Capitulo II

Rin sentia as pálpebras pesadas como çava-se em manter os olhos abertos, lutando contra uma grande dor de cabeça.Não conseguia se lembrar de onde estava, tentando localizar de onde era a luz que brilhava diante de seus deitada numa cama dura.A sua frente, uma parede bege.
Virou a cabeça lentamente e encontrou uns olhos cinzentos e , lembrou.
- Oh, meu Deus - murmurou virando a cabeça.
- Fique quieta - ele disse, autoritário.
Aquela voz familiar despertou-a. Uma sensação de extrema fraqueza apoderou-se dela, fazendo-a lembrar outras vezes em que tinha sentido a mesma coisa.
Durante um certo tempo, ficou deitada, tremendo, sentindo-se temporariamente a tinha sabia que isso ia acontecer, desde o momento em que falaram que sua foto tinha saído no jornal.Só não esperava que fosse tão será que já havia se passado muito tempo? Desde quando James estava desaparecido?
- James... - A voz saiu rouca. Virou-se para ele novamente, os olhos azuis brilhando por causa das lágrimas - Há novidades? Encontraram James?
- Ainda não, mas vão encontrar.Não se preocupe.
- Não me preocupar? Como é que pode dizer uma coisa dessas? Estou quase louca!
- Sei disso, mas tem que ser otimista e acreditar que vão ficar tranqüila.Vão acha-lo.
- O que está pensando? Acha que basta ordenar para que eu não me preocupe? Tudo é tão simples para você.Aperta um botão e sua cabeça obedece ao comando, não é assim? Você não é humano.É uma maquina, um computador, programado para reagir sempre de idéias próprias ou humanas como amor, ódio ou pânico.
- Você está histé não se preocupe, já chamaram um medico.Não sei por que ainda não chegou.O que fizeram com você? Eles a trancaram nesse quarto, fazendo perguntas, apesar do seu estado?
- Por que você veio? Por que não ficou de fora? Posso suportar as perguntas da policia, mas não consigo suportar você!
- Infelizmente, ainda sou seu direito de estar com você.

- Direito! É a única coisa que você conhece!
- Conheço muitas outras coisas. - Ele não tirava os olhos do rosto perturbado de Rin - Por exemplo, sei que tenho um filho que nunca vi e que nem sabia que existia.
Rin suspirou e não respondeu.
- Como foi capaz de ter um filho meu, sem me contar? Será que eu não tinha o direito de saber?
Mais uma vez, ela se recusou a responder e nem sequer olhou para parar de tremer.
- Ele deve estar com uns dois anos, ê devia saber que estava grávida, quando fugiu de mim.
Rin procurava não ouvir.Não queria falar com ele.
- É meu? - a voz de Sesshoumaru estava selvagem e áspera.
Sem pensar, seguindo um impulso, ela respondeu:
- É!
Ele relaxou e Rin imediatamente se arrependeu de não ter sido melhor dizer que James não era filho que não pensou antes?
- Sesshoumaru inclinou-se sobre ela, apoiando-se na cadeira onde estava sentado.
- Como ele é? - Sua voz estava rouca e o brilho dos olhos cinzentos revelava uma forte emoção.
- Por favor, não me pergunte! - Não queria falar de James com aquele aperto no coraçã que ia adiantar descrever a cor de seus cabelos, os olhos, as roupas? Nada disso daria a Sesshoumaru uma idéia exata de como era o filho.
O que poderia dizer? Que ele gostava de ovos e que não gostava de espinafre? Que dormia de bruços com o bumbum para cima? Que ele punha na boca tudo que lhe caia nas mãos? Que seu ursinho já estava quase todo mastigado e que ele arrancava todos os botões da roupa? Que caía muito quando andava, mas sempre se levantava e fazia força para não chorar? Que tinha dor de ouvido quando fazia frio e medo de cachorro?
Poderia dizer também, é claro, que ele se parecia um bocado com o provavelmente ia ser pés e as mãos eram grandes para um bebê, e os cabelos caiam nos olhos, como os dele quando sacudia a cabeç vez Rin tinha visto Sesshoumaru ali naquele pedacinho de gente, chegando a provocar-lhe lágrimas amargas.
Mas não diria nada a ele.

Conservou os olhos fechados, desejando que fosse embora, porque a dor de te-lo ali a seu lado estava se tornando insuportável.
A policial apareceu nesse momento seguida de um homem baixo e de aparência cansada.
- O medico, senhor - a cortesia de seu tom indicava que sabia quem Sesshoumaru era. A mudança de tratamento era bem sensíé aquele momento, estava sendo tratada com um suspeita velada,mas agora podia perceber o sorriso amável e curioso que lhe era dirigido.
Não havia a menor duvida de que aquela mulher estava morrendo de não precisava explicar nada para ninguém.
- Não pode lhe dar alguma coisa que a acalme? Está histérica.Já deviam ter tomado alguma providë foi massacrada, com perguntas como se fosse suspeita de entanto, basta olhar para ela para ver que está traumatizada.
-Não quero nada - Rin sentou-se na cama.
O medico sorriu tirou o paletó e segurou o seu pulso.
- Você está apenas tensa, não é mesmo? Já tomou alguma coisa?
- Não, e não quero ser dopada.Não vou tomar nenhum calmante.- Queria participar de tudo, saber o que estava se tomasse sedativo, ficaria entorpecida e não teria consciência do que acontecia a seu redor.
- Como se sente? Um pouco cansada heim? - examinou os olhos dela - Olhe para cima, para os lados.
Rin obedecia, irritada.
-Estou perfeitamente bem.
- Todo mundo se sente mal sem dormir - O medico falou, com um sorriso profissional, como se quisesse disfarçar a intenção de sua observação.- Tem que pensar que seu corpo não é uma maquina e você não pode passar tudo isso sem se desligar de vez em quando.
- Não quero calmante!
- Você precisa relaxar e espero que colabore comigo - Dirigiu-se para onde estava sua viu-o pegar uma seringa.
- Não sou nenhuma criança.Não sou obrigada a aceitar o que não quero, e me recuso a ser dopada.
Sesshoumaru não se ao lado dela, com as mãos nos bolsos.
- Ela pode sair daqui? Não esta sob suspeita de lugar, não vai conseguir repousar.

O medico olhou para a policial que deu de ficou irritado e gritou:
- Será que terei que convocar meu advogado para tirá-la daqui?
A policial saiu sem olhou desesperado para Rin.
- Deixe que o medico lhe dê alguma coisa para acalmar seus nervos.
- Meus nervos estão ótimos!
- Não seja tão teimosa.!
- Acho que os seus é que precisam de um relaxante.
O medico baixou os olhos, discretamente, afastando-se da linha de olhou para Rin de um modo ameaç sentia o mau humor dele vindo a estava zangado sua boca se transformava numa linha reta e dura, enquanto os olhos cinzentos faiscavam por causa da raiva que lhe queimava por dentro.A expressão do medico também lhe era presenciado centenas de pessoas reagirem daquela forma aos acessos de raiva de toda vida ele encontrou pessoas ansiosas por aplacar a explosão de seu mau humor ou, então que corriam para satisfaze-lo como cachorrinhos.
- Vamos sair daqui - Sesshoumaru falou bruscamente - Vamos levá-la para casa e colocá-la na cama.
-Tem razão, é uma ótima idéia. - o medico concordou
Rin sorriu, irônica.
-Se casa significa a sua, esqueça.Não moro lá.
- Que inferno! - Saíam chispas dos olhos de Sesshoumaru.
O medico virou-se, arrumou sua maleta, colocou o casaco novamente, como se não quisesse participar daquela discussão.
- Você não precisa ficar aqui.
- Vou voltar para o meu apartamento - Lá haveria um monte de lembranças de brinquedos estariam na prateleira de seu minúsculo quartinho.O cercado estaria vazio e o caldeirão defronte a James não estaria lá.Seu coração apertou-se ela iria suportar?
- Você não deve fazer a imprensa vai estar por lá.Eles vão come-la viva. - O tom de Sesshoumaru era áspero.
Rin ficou olhos se encontraram.
-Eles sabem?
-O que você acha?- Havia algo de cínico em sua expressão

- Tinha um repórter lá fora, quando entrei...Ele me ouviu falando com o praticamente tive que empurrá-lo para poder hora dessa sua casa já deve estar infestada de gente.
O medico resolveu intervir.
- É a pura verdade, .
Rin cobriu o rosto com as mãos.Não poderia voltar para o pequeno apartamento sobre a e Bokuseno deveriam estar preocupados com ve-los,explicar-se e pedir desculpas.
- Só há um lugar onde você pode ficar segura.
- Segura!
- É a salvo.
- Da imprensa - Rin retrucou, com um olhar zombeteiro e amargo.
Sesshoumaru ficou furioso e virou-se para olhar o medico que ainda ouvia a conversa dos dois.
- É, da imprensa.O único problema é como tirá-la daqui e evitar a imprensa ao mesmo tempo.
-Da maneira como cheguei aqui. - O medico sugeriu - O carro da policia esta nos fundos.A imprensa não pode entrar lá... Há portões enormes de ferro que mantem os repórteres ês podem sair pelos fundos e passar por eles sem que possam aproximar-se de vocês.
- Prefiro ficar aqui - O desespero começava a tomar conta de Rin - No caso de...
- Você não pode fazer houver alguma novidade você ficará sabendo ser mantida a par de tudo, não se preocupe - Sesshoumaru olhou para ela com impaciência - Ofereci uma recompensa por qualquer informação.
Ela mordeu os lábios, nervosa e irritada.
- Dinheiro? Claro, é a única coisa que você conhece, não é? É sua resposta para tudo.
- Pode ajudar! E dinheiro ajuda, por que não haveria de usa-lo? Ele é meu filho, mesmo que você preferisse que não fosse.
- Preferir que não fosse? Daria a vida para que não fosse!
O rosto de Sesshoumaru enrijeceu-se e a raiva aparecia em cada um de seus traços.
- Obrigado

Nas semanas anteriores a separação, antes que ela o deixasse, houve cenas como essa,cenas de batalha que haviam deixado cicatrizes profundas.Não conseguindo mais suportar a situação, Rin resolveu fugir e desde então não fazia outra aqueles dois anos de separação nada tinha mudado.A amargura ainda era muito grande, deixando marcas em cada momento vivido.
Tirou as pernas da cama e virou-se para aproximou-se para ampará-la, mas ela o empurrou.
- Pode deixar.
Ele recuou, tenso e emocionado.
- Tenho que mandar avisar lá motorista esta esperando.
- Estou indo para lá - O medico respondeu dirigindo-se para a porta - o que quer que eu lhe diga?
- Entregue-lhe um bilhete - Procurou um papel em seus bolsos.O medico abriu a maleta e tirou um bloco de receitas.
- Isso serve?
-Muito obrigado - Sesshoumaru escreveu rapidamente e colocou o bilhete dentro de um envelope que o medico também lhe -o ao medico dizendo: - É um Rolls preto.
Ele sorriu e se manter em pé, Rin se apoiava com uma das mãos nas costas da coração estava disparado.Não conseguia pensar em mais nada a não ser em seu pequeno e indefeso ao menos não tivesse parado naquela maldita loja!Queria tanto poder estar com ele em casa,James dormindo em seu berço,o rostinho corado enterrado no travesseiro e o lençol cobrindo seu bumbum virado pra jeito de dormir deixava-a preocupada quando ele era ainda muito pequeno.
- Será que James não vai se sufocar? Não é perigoso? - Tinha perguntado na clinica.
A enfermeira sorriu e tranquilizou-a:
- Deixe que ele durma do jeito que quiser.
Algumas senhoras de idade com quem conversava lhe diziam que era perigoso, Rin explicava que não havia o menos perigo, mas não se tinha descoberto que um bebê era um ótimo cartão de pessoas sempre paravam para olhar o carrinho, debruçando-se sobre ele, brincando com o bebê quando ele estava acordado.

As mulheres mais velhas sempre subestimavam sua idade, principalmente quando estava de jeans e camiseta e davam-lhe mil conselhos de como cuidar de feito muitos amigos no bairro por causa que as pessoas precisam de uma desculpa para falar umas com as outras, e James era essa todo o mundo, os bebês são motivo de conversa, entre as mulheres, pelo menos.
Rin tinha construído seu mundo ao redor do dia era governado por ele, que lhe absorvia todos os pensamentos.
A perspectiva de não tornar a vê-lo deixava-a em pânico.
Mas não queria pensar nisso.A polícia encontraria James são e o teria levado?Quem teria feito uma coisa dessas?A policial tinha dito que poderia ser uma mulher solitária e desesperada com necessidade de uma criança para desejava que fosse pelo menos que ele fosse cuidado e amado!A polícia o encontraria cedo ou tarde.
- Mandei Harris levar o carro até a estação do metrô, a mais ou menos um quilômetro pedira à polícia que nos leve até lá.
Rin não fez nenhum comentá abriu a porta e ela ouviu-o falar de forma autoritária com alguém:
- Pronta? - perguntou, virando-se para ás dele havia um policial uniformizado.
Saiu dali sentindo-se por um corredor sombrio até o carro de policia que esperava lá fez com que ela entrasse atrás e sentou-se a seu a porta e o carro agarrou Rin, empurrando-a para baixo, abaixo do nível da um susto, mas depois entendeu o que se passava.
Sons confusos de vozes falando e gritando misturavam-se ao barulho do motor do carro que soltou Rin que sentou, trêmula.
- Estão nos seguindo - o motorista falou observando pelo espelho retrovisor - Quer que eu despiste?
- Quero.
- Então, vamos lá - Ele fazia trejeitos como se tudo não passasse de uma brincadeira.O carro zarpou, virou rápido numa esquina, desceu uma ruela, assustando um homem que atravessava com seu cachorro, dobrou outra esquina a toda fechou os olhos e agarrou-se ao assento com as mã carros de corrida, odiava velocidade.
Sesshoumaru colocou o braço ao redor -se, empurrando a mão dele.
Estavam quase chegando à estação do metrô.Ela avistou o Rollys-Royce preto esperando.O motorista saiu, apagou o cigarro e abriu a porta do carro.
O carro de policia parou de saltou e ajudou Rin com pernas estavam trêmulas, o que a fez tropeç ajudou-a a caminhar até o Rollys-Royce,quase depois o carro zarpava com eles.
Rin recostou-se no assento, tremendo, os olhos acomodou-se ao lado dela e inclinou-se para frente, Ouviu-o falando ao fone ao lado do assento.
Não estava interessada em -se mergulhar em desgraç falar com alguém, mas não com com conhecia falar sobre -se estranha, como se seu filho não fosse real,como se não passasse de um falar com alguém que o amasse como ela, que lembrasse dele como -se, de repente, pensando em James como se ele não existisse mais.Não devia, não uma loucura!
James foi o primeiro ser humano que lhe deu seguranç a âncora que a segurava com firmeza à seu nascimento, sentiu-se outra pessoa, verdadeira e noites, quando tinha acabado de trazê-lo do hospital, em que se debruçava sobre seu bercinho ouvindo-o respirar, com medo de que ele parasse de fazê respiração era tão suave, tão silenciosa, que era difícil levado semanas para acreditar que James era forte, que estava vivo, que não ia parar de respirar se ela deixasse de observá-lo em seu berço.
Sesshoumaru recolocou o fone e virou-se para olhá-la.
- Vamos chegar em casa dentro de cinco minutos.
Casa, ela que ele continua falando assim? Aquela casa enorme não é o meu lar, é apenas o lugar que ele usou para me prender.A enorme casa de boneca para o novo brinquedo.

Havia um grupo de homens do lado de fora da recostou-se sabendo que não poderiam percebê-los através dos vidros escuros do portões de ferro se abriram para deixar o carro passar e se fecharam novamente atrás deles, apesar de alguns repórteres terem tentado entrar depois do carro.
Rin olhou para a fachada clássica daquele a estava até melhor do que quando foi construí tinha gastado muito naquela onde recebia e impressionava os executivos estrangeiros, exibindo sua riqueza.
Lembrava-se nitidamente do primeiro dia que tinha visto a sensação de pequenez e criancice tinha-a assaltado quando ele atravessou com ela aqueles portõ olhos se arregalaram diante do que fugir, sentiu que jamais poderia se integrar naquele universo.
Estava com vinte anos, mas teve a impressão de ter dez quando Sesshoumaru atravessou com ela o gramado, conduzindo-a delicadamente até a porta.
Era impossível descrever sua sensação.Não poderia dizer-lhe como se sentia.Não ousou proferir uma -se a olhar para ele sem poder acreditar que era realmente sua esposa.
Como ele poderia entender o que se passava com ela? Para ele tudo aquilo era rotina,um ambiente que ele conhecia,que lhe era acostumado com aquele padrão de vida,carros luxuosos,roupas caras e elegantes,casas maravilhosas e empregadas eficientes que as dirigiam e o serviam.
Devia perceber que, para Rin,tudo aquilo era estranho e a distância que havia entre os dois não permitia a Sesshoumaru entender a profundidade de seu espanto.
Tinham se conhecido poucas semanas atrá não sabia o que conversar com ele,não sabia por que tinha se casado com ela,nem o que sentia a esse respeito.
Sabia por que ela tinha se casado com o motivo, mas preferia não pensar no assunto e tentou afastá-lo da sua cabeça.
Sesshoumaru ajudou-a a sair do carro e acompanhou-a até a ás dos portões, os repórteres acionavam suas maquinas.

Mas só iam conseguir a imagem deles de costas, entrando na mansão. A porta foi sentiu como se fossem barras de prisão.
Estava de volta à casa de onde tinha fugido há dois ali,observando o hall espaç tinha mudado.
Os lustres e candelabros eram os ões dourados decoravam as paredes e uma concha branca de porcelana, de onde saia um leque cor-de-rosa, refletia num espelho com moldura dourada colocado do outro lado.
Aquele homem careca de terno escuro que os olhava, também lhe era para Rin hesitante, examinando seu rosto pálido sem deixar transparecer alguma emoção.
Sesshoumaru não lhe deu oportunidade de o cotovelo de Rin e levou-a escada acima.
- Você precisa á exausta - Falou com o mordomo - Mande imediatamente um jantar para o quarto da .Algo bem leve.
Rin sentia-se flutuar, enquanto subia aquela escadaria -se de sonhos que tinha tido, sonhos estranhos e ameaçadores quando a situação ainda lhe parecia irreal.O hall elegante, iluminado por aqueles enormes candelabros, ainda lhe parecia fantasmagórico.
O quarto estava exatamente como ela o tinha no mesmo lugar, cuidadosamente arrumado e limpo.À medida que olhava ao seu redor, estranhava a familiaridade como cada objeto.
Sesshoumaru mandou decorar o quarto para ela depois do casamento.O quarto dele ficava ao lado.A porta de comunicação estava aberta, o que deixou Rin assustada.
Sesshoumaru foi até lá, fechou a porta e trancou-a, retirando a e entregou a chave a ela.
Rin sentiu o rosto ficar vermelho com esse a chave de suas mãos, sem olhar para ele.
- Não sou totalmente insensível - ele falou,a voz ríspida.
Rin olhou para o tapete branco do também o frio do metal da chave em sua mão.
Sesshoumaru caminhou até a cômoda francesa branca e dourada e abriu uma de lá uma camisola amarela e transparente e jogou-a sobre a cama.
- Tire a roupa e vá para a cama - falou sem olhar para ela.

Rin nem se a cabeça baixa e uma expressão obstinada.
Sesshoumaru foi até a porta, mas voltou-se.
- Volto dentro de cinco minutos.
Rin ficou onde foi até a cama e pegou a tinha tirado da gaveta a primeira que nem se lembrava de tê-la visto dentro dela, mas Rin se aquele pano macio nas mãos e sem querer as lembranças foram usado aquela camisola na última noite que Sesshoumaru dormiu com ela.
Fechou os olhos apertando-a entre os , provavelmente, naquela noite que James foi concebido.
Dirigiu-se à cômoda e pegou uma camisola branca, guardando a amarela sem olhar para ela.
Sesshoumaru voltou ao quarto alguns minutos mais já estava na cama, seu rosto lívido pousado nos travesseiros e os olhos sombrios a olhar para ele.
Sesshoumaru afastou-se para que o mordomo entrasse com uma bandeja, ajeitando-a sobre a cama.
- Se preferir outra coisa, senhora...- Ele falou enquanto tirava a tampa de uma travessa de sopa de galinha.
- Não, obrigada.
Ele olhou para Sesshoumaru.
- Posso trazer alguma coisa para o senhor também? O senhor já comeu?
Sesshoumaru sacudiu a cabeça e não inclinou a cabeça e retirou-se.
Rin sentiu um ligeiro arrepio com o aroma da a colher colherada era um esforço çou-se a tomar metade da sopa,mas não conseguiu tocar na omelete que estava em outra travessa.
Na bandeja havia também duas xícaras e um bule de café.Rin olhou para Sesshoumaru.
- Você gostaria de tomar café?
- Por favor - Colocou a cadeira perto da cama e sentiu aquela proximidade como uma ameaça, mas tentou controlar-se para que ele não percebesse o medo que ele lhe despertava.
Sua mão tremia quando lhe passou a xícara de café.Sesshoumaru lançou-lhe um olhar rápido.
- Pare de tremer.Não sou nenhum monstro, pelo amor de Deus.
Rin olhou sua xícara.O cheiro de café estava lhe provocando náuseas, não queria tomá-lo, mas, mesmo assim, pegou sua xícara e provou-o.

Sesshoumaru suspirou profundamente e encostou-se na cadeira, como se quisesse se de um instante, tomou seu café sem olhar para tantas as noites em que eles se sentavam calados perto um do outro,sem nada para sempre tinha tido aquela espécie de fixação por isso naquele como se sua cabeça ficasse menor,queimada por um fogo invisível.
De repente, ele pôs sua xícara na bandeja e colocou esta no chão.
Rin olhou para ele,surpresa.A figura de Sesshoumaru lhe parecia ainda mais marcante do que a impressão de que ele olhos cinzentos olhavam para ela.
- Por quê? Em nome de Deus, por que você me deixou?