N/A
Quem está a seguir a história espero que esteja a gostar. Não sei se estão ou não visto que não recebo feedback. Mas aqui está mais um capítulo. Atualmente só tenho mais um escrito para além deste mas como não obtenho resposta torna-se chato postar aqui os capítulos. Mesmo assim espero que gostem e que comentem, se quiserem. Até ao próximo (seja ele quando for)...
Capitulo 5
Limpar, é fácil. Perceber a organização das coisas, isso já é mais complicado. Demorei quase 2 horas a perceber como estava organizado. Para facilitar o meu trabalho, havia frascos que não tinham rótulo. Ou seja, não podia ter encomendado um castigo melhor, visto que Poções não é o meu forte, obviamente. E quando fui buscar a caixa, mais certezas tive de que ainda me faltava muito. Nenhum dos frascos da caixa tinha rótulo. Mais um bom tempo passado a tentar saber o que tinha cada frasco.
Ao fim de algum tempo, comecei realmente a retirar os frascos e a começar a limpar. Até que esta parte não estava a ser difícil, se não fosse o começo teria sido um castigo leve. Estava eu a acabar a última prateleira quando deixei cair a pequena vassoura que estava a usar e esta bateu de lado no armário. Eu a pensar que tinha riscado sem querer a madeira e que ia ouvir sermão por isso. Mas aconteceu algo estranho. A madeira parecia rachada. A primeira coisa que me passou pela cabeça foi que tinha partido o armário. Só que isso não aconteceu.
Atrás da madeira estava uma pequena despensa escondida. E, claro, que aquilo me chamou a atenção. Pensei que talvez ali fosse o esconderijo de algo perigoso ou proibido. Mas, se fosse algo do género, não estaria aqui. Qualquer um poderia encontrar. Ao olhar para os frascos não vi nada que pudesse parecer perigoso. Pelo menos todos tinham cores extravagantes e bastante apelativas. Se fosse mais perigoso poderia não chamar tanto a atenção das pessoas. Ou se calhar eu estava a ser parvo e não me apercebi que o fruto proibido é o mais apetecido.
Peguei num dos frascos para ver afinal o que era aquilo. Mas não tinha rótulo. Aliás, nenhum deles tinha. Decidi abrir para ver se identificava alguma coisa. Para além de ter um odor maravilhoso, não consegui perceber mais nada. E, subitamente, comecei a achar que o ar estava a ficar demasiado quente para o meu gosto. Decidi acabar o trabalho o mais rápido possível para poder ir para um espaço maior e mais arejado.
A minha sorte era que não me restava muito que fazer então acabei num instante. Mal coloquei o último frasco na prateleira, agarrei na minha mochila e saí disparatado da despensa. Mesmo saindo da zona onde estava, continuava com demasiado calor. Nem o facto de estar ao pé de uma janela, por onde vinha ar fresco, me acalmava. Andei a vaguear de um lado para o outro na esperança que passasse.
Estava já eu a desesperar e a dirigir-me para a enfermaria quando ouvi passos a aproximarem-se. Pensei que pudesse ser alguém para me ajudar, porém era apenas o Malfoy. E, por incrível que pareça, tive a sensação de que ele era a pessoa indicada para me ajudar. Eu estava quente, ele era frio. Nada mais simples, se me aproximasse dele poderia voltar à temperatura normal. Água quente com água fria não dá água morna? Então era mesmo isso que eu queria.
Fui então aproximando-me dele. Ele continua o mesmo que vi antes de começar o castigo. Pálido, a andar devagar, um pouco cabisbaixo. Parecia que ainda continuava com dores e pensei na mesma coisa que me tinha lembrado quando o tinha visto mais cedo. Mas depressa esqueci e apressei-me a ir à beira dele. Ele quase que saltou quando apareci à frente dele.
–Seu testa rachada! Então já não vês por onde andas? Troca-me a porcaria das lentes e deixa de tentar esbarrar em mim.
– Ah Malfoy. Eu sinto que só tu me podes ajudar.
– Estás maluco Potter? Afasta-te de mim.
Dito isto, fizera precisamente ao contrário. Aproximara-me ainda mais dele. Tanto que a ele só restou encostar-se à parede para tentar fugir de mim.
– Shiu, não fujas. Não te vou fazer mal. Só preciso de me aproximar mais um pouco. - e pus uma mão de cada lado do corpo dele, para evitar que ele fuja.
– Larga-me Potter. Deixa-me ir.
– Não. Eu prometo que já te largo. Só mais um pouco.
E aproximei-me mais, rodeando o corpo dele com os meus braços. E estava tão bem ali que não me apetecia sair de lá.
– Solta-me sua testa rachada. - disse esbracejando bastante.
Não resisti e calei-o pondo um dedo em frente à boca dele e agarrando nos seus braços com a outra mão livre e segurei-os acima da cabeça dele.
– Está calado. - sussurrei no seu ouvido. - Assim só vais atrair pessoas para aqui. Ou então vou ter de te calar de outra forma.
– Ai sim? Se vier alguém ao menos livro-me de ti.
– Tens a certeza que é isso que queres. Que eu te largue? - murmurei empurrando-o mais contra a parede e prensando o meu corpo no dele. O que só fez com que eu me sentisse um pouco mais quente. Mas como previ ele estava frio e a mim soube tão bem aquele frio dele.
– Tenho. Larga-me seu... seu pervertido. - afirmou tentando empurrar-me. Mas para isso tentou soltar os braços. Coisa que ainda não conseguiu fazer.
– Haha, estás mesmo a pedi-las. - disse rindo. - Estás assim tão ansioso? Quem espera sempre alcança, não é?
– Estou ansioso com o quê? Larga-me de uma vez por todas Potter.
– Não. Mas já que queres tanto, eu vou-te dar. - sussurrei mais uma vez no ouvido dele. E no mesmo instante senti-o a arrepiar. Todo o corpo dele tremeu. - Já que não te calas não vejo outra alternativa a não ser ter de entreter esses belos lábios com outra coisa sem ser as tuas palavras.
E fixei o meu olhar no dele. E fui aproximando-me ainda mais dele. Tentei perceber o que ele sentia mas ele apenas olhava para mim completamente imóvel. Nos seus olhos notei um pouco de surpresa ao perceber o que estava prestes a acontecer. Mas não se mexeu um milímetro. Ou estava paralisado devido ao choque ou então não sei. A única coisa que sabia era que estava com uma enorme vontade de o beijar. E que faltava pouco para isso acontecer. Já estava quase. Já sentia a sua respiração na minha face. O meu nariz já se distraía a brincar com a pele da cara dele. Só faltava...
De repente deixei de sentir calor. O meu corpo voltou a ser o mesmo de sempre. E nem percebi porque estava prestes a beijar o Malfoy. Onde raios tinha eu a cabeça? Afrouxei um pouco a pressão sobre as mãos do Malfoy e foi o suficiente para ele conseguir libertar as mãos e empurrar-me para o chão.
– O que pensas que estavas a fazer? Eu disse para me largares. - falou ele irritado.
– Eu não sei o que tinha na cabeça para fazer isto. Eu no meu perfeito juízo nunca me iria aproximar de ti.
– Mas desde quando tu tens juízo? Estás tão tramado Potter. Não esperas muito pela demora. Vou-te fazer pagar bem caro isto que se passou. - vociferou o Malfoy, virando as costas e a sair daquele local tão depressa quanto a sua aristocracia permitia.
Já eu, fiquei a pensar no que tinha acontecido. Mesmo agora, no decorrer das aulas, continuo a pensar nisso. Mas o que me deu? Parecia que o Malfoy era a última gota de água à face da terra capaz de saciar a minha sede. É, eu sei que não faz sentido, mas é essa sensação que tenho.
– Sr. Potter será que pode deliciar-nos com a sua atenção na aula?
Pois, esqueci-me que estou em poções e não posso divagar demasiado. Não quero ter outro castigo com o Snape. Por isso deixei de olhar para o livro e comecei a cortar os ingredientes. Não vai sair daqui nada perfeito nem de jeito, quase de certeza. Já estou farto de poções.
Se bem que agora eu fiquei curioso. Deve ter sido por causa daquela estranha poção que eu agi de forma estranha. É, só pode ter sido isso. Mas então que poção era aquela? Tinha um cheiro bom. Ainda bem que eu só a cheirei, olha se tivesse bebido. O que teria acontecido comigo e com o Malfoy se eu não tivesse recuperado naquele momento? Nem quero sequer imaginar. Deveria ser algo que eu me arrependeria para o resto da vida.
Respira fundo e não penses nisso. É o melhor. Mas devo estar com alucinações. Eu ainda sinto o cheiro. Espera lá. É demasiado intenso. Deve ser alguém a usar perfume. Mas o único que passou por mim foi o Malfoy, agora mesmo. Parece que entornou o perfume nele. E ninguém se apercebe.
– Oh Ron. De onde vem este cheiro?
– De que cheiro estás a falar Harry. Não sinto nada.
– Estás a gozar? Parece que alguém entornou um perfume.
– Acho que não estás bem Harry. Não cheira a nada em específico.
– Mas tenho a certeza que este cheiro vem do...
– Vem de quem? Não cheira a nada Harry. Andas a imaginar coisas.
– Deve ser isso então.
Tenho a certeza que sinto um cheiro no ar. E que vem do Malfoy. Isso posso, quase de certeza, apostar. Se não tiver a certeza que me caia uma bombinha de mau cheiro em cima de mim. A única maneira de verificar é tentar chegar perto dele. Mas como faço isso sem levantar suspeitas? Ah, já sei.
– Ron, falta-nos ingredientes.
– Ai falta? Mas desde quando isso interessa?
– Não quero ganhar mais um castigo do Snape. Se tu quiseres estás à vontade.
– Eu também não quero. Eu vou...
– Eu vou lá.
E dito isto levantei-me rápido para ser o primeiro a ir buscar. O objetivo era simples. O Malfoy estava perto da bancada dos ingredientes, por isso será mesmo fácil tentar saber se este cheiro vem dele.
Enquanto me aproximava o cheiro para mim ficava mais intenso. E tinha mais a certeza de onde vinha. Cheguei à bancada certa e tive a certeza. Eu conseguia cheirar o perfume do Malfoy à distância. Era, de certa forma, incrível. E o cheiro, agora assim tão perto, nem me incomoda tanto. Até gosto e deu-me vontade de saber como seria se estivesse ainda mais perto.
Aproximei-me dele devagar e pude reparar em várias coisas. Primeiro, ele continuava pálido. Segundo, não se mexia na cadeira, parecia que o ato de se movimentar lhe fosse doloroso. Terceiro, estava a agarrar a mesa com tanta força, como se a quisesse quebrar. E eu concluí que devia mesmo estar com dores, apesar da sua expressão não dizer nada. E só pensava no fim de semana que ele foi a casa e que quase não saía do quarto por causa do pai.
O Snape chegou à beira dele e começou a falar com ele. Eu apenas apanhei parte da conversa.
– Ainda estás com dores?
– Que lhe parece? Parece que estou bem?
– Draco estou preocupado contigo.
– Mas isto já é normal, então não sei porque continua a perguntar.
– Mas não devia ser normal. Depois do jantar passa pelo meu gabinete. A poção deve ficar preparada daqui a duas horas.
– Eu já estou habituado. Não é a primeira vez que acontece. Desde os 6 anos que estou acostumado.
– O teu pai vai ouvir bastante da minha parte. Onde já se viu ele fazer isso?
– Mas faz parte da tradição familiar.
– Tradição familiar? Ele disse isso? O teu avô nunca lhe fez nada disso. Bem já sabes, depois vem aqui. Até logo.
Se eu já suspeitava de algo estranho, então agora é que foi. Só consigo pensar no que poderá ter feito o Lucius Malfoy ao Draco para ele ficar assim. E tudo o que penso não é nada bom. Nem eu desejaria nada disso ao meu inimigo.
Pousei os ingredientes na minha bancada e continuei a fazer a poção. Olhei para o Ron, mas este estava com a cabeça no ar, mais uma vez. Mas a olhar muito para um determinado local. Olhei para lá e apenas vi o Snape a rondar a poção daquela amiguinha irritante e atiradiça que está sempre demasiado próxima do Malfoy.
E mais uma vez eu só queria esquecer o que tinha pensado sobre o Malfoy. Já estou a gastar demasiada energia a pensar nele. Por isso decidi pela primeira vez concentrar-me em fazer a poção direito. E pelos vistos estava a sair bem. Pelo menos tem as características da cor e do cheiro que diz no livro. Não, não posso pensar em cheiro. Se não tenho vontade de me sentar à beira do Malfoy para poder apreciar o seu perfume.
– Acabou o tempo. Vamos lá ver o que andaram a fazer este tempo todo. - afirmou o Snape, começando a olhar para as poções de todos.
E não foi surpresa nenhuma quando ele deu pontos aos Slytherin pelo trabalho do Malfoy. Mas ignorou o fracasso do Crabble e do Goyle. Ao menos deu pontos aos Gryffindor pela poção da Mione, mas deu-os contrariado. E claro tinha de tirar metade do que deu por causa da poção do Ron. A outra porção ia ser tirada na minha poção.
– O que temos aqui Sr. Potter? De certeza que é mais um fracasso.
Mas quando olha para a minha poção ele estaca. A única coisa que conseguiu fazer foi erguer as sobrancelhas.
– Bem, parece que finalmente conseguiu aprender alguma coisa. - disse virando as costas e sem fazer mais nada.
Toda a turma ficou a olhar para mim e para o Snape espantados. Era a primeira vez que o Snape não retira todos os pontos que dá a Gryffindor. O Ron olhava para mim espantado perguntando-me o que eu tinha feito, já que ele fez tudo o que estava escrito. A Mione deu-me os parabéns por ter conseguido fazer direito desta vez. O Malfoy olhava para mim mas mais uma vez não consegui saber o que ele pensava. Também ele não disse nada. E eu finalmente senti-me bem numa aula de poções.
...
– Foi um efeito histórico. O Snape dar-nos pontos e não os retirar. Estou pasmado. - desabafou o Ron.
– Conseguiste fazer uma poção Harry. Ainda não estava perfeita, mas estava boa. Para a próxima consegues ainda melhor, vais ver. Tens é de continuar assim. - encorajou-me a Mione.
– Nem sei como conseguiste. Eu fiz tudo o que estava escrito e não consegui o mesmo resultado que tu. - queixou-se o Ron.
– Oh Ron, se tu te empenhasses em fazer alguma coisa podia ser que saisse direito. - comentou a Mione. - Porque é que não aprendes com o Harry? Só tens de te focar uma vez na vida.
– Oh Mione isso dá trabalho e esgoto todas as minhas energias nisso. O que fizeste Harry? Alguém de certeza que te ajudou.
– Sinceramente tu achas que o Harry não conseguiu fazer a poção sozinho? - ralhou a Mione com o Ron. - Ele pode conseguir as coisas sozinho. Não precisa que alguém faça por ele.
– Não foi isso que...
– Pronto, parem a discussão vocês. Obrigada pela confiança Mione. Já tu Ron, vê se te acalmas. Até parece que ia pedir a alguém para fazer o que quer que fosse. Eu estive sempre à tua beira a fazer contigo. Até fui buscar os ingredientes para acabarmos a poção.
– Desculpa Harry. Não é que esteja desconfiado de nada. Mas o Snape tirou sempre pontos a nós e hoje estranhei. Foi só isso.
– Ok. Vamos então jantar.
– Vamos então. Estou com tanta fome que parece que andei a fazer demasiado exercício nos últimos dias.
Eu olhei para a Mione e ela revirou os olhos e sorriu para mim. Eu encolhi os ombros e retribuí o sorriso. O Ron estava sempre com fome, não adiantava que não tivesse feito nada o dia inteiro. Mas ultimamente tem mais vontade de atacar a mesa do jantar do que antes. Ele mudou um pouco desde aquele dia em que esteve comigo o dia inteiro e não se lembra de metade desse dia.
Começo a pensar que se calhar vou ter mesmo de falar com alguém sobre isso. Ele agora anda um pouco aluado. Parece que está em busca de algo, que nem sabe bem o quê, mas ainda não conseguiu encontrar. E anda muito sorridente, sem motivo aparente para tal. Às vezes parece uma rapariga apaixonada em busca do príncipe encantado.
Mesmo tendo, finalmente, a comida à frente dele, continua aluado e a olhar para o vazio. Afinal não visto que parece que está a ver algo que o enoja. Eu reparo na direção do olhar dele e quem está na mira dele é outra vez aquela miudinha irritante, amiga do Malfoy. E, como não podia deixar de ser, tinha de estar colada ao Malfoy. Atrás deles está o Snape, e reparo que está a dar qualquer coisa ao afilhado. Deve ser a tal poção que ele falou. E mais uma vez a rapariga tinha de se esfregar no Malfoy. E ele não parece notar.
Já o Ron esse está com ar de que quer matar alguém. Não me digas que ele gosta daquela criatura irritante. Era o cúmulo se assim fosse. Ela é dos Slytherin e, inda por cima, vive colada ao Malfoy. Então deve ser por isso que o Ron age desta maneira. Ela não larga o outro e ainda por cima parecia, há pouco, que também estava a abraçar o Snape. Realmente, coitado do Ron. Acho que afinal não preciso de ir falar com ninguém.
...
Agora, olhando pela janela do dormitório, penso em tudo o que se passou hoje. Ainda nem acredito que o Snape não me retirou pontos pela minha poção. Nem sei como a consegui fazer direito. É a primeira vez que sigo tudo o que está no livro e deu certo. E nem o Malfoy se atreveu a dizer mal das minhas capacidades.
Por falar nele, será que ele agora está bem? Já sei que bebeu a poção do Snape. Por isso já deve estar melhor. Nem acredito que o pai abusa dele. Posso estar enganado, eu sei disso, mas tudo aponta para isso. Eu agora percebo porque ele parece tão magoado e triste com a vida. Esta nunca lhe deve ter mostrado muitos motivos para sorrir. Mas espero que isso mude. Ninguém merece ser tratado assim. Nem mesmo ele.
Pois, mas ele deve ter algo de estranho deve. Pois o facto de eu conseguir sentir o perfume dele à distância está a deixar-me com os nervos à flor da pele. Eu não devia estar bem para me atirar assim para cima dele. Só posso estar a ficar doente. Isto nunca me aconteceu. Eu nunca perdi o controlo do meu corpo e da minha razão. Bom não nevo estar de certeza.
E como é que eu consigo captar o perfume dele a uma grande distância? Porque é que tudo isto aconteceu? Eu continuo a pensar que eu devo estar maluco. Como é que eu, no meu perfeito juízo, iria achar que o Draco era a pessoa ideal para baixar a minha temperatura? Porque é que eu não consegui fugir dele naquela altura e ir à enfermaria? Porque é que eu não o ignorei como sempre fiz até agora? E porque é que eu continuo a pensar nele?
Tantas perguntas e nenhuma resposta. Mas será que alguém poderia ser amável o suficiente para as esclarecer? Pode ser que uma boa noite de sono ajude-me a ver realmente bem por detrás de toda esta nebulosidade.
