Capítulo II

Acordou com o humor em estado deplorável naquela manhã, não tinha dormido bem, passara a noite inteira tendo sonhos estranhos com Draco Malfoy. E isso, definitivamente, era sinônimo de pesadelos.

Quando desceu a escada do dormitório feminino encontrou a sala comunal totalmente deserta e a pouca iluminação do local vinha da janela, o sol estava nascendo. Sentou-se em uma poltrona e fitou a lareira apagada.

Muita coisa tinha mudado naquele ano que seguiu a derrota de Voldemort, e a mudança, no todo, não era boa. Não era mais aquela garotinha boba e sonhadora de antes, e isso talvez se devesse à perda de um irmão e de vários amigos. Desde então passava muito tempo calada, olhando para um ponto indefinido, tinha se fechado no próprio mundo, porque não aceitava que o mundo exterior estivesse tão feliz, enquanto ela estava despedaçada por dentro, sentia-se vazia, pensava que a vida perdera todo o tom colorido e tinha ficado em preto e branco.

Sentiu que os olhos começavam a arder e não fez nada para aparar as lágrimas que viriam a seguir, até que o barulho do retrato da Mulher Gorda abrindo fez com que a garota passasse a mão rapidamente pelos olhos, limpando qualquer vestígio de lágrimas.

"Ginny?" – uma voz bastante conhecida perguntou se aproximando da poltrona da garota.

O garoto sentou na poltrona em frente à dela e a fitou, ela sorriu e disse:

"Ah, oi, Harry. Voltando agora do Baile?"

O rapaz pareceu extremamente desconfortável, mas respondeu:

"Ahm... sim... e Ginny, sinto muito por ontem."

A garota sorriu e disse:

"Harry, não tem o que desculpar. Sinceramente, fico feliz por você. Então, vocês estão namorando?"

Mais uma vez ele pareceu incomodado, mas mesmo assim respondeu.

"Sim... nos encontramos alguns dias após a última batalha e bem... depois de algumas trocas de ofensas, nos conhecemos melhor e aconteceu..."

"Que bom, Harry..." – ela sorriu mais uma vez e o garoto a fitou por alguns minutos.

"E você, está bem?"

"Estou ótima!" – respondeu com uma falsa alegria que não convenceu Harry.

"Ginny..." – ele levantou e sentou no braço da cadeira – "Eu sei que não é verdade... vamos, o que aconteceu? Por acaso está chateada com o que aconteceu ontem?"

Subitamente ela sentiu uma fúria subir desde os dedos dos pés até o último fio de cabelo ruivo.

"Harry" – levantou da cadeira, o que quase ocasionou a queda do moreno – "Não posso fazer nada se você acha que é o centro do mundo, mas deixe-me dizer uma coisa..." – respirou fundo e disse, ríspida – "POIS VOCÊ NÃO É! Eu estou bem e, de uma vez por todas, não estou chateada com o que aconteceu ontem, desejo à você e à Pansy tudo de bom, sejam felizes e, por favor, não se meta na minha vida." – e dizendo isso saiu da sala, sem nem ouvir o que o garoto dizia.

Caminhou a passos largos para o Salão Principal, sentindo que poderia derrubar o Castelo com um só feitiço. Passava tão rápido pelos corredores que nem olhava para os estudantes que andavam se arrastando, se pudesse derrubaria todos só com um olhar, mas, infelizmente, não era um Basilisco. Sentou à mesa Grifinória sem nem olhar para o lado, sentindo a raiva borbulhar em seu estômago.

Comeu o mingau com tanta ferocidade, que atraía olhares assustados dos companheiros de casa, e já estava quase mandando-os para um lugar nada feliz, quando uma mão em seu ombro a afastou desses pensamentos.

"Ginny, vamos conversar." – Harry disse.

Ela revirou os olhos, exausta, e, sem terminar de comer, saiu com o garoto para fora do Salão.

Eles entraram em uma sala abandonada e Harry foi logo dizendo:

"Ginny, desculpe."

"Harry, só quero que entenda que o que houve entre a gente já é passado, somos amigos e gosto de você como tal." – falou cansada.

"Eu sei, Ginny... só achei que poderia estar triste por isso, mas agora entendi que é por algo muito maior... e eu entendo, Ginny, sinto saudades deles também, mas temos que continuar vivendo, a vida não pára só porque alguém se foi, ou só porque estamos tristes..." – ele falou em tom carinhoso, acariciando o rosto dela.

E isso foi o bastante para fazê-la cair no choro, como não acontecia há muito tempo, porque ela sabia que as palavras dele eram verdadeiras, o tempo não pára... Eles se abraçaram e a garota continuou chorando, tudo o que tinha guardado durante todo aquele ano, e só depois de muito tempo, quando não era mais capaz de continuar chorando, disse para Harry:

"Eu sei, mas é difícil... às vezes penso em como seriam as coisas se eles estivessem vivos, tudo seria mais fácil..." – falou enquanto sentia o garoto passando a mão por seu rosto, limpando as lágrimas.

"Entendo e sei como se sente, mas não fique triste, Ginny. Fred, com certeza, não gostaria de vê-la assim..."

E ela lembrou do irmão, sempre rindo, sempre fazendo brincadeiras, até mesmo nas horas mais difíceis... e, finalmente, entendeu o que Harry queria dizer. Não poderia mais ficar afundada nas trevas daquele jeito, tinha que reagir. A garota sorriu em resposta e os dois saíram da sala, mas antes de seguiram o caminho para o Salão Principal, abraçaram-se novamente e ouviram uma risada sarcástica atrás deles.

"Ora, ora... que cena romântica logo pela manhã..." – Draco Malfoy disse com um sorrisinho no rosto.

Ginny e Draco se encararam por alguns instantes, até que a ruiva, incomodada com aquele contato, desviou o olhar e disse para Harry:

"Vamos, Harry... o ar de repente ficou sujo..."

Os dois saíram sem nem olhar para trás e seguiram para o Salão Principal.

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Até que nossos parentes nos separem

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Draco acordou com o humor péssimo, tinha passado a noite inteira tendo sonhos que envolviam a pequena Weasley-fêmea e isso não era bom, ele só tinha sonhos com pessoas da sua classe. Desceu para o café da manhã e enquanto tentava se desvencilhar dos anões do primeiro e segundo ano que lotavam os corredores, viu a garota Weasley andando a passos firmes para o Salão Principal, algo em seu coração reagiu, mas ignorou isso, até onde sabia, os Malfoys nem tinham coração.

Entrou no Salão Principal e sentou à mesa Sonserina, ignorando qualquer pessoa à sua volta, puxou o prato com torradas e se concentrou totalmente nelas, até que seu olhar, perdido pelo Salão, parou na mesa Grifinória, onde a Weasley, literalmente, devorava o prato de mingau, sentada afastada dos companheiros de casa, que a olhavam com um certo medo. A cena era hilária, principalmente porque comprovava a tese de que Weasleys são mesmo mortos de fome. Quando pensou isso deu um sorriso de malícia e reparou no quanto a menina era bonita, mesmo que estivesse com a boca cheia de minguau e tivesse um estranho brilho alucinado no olhar.

Desviou o olhar e continuou a comer suas torradas como se nem tivesse interrompido o ato. Quando terminou tudo, saiu do Salão a tempo de ver Potter e Weasley entrando em uma sala abandonada. A educação mandava-o seguir em frente, mas a curisiodade insistia para que ele os seguisse. E assim o fez. Seguiu os dois e ficou ouvindo o que falavam atrás da porta, a Weasley chorava alto e ele teve vontade de vomitar, odiava cenas açucaradas. Quando resolveu sair, ouviu passos se aproximando e decidiu fingir que passava pelo local, mas o casal nem o viu. Draco viu quando os dois se abraçaram e mais uma vez sentiu nojo e, para reprimir isso, decidiu agir naturalmente:

"Ora, ora... que cena romântica logo pela manhã..." – Draco disse com um sorrisinho sarcástico.

Draco olhou para a garota e ela devolveu o olhar, e o garoto sentiu um arrepio percorrer o corpo quando as íris cinzas se encontraram com as castanhas, mas isso se devia ao fato de que estava fazendo frio. Ela desfez o contato e disse para o Menino-que-Infelizmente-Não-Morreu:

"Vamos, Harry... o ar de repente ficou sujo..."

Os dois saíram sem nem olhar para trás e seguiram para o Salão Principal, e por isso não viram a expressão de fúria no rosto do loiro. Afinal quem era a Weasley para chamá-lo de sujo? Ela realmente não se enxergava. Ele se virou e andou para a direção oposta, ia para os jardins, tomar um pouco de ar puro, sem a presença de pobretões e sangues-ruins.

Sentou-se em um banco e ficou olhando o céu azul daquela manhã e, num momento Luna Lovegood, tentou adivinhar os formatos que as nuvens tinham, algumas pareciam unicórnios, outras corujas e algumas...

"Draco!" – uma voz feminina fez o garoto acordar do devaneio.

"Ah, oi, Pansy!"

A garota o beijou na bochecha e disse:

"Então, como foi o baile ontem?" – e sorriu, descarada.

"Ótimo e para você? Se divertiu muito com o Testa Rachada?"

"Ah, Draquinho, não diz isso do Harry! E sim, me diverti muito! Nós estamos namorando!" – a garota declarou alegremente.

Draco fez cara de nojo e disse:

"Agora você o defende?"

"Claro, ele é meu Harryzinho... ah, Draquinho, não fica com ciúme." – ela estava rindo e isso era um sinal bem claro que estava se divertindo com a situação.

"Até parece, Pansy. Se você realmente gosta dele não posso fazer nada, além, claro, de lamentar e desejar que seja feliz."

A garota sorriu e abraçou o amigo com força.

"Obrigada, Draco! Eu sabia que você ia me entender!"

A verdade é que ele não entendia, não mesmo, como Pansy poderia estar apaixonada pelo Testa Rachada?

Os dois continuaram conversando até Pansy anunciar que tinha um encontro com o namorado e saiu feliz, para o lado oposto ao jardim, em direção às estufas. O loiro continuou sentado, olhando para frente, mas sem realmente registrar nada. Até que viu alguém de cabelos muito vermelhos passar correndo, sem nem perceber que ele estava ali. E aquela vontade de perturbar Weasleys logo veio à tona, levantou do banco e seguiu-a, silenciosamente.

Viu quando ela sentou de frente para o lago e ficou observando a Lula Gigante tomando banho de sol. Ela parecia tão calma e tão atenta ao banho da Lula, que a vontade de insultá-la aumentou mais, continuou a caminhar e se aproximou da garota.

Ela sequer olhou para ele, continuou fitando a Lula Gigante enquanto dizia:

"O que quer, Malfoy?"

"Como você sabia quem era?" – ele perguntou impressionado, enquanto sentava ao lado dela.

"Pelo simples fato de que hoje você tirou o dia para me perseguir." – falou ainda olhando para o lago.

"O quê? Não posso mais andar no jardim, olhar o banho da Lula Gigante? Essa área é reservada para você, por acaso?" – perguntou, fingindo inocência.

Ela deu um pequeno sorriso, mas logo ficou séria e disse:

"Que seja, Malfoy."

E Draco, não conformado com o fim do assunto, disse:

"Então... pensando no Potter?" – ele, começou.

"Não e nem te interessa em que estou pensando." – disse olhando diretamente para o loiro.

Eles se olharam durante muito tempo e, mais uma vez naquele dia, Draco sentiu um novo arrepio percorrer seu corpo, era uma sensação estranha e incômoda, por isso, decidiu que não era bom ficar perto dela. Levantou e disse:

"Bem, tenho umas coisas para resolver, até mais, Weasley."

Voltou para o Salão Comunal Sonserino e permaneceu lá durante todo o resto do dia, concentrou-se nas atividades que ainda tinha que fazer e não deixou que seu pensamento vagasse para outro lugar, principalmente para um que envolvesse uma ruiva Grifinória...

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Até que nossos parentes nos separem

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Quando segunda-feira chegou, Draco nem lembrava mais do Baile de sábado nem de qualquer outra coisa (ou pessoa) que estivesse ligada à ele. Depois de vestir o uniforme e pegar a mochila, seguiu para o Salão Principal. Logo quando entrou no lugar levou um susto enorme ao perceber quem, ou uma dupla de quens, que estava sentada à mesa Sonserina.

"Potter? Lovegood?" – perguntou assim que chegou à mesa.

Os dois o olharam atentamente e apenas sorriram.

O quê? Potter sorrindo para ele?

"O que foi, Draquinho? Senta aí." – Pansy disse quando viu a cara de indignação do amigo.

"O que você está fazendo aqui?" – perguntou a Harry e depois para a loira – "E você?"

"Ora, estamos comendo, não podemos?" – o moreno respondeu segurando a mão da namorada.

"E eu também..." – Luna respondeu segurando a mão de Blaise.

Nojo.

Profundo nojo foi o que ele sentiu, e, sem nem olhar para a comida, rumou para fora do Salão, de repente perdera a fome. Até parece que ele, Draco Lucius Malfoy, sangue-puro, Sonserino, lindo, alto, esbelto e loiro ia se sentar com o Pirado e com a Di-Lua!

Por favor, não chegaria a se rebaixar tanto!

Foi para a primeira aula, e, durante todo o dia, não pensou mais naquela cena, porque isso lhe embrulhava o estômago.

Quando a hora do jantar chegou, foi correndo para o Salão Principal, rezando para que a mesa Sonserina estivesse livre de qualquer presença indesejável. Entrou no local quase de olhos fechados, tentando evitar qualquer cena desagradável, mas logo constatou que o lugar estava isento de Corvinais e Grifinórios, por isso sentou-se com a elegância de sempre e se concentrou no prato à sua frente, até que algo, para ser mais exato, um aroma floral o fez erguer a cabeça em direção às portas de carvalho.

E ali estava ela. A Weasley, com a mesma cara séria, andando em direção à mesa da Grifinória. Sem desviar o olhar, viu a garota sentando entre o irmão e Potter, ambos estavam profundamente concentrados em conversas com as respectivas namoradas, por isso nem registraram a presença da ruiva. Ela também não notou os dois (ou pelo menos fingiu não notar que eles estavam ali) e começou a comer.

Não entendia por quê, mas algo nela estava diferente. Ele lembrava dela sempre alegre, sorrindo satisfeita, e agora ela era o extremo oposto, séria, carrancuda. Além disso, parecia mais madura, mais feminina, talvez? Desviou o olhar e terminou de jantar, saiu do Salão e foi para o dormitório, precisava fazer algumas das tarefas que os professores tinham passado, mas a concentração era igual a zero, por isso, por volta das onze horas, quando viu a Sala Comunal quase deserta, saiu. Andar sempre fazia bem, o ar puro era o melhor remédio. Andou sem nenhuma direção específica, seus pensamentos o levavam para longe, bem longe. Quando percebeu estava perto da biblioteca e viu que alguém mais estava fora da cama naquela noite.

E quase bateu a linda cabeça loira na parede quando a viu.

Não era possível.

Só poderia ser perseguição, só isso poderia explicar.

A garota, por sua vez, não o viu. Ela estava ocupada demais, tentando equilibrar uma pilha de livros nos braços.

Draco, praguejando baixinho, olhou para a cena à sua frente: a Weasley segurava vários livros, tentando arrumá-los, mas sempre que começava a andar, algum caía no chão. Ela bufava alto e o apanhava, enquanto outros livros caíam dos braços dela.

Era engraçado, não podia negar e, por um instinto de maldade, bem típico dele, teve uma idéia. Aproximou-se da garota, fingindo não vê-la e esbarrou nela com toda a força, logo todos os livros caíram no chão e ela, evitando cair também, segurou-se nele.

"Ai, seu idiota." – ela disse olhando para o rapaz.

"Sempre simpática, Weasley." – ele olhou para as mãos da garota que ainda estavam em seu peito e sorriu malicioso – "Sei que isso foi uma desculpa para pegar em mim novamente, Weasley, por isso, esteja à vontade."

A garota olhou para as próprias mãos e logo se afastou de Draco, como se ele fosse algo profundamente perigoso, depois, num ato inesperado, começou a socar o peito do garoto com toda a força que conseguia ter.

"Seu" – soco – "Idiota" – soco – "Convencido" – soco – "Cego" – soco – "E" – soco "Chato" – soco.

"Ai, Weasley, como você é selvagem." – ele disse em tom de zombaria, enquanto segurava os pulsos dela no alto, impedindo que reagisse assim novamente.

Quando a garota levantou a perna, em sinal de que agora bateria nele em um lugar muito mais doloroso e fatal, ele a encostou na parede, impedindo que ela se mexesse.

"Muito selvagem, Weasley." – concluiu sussurrando no ouvido dela – "E adoro mulheres assim."

Eles se olharam fixamente durante muito tempo, até que, por um impulso, por um momento de insanidade Draco colou os lábios aos da garota, e logo percebeu que aquilo era uma grande idiotice, embora o atraísse muito a idéia... Ela nem se mexia, por isso, antes que perdesse o restinho de sanidade que lhe restava, ele se afastou e tornou a fitá-la, ela estava com o rosto vermelho e uma súbita vontade de rir aflorou nele.

Apesar de parecer desconcertada, a garota o olhava em tom de desafio, e foi com total surpresa que Draco a viu se aproximando. Sentiu que ia levar um murro ou uma azaração, até o momento em que a mão dela, pequena e suave, puxou com nenhuma delicadeza, o rosto dele para perto e juntou os lábios dos dois. Pensou em desistir, aquilo era errado, muito errado, mas não fez nada para isso, muito pelo contrário. Apertou a cintura da garota e aprofundou o beijo, transformando o contato em algo bem quente e selvagem.

Não tinha mais jeito.

O estrago já estava feito...

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Até que nossos parentes nos separem

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Nota da Beta-Reader.: Caramba, esse deu trabalho, né, miga? Tadinha, te enchi tanto o saco nesse capítulo!! hahahahahahahaha!! Me perdoa?? Bom, mas ficou ótemo, fala verdade!! Você é 10, Bee!!

Gentem, reviews nela!! A coitada penou com esse capítulo!! Ela merece milhões de reviews lindas!! Ok?? Vou cobrar, heim!!

Amo vocês!! \o/

Bjs!!

ChunLi Weasley Malfoy

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Nota da Autora: Gente, não sei se vocês vão gostar, agora a fic vai pegar o ritmo de romance, mas a parte mais importante vai ser daqui a dois capítulos, por isso, peço que vocês tenham calma comigo e continuem lendo a fanfic, no final, acho que vai sair bem legal!

Ah, gente, essa fic é vista pelo ponto de vista tanto do Draco como da Gina, ok? Não há um ponto específico...

Hm, eu tinha mais coisas para falar, mas esqueci, por isso, vamos aos

Agradecimentos:

Bella Ryddle: Ai, muito obrigada pela review, Bella, espero que continue gostando! Beijos.

Misty Weasley Malfoy: Misty, obrigada pela review! Demorei para atualizar, mas espero que continue gostando e lendo! Beijos.

Princesa Chi: Chi, obrigada pela review! Então, é, eu também achei estranho Pansy e Harry, mas acho que depois você se acostuma e, também, aqui a Pansy deixou de ser cachorra como era, sabe?hehehehe Ela melhorou muito...espero que continue lendo e gostando. Beijos.

Thaty: obrigada pela review! Ai, Thaty,você lê muitas fics minhas, valeu, viu?? Espero que continue lendo e gostando! Beijo!

Jaque Weasley: Jaque, obrigada pela review. Pois é, mas ele é lindo mesmo, concorda?hehehehe Que bom que gostou! Tomara que continue lendo e gostando. Beijo.

Gutti: Obrigada pela review. Ah, Gutti, que bom que você está gostando. Tive essa idéia há muito tempo e por isso receio que o povo não goste. O Draco, realmente é um Deus, se a Ginny não quiser, eu também quero! Hehehe A parte que envolve os parentes tá chegando, tomara que você continue lendo e gostando. Beijos!

ChunLi Weasley Malfoy: obrigada pela review, porrilda! Então, você é lesada às vezes, amiga, mas eu te perdôo, hehehehe, brincadeira. Espero que tu continue gostando e que sempre tenha paciência comigo! Beijo.

Vaamp Malfoy: Obrigada pela review!! Espero que continue lendo! Beijos.

Gente, valeu pelas reviews, adorei todas mesmo!

Bem, se der, comentem!

Beijos,

Manu Black