Disclaimer: Todos os personagens de ,,Naruto" pertencem ao seu criador Kishimoto Masashi, já os personagens coadjuvantes não pertencentes a ,,Naruto", são uma invenção tosca minha.

Desculpem-me os fãs de Limp Bizkit que, por acaso, leiam esta história e se sintam ofendidos. O negócio é que falo assim pq já gostei de Limp – nossa, como eu tinha mal-gosto! .


Capítulo Seis

- Manchas de Paltauf –

De fato, eu não estava enganado. Era mesmo o Gaara.

A banda do Dr. Orochimaru era uma palavra: peculiar, un.

Primeiro porque era composta por 8 integrantes: o vocalista, o próprio quase-doutor, uma baterista loira com um penteado interessante, um baixista com uma pintura facial à Wes Borland (o baixista daquela banda americana horrorosa, a Limp Bizkit), uma tecladista de longos cabelos pretos, um guitarrista – eu sabia muito bem QUEM ele era, un...- , outro guitarrista, que era o Itachi-san, o violinista e um cara de óculos e cabelos prateados nos samplers. Por pouco eles não viravam os Slipknot de Konoha, un!

Segundo, porque fiquei deveras interessado por escutar o que essa turba faria, por isso, convenci Konan e Sasori a nos juntarmos à platéia.

Descemos lentamente as escadarias, porém pra mim, como doeu um pouco o esforço, fiz com que ficássemos na sétima fileira de cima para baixo da arquibancada em auditório. Estava, ainda, um pouco longe do palco, mas não longe o suficiente para que pudesse sentir o olhar fulminante daquele odioso guitarrista do cabelo lambido em minha direção.

Quer saber? Foda-se, un! Não me importo hunf.

- Nossa, olha só, Deidara, não é aquele cara? – perguntou-me Konan discretamente.

- O próprio, un. – respondi-lhe entre dentes.

- Você... Quer ir embora?

- Absolutamente! Faço questão de ficar, un. Ademais, quero ouvir o que uma banda - visivelmente de rock – faz com um violinista, un!

- Está bem. – ela concordou sorrindo – Mas a qualquer momento que você quiser sair a gente vai, certo?

- Ahã.

- O que foi? – perguntou Sasori curioso.

- O Deidara está... er... Com um pouco de dor. – dissimulou Konan, que estava sentada entre eu e Sasori.

- Ah tá. Ele agüenta.

O visual da banda não era muito elaborado. Consistia, basicamente, em roupas pretas e alguns petrechos metálicos. O doutor usava uma calça comprida preta, coturnos pretos, uma blusa regata branca e suspensórios vermelhos, Usava os longos cabelos negros soltos e, vez por outra, sua franja caía aos olhos. O baixista, afora a pintura excêntrica, tinha os cabelos em spikes, usava calça cargo preta, tennis Adidas branco e uma camiseta preta e seu baixo era um Washburn, T14, 4 cordas . Itachi-san estava todo de preto. Regata preta, coturno preto, calça preta e cabelo preso na nuca por algum elástico. Empunhava uma linda B.C. Rich preta, sem escudo.

O guitarrista do cabelo lambido parecida uma loja de ferragens ambulante, un. Vestia preto também; porém, estava CHEIO de correntes no pescoço, nos braços – só faltou nos dentes, un! - usava um cinto de tachas e uma maquiagem exagerada que parecia uma tentativa frustrada de imitar o Kiss. A guitarra era uma Fender grafitti com um escudo branco. Uma ótima guitarra para um guitarrista que não deveria ser grande coisa, un. Não quero me deter falando dele.

A baterista loirinha era muito bonita. Usava os cabelos presos em quatro rabos-de-cavalo. Levava uma gargantilha de tachas e a maquiagem era carregada de lápis preto nos olhos. Como ela estava sentada, não consegui ver o que vestia. Provavelmente, preto. A tecladista era a mais ,,apagadinha", un. Vestia um moletom lavanda com um capuz, bermudão preto e um adidas preto. Seus longos cabelos pretos cobriam 80% de seu rosto. O cara do sampler – samplista, un? usava um bermudão preto luvas pretas, adidas preto e vestia uma blusa cinza muito, mas muito apertada. Se ele colocasse os braços para trás, com toda certeza a blusa rasgava, un! Acho que ele queria que todos vissem seus músculos. E, por fim, o Gaara; que usava calça cargo preta, coturno para fora da calça, blusão vermelho, o cabelo spike e todo aquele lápis preto que ele gostava de usar.

A música foi ficando mais clara á medida que os músicos terminavam de se organizar. A seção ,,preparar os instrumentos" já havia se exaurido. A baterista loira começou uma batida lenta e compassada, logo depois, o Gaara arranhou as cordas do violino com o arco, enquanto o cara dos samplers distorcia um som de base. Enquanto isso, o quase doutor abria uma caixa de couro marrom escura e tirava de dentro... Uma gaita de fole?!

Ele começou um intróito estranhamente familiar, que foi, logo mais, acompanhado pelo Gaara – com um pouco mais de rapidez e agressividade- , e o guitarrista- loja-de-ferragens. A tecladista começou sua parte ao mesmo tempo que o baixista da cara engraçada.

Aquele intróito, un... Eu sabia que tinha escutado em algum lugar...

Então, a bateria tornou-se mais agressiva e ganhou riffs sutis da guitarra do Itachi-san. A gaita de fole do Dr. Continuava.

- Olha só! Eles estão tocando a ,,An die Freude"!

CLARO, un! Claro! É isso mesmo, Sasori! É a ,,An die Freude", a 9ª Sinfonia de Beethoven! A ,,Ode à Alegria". A sinfonia que ele compôs quando estava ficando surdo. COMO pude esquecer-me dela, un?!

- Sim, Sasori! – exclamou Konan – Eles estão dando uma nova interpretação a ela. Primeira vez que ouço alguém tocá-la com guitarras e gaita de fole! – ela sorriu.

Então, abruptamente, o vocalista parou de tocar a gaita, deixando-a pendida à tira-colo. Puxou do microfone para si e, com uma voz meio rouca, meio gutural – que eu jamais atribuiria a ele -, recitou:

- Ich bin ein Teil von jener Kraft,
Die Böses will und Gutes schafft.
Ich bin der Geist der stets verneint,
Der Böses will und Gutes meint.

Und das mit Recht, denn alles was entsteht
Ist wert, dass es zugrunde geht
Denn besser wär's, dass nichts entstünde,
So ist denn alles was Ihr Sünde,
Zerstörung, kurz das Böse nennt,
Mein eigentliches Element.

(…)

Não me contive…

- PUTA QUE PARIU! ELE CITOU GOETHE, un!

- Hã? – disseram Konan e Sasori em uníssono.

- Ele citou Goethe, un! Mais precisamente, a obra ,,Fausto" de Goethe. Na verdade, para ser ainda mais preciso, a fala de Mefisto, un! – falei empolgado.

- Certo, mas... COMO você... Você entendeu o que ele disse? – perguntou-me Sasori surpreso.

Não pude responder a ele, pois a música continuava bem alta e – dai a César o que é de César, a banda era muito boa – eu só queria continuar apreciando.

Seis minutos. Foi o tempo de duração da música que a Manchas de Paltauf tocou. Quando terminaram sua performance, a platéia em peso aplaudiu de pé, o que era de se esperar já que Beethoven e Goethe são ídolos e ícones culturais tanto para docentes quanto para discentes – claro que me refiro aos que tenham um pingo de cultura, un.

Debaixo de ,,hurras" e ,,vivas", os músicos começaram a recolher seus instrumentos para dar lugar à outra banda – cada uma só tinha direito a tocar uma única música – dado o volume exacerbado de candidatos – bons e ruins.

A platéia, em pé, pedia bis. Batiam palmas em ritmo constante pedindo mais uma música. Devo dizer que eu, Konan e Sasori fazíamos parte deste quorum, un.

Orochimaru olhou em direção ao apresentador como se perguntasse: ,,e então, como que fica?". O homem retribuiu o olhar do vocalista, olhou para seu relógio, para os demais candidatos atrás da coxia, para a platéia e de volta para Orochimaru até que, sorrindo resignado, fez um gesto com a mão indicando ,,só mais uma" e gesticulou com a boca: ,,rápido". O vocalista, sorrindo de orelha a orelha, bateu continência para o apresentador, fez um gesto para a tecladista e para o Itachi e, voltando-se para o público, disse:

- Parece que vocês são mais resistentes do que eu imaginei!

Enquanto ele falava, Itachi cochicou algo no ouvido do guitarrista do cabelo lambido, deu-lhe um ,,pedala" violento – e este reclamou irritado – e se dirigiu até a tecladista talve, para passar a mesma informação – sem o ,,plus" do pedala. Então, o garoto em quem bati foi até o Gaara, falou algo ao seu ouvido e, ao final, passou a mão entre seus cabelos vermelho-bordô. Sem olhar para o outro, Gaara assentiu com a cabeça e abaixou-se para pegar de volta seu violino. Conectou ao instrumento um cabo a cuja outra extremidade conectava-se a enorme Marshall atrás de si. Deu um passo cauteloso para frente e posicionou o arco rente às cordas. Num assomo, a tecladista começou uma música frenética. Seus dedos percorriam o teclado numa velocidade incrível, un. Ela deve ter alterado qualquer coisa na configuração do instrumento, pois o mesmo tinha o som não de um teclado comum, mas de um cravo. Nem 10 segundos depois, o violinista da Manchas de Paltauf começou a tocar tão rápido e tão cheio de vitalidade, que não parecia nem um pouco com aquele ,,ser" apático e silente que foi visitar-me na enfermaria.

A platéia emudeceu. Prendeu a respiração. Todos voltavam as atenções para aquela criatura que tocava de olhos fechados e vibrava intensamente com as cordas de seu instrumento como se fossem um só; oscilando para frente e para trás, acompanhando as nuances e staccatos que fazia.

A tecladista, ao fundo, simulava as notas típicas –e medievais – do cravo, enquanto o sampler do garoto quatro olhos da camiseta apertada criava um som surround que deixava a atmosfera mais sombria e propícia.

Gritos femininos ecoavam: ,,AH! Ruivinhoooo, pegaeeeeeel!", ao que ele sorriu timidamente, mas continuou, frenético, a dedilhar as cordas do violino e sem errar. Slides down, Hammers on, Pulls off e bends. Ele fazia no violino o que eu faria numa guitarra- se eu ainda tocasse, un – e mais!

A guitarra do Itachi dava apoio ao ,,ruivinho" em alguns riffs e solos, mas, em geral, era apenas o Gaara quem arrancava suspiros da ala feminina da platéia e deixava a nós, pobres mortais, boquiabertos ao tocar com tamanha perfeição, un.

Quando terminaram, o público foi à loucura. Três garotas burlaram a barreira entre auditório e palco atirando-se no vocalista e no Itachi, enquanto duas outras se prepararam para se jogarem no violinista-prodígio que, mudo como sempre, guardava seu violino como se nada tivesse acontecido. Nesta hora, pude contemplar, na prática, o que era um ,,crime tentado", pois o enorme – e musculoso- guitarrista-loja-de-ferragens lançou-se contra elas e as empurrou com a ferocidade de um jogador de futebol americano.

- Por Kami-sama! – exclamou Konan – Olha só para aquilo! QUASE que elas caíam do palco! Qual é o problema daquele cara?!

Era uma boa pergunta. Mas outra boa pergunta era: ,,Por quê Gaara não manifestou nenhuma reação quando as garotas vieram em sua direção?" ou ,,Por quê ele AINDA estava parado e alheio à tudo aquilo, un?"

Sei lá, un.

Aqueles caras eram muito estranhos até para mim, un!

As meninas derrubadas levantaram-se com alguma dificuldade, ajudadas pelo baixista e pela baterista, e pareceu que uma delas tinha dado um jeito na perna, porque mancava feito um capitão perna-de-pau de um navio pirata. A outra garota, que aparentemente estava bem, olhou com uma cara realmente assustadora para o garoto troglodita por ter machucado sua amiga, mas este nem se abalou, só tinha olhos para o Gaara.

Observei aquela cena com muito interesse, Gaara virou-se para seu amigo e deve tê-lo recriminado, pois este gesticulava avidamente. Orochimaru aproximou-se da cena do conflito e, com aquele sorriso gentil de médico tentou apaziguar a situação da melhor forma possível e afastou todos para fora do palco, pois a outra banda iria se apresentar.

Eu estava indócil, un. Queria MUITO saber o que se passava e vi quando a banda e as duas garotas se dirigiram para trás do Concha. Eu PRECISAVA saber o que estava rolando, un!

- Konan-chan, - chamei – vamos embora, un?

- Ah, você já quer ir? – perguntou um pouco decepcionada.

- Sim! Quero espreitar para saber no que vai dar, un!

- Espreitar o quê?

- Ora, Konan! Você não viu o que ACABOU de acontecer no canto esquerdo palco, un?

- Sim. Vi o Gaara tocar, as garotas, o imbecil que bateu em você empurrar as meninas e todos saírem.

- Então, un! Vamos lá ver! – eu estava empolgado.

- Aff, Deidara, você parece uma velha maroca! Deixa de ser abelhudo! – ela disse aborrecida. Afinal, o que você vai ganhar com isso?

- A chance de ver o mauricinho levar uma de-ten-ção un. – soletrei deliciando cada sílaba.

- Ai ai... – ela revirou os olhos. – Você e suas infantilidades. Se quiser, vai só. Eu não me sujeito a essas coisas. Vou ficar aqui com o Sasori.

- Chata, un! – estirei-lhe a língua.

- Bestão! – ela riu.

Olhei para ela com cara de cachorro sem dono.

- Vai comigo, vai... Por favor, un. Pelo seu irmão mais novo e estabanado que a ama TAANTOOO – apelei.

- TÁÁÁ! – ela disse impaciente. – Vamos.

- Sasori-san, – disse Konan – eu e o Deidara vamos indo, você vem também?

- Já vai, Konan-san? Que pena. – disse um pouco frustrado – Eu vou ficar um pouco mais porque... ai ai... A banda do meu amigo vai tocar agora, se não, eu iria com vocês.

- Ah... Então... Tudo bem. – disse Konan olhando para o chão. – A gente se vê.

- Sim, sim. A gente se vê! – ele disse sorrindo para ela.

Senti-me um pouco mal de ter atrapalhado a paquera da Konan com o Sasori, mas... Como eu disse, senti-me UM POUCO mal. Minha amiga, com certeza, merece coisa melhor, un!

Saímos da fileira e terminamos de descer o restante dos degraus. Caminhamos um pouco e logo estávamos na parte de trás do Concha, onde estava havendo uma discussão, ou melhor, estava havendo A discussão, un!

Ficamos escondidos atrás de uma das colunas de base do palco. Que bom que a arquitetura não favorecia apenas o palco, mas as áreas adjacentes, un!

- Mas vocês não poderiam ter ultrapassado a barreira, suas tietes loucas! – era a voz do grandalhão.

- E você também não poderia ter feito isso conosco, seu brutamontes! Olha só o que você vez com a perna da minha amiga!

- Antes eu a tivesse quebrado! Vocês não tinham nada que se jogar em cima do Gaara!

- Está tudo be...

- NÃO ESTÁ NADA BEM, GAARA! E você sabe muito bem disso!

- Eu não sou nenhum incapaz... – era a voz do Gaara, calma e baixa.

- CLARO QUE É! Olhe para você, para sua condição! Sabe nem para onde vai! Só se mete em roubada! Você ta achando o que? Que é normal?! Não, Gaara, você não é normal e precisa de mim. Eu VIVO dizendo que isso de música não é para você, mas você não me escuta!

- E você! – ele virou-se com ódio para o Itachi – Não tinha nada que ter dito para o Gaara toca a ,,Unlaced"!

- Err... Quem falou com ele foi você. Quem manda ser burro e não saber os nomes das músicas que a banda compõe. – disse Itachi sem se alterar.

- Ora seu... – o garoto truculento foi na direção de Itachi, preparando-se para partir para a violência.

- Gente, gente, calma, por favor. – disse Orochimaru com sua voz plácida. – Houve um mal entendido e estamos aqui para resolvê-lo, certo? Hidan, por favor...

Hum... então ,,Hidan" é o nome dele, un?

O Dr. Orochimaru tomou a perna machucada da garota e examinou.

- Humm... você torceu o tornozelo.

Ele posicionou a mão direita acima de onde ela se queixava e conjurou uns jutsus rápidos. Um halo de luz esverdeada emanou da mão ele e envolveu o tornozelo da menina.

- Como está agora, Maiko-san?

- Ahh... e-está bem m-melhor, Orochimaru-sama. – ela balbuciou.

- Sinta-se livre para reportar o Hidan-san à Tsunade-sama. – disse o doutor olhando com severidade para Hidan.

- COMO É QUE É?! – exclamou injuriado - Até você, Orochimaru?!

- Isso não vai ficar assim! – continuou ressentido. – Vamos, Gaara!

Hidan deu um puxão no braço do pobre garoto que não sei como não desarticulou o ombro dele. Gaara, que estava com aquela cara de paisagem, como se toda aquela celeuma estivesse distante demais dele, reivindicou.

- Eu não vou com você, Hidan! Solte-me agora mesmo!

- Deixa ele em paz, Hidan! – pronunciou-se a baterista loirinha – Ele não que ir!

- Ele vai aonde eu for. Ordens do Conselho de Suna, e eles foram muito claros ao mencionar que: ,,... nem mesmo os irmãos mais velhos terão poderes para revogar qualquer decisão do curador". Fui nomeado seu curador absoluto, portanto, meus poderes são ilimitados!

- Mas saiba que o Conselho de Suna não é a Constituição de Suna, e eu tenho garantido meu direito de ir e vir! E ,,ninguém está obrigado a fazer nada se não em virtude de lei"! – reivindicou, como pode, o Gaara.

- O Conselho é a Lei! Agora, cale a boca e venha!

Hidan arrastou o violinista com a facilidade de quem arrasta uma mala de rodinhas. Eles estavam se dirigindo para o CCJ – que era onde moravam, também, os estudantes de direito.

Sinceramente, fiquei com muita pena do moleque, un, e resolvi que iria ajudá-lo. Afinal, uma detenção a mais, para mim, não seria de todo ruim, e eu já estava ficando com saudades.

Era isso, un.

Resolvi. Iria explodir o Hidan e resgatar o Gaara, un!


Bom, para minhas considerações de fim de capítulo, tem algo que preciso dizer.

As músicas da Manchas de Paltauf.

Bom, imaginei, para a voz de Orochimaru, como a voz do vocalista da Tanzwut (uma banda alemã que eu curto absuuurdoooosssss!!!! xD)

Para quem quiser ouvir, o link é este: .com/watch?v=3jatEHEM_5A ( Götterfunken –Tanzwut)

A parte de Gaara arrasando no violino elétrico, imaginei a música ,,Unlaced" da Emilie Autumn. Ela é muito, muito, muuuuuuitooo boaaaaa *endoida*.

Quem se interessar: .com/watch?v=dDuJKxHXOTY

Bom, links e músicas devidamente especificados, eu só posso desejar, de todo coração, que tanto o repertório como a história agradem. Também preciso dizer que não inventei as músicas e que a letra em alemão que se encontra no corpus da história faz parte da música ,,Götterfunken", da mesma banda Tanzwut.

Bom, tomara que a historinha agrade, muita coisa ainda vai acontecer... huhuhu