- Pronto! - House fala com a voz um pouco elevada, jogando a ficha que trazia nas mãos na pilha das demais em cima do balcão. - Meu expediente está encerrado. - disse olhando na direção de Cuddy na tentativa de chamar sua atenção.
Cuddy termina de olhar os documentos e sem dar a atenção que House queria, caminhou a passos firmes para sua sala, mas sentindo o olhar dele queimando em sua direção. Quando finalmente chegou a sua mesa, viu outro bilhete e dessa vez acompanhado de um pirulito. Tirando o pirulito de cima do papel, pegou o bilhete e rindo antecipadamente o leu.
* Acho que a partir de hoje passei a gostar mais da clinica. E você, está gostando do meu desempenho lá? Amanhã farei uma consulta um pouco mais interessante. Aproveite o pirulito e pense em mim ao chupá-lo. Gostaria de ter deixado outra coisa pra você chupar, mas o que tenho não posso arrancar. *
Ao terminar de ler sentou na cadeira e foi chupar o pirulito deixado por House. As lembranças de minutos atrás dentro de uma das salas da clinica a fazia sorrir enquanto saboreava seu doce. House do lado de fora da sala observava cuidadosamente sua chefe, mas não querendo ser visto logo tratou de ir embora, sabendo que, Cuddy estava gostando da brincadeira da mesma forma que ele estava.
Após alguns longos minutos, Cuddy andava pelo corredor do andar da sala de House e ao passar de frente a mesma viu que ele ainda estava lá, o que era estranho, pois nunca ficava depois do horário a não ser por conta de algum paciente, o que naquele momento não era o caso.
- O que você ainda está fazendo aqui? - Cuddy pergunta curiosa ao entrar na sala.
- Esperando você para fazer-me um sexo oral antes de ir. - respondeu House sentado a sua mesa.
- Então não vamos perder tempo. - Disse Cuddy dando a volta na mesa.
- Você não vai fazer isso, vai? - House perguntou de olhos arregalados ao vê-la pondo-se de joelhos frente a ele.
- Não era isso que você queria me dá no lugar daquele pirulito? - Cuddy deu um sorriso erótico começando a desabotoar sua calça enquanto falava.
- Cuddy estamos no hospital, na minha sala. - House a lembrou completamente surpreso com sua atitude e nervoso por estar prestes a receber a carícia mais excitante da mulher que ele mais desejava.
- A mesa vai me dá cobertura. - Cuddy falou descendo o zíper sem tirar os olhos de House.
Cuddy estava se divertindo com a cara de choque que House expressava, ele que era sempre tão ousado em suas palavras, agora tava demonstrando total nervosismo com o que estava prestes a acontecer. Ela segurou com as duas mãos na parte da frente onde se coloca o cinto e o puxou fazendo-o deslizar para frente sobre o assento da cadeira. Cuddy olha para direção da ereção e nota que a mesma já havia crescido rapidamente dentro da cueca. Libertando-a segura com uma das mãos e beija-lhe a ponta. House inala profundamente apertando os olhos e Cuddy sorri ao vê-lo com tamanho desejo. Ela volta o olhar para a ereção e dessa vez passa a língua ao redor da ponta e em seguida a toma em sua boca. House respira entre os dentes e apoia-se com a mão em cada lado do assento. Cuddy desce engolindo-o mais fundo em sua garganta e logo sobe ouvindo um baixo gemido de House. Ela não pára e House leva as mãos para sua cabeça, enterrando seus dedos no cabelo, movendo-se para dentro e fora dela.
House não sabia o que era mais excitante: os lábios de Cuddy acariciando seu pau; o perigo que era a ideia de alguém os pegar no flagra ou a atitude ousada de sua chefe que sempre foi tão correta e alheia as suas investidas. Cuddy passa a língua mais uma vez ao redor da ereção, saboreando-o como fez antes com o pirulito dado por ele, e claro, que achando o sabor de House bem mais gostoso do que qualquer coisa que ela já havia provado antes. Novamente ela desce e House geme contidamente quase a ponto de explodir.
- Cuddy. - ele a chama entre os dentes. - Pare. - pediu soltando um gemido rouco puxando-a para impedi-la de fazê-lo gozar em sua boca.
- House... - a voz de Cuddy era baixa. - House... - ela o chamava suavemente. - House! – Cuddy eleva sua voz e o acorda de seu sonho erótico.
Ao abrir os olhos ele fica atordoado ao vê-la de pé frente a sua mesa e logo entende que havia cochilado e tido um sonho.
- O que ainda faz aqui? - Cuddy perguntou intrigada.
- Esperando o idiota do Wilson. - House responde retomando sua postura na cadeira. - Vamos encher a cara. - adiciona parecendo constrangido ao sentir sua ereção dentro da calça.
- Ok. - Cuddy fala e dar as costas caminhando para a saída, chegando à porta ela pára e olha para trás. - Sua perna está doendo? - pergunta curiosa.
- Ela sempre dói. Por quê?
- É que você estava gemendo quando entrei aqui. - disse-lhe e partiu deixando House com um sorriso sacana nos lábios.
Logo mais à noite, Cuddy em sua casa depois de tomar um banho deitou na cama ainda enrolada na toalha. Ligou a TV para tentar se distrair com algo, já não agüentava mais ficar pensando em House. Ela estava exausta, havia saído um pouco mais tarde do hospital e tudo o queria era descansar. Após alguns minutos de entretenimento ela ouve algumas batidas na porta e levantando vai à procura de algo para vestir. As batidas aumentam e ficam cada vez mais fortes. Com a insistência da visita do lado de fora da casa, Cuddy desiste de pôr uma roupa e com passos rápidos caminha em direção à porta.
- Já vai! - ela berra se aproximando da porta e as batidas finalmente cessam.
Ao abri-la Cuddy faz uma cara de descontente ao ver House, não bastava incomodá-la no hospital ele agora estava indo até sua casa. Ela sabia que precisava de certa distância de House por alguns dias ou então iria acabar fazendo uma besteira e House ali não estava ajudando em nada.
Com o corpo atrás da porta para não ser vista apenas de toalha e só a cabeça para fora, Cuddy tenta deixar claro que não o quer como visita.
- Estava tentando derrubar a porta ou o quê? - ela pergunta irônica.
- Está se escondendo? - House estranhou porque Cuddy só abriu uma pequena brecha da porta.
- Não estou me escondendo. O que você quer?
- Pra começar, entrar.
- House acabei de sair do banho e ainda estou de toalha. Amanhã conversamos no hospital. – Disse Cuddy calmamente tentando convencê-lo a ir embora.
- É exatamente sobre isso que vim falar com você. - House empurra a porta e entra na casa.
- Sobre o quê? - ela fitou-o com um olhar desconfiado.
- Sobre você, - House fecha a porta. - Assim... - aproximou-se de Cuddy um pouco mais. - Nua. – ele disse com o rosto próximo ao dela.
- House, você está bêbado! - Cuddy se afastou imediatamente dele ao sentir o cheiro de whisky em seu halito. - Não me venha com brincadeirinhas, por favor. É tarde, vá embora.
- Não estou bêbado e muito menos brincando. -ele coloca a bengala pouco a frente de seus pés e avança um passo apoiando-se na mesma. Cuddy deu-lhe as costas e andou. - Aonde você vai? - House pergunta indo atrás dela.
- Vou colocar uma roupa. – ela responde ao parar olhando para trás.
- Não, você não vai. - disse-lhe segurando-a pelo braço.
Ao sentir a mão dele todo o seu corpo estremeceu e ela já não sabia mais o que fazer para afastá-lo, talvez ela nem queria mais isso, queria-o perto. House puxou-a contra seu corpo e o nervosismo de Cuddy foi ao nível máximo, seu coração começou a bater num ritmo desenfreado.
- Aqueles joguinhos no hospital estão me deixando louco. Não consigo parar de pensar em você. - House falava com uma voz rouca e sexy a ponto de deixar Cuddy de pernas bambas. - Eu quero você nua. – House sussurrou e capturou seus lábios.
Com as mãos em sua cintura, House apertou-a contra seu corpo e sua língua tentava ultrapassar a barreira que Cuddy fazia com os lábios. Insistente, a língua sedenta pela invasão continuou sua batalha e Cuddy sem mais resistir cedeu dando livre acesso a sua entrada, sentindo o gosto de House misturado com o do whisky.
- Não! - Cuddy falou interrompendo o delicioso beijo, tentando manter-se distante de House empurrando seu peito com as mãos.
- Sim! - House disse no mesmo instante que a colocava contra a parede.
House bruscamente puxou a toalha que a cobria, deixando Cuddy totalmente nua. Parada e sentindo-se ruborizada, ela fitava-o intensamente esperando o que ele iria fazer. Já havia se convencido que estava completamente perdida a mercê dos desejos de House. Mantendo uma pequena distância, House queimava seu olhar por todo o corpo dela, comendo-a com os olhos cheios de desejo. Ele pegou sua bengala e a empurrou horizontalmente sobre a barriga de Cuddy, deixando-a imóvel, presa entre a parede e a bengala. Seus lábios deslizavam pelo pescoço dela e Cuddy sentia-se cada vez mais excitada.
- Você tem um cheiro delicioso. - House sussurrou acima da orelha com o nariz enterrado nos cachos de seu cabelo.
A bengala subiu lentamente pelo corpo de Cuddy, passando a montanha de seus seios parou pouco acima deles. House separou as pernas de Cuddy com seus pés, subiu a bengala para seu queixo erguendo-o e continuou a segura-lá apenas com uma única mão, mantendo seus olhares um no outro. Com a outra mão desceu na direção de seu sexo e o tocou levemente com a ponta dos dedos, sentindo os poucos pêlos pubianos que ali continham. Cuddy gemia baixinho e sua respiração ficava cada vez mais entrecortada.
House começou a movimentar os dedos ao redor da região de seu desejo, enquanto beijava-lhe a garganta. Cuddy continuava imóvel, não ousou mais fazer movimento algum para tentar afastá-lo, apenas se deliciava com a sensação maravilhosa que eram os dedos de House em seu sexo. Ao tirar a mão do mesmo, pegou na mão de Cuddy e guiou-a para onde a sua estava, querendo que ela se auto-acariciasse.
- Toque-se. – House ordenou deixando-a livre da bengala em seu pescoço. Cuddy obedecendo-o moveu seus dedos para sua umidade. - Deslize o dedo médio para dentro de você. – ele murmurou segurando seu queixo.
Cuddy fechou os olhos e preencheu-se com o próprio dedo, levando-o para dentro e fora dela, soltando pequenos gemidos de puro prazer, deixando House o mais duro do que poderia ficar. Novamente ele pegou a mão de Cuddy e levou próxima a sua boca, fitando-a chupou o dedo que estava dentro dela e saboreou o gosto salgado de sua umidade.
Trançando seus dedos nos dela uniu suas mãos colocando o braço na parede suspendendo-o acima da cabeça, voltando a colar seus lábios nos dela beijando-a e ambas as mãos se apertavam firme. Finalmente tocando-o Cuddy enterrou seus dedos nos cabelos de House, empurrando seu quadril para frente sentindo a ereção cada vez maior. Provocando-a ele colocou a bengala entre as pernas dela e roçou-a em seu sexo num movimento lento de sobe e desce, sabendo que, ficaria lambuzada com a excitação de Cuddy.
Cambaleando foram para o quarto e ao ter sua camisa tirada por ela, ele a empurrou com força na cama e ao bater as costas no colchão, Cuddy acordou despertando-se de seu sonho. Ela abriu os olhos assustada sem entender o que havia acontecido, olhou em sua volta e se viu sozinha apenas com a companhia da TV ainda ligada. Dando-se conta de que estava sonhando com House, ela sorriu ao sentir-se molhada. Não costumava ter sonhos eróticos, realmente os seus desejos por House estavam mexendo com todos os seus sentidos. Aproveitando tudo o que havia acontecido no ousado sonho, ela se deu o orgasmo que o despertar havia lhe tirado.
