto Masashi, já os personagens coadjuvantes não pertencentes a ,,Naruto", são uma invenção tosca minha.
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Capítulo Cinco
- Jardim Secreto-
Arrastei-me até o Jardim Secreto. Sim, arrastei-me porque minhas costelas doíam absurdamente. Talvez a irregularidade do terreno contribuísse para isso, ademais, tecnicamente era para eu estar deitado em minha cama, convalescente, porque costela quebrada - segundo o Drº. Orochimaru - demandava tempo de repouso, mas sou extremamente impaciente e não gosto de ficar deitado.
Contudo, moro num apartamento bem agradável, diga-se de passagem. Ele fica perto da faculdade, eu mesmo o comprei e não foi com dinheiro roubado, un!
Fica no primeiro andar e é quase um cubículo un, mas é muito agradável. Tem uma sala de visitas pequena que é ligada com a cozinha. Apenas um banheiro e o meu quarto. Não preciso dizer que a decoração é ,,minimalista", ou seja, não tem quase nada, só minha arte e muita bagunça. Na verdade, o apartamento é muito mais um ateliê do que um lar propriamente dito un.
Também tem uma varandinha bem ventilada e agradável, cuja vista é direto para os bosques de Konoha.; Quando acordo, abro as cortinas e posso contemplar o verde matutino dos bosques orvalhados. O cheiro das árvores, num caos natural, imiscuí-se ao cheiro da terra molhada e isso, às vezes, me basta para passar um dia de bem. Também posso escutar os pequenos pássaros diurnos, o ruflar de suas asas preparando-se para o vôo, zumbidos de insetos e toda sorte de rumores que preenchem o dia. A natureza é MUITO caótica, un. Principalmente a natureza de uma floresta tropical, como é aqui em Konoha.
Consegui esse pequeno patrimônio porque, em Iwagakure, trabalhava numa pequena empresa fazendo explosivos com minha argila especial. Como sempre fui muito bom nisso, consegui um dinheiro bem razoável, un. Infelizmente, a microempresa não estava registrada e nem tínhamos contrato social algum, ela era totalmente despersonalizada, o que, em juridiquês, se chama ,,sociedade de fato". Além do mais, produzíamos material ilegal, por isso, quando fomos descobertos, fui direto pro reformatório, un – ainda era menor à época.
Mas enfim, eu tinha um apê e gostava muito dele, un; Porém, não estava a fim de ficar enfurnado lá, por isso fui, aos trancos e barrancos, encontrar-me com a Konan.
- Deidara! – a Konan acenou para mim de baixo do caramanchão.
- Konan-chan! – sorri-lhe e tentei andar mais depressa.
Ela levantou-se e veio correndo ao meu encontro – não se incomodava de ir e voltar para o mesmo canto. Conversamos durante o caminho até os bancos embaixo do caramanchão, que, por sinal, estava lindo. Fiquei absorto em pensamentos sobre a hera e as ramagens coloridas das demais plantas trepadeiras que se enrolavam pelo aramado do caramanchão e nem prestei atenção ao que Konan falava.
Nosso refúgio secreto estava deslumbrante, un!
Pequenas flores brancas e violáceas desabrochadas atraíam a atenção de borboletas amarelas, que pairavam ao seu redor hipnotizadas. O pequeno lago à frente brilhava com o sol e as vitórias-régias estavam em flor. Era de se esperar, afinal, estávamos no verão.
Quando chegamos devidamente ao local, não pude reprimir uma observação:
- Nossa! Como nosso Jardim Secreto está lindo, Konan-chan! – exclamei admirado, aspirando o perfume de alguma flor e largando-me num baque em cima do banquinho de madeira apodrecido.
- DEIDARA, CUIDA... – gritou a Konan estendendo os braços para tentar me segurar.
Tarde demais. O banquinho estava MUITO apodrecido. Quando me joguei pesadamente em cima dele, a estrutura não agüentou e partiu ao meio. Caí feito uma jaca, un.
Nessa hora, percebi que as estrelas não ficam tão longe assim da Terra; afinal, não precisei percorrer milhares de anos-luz para chegar a quaisquer delas.
Na verdade, pude contemplar o firmamento inteiro apenas caindo de um banco e apoiando todo meu peso num braço quebrado (porque o braço esquerdo estava ocupado demais tentando proteger umas costelas igualmente quebradas, un), ou seja, não sou astronauta, mas confirmo: a Terra é azul, un.
- CARALHO! –e pronunciei cada sílaba. – Por que essas coisas SÓ acontecem comigo, un? – gemi.
- Deidara, idiota! – a Konan me levantou prontamente - Você não prestou atenção ao que eu disse?!
- Hmm?
- Eu DISSE que este banco estava se rachando! – ela apontou para o monte de madeira podre em que se resumia o banco – Eu DISSE para você não sentar! Onde você estava com a cabeça, hein, imbecil?!
- Eu não prestei atenção, un!
- Percebi! Agora você está MAIS ferrado do que já estava! Como alguém pode ser tão estabanado, hein?!
- Desculpa. Nhuuu – gemi com olhos molhados e passando a mão esquerda na altura das costelas flutuantes. – É que o caramanchão está tão lindo que fiquei absorto em pensamentos felizes e coloridos. Ta vendo só?! É por isso! Se eu estivesse pensando em destruição e caos isso não teria acontecido, un.
- Ok, ok. Mas como você está? Ainda está doendo muito? – ela me disse visivelmente preocupada.
- Não. Passou un, to bem. Obrigado, Konan-chan.
- Vai, sente-se aqui. – guiou-me gentilmente até um banco seguro.
Estava doendo absurdos. Fiquei sentado feito um pirralho: joelhos bem juntos um do outro, mão esquerda sobre eles. Braço direito numa tipóia, colei o queixo no espacinnho que se forma pelo encontro das clavículas e começo do osso esterno. Lágrimas involuntárias começaram a rolar por meu rosto porque estava doendo muito, mas não queria preocupar a Konan, que já estava muito estressada desde minha briga.
Sorte que tenho uma franja comprida, un! Ela nem vai perceber que estou chorando – de novo, un!
- Ow, ow, ow. O que foi Deidei? – ela olhou para mim acocorando-se e apoiando uma mão no meu joelho. – Você está chorando?
- Não, un. – menti.
- Não mente pra mim, Deidara.
Ela me olhou de baixo pra cima com carinho. Enxugou um fio de lágrima de meu rosto com o polegar e disse:
- Desculpa, não queria ter gritado com você. É que fiquei preocupada. – falou sincera. – Você é como um irmão mais novo pra mim. – fez uma pausa – Um irmão muito amado e muito, muuuuuuito desajeitado!
Ela riu. Acompanhei-a.
- E sem esquecer de dizer que você é um irmão mais novo, desajeitado E auto-destrutivo!
Rimos abertamente.
- Também gosto muito de você, Konan-chan – abracei-a da melhor maneira possível.
- Ah! Tenho uma coisa para você!
Ela se levantou, foi até o terceiro banco de madeira e pegou um copázio.
- Toma. Para você. Presentinho de ,,Boa Recuperação". – sorriu-me
- O que é isso, un?
- Beba! O canudo serve para isso! – ela me zoou, como sempre.
Tomei.
- AH! MILKSHAKE DE MORANGO! Meu sabor favorito, un! Obrigada, Konan!
- Eu sei que é seu sabor favorito, idiota, por isso trouxe para você! – disse-me rindo. Ela era sempre tão carinhosa... un!
– A propósito, essa minha blusa ficou muito boa em você!
- Hmm? – fiz uma cara em tom de pergunta e ainda tomando o milkshake.
- Huhuhu... Você ficou LINDO de blusa de fadinha!
Olhei para a blusa. Ela era verde-esmeralda com uns lacinhos coloridos nas mangas e havia uma estampa grande – não, ENORME! – da Sininho... Nossa... Era um LU-XO...
Novamente: adoro quando a vida é irônica comigo... un.
- Mereço... un. Pelo menos, estou bonito? – fiz sorriso de galã só para rir de minha própria desgraça, afinal, é como diz o ditado: Ta no inferno, abrace o capeta, un.
- Sim. Um GATO!
- AH, Konan, e nossos stands? O que foi feito de nossa exposição, un?
- Bem, eu ia te dizer isso em doses homeopáticas, mas, já que você perguntou, não vejo porque esconder.
- Certo...
- Ai, ai... – ela suspirou – A comissão te desclassificou, Deidara. Aquela sua briga foi terrível. Kazuo-sensei ficou muito decepcionado e mandou desmontar seu stand.
- O QUÊ, un?! E o que foi feito de minhas coisas, un?
- Levei-as para sua casa. Estão todas dentro de caixas, e aqui estão suas chaves. – e entregou-me o molho de chaves de meu apartamento.
- Hmm... Entendo... – fiquei visivelmente triste – E quem conseguiu o contrato?
- Na verdade, ninguém.
- Como, un?! – indaguei surpreso.
- O Sasori falou com o sensei dizendo que não era justo que ele assinasse o contrato se os examinadores nem sequer avaliaram sua exposição. Então ele sugeriu que a exposição inteira fosse cancelada, já que eram apenas as três turmas do 4º período.
- COMO É QUE É, un?! O SASORI?! – essa sim me deixou boquiaberto!
- Juro a você. Mas, claro, ele completou com um: ,,quero que o Deidara VEJA eu assinar o contrato e ele não!"
- Miserável un! AGORA sim é o Sasori que conheço! – disse isso forçando uma rivalidade que beirava a raiva.
Mas, pensando bem, no íntimo, sei que nós dois admiramos a arte um do outro e nos respeitamos, além do mais, necessitamos - os dois - competir um contra o outro, un!
Konan e eu ficamos conversando e comendo besteira por horas. Não haveria aula pela manhã naquele dia graças à exposição cancelada – ela contava como hora-aula - e somente à tarde retomaríamos nossos lugares nas salas de aula.
Eram 11h30min e preparamo-nos para deixar o Jardim Secreto marchando rumo ao CAO, pois as aulas do turno da tarde começariam em uma hora. Estávamos quase chegando ao prédio quando encontramos o Sasori à meia distância. Ele caminhou em nossa direção e nos interceptou:
- Boa tarde. – disse amistoso.
- Boa Tarde, Sasori! – sorriu a Konan.
- Boa. – eu disse de má vontade só para implicar.
- Vocês estão sabendo que hoje à tarde também não vai ter aula?
- COMO NÃO?! – dissemos em uníssono.
- Kazuo-sensei e Watanabe-sensei não virão porque viajaram, logo, não teremos aula. No entanto, está havendo um evento lá no Concha Acústica. Querem ir? Quase toda a turma vai. – ele estava nos convidando, un?
Eu e a Konan nos olhamos.
- Eh... Pode ser. Bora, Deidara?
- Hmm... Pra mim, tanto faz. Você quer ir, un?
- A gente já está aqui mesmo... Vamos?
- Ahã, un.
O Concha nada mais era do que um imenso palco com uma gigantesca concha acústica atrás dele – por isso era o Concha Acústica - a céu aberto. Nele, geralmente, havia apresentações, da orquestra da universidade, das peças de teatro, de bandas universitárias e, eventualmente, alguns shows de fora do meio acadêmico.
Ficava na parte mais baixa de todo o campus, ou seja, para se chegar lá, tínhamos que descer um declive alto, era - numa analogia geográfica exagerada para mais - como se o campus inteiro ficasse num planalto e o Concha numa depressão. Ele ficava estrategicamente nessa parte rebaixada que era para o som reverberar melhor. A arquibancada da platéia era semicircular e em teatro, igual aos romanos e gregos antigos, a acústica era excelente, un.
Fomos andando calados em direção ao Concha, os dois acompanhando meus passos lentos de ,,convalescente", até que Konan quebrou o gelo:
- De que horas começará, Sasori-san? – perguntou.
- Bom, não tem uma hora específica para começar, Konan-san. Acho até que já começou. Na verdade, o evento é mais uma espécie de ,,Festa de Boas- Vindas" pros calouros deste período. O pessoal de Artes Cênicas e o de Música, bem como alunos de outros cursos que têm bandas estão se apresentando. É uma forma de fazer os calouros começarem a se familiarizar com a Universidade.
- Preferia na nossa época, un, quando massacrávamos os calouros nos trotes!
- Hahahaha! É mesmo! –riu a Konan.
- Não deveria dizer isso, mas... Concordo com você, Deidara, era muito mais divertido fazer trote com os calouros!
- Vocês lembram daquele que o Hisoka aprontou? – perguntou a Konan.
- Qual? Aquele da esmola?– perguntou o Sasori.
- Sim!
- Hahaha! Lembro sim! Inclusive eu e você estávamos ajudando ele, não foi, Deidara?
- É, un. Aquele trote foi engraçado, mas não foi o melhor. – eu disse um pouco convencido.
- Como não? – indagou Sasori surpreso - Qual foi o melhor?
- A melhor foi aquela da bomba, un! E você estava conosco!
- AHH! É MESMO! A da bomba foi mesmo a melhor!
Apesar de sermos rivais, eu e o Sasori nos damos bem. Ele é tão ,,alma-sebosa" quanto eu. Na verdade, nossa rivalidade é mais profissional e ideológica, un.
- Qual foi essa da bomba? – perguntou a Konan completamente por fora.
- Ah! Naquela época não a conhecíamos, não é mesmo, Konan-san? Fazíamos cursos diferentes! – disse o Sasori.
- Bom, Konan-san, o episódio da Bomba faz uns dois anos. Estávamos eu, Hisoka-san e Deidara-san com alguns sempais, armando os trotes para os calouros, então ele – e apontou para mim – subiu no Concha e fez um pronunciamento para os calouros dizendo que, após a calourada, todos eles teriam que ir para trás do CENFLECH (Centro de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), pois a reitora iria falar com eles e era obrigatórios todos comparecerem, e isso já eram uma meia-noite. TODO mundo sabe que o CENFLECH é conhecido como a ala ,,mal- assombrada" da universidade, até os calouros já sabiam disso, mas mesmo assim, Deidara e Hisoka conseguiram levar todos para lá.
- Daí, o Sasori e os sempais ficaram escondidos com umas dez marionetes-fantasma que faziam um barulho assustador, un!
- É! – disse o Sasori empolgado. – E cada uma de minhas marionetes levava uma escultura explosiva do Deidara-san!
- Aí, quando o Hisoka e eu nos aproximamos, Sasori mandou a marionete da reitora! E ela estava tão bem feita que parecia de verdade, un! Os calouros acharam que era mesmo a Tsunade-sama!
- Nossa! – exclamou Konan – E o que mais aconteceu?
- Hisoka-san, que é do curso de engenharia e da mesma sala de Itachi-san, – continuou Sasori – dublou a boneca de modo que, com sua habilidade em manipular o som, conseguiu faze-la falar com a voz igual a da reitora.
- Enquanto isso, Itachi-san distorcia a realidade com um de seus genjutsus, deixando a atmosfera realmente assustadora, un!
- É verdade! – concordou Sasori – Então, enquanto ela falava, puxei o fio de chakra da boneca fazendo-a pender a cabeça para trás. Depois, fizemo-la sangrar e tremer como se estivesse sendo possuída.
- Então, Hisoka imitou uma voz bem ,,dos enxofres" dizendo: ,,Saiam daquiiiii! Saiam daquiiii". Hahahaha! E os moleques querendo correr mas o genjutsu do Itachi não deixava, un!
- HAHAHAHAHA – gargalhou Konan – Que malvados!
- Nesta hora, fiz todas as marionetes saírem das sombras, todas gemiam e corriam atrás dos coitados! Mas o show só estava começando, pois, quando todos já estavam bem assustados, Deidara-san gritou ,,Katsu!" e as marionetes, uma a uma, foram explodindo!
- É! Foi lindo, un! – empolguei-me – Mas o mais lindo foi a marionete da Tsunade-sama!
- Hahaha! Por quê?
- Porque a cabeça dela explodiu e o Sasori a fez correr atrás dos pirralhos, un!
- HAHAHAHAHA! OH MEU DEUS! COMO eu queria ter estado nessa! – disse a Konan com lágrimas nos olhos de tanto rir. – E como vocês se livraram da detenção certa?
- Não nos livramos. – dissemos eu e Sasori em uníssono e nos entreolhamos espantados.
- Tsunade-sama ficou sabendo e mandou nos chamar... – disse Sasori reticente.
- Nossa, e o que se sucedeu? – perguntou Konan com os olhos bem abertos.
- No outro dia, QUASE um Dois-cinco-um... – eu disse displicente.
- Como?
- Artigo 251, capítulo I, Título VIII, Dos Crimes Contra a Incolumidade Pública, Código Penal de 1945, un. – falei distraído olhando em direção ao Concha.
- Continuo na mesma, Deidara...
- Quase fomos presos, Konan-san – traduziu Sasori. – Tsunade-sama nos intimou a comparecer ao seu gabinete e estava prestes - e muito inclinada – a chamar a polícia, mas graças à lábia do Hisoka e do Deidara conseguimos nos safar. Foi por muito pouco!
- Sério?! – ela ficou realmente surpresa.
- Sério. – ele confirmou.
- Consegui provar que não havia potencial lesivo nas bombinhas, que elas não passavam de fogos de artifício. - eu disse.
- O que, de fato, eram certo? – disse-me Sasori piscando um olho.
- Claro, un! – retribuí com um sorriso cúmplice.
- Mas, mesmo assim, pegamos uma detenção. Tivemos que prestar serviços comunitários por um ano. – suspirou Sasori.
- Pensando bem, acho que foi melhor não ter estado com vocês! – disse, sorrindo, Konan.
Finalmente chegamos até o Concha, soube disso pois o som da música alta estava bem próximo. Havia bastantes pessoas, uma banda saía - debaixo de hurras e gritos de aprovação da platéia - para dar espaço para a outra começar sua apresentação.
Lá embaixo, no palco, um homenzinho anunciava a próxima banda: Manchas de Paltauf !*.
A banda iniciou sua apresentação com o vocalista exortando o público a levantar-se e interagir com ela.
Ele me era familiar... Que merda, eu tava sem óculos, un!
-... Então, pessoal, hora de se afogar!...
Até aí, tudo bem. Era de se esperar de uma banda chamada ,,Manchas de Paltauf", fazer alusão à afogamento, mas essa voz un....
AH! Lembrei, un!
Era a voz do quase-doutor Orochimaru!
ELE era o vocalista da Manchas de Paltauf!
O restante dos membros entrou no palco, uma baterista, dois guitarristas, um baixista, um tecladista, um violinista... HÃ?! Um VIOLINISTA, un?!
Espremi os olhos na esperança de curar minha miopia dessa forma e constatei. Sim. Um violinista.
ESPERA AÍ, UN!
Não era UM violinista, era...
- Gente, aquele ali do violino não é o Gaara-san?! – disse Konan confirmando o que meus olhos míopes viam.
*Manchas de Paltauf = em Medicina Legal, diz-se de enfisema aquoso subpleural decorrentes da embebição do tecido pulmonar proveniente da água aspirada (Sinal de Brouardel). Manchas de dimensões maiores de 2 cm, de contornos irregulares, tonalidade vermelho-clara, explicada pela rotura das paredes alveolares e capilares sangüíneos. – Medicinal Legal – G. França.
Lê-se: /Pô-tôf/ xDDD
