Nala - Uhuu!!! Próximo capítulo!!! Estamos a todo vapor \o/
Dite - Achei o capítulo passado tão tristinhu... T.T
Carlo - Sei lá... Mas esse aki tá mais curto q o 1º ¬¬
Dite - Q implicância... u.u
Carlo - E vc q tá se empapando de lágrimas...? u.u
Nala - Hey, vcs dois.. Menos... n.n0
Carlo - Menos??? Vc conseguiu fazer um capítulo menor q o 1º e q consegue me dexá mais envergonhado q donzela na lua de mel!!! ò.ó
Dite - Q bobagem... É tão fofo... =P
Carlo - ¬¬
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Bom... Respondendo ao review da Fabiana-sama n.n - infância realmente difícil, né? u.u Mas vou te contar... Quase levei uns cascudos dele por ficar vasculhando o passado dele -.- Vai entender... Isso pq ele disse q ñ ligava pro passado... E toma coidado... Ele ficou um tomarte de raiva qdo vc quase usou o nome verdadeiro dele... n.n0
Carlo - Ela usô... ñ adianta concertar ñ... ¬¬
Eita mal-humor sem fim... -.- Mas valew o coment. E bem vinda à minha página n.n
Agora vamo continuá, né...? Próximo capítulo de "Pecadores" Espero q gostem. Boa leitura! n.n
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Capítulo 3 – Um Recomeço
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Depois de dois anos ali, Hades, Deus dos mortos, os ressuscitou para que lutassem ao seu lado. Eles fingiram, junto de Saga, Shura, Camus e Shion, aceitar a proposta de vida eterna, e lutaram contra seus antigos aliados, mas foram vencidos em pouco tempo. Mesmo assim, retornaram para derrubar o Muro das Lamentações. Mais quatro anos se passaram desde que os Cavaleiros de bronze derrotaram Hades, e uma ferrenha luta se desenrolou contra os Deuses do Olimpo. Com muito custo, os Cavaleiros conseguiram vencer novamente e, como recompensa, Zeus ressuscitou todos os Cavaleiros mortos na batalha contra Hades. Assim, os dourados puderam voltar à vida, e Dite e Carlo teriam novas chances de fazer as coisas do jeito certo, e era o que eles mais queriam.
O tempo passou calmamente desde então, a amizade retornara a ser como muito anteriormente e os Cavaleiros tinham a vida mais normal que imaginariam levar. O canceriano entra na casa de Peixes, sem saber o que o amigo estaria aprontando depois do almoço.
--- Afrodite! Afrodite!!! Cadê você, cáspita? Não vai treinar?
O rapaz aparece sorridente, com uma rosa branca entre os dedos, fazendo Carlo dar alguns passos cautelosos para trás.
--- Ow, cara vai com calma aí...
--- Hahaha! Calma, Carlo, ela não vai cravar em você. É uma rosa normal. Toma. - e deu-a a Carlo.
--- Heim...? - estranhou, arqueando uma sobrancelha.
--- Elas estão perfeitas e saudáveis, graças ao adubo que você achou pra mim. É um presentinho de agradecimento.
--- Er... Valeu... Mas você sabe que isso é bichice, né?
--- Ai, como você é chato.
Ele sorria sempre, e deu as costas, descendo as escadas para ir ao treino. Carlo olhou novamente para a flor, com uma expressão incógnita, e sem que percebesse, suas faces coraram levemente. Afrodite o tirou do transe.
--- Hei, Carlo! Você não vem?
Carlo passou pela sua casa e jogou a flor sobre o sofá, indo para o Coliseu. Mas naquela noite, quando já estava deitado, olhava para o teto sem conseguir parar de pensar no ato do amigo. Ficou bravo consigo mesmo, afinal fora um ato sem importância, mas ainda não conseguia dormir. Desceu então até a sala, era incrível, a rosa não murchara nada. Ele a pegou do sofá, observou-a por um instante, percebendo, assustado, que seu coração batia mais rápido e seu estômago gelava. Fecha a cara, soltando-a novamente, estava impaciente com tudo aquilo, foi até a cozinha beber água, sentou-se à mesa com os pés para cima, tentando pensar melhor. Mas não conseguia apagar a cena do sorriso de Afrodite ao lhe entregar aquele "presente de agradecimento". Os dedos se apertaram contra o copo, fazendo-o em pedaços, e ele se levantou vermelho de raiva, chutando a mesa longe.
--- Porca miséria! QUE MERDA É ESSA?
Voltou para a sala, olhou retalhador para a singela rosa, foi novamente até a cozinha encheu outro copo com água, passou pela sala e colocou a flor no copo. Depois, em seu quarto, colocou-a sobre o criado mudo e, sentado sobre a cama, ficou a observá-la seriamente. Seus dentes rangeram e ele enfiou a cabeça sob o travesseiro, finalmente dormiu, mas ainda sonhava com Afrodite lhe entregando a rosa, e sorrindo bem próximo de seu rosto.
Quando o despertador tocou, foi atirado longe, estilhaçando-se contra a parede. Ele não apareceu no treino, nem depois do almoço, ficara o dia todo enfiado debaixo das cobertas, como se tentasse se proteger entre as paredes de seu quarto. Afrodite tentou procurá-lo, mas estava tudo trancado e ninguém atendia, e o pisciano passou o dia todo amuado pela preocupação e pela falta do amigo.
--- Oi, Afrodite... - Milo tentava chamar a sua atenção - O que você tem, cara?
--- Tô preocupado com o C... Com o Máscara...
--- Ih... Até parece que o cara não se vira. Por que toda a preocupação?
--- ... Não sei...
--- Por Atena... Você tá parecendo uma menina!
--- Hum... Será que eu gosto dele...?
Milo arregala os olhos cheios de espanto, dando um passo atrás.
--- Cruz credo, Afrodite, pára com isso!
--- Ué, por que...?
--- Como "por que"? É boiolice! Sem contar que se você fala uma coisa dessas pra ele, vai parar no Yomotsu.
--- Aiai...
--- Ainda bem que isso não pega. - comentou o escorpiniano com uma sobrancelha arqueada.
