Capítulo IX
No dia seguinte...
"Você acha que vai dar certo?" – Narcisa perguntou um pouco nervosa.
"Tenho certeza." – Molly sorriu.
As duas se abraçaram e desejaram sorte uma para outra.
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Até que nossos parentes nos separem
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Draco tinha os olhos fixos na parede do quarto. O ambiente estava imerso no profundo breu, o rapaz não sabia se era dia ou se era noite, tinha perdido a noção do tempo. Não tinha ideia de quantos dias estava separado de Ginny, mas sabia que era uma eternidade, e se perguntava quando o seu sofrimento chegaria ao fim.
Ignorou a batida na porta, já tinha pedido à mãe que não o incomodasse mais, não adiantava, Narcisa era insistente.
"Draco?" – uma voz feminina, diferente da voz de Narcisa, disse.
O rapaz olhou para a porta e viu Pansy, acompanhada por Blaise.
"Ele está vivo, Blaise." – a moça disse com um sorriso.
Os dois entraram no quarto e se preocuparam em escancarar as janelas, os raios intensos do sol quase queimaram a retina do loiro.
"Meu Merlim, que cheiro estranho." – Pansy disse, olhando o quarto com uma cara de nojo.
"Acho que é o Draco." – Blaise observou com um sorriso de escárnio – "Passou do prazo de validade."
"Puxa vida, Draco!" – Pansy exclamou com a mão no nariz – "Faz quanto tempo que você não toma banho?"
"Por que vocês estão aqui?" – o rapaz respondeu, não se importando com as piadinhas a respeito do seu cheiro. Ele estava mesmo sem tomar banho, e daí?
"Viemos saber como você está." – Pansy disse. O loiro percebeu que a morena mantinha uma mão no nariz e a outra dentro do casaco, mas não deu muita importância a isso.
"Ela mandou vocês aqui." – Draco afirmou, olhando de uma cara culpada para outra.
"É, você acertou. Narcisa nos mandou aqui." – Blaise disse – "Ela está preocupada e nós também."
"Já falei. Minha vida não tem mais graça se não posso viver com ela." – o loiro repetiu isso tantas vezes, que já estava ficando monótono.
"Sei..." – Pansy disse pensativa. Uma mão no nariz e a outra dentro do casaco. – "E por isso você resolveu matar os outros exalando esse cheiro terrível?"
"Parkinson..." – Draco começou.
"Tudo bem, Malfoy." – a moça disse séria – "Nós viemos aqui para ajudar, mas já que você não quer..."
"É, eu não quero." – ele respondeu grosseiro – "Agora saiam!" – gritou, ou pelo menos tentou gritar.
"Já que você não quer por bem, então vai por mal." – Pansy tirou mão de dentro do casaco e ele notou que ela empunhava a varinha. O rapaz tentou ser rápido, ainda esticou o braço para a mesinha de cabeceira, mas Pansy estava muito mais bem nutrida do que ele – "Estupefaça!"
E Draco caiu em sono profundo...
A paz eterna...
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Ginny, sentada no parapeito da janela, olhava o céu azul e límpido, pensando em como Draco estaria. Será que ele sentia saudade? Ele estava bem? Estava com outra? Quem era a lambisgóia?
Foi arrancada desses pensamentos pelo barulho da porta sendo aberta. Não olhou, já sabia que era sua mãe, com mais uma bandeja cheia de comida que ela recusaria.
"Ginny!" – uma voz sonhadora disse e a garota se virou, quase caindo no processo.
Viu Luna e Harry, parados na porta, sorrindo para ela.
Sem aguentar mais, correu para os amigos e abraçou os dois, enquanto deixava o choro lavar seu rosto cansado. Durante minutos tudo o que se podia ouvir era o choro dela, até que o pranto cessou e o silêncio veio, sendo quebrado algum tempo depois.
"Ginny, como você está?" – Harry perguntou, observando a aparência debilitada da amiga.
"Na medida do possível... estou bem." – ela tentou sorrir, mas tudo que conseguiu foi algo parecido com uma careta de dor.
"Você está se alimentando?" – Harry perguntou, preocupado.
"Não sinto fome, Harry." – a moça disse.
"Você tem que se cuidar, amiga." – Luna falou, tirou uma garrafinha de dentro da bolsa, e entregou à Ginny – "Tome esse suco de abóbora, vai te fazer bem."
Ginny conseguia ser grosseira com a mãe (principalmente porque a culpava pelo seu sofrimento), mas não poderia agir assim com Luna, ainda mais ela estando grávida de sete meses.
A moça tomou todo o conteúdo da garrafa de um só gole e, de repente, sentiu o corpo ficando mole. Olhou para os amigos e tentou dizer algo, mas não conseguiu.
"Não fique chateada." – Luna falou, sorrindo.
"É para o seu bem." – Harry disse e isso foi a última coisa que ela ouviu.
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Draco abriu os olhos rapidamente. De novo encontrava-se imerso no mais profundo breu. Julgando estar em seu quarto, na sua caminha macia, o rapaz se virou, mas logo percebeu que aquele lugar em que seu belo corpo estava era duro, frio e empoeirado. Não poderia ser o seu quarto. Tateou o lugar em que estava e logo percebeu que estava no chão. Com dificuldade, levantou-se e tentou encontrar uma luz que o guiasse para fora daquela completa escuridão.
Até que topou em algo.
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Ginny deu um grito quando sentiu seu corpo ser chutado.
Olhou para os lados, mas não viu nada. Estava tudo escuro e só Merlim sabia o quanto ela tinha pavor de escuridão. Tateou o espaço ao seu redor durante alguns minutos até ouvir um grito.
"Arre!"
Deu um cutucão na coisa que berrava e ouviu, novamente:
"Ai! Que negócio é esse?"
"Quem é você?" – ela perguntou, aflita, enquanto tentava se levantar, mas por alguma razão sua roupa estava pesada demais.
Houve uma pausa, até a voz masculina perguntar:
"Ginny?"
O coração dela acelerou automaticamente.
Era seu apelido, todo mundo a chamava assim, mas só uma pessoa conseguia dizê-lo de maneira tão doce.
"Draco?" – perguntou, um nó no peito.
"Sim, sou eu."
Ela tateou o escuro, até encontrá-lo novamente.
E então as luzes foram acesas.
Ou os archotes.
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Eles nem fecharam os olhos quando a claridade intensa golpeou seus olhos já tão acostumados ao escuro. Estavam presos no olhar um do outro.
Draco ergueu uma mão e acariciou o rosto da moça. Todos aqueles dias sem vê-la, acreditava que ela era linda, mas fora injusto. Ginny era muito mais do que isso.
Ela segurou o rosto dele e o observou atentamente. Ele estava bastante abatido, mas continuava bonito.
Sem conseguir mais se conter, Draco juntou os lábios dos dois em um beijo cheio de paixão e saudade. Quando se afastaram, o rapaz falou:
"Senti tanto sua falta."
"Eu também." – ela disse e o abraçou com força.
Passaram muitos minutos até que o silêncio fosse quebrado novamente.
"O que você está fazendo aqui?" – ela perguntou, sem soltá-lo.
"Não sei." – o rapaz disse – "A última coisa que lembro é de Pansy me estuporando. E você?"
"Também não sei. Só me lembro de beber um suco que a Luna me deu e depois, dormi."
Os dois se olharam e somente nesse momento preocuparam-se em observar o lugar em que estavam. Era um salão de festas, todo decorado com faixas brancas e prateadas. Havia inúmeras mesas no local, além de um palco e mesas cheias de comida.
Ginny olhou para o rapaz, precisamente para o seu corpo, e o viu vestindo um fino traje de gala preto, que o deixava muito elegante.
Draco, por sua vez, olhou para a roupa da moça e viu que ela trajava um vestido branco, tomara-que-caia, com a saia em tule. Ou seja, um vestido de noiva. Além disso, ela tinha um véu na cabeça (só para ter certeza de que realmente era um traje de noiva).
"Ah... vejo que já acordaram." – uma voz disse ao fundo.
Os dois olharam para a dona da voz e viram Narcisa e Molly andando na direção deles.
"Olha, Molly, eles estão lindos!" – a Sra. Malfoy disse, feliz.
"Eu sei!" – a outra disse, sorrindo.
Os dois se olharam, surpresos.
"Desde quando vocês são amigas?" – Draco perguntou.
"É... por quanto tempo nós dormimos?" – Ginny disse confusa.
"Nós já resolvemos nossas diferenças." – Molly esclareceu – "Percebemos que o mais importante para nós é a felicidade dos nossos filhos."
"O papai sabe?" – Draco perguntou para a mãe.
"Sim." – a mulher disse com uma cara de desgosto – "Ele já aceitou."
"E o meu pai? E meus irmãos?" – a ruiva perguntou para a mãe.
"Todos concordaram, querida."
"Certo..." – Ginny disse ainda confusa – "E por que nós estamos vestidos assim?"
"Ah, querida!" – Narcisa falou animada – "Vocês vão casar!"
"O QUÊ?" – os noivos falaram juntos.
"Por que? Vocês não querem mais?" – Molly perguntou, preocupada.
"Claro que queremos!" – falaram juntos, de novo.
"Mas... então... então está tudo bem para todos? Inclusive para papai e Lúcio?"
"Sim... já cuidamos deles, queridos." – Narcisa disse, sorrindo – "Agora vamos, a cerimônia já vai começar." – e saiu empurrando Ginny, enquanto Molly se encarregava de Draco.
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Ginny não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Era como se o sol tivesse desaparecido por semanas e só agora tivesse retornado. Sentia-se radiante. Poderia cantar para o mundo ouvir, mas não ia fazer isso, tinha pena dos ouvidos alheios.
"Você está ótima!" – Hermione disse, terminando de ajeitar o véu da noiva.
Ela olhou para o espelho e teve que concordar com a amiga. O seu rosto estava mais rosado e saudável do que estivera poucas horas antes.
Virou-se para as mulheres que estavam no quarto: Hermione, Luna e Pansy.
"Isso está acontecendo mesmo?" – perguntou para as amigas.
"Claro que está!" – Luna respondeu, sorrindo.
"Merlim... Alguém me belisca." – Pansy obedeceu à essa ordem – "Arre! Não precisava ser com tanta força!"
As quatro riram e então a porta foi aberta.
"Já está pronta, querida?" – Narcisa perguntou.
"Sim, Sra. Malfoy."
"Ah, me chame de Narcisa. Afinal seremos parentes a partir de hoje." – a loira disse, sorrindo – "Vamos, Draco está quase infartando."
Elas saíram do quarto juntas e assim foram até a porta do salão, onde Arthur esperava a filha com um sorriso enorme no rosto. Aquilo foi o suficiente para fazer a noiva chorar. Molly entregou o buquê de rosas vermelhas à filha e entrou no lugar junto com Narcisa e as outras.
"Você está bem?" – O Sr. Weasley perguntou, ofereçendo o braço à filha.
"Estou ótima." – ela sorriu, mas as lágrimas continuavam saindo – "Obrigada."
O homem sorriu e então as portas do salão foram abertas no mesmo instante em que a marcha nupcial foi iniciada.
Pai e filha andaram pelo tapete vermelho em direção ao lugar em que Draco e o cerimonialista estavam. Os noivos olharam-se e sorriram. Era tão surreal tudo que estava acontecendo que Ginny quase desmaiou quando viu Draco tão bonito naquele traje. Já o rapaz acreditava que era impossível ter uma noiva mais deslumbrante.
Arthur entregou a filha ao genro e, então, a cerimônia foi iniciada. O cerimonialista falou sobre a importância do casamento e felicitou os noivos pelo matrimônio. Logo depois, iniciou as perguntas:
"Draco Lúcio Malfoy, você aceita, de livre e espontânea vontade, Ginevra Molly Weasley, como sua legítima esposa, para amá-la e respeitá-la, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?"
"Aceito." – disse olhando para Ginny, enquanto colocava a aliança no dedo anelar esquerdo dela.
"Ginevra Molly Weasley, você aceita, de livre e espontânea vontade, Draco Lúcio Malfoy, como seu legítimo esposo, para amá-lo e respeitá-lo, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?"
"Aceito." – disse, encarando o noivo, colocando a aliança no dedo dele.
"Se alguém tiver algo contra esse casamento, fale agora ou cale-se para sempre." – o homem disse e alguns segundos se passaram em silêncio, ouviram um murmúrio vindo de Lúcio Malfoy e de Ronald Weasley, mas logo eles se calaram e o homem continuou – "Pelo poder a mim conferido, eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva."
Os dois aproximaram-se e juntaram os lábios em um beijo cheio de saudade e alegria e um pouco mais entusiasmado do que o normal, o que arrancou aplausos dos convidados.
A união estava selada para sempre.
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Três anos depois...
Ginny observava o jardim com atenção. Era um típico dia de domingo e toda a família estava reunida, ou seja, toda a família Weasley (Arthur, Molly, Gui, Carlinhos, Percy, Jorge, Ronald, além de suas respectivas esposas e filhos), a família Malfoy (Narcisa e Lúcio) e os agregados (Harry, Pansy, Luna, Zabini e seus filhos).
Então imagine que a casa estava CHEIA e crianças corriam pelo jardim, enquanto os adultos conversavam animados na parte interna da casa.
O olhar da ruiva estava voltado para duas pessoas: Arthur Weasley e Matthew Weasley Malfoy, seu filho, que agora tinha dois anos.
"Vô! Qué calo!" – o garoto loiro de orbes castanhas disse ao homem.
Arthur entregou o carrinho de madeira que ele mesmo fizera para o neto quando uma figura imponente e loira se colocou na frente dos dois.
"Matthew, venha comigo. Tenho uma coisa para te dar."
"Ele não vai, Malfoy. Matt está comigo." – Arthur falou, furioso.
"Não o chame de Matt!" – o loirão, digo, o loiro disse ultrajado – "Meu neto, um legítimo Malfoy, não possui apelidos imbecis." – e puxou o menino para si.
"Ah, mas não mesmo!" – o ruivo disse, puxando o outro braço do garotinho, que ria, animado, pensando que aquilo tratava-se de uma brincadeira e não de uma batalha.
Ficaram nesse puxa-puxa durantes alguns minutos, Ginny já estava indo lá, quando Narcisa e Molly resolveram o caso levando o garotinho para dentro da casa.
Lúcio e Arthur se olharam furiosos até que o ruivo colocou a mão no bolso das vestes, Malfoy estava se preparando para o duelo quando viu o que o outro tinha tirado de lá.
"Um xadrez bruxo?"
"Sim... sabe jogar, Malfoy?" – Arthur perguntou, uma leve pitada de desafio na sua voz.
O outro encarou o inimigo e deu um sorriso sexy, digo, sarcástico ao dizer:
"Olhe e aprenda."
Os dois iniciaram uma batalha, quer dizer, uma partida de xadrez bruxo que não teria hora para acabar.
"Achei você." – Draco disse, próximo ao ouvido da esposa – "Eles estavam brigando?" – perguntou, abraçando a mulher por trás. (N.A.: Por favor, sem pensamentos maldosos...hihi)
"Sim." – Ginny respondeu, no momento em que Lúcio gritava "Ladrão! Adorador de trouxas! Calúnia!"
"Suspeito que o passatempo preferido dos dois seja brigar." – o rapaz disse, rindo.
Ouviram Arthur esbravejar "Comensal! Trapaceiro! Oxigenado!"
"Tenho certeza disso." – a ruiva falou, vendo os homens apontarem os dedos indicadores e falarem alguns insultos.
"Vai piorar quando quiserem escolher o nome dela." – Draco passou a mão na barriga proeminente de seis meses de gestação da esposa.
"Nós vamos escolher um terceiro nome." – Ginny disse – "Mamãe e Narcisa estão tentando chegar a um acordo."
"O nome que ele escolheu" – disse referindo-se a Lúcio – "É bonito. Ariadne."
"O do meu pai também é. Isabella." – a ruiva falou, cansada – "Mas combinamos que não entraríamos mais em conflito por causa deles, lembra?"
Draco concordou e os dois continuaram observando a briga dos pais. Não valia a pena brigar por causa deles, já tinham ficado separados tempo suficiente para aprenderem essa lição: o amor deles deveria ser superior a tudo e nada, nem ninguém, poderia separá-los.
FIM
Nota da Autora: Ê que finalzinho xoxo! Gente, eu tinha imaginado um final glamouroso (como se escreve esse troço, Chun-Chun?), mas isso foi há 1 ano, quando tive a ideia da fic e agora, né, já esqueci. Hahahahaha
Espero que tenham gostado desta fic. Confesso que esperava mais dela, but... whatever...
Agradeço, from the bottom of my heart, por todas as pessoas foférrimas que me mandaram uma reviewzinha. Vocês podem até não saber, mas as reviews são uma forma de apoio para mim, são elas que me ajudam a não desistir das fanfics. (sim, agora vcs deixam de mandar para se livrarem da doidenha aque, neh... hehehehe)
Beijocas para: Alessandra. M.P., baa-julia m., Bella Ryddle, Giih, Gutti, Loh Malfoy, Mandikinha Weasley, Miss Funny, Uchihinha Chibi, SallyRide, Thaty, Vaamp Malfoy, Yu xD, Yuminha_.
Beijos especiais para:
Barbara Malfoy Cullen (minha querida! Sempre me dá forças! Beijocas).
Caah LisLis (sempre me manda review e me dá forças tb! Beijocas).
ChunLi Weasley Malfoy (minha beta-reader, minha amiga e minha bambesha preferida! Beijos e obrigada por me apoiar nos meus projetos toscos...hahahahaha).
Gaabii.
Hinata Weasley.
Jane Alves.
Jaque Weasley (com suas reviews loucas sempre me faz rir! Muito obrigada pelo apoio, beijocas).
Misty Weasley Malfoy (minha querida amiga, obrigada pela força e carinho! Beijocas!).
Oraculo.
Princesa Chi.
Veronica D.M.
Muito Obrigada por tudo e até a próxima atualização (Verão Maroto).
Beijos,
Manu Black
N.B.B.: Ai que emotion!!! *__* Adoro finais felizes!! Fico tão empolgada!! Sério, eu amei o casamento!! Foi lindo!! Principalmente a parte em que a Pansy beliscou a Ginny!!! Hahahahaha!!! Como sou má... E glamouroso tem esse u, do glamour!!! Hahahahaha!!! Rimou, mas ficou péssimo!! Bom, Até onde eu sei, é assim!! ;P
Bom, pessoas lindas que leem, que comentam, que amam essa fic mára, não se esqueçam de deixar review e fazer tia Manu super-hiper-mega-dumper-blaster feliz, ok?? :D Ela merece!!
Amo todos vocês!! \o/
Beijos!!
ChunLi Weasley Malfoy
