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E Harry pôde ver que era o inicio de uma bela amizade entre família

Quando Liliy e Harry voltaram pra casa, James e Lupin estavam em uma conversa muito inflamada, mas assim que os dois entraram na sala, eles param de conversar na hora.

"Qual era o assunto tão secreto que vocês estavam discutindo, que eu e o Harry não podemos saber? Hein? Filho aprenda uma coisa, sempre que dois dos Marotos estiverem reunidos, sempre, sempre desconfie de alguma coisa. Eles sempre estão tramando alguma coisa. Eu estou errada meninos?" Harry olhava do rosto de um para o outro achando graça da situação.

"Assim você nos ofende Evans. Mas nós estamos sim, tramando alguma coisa. E você não precisa desconfiar do seu pai, filho, quando eu tiver tempo, eu te ensino tudo o que eu sei, sobre Hogwarts, Hogsmeade e te ensino alguns feitiços muito úteis." James falou dando uma piscada para seu filho e jogando um beijo pra esposa.

"Okey, então vocês não vão me dizer o que qual é o plano pra essa noite?!" Mas não foi nem James e nem Lupin que respondeu, a resposta veio do corredor.

"Não é para essa noite, e sim pra amanhã, pela manhã bem cedo. Boa noite Lily, boa noite Harry. Perdoe-me o horário Lily, eu gostaria de deixar essa noite pra vocês se conhecerem melhor, mas James me chamou e me adiantou o assunto então eu resolvi vir imediatamente." Ninguém mais, ninguém menos que o Professor Dumbledore estava entrando na sala talvez saindo do banheiro. E vendo a cara de duvida de Lily, se apressou para se explicar. "Vamos amanham mesmo falar diretamente com o Ministro da magia, pra ele mandar soltarem Sirius Black. Eu não tinha a menor ideia que vocês tinham mudado o guardião do segredo de ultima hora, então, eu obviamente apoiei a prisão dele. Então amanhã pela manhã vamos resolver esse pequeno problema."

"Mas Dumbledore, Sirius foi preso por ter nos entregado, ou por ter matado o Pedro? Por que se ele foi preso pelo assassinato, não vejo como...".

"Minha doce Lily, você realmente não acredita que o padrinho de seu filho, matou um de seus melhores amigos. E no momento em que eu contar isso, tenho certeza que Cornélio vai chegar à mesma conclusão." James e Lupin olhavam com cara de descrença pra Dumbledore, e mais uma vez ele teve que explicar o que tinha dito. "Por maior que fosse a raiva que Sirius sentia de Pettigrew por ele ter entregado vocês, ele não iria matar umas pessoas, muito menos, uma pessoa, que durante anos fora um de seus melhores amigos. E eu tenho certeza que Cornélio Fudge vai entender isso da mesma forma que eu."

"Eu não acredito muito nisso Dumbledore, o ministro pode até aceitar que Sirius não é um Comensal da Morte, mas até a gente encontrar uma prova que Sirius não matou, e que Rabicho está vivo, não temos como tirar Sirius de Azkaban." Nesse momento, todos olharam pra James, que estava com um olhar obstinado, como se tudo o que ele disse fizesse o maior e absoluto sentido. "Qual é gente, é óbvio que o rato do Rabicho não morreu, lembra Aluado, sempre quando a gente falava sobre morte, como ele ficava? O Pedro que a gente conheceu em Hogwarts, tinha medo da morte, e eu tenho certeza que ele não mudou tanto assim. Covarde, é a melhor palavra pra definir Pettigrew, não sei como ele entrou pra Grifinória."

"James, não tem como Rabicho não ter morrido, eu vi o que aconteceu, Sirius explodiu uma rua toda, doze trouxas morreram, a ideia do Rabicho ter se salvado é ridícula. Não tem a menor chance do Rabicho estar vivo." Mas não parecia que James estava satisfeito, ele, queria provar que seu melhor amigo, não era um assassino.

"Aluado, eu sei que você vai ficar bravo comigo, mas eu tenho que falar. Dumbledore, quando a gente estudava em Hogwarts, e descobrimos o porquê do Remo sumir uma vez por mês, eu, Sirius e o Pedro, nos tornamos animagos, pra deixar a vida mais fácil pro Remo, pensamos que com uma companhia, não seria mais fácil pra ele. Eu sei que isso foi muito errado, mas a gente era irresponsável. Pedro se transformava em um rato, agora parece uma brincadeira, mas era muito útil, ele passava em lugares que nenhum de nós conseguia. Então quem garante que ele não se enfiou em um bueiro e fugiu?"

"Pontas, eu também não quero acreditar que Sirius o matou, mas só o que acharam do Pedro foi o dedo. Um único dedo."

"REMO! Seria muito fácil pra ele cortar o dedo dele e depois se transformar, o que seria muito fácil pra ele. Eu conheço muito bem, tanto o Pedro, quanto o Sirius."

"Está certo, amanhã a gente resolve tudo, tenho a impressão quem tem alguém que está com muito sono. Eu já vou indo, e amanhã nos conversamos. E aproposito, eu sempre soube o que acontecia nos terrenos de Hogwarts." E com isso Dumbledore rodopiou no mesmo lugar e em um milésimo de segundo sumiu no ar.

Harry realmente estava com sono, mas estava com medo da hora de acordar, ele tinha a impressão que iria acordar, e perceberia que tinha caído no sono no expresso de Hogwarts, e que quando chegasse a King's Cross, teria que encontrar com os Dursley pra mais um verão terrível na Rua dos Alfineiros. Mas resolveu aproveitar o momento, Remo resolveu ficar pro jantar, Lily fez um jantar maravilhoso, e enquanto comiam, Harry contava como fora seu primeiro ano em Hogwarts, contando tudo sobre seus amigos, falou sobre Ron, como ele acha incrível o fato de Ron ter vários irmãos, e como ele se sentiu quando recebeu seus primeiros presentes da vida, sobre a capa de invisibilidade que o Professor Dumbledore lhe entregou no natal, e como ele tinha a usado quando ele foi pegar a Pedra Filosofal de Voldemort, quando ele usou a capa pra levar o dragão de estimação de Hagrid, "Você é bem filho do seu pai mesmo." Disse Remo. Então ele se lembrou do quanto Hagrid foi importante pra ele durante todo o ano. E ele lembrou de outra pessoa importante pra ele, Hermione, contou o quanto ela é inteligente, a mais inteligente do primeiro ano. "Sua mãe e ela devem de ter vindo da mesma linhagem" Soltou James. Mas também contou as partes não tão legais assim, sobre Draco Malfoy, o quanto ele era arrogante, e como ele andava pelos corredores da escola com seus dois capangas Craabe e Goyle, maltratando dos os nascidos trouxas da escola, e como o Professor Snape agia como se Harry tivesse espalhado urtigas em sua cama. E dessa vez foi Lily quem falou. "Severo é legal Harry, é só saber leva-lo."

"Mas ele não te ofendeu quando vocês eram mais novos? Porque a senhora está defendende ele?"

"Quando temos quinze anos, todos somos um pouco irresponsáveis, principalmente os meninos. Não é, James?"

"Me deixe fora dessa, eu não o azarei pra ele dizer aquilo, ele disse porque quis. Tá certo, talvez eu tivesse pego um porco pesado de mais." Vendo o olhar de sua esposa, resolveu mudar o discurso.

Quando o jantar acabou e Remo limpou toda a louça com um simples toque de sua varinha, ficaram conversando por mais trinta minutos até Remo ir embora. E então era mais uma vez só os Potters. Harry conheceu o restante da mansão, deixando o seu quarto para o final, quando Harry entrou ele ficou simplesmente sem palavras.

"Legal não acha? Era meu quando eu tinha a sua idade, e morava aqui com meus pais." Foi James quem falou primeiro. "Mas se você não gostou, a gente pode mudar, não vai ter problema algum."

"Eu amei, finalmente eu vou ter um quarto só meu, ninguém vai toma-lo de mim. Não é?" Ainda era difícil acreditar que tudo aquilo estava acontecendo com Harry, e quando estivesse novamente com os Dursley ele lembraria desse sonho com saudade.

Liliy e James colocaram Harry na cama, lhe contaram uma história e saíram do quarto, deixando Harry pensando em tudo o que acontecerá naquela tarde desde que chegou em Londres, e pegou no sono pensando em escrever a Ron, Hermione e Hagrid assim que acordasse.


A/N Vocês pediram, e aqui estou eu, será que ficou bom? Pensei que seria mais difícil, estava pensando nesse capítulo quando eu o li quarto, então foi fácil, a ideia já tava na minha cabeça. Deixem seus comentários, para o bem e para o mal. Beiijos (: