Declaimer: O anime/mangá Naruto pertence ao Tio baka-kishimoto-sensei. Mas os personagens, que verdadeiramente, existem na minha louca mente, são todos meus.

shadowjohn 101: Percebi mesmo que você tinha sumido. Está perdoado kkk. Que bom que voltou espero que goste do capítulo. Beijos

Uchiha kaoru-chan: Fico feliz que tenha gostado e espero que continue acompanhando a fic, leitores novos são sempre bem vindos.

kekedia: Olá. Obrigada por está acompanhando, no nyah a fic está mais atrasada. Beijos.

YokoNick-chan: Muito obrigada pelo feliz natal, e feliz ano novo para você. Espero que goste deste capítulo e comente hein? xD Beijo

Susan 01: continuei...continuei kkkk Eu nunca resisto.

Sophie-Hatake; Oh amigaaa. Ele vai agir sempre agora. Feliz ano novo para você tudo de bom. Beijos.

Saakura-chaan: Ohh que bom que gostou do capítulo. Espero que seu ano novo seje ótimo e te espero no próximo capítulo.

Senti falta da rewie da Bah no capítulo anterior T.T

Sentença

Capítulo V

O esquadrão ANBU havia ficado em alerta no momento em que entraram naquela parte mais densa da floresta. Podiam sentir a aura sombria que pairava em meio aquele amontoado desorganizado de árvores e arbustos.

Todos sabiam os motivos que os levaram até ali. E as últimas novidades não eram nada animadoras. Os últimos dois esquadrões de elite ANBU haviam sido dizimados naquela missão. Alguns,os que tinham uma esposa e filho esperando em casa, estavam receosos sobre aquele lugar.

Todos pararam com o sinal do líder. O confronto estava próximo. Na mente de cada um só havia um único pensamento; proteger Konoha.

Era por esse motivo que não tinham medo de sacrificar suas vidas pela causa tão nobre. Viram o inimigo surgir das sombras. Seus olhos atrás da máscara se estreitaram em preocupação. Tsnudade-sama estava mesmo certa. Era ele.

-O.O-

—Kuso! — Resmungou Tsunade batendo o puno fechado na mesa de madeira.

A sua frente estava a ultima mensagem do esquadrão ANBU que havia enviado para averiguar os recentes ataques. Seus piores temores estavam virando realidade.

Na mente da Hokage os pensamentos giravam freneticamente tentando encontrar uma solução que resolvesse o grande problema que a Senju tinha em mãos. Não adiantava ficar mandando apenas esquadrões ANBU, seria perca de tempo, e de pessoal.

Kabuto era esperto o suficiente para se livrar dos ninjas de Konoha facilmente. Além do que, depois da última guerra, o ex-discípulo de Orochimaru havia desenvolvido uma força absurda se apropriando de kinjutsus. O que ela podia fazer quando o único time que ela sabia ter força o suficiente para deter Kabuto estava desfalcado?

Se não pensasse em alguma coisa muito boa o conselho ia ter que repensar a idéia de manter Uchiha Sasuke por tanto tempo atrás das grades. O time sete era o que ela precisava. A liderança de Kakashi, Tsunade sabia que ele tinha qualidades o suficiente até para se tornar Hokage. A força e os jutsus de cura de Sakura, a Hokage sabia que havia feito uma ótima discípula. As habilidades de Naruto e sua força de vontade, por mais que o ninja hiperativo de Konoha ainda continuasse meio cabeça dura, ele havia se desenvolvido muito e era essencial para aquela missão. E por fim, mas não menos importante, Uchiha Sasuke. As informações que ele havia conseguido durante o tempo que passara com Orochimaru e Kabuto seria de vital importância, e ela não podia esquecer nas formidáveis técnicas que o último Uchiha havia desenvolvido.

Ela tinha a obrigação de proteger sua vila. Proteger a vila estava acima de qualquer formalidade imposto por aquele bando de velho do conselho. A Godaime apertou os cabelos com as mãos. Problemas, problemas e mais problemas. Ela estava pensando seriamente em se aposentar.

—Shizune ! — Gritou jogando para fora todo ar que existia em seus pulmões.

— O que foi, Tsunade-sama? — A moça entrou ofegante na sala e parou em frente a sua chefe.

— Marque uma reunião de urgência com o Conselho e traga todos os relatórios existentes sobre o time sete. Incluindo o Sasuke e o Sai.

— T-Tsunade-sama! Até sobre o Uchiha? — A moça estava incrédula.

— Você me ouviu perfeitamente, Shizune. Ande logo com isso porque estou com pressa.

— Ok. — A moça saiu mais rápido do que havia entrado.

Oras! Ela ainda era a hokage, aqueles próprios velhos que a haviam escolhido para o cargo, agora teriam que engolir suas leis e pré-conceitos. Pegou o sakê de seu velho esconderijo e bebeu. Agora sim as coisas começavam a se acertar em sua mente.

-O.O-

Ok. Ele devia admitir que nas últimas horas havia esgotado os pensamentos sobre ela. Parecia que as imagens dos últimos sete anos resolveram voltar todas juntas ao mesmo tempo. Os primeiros anos como guennin, a fuga, isso a fuga. Era naquela parte que ele sempre parava.

Cada detalhe daquela noite fatídica estava em sua mente. O momento que saiu da sua casa, os minutos que passou vagando pela vila até chegar o portão e a imagem dela parada. Os olhos verdes vertendo lágrimas. Ele não fazia idéia de que um dia ter dito apenas "obrigado" machucaria tanto.

Como uma palavra de apenas oito letras podia machucar tanto? Ele afundou suas mãos no sue cabelo. Estava a beira do precipício chamado loucura. Sua vontade era de simplesmente arrancar aquilo de sua mente, mas era meio impossível.

Tudo lembrava o que ele queria esquecer. O cheiro estava ali. Como podia estar se já haviam se passado quase duas horas que ela estivera ali? Era o perfume que era forte de mais ou ele que estava tentando sentir mais do que deveria. Por mais que negasse a segunda opção naquele momento era a mais lógica.

Ah não! Naruto estava chegando. Sabia da mania que seu amigo tinha de querer saber tudo o que estava acontecendo, e iria ficar muito mais curioso se ele continuasse a agir daquela forma. Como se não estivesse com a cabeça na terra, e sim num lugar muito mais próximo das nuvens.

Era em horas como aquela que era bom ter uma personalidade totalmente controlada. Se umas pessoas achavam ruim conseguir esconder seus sentimentos e emoções ele considerava aquela habilidade uma benção. Ajudava e muito.

— E ai, teme? — Naruto sempre tinha que ser tão barulhento daquela forma? — Que cara é essa, teme? Até parece que comeu e não gostou.

— Não enche, dobe. — Resmungou o Uchiha. Na verdade ele não tinha comido e não gostado, o problema era que ele tinha gostado muito da comida. Ter falado com ela havia despertado algo nele que ele não gostava de sentir.

— Desisto de você. — Naruto suspirou cansado. Jogou-se num canto da parede e fechou os olhos. Sasuke o olhou e viu que Naruto estava cansado, as mãos pareciam ter várias queimaduras.

— Andou treinando foi? — Indagou sem demonstrar interesse algum.

— Anh? — Naruto olhou para o mesmo lugar que Sasuke olhava, para suas mãos. — Ah sim! Está sendo meio difícil desenvolver uma nova técnica que aprimore mais o Rasen-Shuriken.

— Hn. — Sasuke lembrava que detestava treinar antigamente, mas estar preso ali fazia com que ele desse importância para simples coisas, um treino entre o time por exemplo.— Kakashi, Sakura e... como é o nome dele mesmo? Sai, estavam lá?

— Não, teme. — Naruto parecia triste ao dizer aquilo. — Não existe mais time sete. O Kakashi-sensei voltou para ANBU, a Sakura-chan só vive naquele hospital e o Sai se aposentou, muito cedo, mas ele quis e baa-chaan deixou. E eu, bem eu, fico pulando de missões em missões. A ANBU é muito diferente de um time.

Sasuke sabia o porquê de Naruto estar tão triste com o fim do time sete. Aquela havia sido a única família que o Uzumaki havia tido, já que crescera sem pais. E ver o time sete separado era doloroso, para os dois.

Sasuke nunca havia sido fã daquele time. Detestava o jeito desleixado de Kakashi, a maneira e hiperativa de Naruto e os modos irritantes de Sakura. Mas ainda assim... Era o time que o havia trazido de volta vida. Eram seus... Amigos.

— O time sete vai voltar, Naruto. — Sasuke disse olhando seus amigos nos olhos.

— Eu sei, teme. — Naruto sorriu. Verdadeiramente havia valido a penas passar todo aquele tempo em busca de seu amigo. O Uzumaki sabia que os laços que uniam o time sete durariam para sempre. — Então... é bom você não se descuidar de suas técnicas. — Falou levantando um punho pro ar — Eu estou muito melhor que você, 'ttebayo.

— Até parece. — Ironizou o Uchiha. — Você não conseguia nem fazer um clone direito na academia.

—Teme... — Grunhiu Naruto. — Você vai ver com seus próprios olhos.

E Sasuke queria realmente ver. Não que ele achasse que Naruto estava melhor que ele. Isso nunca. A rivalidade que os dois tinham nunca acabaria. Mas ele queria ter a oportunidade de voltar a fazer aquelas missões idiotas que ele detestava tanto antes, mas que naquele momento faziam muita falta.

Naruto ficou mais algum tempo alí. Jogaram conversa fora e claro que em nenhum momento os dois pararam de se provocar. Aquilo já havia virado rotina. Era até divertido. Realmente, pensou Sasuke, eu mudei.

Aquelas coisas que ele achava tão desnecessárias estavam tomando uma grande proporção em sua vida. Não se arrependia de ter saído da vila indo à busca de sua vingança que no final nem tinha trago tanto contentamento. Arrependia-se de ter perdido tanto tempo focado naquele sentimento ruim que se esqueceu de viver.

O mais cômico de tudo é que ele estava aprendendo a viver no momento que estava preso. Havia passado a maior parte da sua vida livre, mas as sensações que estava sentindo entre aquelas quatro paredes nem se comparavam a toda uma vida de solidão e sofrimento. Agora sim estava realmente vivendo. Independentemente de estar trancafiado parecia que seu espírito estava livre.

Sabia que era meio que impossível de acontecer, mas naquele momento começou a acreditar que talvez ele pudesse sair dali, como Naruto sempre dizia. Um novo sentimento começava a nascer dentro de si. Esperança.

-O.O-

Por mais que já estivesse visitado aquele lugar várias vezes durante aquele quase um ano, a tremedeira de suas pernas fazia com que parecesse que era a primeira vez que parava naquele corredor na Prisão de Segurança Máxima de Konoha.

Sakura parou e suspirou como sempre fazia. Talvez aquela sensação devesse ser atribuída ao fato de que ela sabia que quando entrasse naquele lugar não era o mesmo Sasuke de sempre que a esperava.

Ela não teria mais o silêncio. O silêncio que havia se acostumado. Por mais que estivesse super alegre pelo fato de ele ter falado com ela, tudo que é novo dá medo. E se ele simplesmente decidisse voltar ao voto de silêncio de outrora?

Por mais que tentasse afastar aquela idéia de que ele voltasse a ficar quieto durante aquele um dia que se passara desde que se viram pela ultima vez, ali, parada diante a aquele corredor, aquele medo voltava com toda força.

Ela queria acreditar que Sasuke não seria cruel ao ponto de fazer aquilo com ela... Ou seria? Balançou a cabeça e seu longo cabelo rosa se movimentou no mesmo movimento. Ela começou a repetir em sua mente que encontraria um Sasuke normal, sem aquele joguinho de silêncio. Quem sabe pensamento positivo ajudasse.

Reuniu toda coragem que não tinha e andou a passos firmes pelo corredor. Era a hora da verdade. Durante todo o dia anterior havia repassado cada detalhe da tarde em que em fim ela tinha ouvido a voz dele.

Parecia bobagem, mas ela fazia questão de guardar cada detalhe naquele momento. Buscava memorizar a maneira que os olhos dele ficaram firmes sobre ela, e a parte entre os olhos ganhara rugas de... Preocupação? Oh, sim! Ela queria acreditar que ele estava preocupado com ela.

O barulho de seus saltos ressoou no corredor. Maldito sapato! Repreendeu-se, não havia tido tempo de passar em casa depois que saiu do hospital. Se tivesse ido até sua casa perderia o horário de visitas, e aquilo estava fora de seus planos atuais.

Ela sorriu para o guarda que estava parada frente à porta da cela. Era sempre o mesmo, ele já estava acostumado de vê-la por ali. Sakura agradeceu com um leve acenar de cabeça e entrou na cela.

E lá estava ele. Do mesmo jeito que ela se lembrava. Os olhos escuros voltados para a parede cinza a sua frente, as costas rente a parede e as pernas dobradas enquanto o braço esquerdo repousava sobre elas a cabeça descansando sobre os braços.

— Boa tarde, Sasuke-kun. — A voz de Sakura invadiu todo o ambiente. Mesmo que discretamente Sasuke suspirou.

Seus olhos deixaram de encarar a "interessante" parede e se voltaram calmamente para o local onde Sakura estava de pé. Ele estivera esperando aquele momento durante todo dia.

—Boa... — Foi simplesmente isso que ele falou, mas ela sentiu como se seu coração estivesse a ponto de explodir e seu pensamento sair de orbita.

E o mesmo de sempre aconteceu. Ela deixou a comida que havia trago sobre uma pequena mesa e se sentou ao lado dele. Quatro minutos de silêncio e ela começava a achar que teria que dar inicio a um dialogo quando ouviu a voz dele:

— São dangos? — Ele perguntou enquanto maneava a cabeça para a pequena sacola em cima da mesa.

— Sim! — Ela se levantou rapidamente e pegou a sacola voltando para seu lugar de origem. Ao sentar-se novamente ao lado dele desfez rapidamente os nós e abriu a pequena vasilha que guardava cinco "espetinhos" do saboroso doce. — Você quer um?

Os olhos verdes de Sakura brilhavam em uma intensidade grande. Ele nada falou apenas balançou a cabeça afirmativamente. Sakura sorriu e retirou um "espetinho" que entregou a ele.

Sasuke pegou e enfiou duas das bolotas na boca. Estava bom. Muito bom. Apesar de não gostar muito das coisas doce ele sabia reconhecer que o gosto era um dos melhores que havia sentido.

— Fui eu mesma que preparei. — Sakura comentou meio que encabulada enquanto o observava devorar a última bolinha açucarada do palitinho.

—Hn. — Ele ergue sua mão e pegou outro palitinho que estava dentro da sacola devorando as bolinhas com vontade. Para muitos parecia ser uma coisa simples, mas para a Haruno não era. Ela nunca via Sasuke comendo o que ela preparava e agora estava tendo a oportunidade não só de vê-lo, mas também de saber que ele gostava.

Os cinco espetinhos desapareceram em questões de minutos, e com aquilo Sakura havia ganhado o dia. Quando começou a achar que as coisas boas acabavam por ali ouviu outra vez a voz de Sasuke.

— Desde quando passou a trabalhar integralmente no Hospital? — Ele perguntou casualmente.

— B-Bem... — Sakura suspirou antes de prosseguir. — Desde que Tsunade-shinshou decidiu que estava apta para isso. Além do que não tem como fazer missões em equipe com um time incompleto. — A última palavra havia saído em tom mais baixo.

— Não sente falta das missões? — Indagou passando a fitá-la sem cerimônia alguma.

— Sinto, mas não das missões. — Sakura estava tentando desconsiderar o fato de que ele a estava encarando tão firmemente para responder com lógica — Sinto falta do time sete. Foi a melhor época da minha vida.

Ele sabia do que ela estava falando. Também havia sido a melhor época da vida dele, pena que diferentemente de Sakura, ele havia demorado muito para perceber isso.

— Naruto também sente falta. — Ele comentou lembrando-se da última conversa que tivera com o Uzumaki.

— Todos sentimos. — Sakura recostou-se na parede e olhou para frente — Eu, Kakashi-sensei, o Naruto e o Sai. Com o tempo acabamos por nos torna uma família. — Família da qual ele poderia ter participado se a sede de vingança não o tivesse consumido.

— E esse Sai? — Estava curioso em saber de quem se tratava — Como ele é?

— O Sai-kun no começo foi meio difícil. — Sai-kun? Pensou o Uchiha. Sakura então narrou a história de Sai.

Passaram quase uma hora e meia conversando. O Uchiha era um bom ouvinte, isso devia ser causado pelo falo de ele não gostar de se comunicar muito, preferia ouvir. Às vezes parava a narrativa de Sakura quando não entendia algo ou quando sua mente formulava alguma outra pergunta. Ela não se importou nenhum pouco em responder a todas elas.

Passaram todos aqueles momentos conversando sobre os últimos acontecimentos na vila da folha. Sasuke havia ficado sabendo de quase tudo que acontecera desde que ele estava trancado ali.

Quando ela saiu, ele ficou com aquela sensação estranha no peito. Perda.

Era aquele sentimento de perder coisas por sua culpa que estava o sufocando. Naquele resto de dia ele ficou imaginando como seria sua vida se não tivesse saído da vila naquela fatídica noite.

-O.O-

Os conselheiros saíram da sala de reunião com seus nervos a frangalhos. A Godaime estava mesmo ficando gagá. Como ela poderia cogitar aquela idéia. Mas agora já era tarde de mais e eles mais nada poderiam fazer. As palavras de Tsunade ressoaram na mente dos dois conselheiros.

— O Time 7 está de volta a ativa. — E no momento em que ela colocara as fotos dos integrantes sobre a mesa, as quatro fotos, eles sabiam que grandes problemas estavam chegando.

-O.O-

O que acharam?

Meus capítulos estão ficando maiores o/

Agora momento propaganda

Revistas, Conselhos

e Chocolate.

Casal: Sasuke e Sakura (Central) Naruto e Hinata (Secundário)

Gênero: Romance/Humor

Sinopse: Nove horas da manhã em ponto. E lá está ele: meu milagre particular. Ele nunca se atrasa. Nunca mesmo. Às vezes sai mais cedo, mais atrasos nunca. Era naquele momento que meu dia ganhava um pouquinho de cor. Preto.
Meio monocromático para você? Pois para mim é perfeito. O cabelo negro; os olhos negros; o terno lindamente negro; eu adorava meu mundo monocromático pintado por ele. E a forma de andar? Por onde ele passava fazia com que várias funcionárias suspirassem com aquele cheiro de canela. Como sei que é canela? Simples! Ser assistente dele tem suas vantagens: tenho livre acesso ao escritório dele. Então não resisti em dar uma bisbilhotada no paletó dele e aspirar aquele cheiro maravilhoso. Ora! Não venham me recriminar. Qualquer uma em meu lugar, em são consciência, faria a mesma coisa.
E era exatamente às nove horas e cinqüenta e cinco segundos que olhava em minha direção. Não sei se para mim (o que eu duvido muito), mas ele olhava na direção da minha mesa e da mesa da Hinata. E então eu me perdia naqueles olhos que faziam com que eu fosse ao inferno e ao paraíso ao mesmo tempo.

Link: .net/s/7676973/1/Revistas_Conselhos_e_Chocolate

Se puderem dar uma passada por lá ficarei muito feliz.

Beijos

Abelha-chan